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20/11/2008 - 16:29

E o Ronaldinho?

O Brasil jogou contra Portugal com um losango no meio-campo. Gilberto Silva estava na ponta defensiva. Elano foi o vértice da direita e Ânderson, o da esquerda  — dois jogadores que combatem e saem para o jogo, especialmente pelos lados do campo. Kaká ficou na ponta ofensiva.

Na ataque, estavam escalados os hoje incontestáveis Robinho e Luís Fabiano.

Digamos que, na euforia dessa goleada, Dunga tenha um surto e euforia e diga para si mesmo: achei o meu time, a minha maneira de jogar! Vamos fazer essa suposição. Como ele faria para encaixar Ronaldinho Gaúcho neste time, então? No lugar de Kaká, nem pensar (todos concordam comigo, né?). No de Robinho, idem. No de Luís Fabiano é impossível. Restariam Elano e Ânderson. Mas Ronaldinho não consegue ser este meia “combativo” pela esquerda. Não é a dele.

Se o Brasil achar que finalmente tem um time, uma maneira de jogar depois dessa goleada contra Portugal, isso quer dizer que Ronaldinho não tem vaga na equipe titular. E, quer saber? Não vejo problema nenhum nisso…

Autor: André Rizek - Categoria(s): Seleção Tags:
22/10/2008 - 18:15

Milan é o novo Real Madrid?

Beckham pode vestir a camisa do Milan em 2009, leio nos portais.

Bom, antes de mais nada, vamos esclarecer uma coisa. O inglês foi um bom e útil jogador, tanto no Manchester, como no Real Madrid, como na seleção inglesa. Ele está longe de ser apenas um rosto bonitinho e, graças a ele, sofre uma espécie de preconceito às avessas. Justiça seja feita, Beckham sempre foi um jogador raçudo também.

Não sei se ele ainda é um bom jogador, já que não acompanho a gloriosa liga norte-americana… Fica claro, para quem tem um Pirlo, que se trata de um golpe de marketing do Milan. Os times italianos sempre foram menos dados a este tipo de coisa. Por isso, ver um time italiano aplicando golpe de marketing causa surpresa.

Será o Milan, com Ronaldinho Gaúcho e Beckham, o novo Real Madrid? De uma coisa tenho certeza. Feliz era o clube (dentro de campo) quando seu mais galáctico jogador, Kaká, jamais aceitou se portar como um. Porque essa história de se assumir como galáctico geralmente traz apenas um troféu mesmo: o de vendedor de camisas e pré-temporadas milionárias e inúteis na Ásia.

Autor: André Rizek - Categoria(s): futebol internacional Tags: , , ,
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