Mais de duas décadas de A Partilha comemorados com remontagem
Luís Francisco Wasilewski, especial para o Aplauso Brasil (lfw@aplausobrasil.com)

Miguel Falabella assina a direção da peça que o projetou como um dos nomes mais significativos da dramaturgia contemporânea brasileira
RIO DE JANEIRO – Foi no dia 30 de maio de 1992. Era uma sessão de Sábado. O local era o hoje desativado e abandonado Teatro da OSPA, em Porto Alegre. Eu tinha 13 anos e tive o privilégio de assistir A Partilha, de Miguel Falabella. Já admirava e muito a carreira de Miguel. Sereias da Zona Sul, que eu assisti em 1989, onde Falabella brilhava ao lado de Guilherme Karam fez eu me tornar um espectador cativo de teatro.
Com A Partilha o encantamento não foi diferente. A história das quatro irmãs que se encontram no velório da mãe (Na primeira cena, quando as quatro estão em volta do caixão havia uma hilária participação em off de Jacqueline Laurence. Será que na nova montagem terá?) me fez rir muito e também ir às lágrimas especialmente, na cena em que Laura (interpretada por Thereza Piffer) revela para as três irmãs que é homossexual e o sofrimento que passou com a morte de sua companheira. Leia mais »
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