Publicidade

terça-feira, 29 de junho de 2010 E3, Feiras, hands on | 10:00

Colaborando sem medo: F.E.A.R 3 traz modo cooperativo diferente e bem bolado

Compartilhe: Twitter

Cheguei ao estande da Warner Bros. para jogar F.E.A.R. 3 (mais comumente identificado pela impronunciável grafia “F3AR”) sem ter visto muito do primeiro título (eu me assusto facilmente) e nada do segundo, por minha falta de relação com a série e pouco conhecimento sobre a terceira iteração, não sabia o que esperar do meu tempo com o jogo.

Um assessor de imprensa da Warner, que parecia muito mais animado do que qualquer outra pessoa naquele fim de segundo dia de E3, me cumprimentou e disse que iríamos enfrentar uma sessão cooperativa de F.E.A.R. 3. Um demo em co-op é muito mais agradável e eficiente para aprender sobre um videogame do que a experiência de jogar algo com um representante da empresa olhando a tela por cima do seu ombro e dando dicas do que fazer enquanto ele fala dos três bullet-points que “precisam” estar no seu artigo.

Point Man pode pilotar mech suits em alguns momentos de F.E.A.R. 3

No meu tempo com o modo cooperativo de F.E.A.R. 3, joguei como o protagonista da série, Point Man, que neste modo é acompanhado por Paxton Fettel, seu irmão com poderes psíquicos que morreu no primeiro F.E.A.R., mas ressuscitou numa expansão do segundo. Eu podia atirar, dar umas coronhadas, atirar granadas e ativar um efeito de câmera lenta já habitual nos jogos da série. Já meu companheiro não tinha como carregar nenhum armamento, usando suas habilidades mentais para enfrentar inimigos. Além de poderes mais óbvios como arremessar objetos e arremessar pessoas no ar para que eu pudesse baleá-los, ele também pode possuir e controlar soldados hostis por um curto tempo. Estes dois personagens com habilidades totalmente diferentes criam uma dinâmica muito mais colaborativa do que a usual “Você atira nele e eu atiro no outro cara ali.” Os atributos de Point Man e seu irmão se complementam e criam uma experiência diferente da concorrência e até do modo single player do próprio F.E.A.R. 3.

Paxton Fettel não pode usar armas, mas é tão letal quanto seu irmão.

Tive, durante os primeiros cinco minutos de jogo, um incrível medo de tomar sustos, mas a preocupação logo passou. O cenário urbano devastado com trens e carros atirados por todo lugar não tinha o efeito imersivo e claustrofóbico dos ambientes fechados de F.E.A.R. Além disso, eu não estava sozinho, no jogo eu estava com um aliado eficaz em dizimar inimigos e god mode ligado. Já na vida real eu estava no meio de uma feira barulhenta, bem iluminada, cheia de gente e conversando sobre jogos de tiro com o representante da Warner que jogava com o descaso e confiança de quem estava fazendo esse mesmo trajeto virtual por muito tempo.

Sem ver o modo single player nem o multiplayer competitivo do jogo, não há como saber o que pode decepcionar ou até superar a qualidade do aspecto cooperativo. Tomara, inclusive, que parte dessa dinâmica de habilidades complementares esteja presente para aqueles que preferem jogar sozinhos ou não tem muitos amigos dispostos a comprar F.E.A.R. 3 no fim deste ano.

Cheguei ao estande da WB Interactive para jogar F.E.A.R. 3 (mais comumente identificado pela impronunciável grafia “F3AR”) sem ter visto muito do primeiro título (eu me assusto facilmente) e nada do segundo, por minha falta de relação com a série e pouco conhecimento sobre a terceira iteração, não sabia o que esperar do meu tempo com o jogo.

Um PR da Warner, que parecia muito mais animado do que qualquer outra pessoa naquele fim de segundo dia de E3, me cumprimentou e disse que iríamos enfrentar uma sessão cooperativa de F.E.A.R. 3. Um demo em co-op é muito mais agradável e eficiente para aprender sobre um videogame do que a experiência de jogar algo com um representante da empresa olhando a tela por cima do seu ombro e dando dicas do que fazer enquanto ele fala dos três bullet-points que “precisam” estar no seu artigo.

No meu tempo com o modo cooperativo de F.E.A.R. 3, joguei como o protagonista da série, Point Man, que neste modo é acompanhado por Paxton Fettel, seu irmão com poderes psíquicos que morreu no primeiro F.E.A.R., mas ressuscitou numa expansão do segundo. Eu podia atirar, dar umas coronhadas, atirar granadas e ativar um efeito de câmera lenta já habitual nos jogos da série. Já meu companheiro não tinha como carregar nenhum armamento, usando suas habilidades mentais para enfrentar inimigos. Além de poderes mais óbvios como arremessar objetos e arremessar pessoas no ar para que eu pudesse baleá-los, ele também pode possuir e controlar soldados hostis por um curto tempo.

Ter dois personagens com habilidade totalmente diferentes cria uma dinâmica muito mais colaborativa do que a usual “Você atira nele e eu atiro no outro cara ali.” Os atributos de Point Man e seu irmão se complementam e criam uma experiência diferente da concorrência e até do modo single player do próprio F.E.A.R. 3.

Sem ver o modo single player nem o multiplayer competitivo do jogo, não há como saber o que pode decepcionar ou até superar a qualidade do aspecto cooperativo. Tomara, inclusive, que parte dessa dinâmica de habilidades complementares esteja presente para aqueles que preferem jogar sozinhos ou não tem muitos amigos dispostos a comprar F.E.A.R. 3 no fim deste ano.

Notas relacionadas:

  1. Shaun White Skateboarding é diferente de tudo o que você já viu sobre skates
  2. The Sims 3 finalmente traz a experiência dos computadores para o sofá
  3. Dead Rising 2 traz mais jeitos de matar os que já morreram
Autor: Gus Lanzetta Tags: , , , ,

Nenhum comentário, seja o primeiro.

 

Antes de escrever seu comentário, lembre-se: o iG não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!

* Campos obrigatórios


 

Responder comentário


* Campos obrigatórios