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Arquivo da Categoria futebol internacional

23/01/2009 - 12:04

Verdão não parou. E outras cositas más…

O Palmeiras ainda não encerrou suas contratações. Entre elas, corre atrás de um lateral-direito. Paulo César, ex-Santos, atualmente no Toulouse, da França, foi procurado por Vanderlei Luxemburgo na semana passada. Está descontente na reserva. Mas não abre mão do seu salário europeu, como fez Edmilson, “apenas” para jogar. Mais alguém ou apenas eu acho que usar Wendell no setor é um solução bem eficiente? Ele foi bem quando Caio Júnior usava o rapaz por ali…

Luxemburgo entende que precisa de pelo menos mais um jogador experiente, para mesclar com a boa molecada que o clube trouxe.

Rodízio europeu
Por falar em reserva de clube europeu… É impressionante como o vocabulário do futebol aumenta ou diminui de acordo com a necessidade de alguns. A palavra da moda agora, para quem não vinga do outro lado do Atlântico, “é rodízio”. Disse o Fred (que máscara o Fred…) outro dia no Arena Sportv: “é que no Brasil não entendem, mas aqui tem rodízio”. Ahã… Perguntem ao Kaká se ele faz rodízio no Milan. Nada disso. Ele é poupado para os jogos importantes, oras! Como em qualquer lugar do mundo. Quer saber quem são os times titulares? Simples, quando o Lyon tiver um jogo decisivo na Liga dos campeões, os 11 escalados serão os titulares. O resto faz o “rodízio” ao qual Fred se refere.

Cadê o Douglas
Todo mundo que assiste a jogos do Corinthians (e acompanhava os do São Caetano) já viu Douglas fazer grandes partidas. Mas tem um problema… Basta colar um volante nele e, pronto, o homem some em campo. Foi assim contra o Barueri – como o Estudiantes não se preocupou em jogar a sério, em estudar o adversário, por razões óbvias, o jogador ficou solto no amistoso de sábado e arrebentou. Saber jogar mesmo quando está marcado é o que difere o craque. Douglas, se quiser ser visto dessa forma, tem de arranjar uma maneira de lidar com isso. Com a ajuda do treinador, evidentemente.

Autor: André Rizek - Categoria(s): Corinthians, Palmeiras, futebol internacional Tags:
14/01/2009 - 11:01

O discurso de Kaká e Ronaldo

Manchetes sobre os dois jogadores nesta quarta-feira:

“Veja se não está tanquinho”
Ronaldo levantou a camisa e exibiu a barriga para os fotógrafos nesta quarta-feira. Para mostrar que já está mais magro do que quando chegou. Está mesmo. Perdeu 3,5 quilos, dizem no Corinthians. Eu acredito. E todos os relatos dão conta de que, na concentração, enclausurado em Itu, o atacante está treinando pesado e com gosto. Mas o número também mostra como o pessoal do clube (de qualquer clube) conta mentirinhas sem dó aos jornalistas (na verdade aos leitores, telespectadores, ouvintes etc). Na época da contratação, escutei o médico do clube, Joaquim Grava, falar que Ronaldo tinha de perder uns quatro quilos. Imagina se a gente acredita? Porque se ele já perdeu 3,5 quilos, claramente ainda faltam muitos…

O problema, na verdade, não é perder peso. O que me impressiona mais nas imagens do Ronaldo (pela TV), é a falta de velocidade dele. Mais demorado que perder peso é recuperar a velocidade e a potência muscular para voltar a jogar. Por causa disso, o jogador está corretíssimo em bater o martelo e dizer que não vai entrar em campo de qualquer jeito, nem que seja em um amistoso, que vai esperar até março, provavelmente, para começar a retornar aos gramados.

Eu faria o mesmo no lugar dele…

“Kaká: quero envelhecer no Milan”
Tente se colocar no lugar do Kaká também, autor da frase acima, esfriando o desejo do Manchester City em comprá-lo por uma fortuna. Kaká já ganha muito bem, naquele estágio em que um milhão a mais ou menos nem faz tanta diferença (para um cara com a formação dele). Kaká se importa com sua carreira, com sua profissão. Tem ambição profissional. Então, entre embarcar numa aventura que pode durar dois anos (como a MSI no Corinthians, por exemplo), ainda que por um salário estratosférico, e seguir seu caminho como Rei do Milan, até “envelhecer”, ele opta pela segunda opção. Alguma dúvida de que ele está certo?

Autor: André Rizek - Categoria(s): Corinthians, futebol internacional Tags: ,
12/01/2009 - 10:19

Quem é o melhor do mundo?

A gente não precisa saber quem ganhou a eleição da Fifa para responder à pergunta acima. O melhor do mundo é… Ninguém.

Isso mesmo. Não existe um melhor jogador do planeta hoje em dia. Antigamente, eu dizia que Ronaldinho Gaúcho estava melhor do mundo em 2006 (pelo menos até a Copa da Alemanha…), que Kaká estava melhor do mundo em 2007 etc. Mas, agora, nem isso dá para afirmar.

Quem teve um melhor ano de 2008? Cristiano Ronaldo, campeão europeu e inglês com o Manchester? Ou Messi, campeão olímpico com a argentina? O gajo se destacou um pouco mais na temporada, mas não seria loucura se o Hermano levasse mais votos no colégio eleitoral da Fifa. Até porque Messi é mais craque. E na hora de votar nem todo mundo consegue se restringir exclusivamente ao que deve interessar: o desempenho ao longo do ano.

A verdade é a seguinte. Quando você precisa de uma votação para responder quem é o melhor do Mundo, é porque o melhor do mundo, na prática, não existe.

Para mim, hoje, os jogadores mais valiosos do planeta (esportivamente falando) são Messi e Kaká. O brasileiro, até pelo tempo de vôo, ainda está um pouco acima (na meu par ou ímpar da pelada, escolho o Kaká). Mas é empate técnico, questão de gosto.

Está tudo muito nivelado (para cima). Ibrahimovic pode fazer a diferença em um jogo, Robinho em outro, Totti em outro. E tem ainda Lampard, Gerard, Aguero, Ronaldinho (ele volta a ser o que já foi?), Del Piero. Não é tão ruim assim viver sem um Melhor do Mundo no (bom) futebol atual…

PS: Não sei o que me empolga mais neste começo de ano. O prêmio da Fifa ou a primeira fase da Copa São Paulo. Socorro! Que os Estaduais, a Copa do Brasil e a Libertadores comecem logo…

Autor: André Rizek - Categoria(s): futebol internacional Tags: , ,
09/01/2009 - 08:54

Um papo com Alex

Conversei ontem, quinta-feira, com o craque Alex, do Fenerbahce, por conta de uma nota da próxima edição da revista Placar. Depois, batemos um papo:

Seu contrato acaba no meio do ano… O Coritiba sonha com seu retorno. Alguma chance?
Falo sempre com o pessoal do Coritiba, mas agora não vou voltar. Se eu não renovar com o Fenerbahce, que é minha intenção, vou para outro clube da Europa. Quero ficar por aqui.

Mais alguém do Brasil te procurou neste começo deste ano?
O Vanderlei (Luxemburgo) me telefonou na semana passada, para saber como estava a minha situação. A gente sempre conversa. Mas expliquei a ele que não vou voltar.

Ainda veremos o Alex no futebol brasileiro?
Quero fazer os últimos jogos da minha carreira no Coritiba. Mas não sei quando e nem como isso vai acontecer.

Você ainda cria expectativa quando tem convocação da seleção?
Nenhuma. Nem sei quando é a próxima partida do Brasil. Faz tanto tempo que não sou chamado… A última vez foi com o Parreira, nas Eliminatórias da Copa de 2006. Bom, mas se me quiserem eu tô aí (risos).

Alex tem 31 anos. E ainda joga demais… Abaixo, foto do meia em ação contra o Chelsea, pela Liga dos Campeões da temporada passada.

Foto: Getty Images
Alex x Ricardo Carvalho

Autor: André Rizek - Categoria(s): Coritiba, Palmeiras, Sem categoria, futebol internacional Tags:
08/01/2009 - 11:11

Amarelo para Kanouté! E daí?

O tema é controverso. Mas tem razão a Fifa em não permitir que jogadores exibam mensagens políticas ou religiosas durante os jogos.

Veja bem. Não estamos aqui falando de censura. Não é questão de proibir que os jogadores expressem suas opiniões. É questão de impedir que jogos de futebol virem palanques políticos mesmo. Imaginem que chato seria o Ronaldo marcar um gol pelo Corinthians e sair mostrando a camisa “Vote Eymael, um democrata-cristão, para presidente”. Se ele quer apoiar o Eymael, que vá ao programa eleitoral dele.

Não sei o que vocês pensam sobre isso, mas esta é a minha opinião. Eu acharia muito chato ver mensagens políticas e religiosas a cada gol marcado. Porque a religão ali é o futebol.

Não é possível distinguir as mensagens do bem (como apoiar uma causa humanitária, por exemplo, pedir o fim de uma matança como faz Israel na Palestina) das mensagens do mal (alguém levantar uma camisa com os dizeres “eu apóio a Guerra no Kosovo”). Não existe uma eminência que possa estabelecer que tipo de mensagem pode e que tipo de mensagem não pode. Por isso, acertadamente, a Fifa proíbe a exibição de mensagens.

O atacante malinês Frederic Kanouté, do Sevilla, tem mais é que ser punido mesmo por exibir mensagem de apoio à Palestina, território que nada no banho de sangue promovido por Israel, sempre apoiado pelo parceirão George Bush. Mas isso não quer dizer que a gente (eu, pelo menos) deixe de achar o gesto de Kanouté espetacular, deixe de admirar o malinês pela maneira como ele comemorou seu gol contra o La Coruña ontem.

Kanouté é apenas regular como jogador. Mas acaba de ganhar uma inscrição para seu fã-clube. Seu gesto é um alento para quem acha, de maneira equivocada, que todo jogador de futebol é um alienado. Ainda que ele mereça um cartão amarelo por isso…

Autor: André Rizek - Categoria(s): futebol internacional Tags: ,
21/12/2008 - 12:26

LDU!

E tem gente (despeitada) que continua acreditando que os europeus não ligam para esse negócio de ser campeão mundial de clubes. Geralmente, o apelo é usado quando o time do Velho Continente perde o jogo. “Também, eles não se importam”, costumam dizer.

Parecia que o Manchester, até pela maneira como a imprensa inglesa tratou o Mundial, também não ligava. Não foi o que se viu nessa final de domingo. De novo. No campo e nas entrevistas depois do jogo.

No primeiro tempo, jogo de um time só. Os ingleses não saíram do campo da LDU. E, mais uma vez os arautos do “eles são bons, nós sul-americanos pobretões não somos de nada” se animaram com o que acontecia em campo. Veio o segundo tempo e a LDU ficou com um homem a mais logo no começo. E aí o jogo ficou divertido…

É divertido ver Cristiano Ronaldo desarmado com categoria por um beque da LDU dentro da área, que sai jogando de cabeça erguida. É divertido assistir ao Van der Saar ter de fazer três belas defesas (uma delas já nos descontos) para ser campeão. É divertido ver o Manchester ter que respeitar um pobre time equatoriano. No esporte (na vida), quase sempre torcemos para o David contra o Golias. O barato do futebol é ver que nestes 90 minutos, por algum motivo, estamos diante da maior chance de assistir ao extraordinário, o pequeno vencer o grande.

Quase deu…

Sei que para a LDU era um jogo mais importante que para o Manchester (estava na cara). Mas os ingleses tomaram um belo susto. Que hombridade, que time comprometido, organizado, raçudo essa LDU. Que ano maravilhoso dessa equipe.

Cada vez mais, eu gosto desse Mundial da Fifa… 

É o último jogo que comento em 2008. Ainda responderei os comentários (de maneira “picada”) até o dia 24. O blogueiro se despede feliz de ver que, apesar dos milhões que cada vez mais separam Europa e América do Sul, futebol ainda é futebol! Futebol ainda é futebol… 

Um ótimo fim de ano!

Nos vemos dia 05 de janeiro.

Muita paz para todos nós.

Autor: André Rizek - Categoria(s): futebol internacional Tags: ,
29/10/2008 - 11:43

Maradona x Dunga

Diego Armando Maradona foi a maneira que a seleção argentina achou para dar um recado: chega de treinadores de verdade, aqueles sujeitos estudiosos e que “manjam” de tática como Daniel Passarella (1998), Marcelo Bielsa (2002), Peckerman (2006) e Alfio Basile. Eles já tiveram vários “treinadores de verdade” nos últimos tempos, dirigindo autênticos timaços no papel, e nada aconteceu. Recorreram, então, a um símbolo. Se apostassem agora em Carlos Bianchi ou Miguel Angel Russo (o técnico que lidera o campeonato no comando do San Lorenzo), seria como apostar em mais do mesmo.

Maradona treinador nada mais é que um símbolo. Terá o velho amigo Bilardo do seu lado (o treinador de 1986), para ser o lado “tático” dessa comissão técnica. Por Maradona mesmo vai ter a função de fazer discursos inflamados (nas entrevistas e dentro do vestiário), de convocar jogadores que representem o “verdadeiro espírito argentino”, de escalar um time para frente, “como a Argentina deve jogar”. Vai ter o respeito (sincero) de muitos jogadores que, como qualquer argentino, terão a certeza de que estão diante de um Deus. Pelo menos no começo…

Curioso nessa escolha é que os argentinos adoram e levam a sério esse negócio de tática, a ponto de discutir sobre “duas linha de quatro” na mesa de boteco – o brasileiro vê o futebol de maneira bem diferente, mais como festa, como celebração do nosso “talento natural”. Os argentinos amam tática. Mas amam Maradona muito mais. Vai dar certo? Eu não tenho a menor idéia.

De toda forma, quando você tem Messi, Riquelme, Gago, Aguero, Tevez, Iguain etc, fica muito mais fácil de as coisas funcionarem. O treinador tem importância menor. E um símbolo pode bastar, para que dentro de campo os jogadores resolvam.

Apostar em um símbolo para técnico também foi a saída do Brasil. Um símbolo diferente deles, evidentemente. Quando Dunga foi escolhido, representou a aposta de que tínhamos os melhores jogadores do mundo. Que “só” precisávamos de um sargento para colocar esses caras na linha. Hoje, sabemos que não temos uma geração tão maravilhosa assim. E que, precisamos, isso sim, de um “técnico de verdade”, que tenha repertório para montar um time, para testar jogadores e esquemas diferentes. Justamente aquilo que a Argentina tentou fazer, sem sucesso, nos últimos anos… No futebol, às vezes você faz as melhores escolhas, mas elas simplesmente não funcionam. Não dá para cobrar lógica empresarial no futebol o tempo todo. E por isso mesmo ele é tão fascinante…

De toda forma, em um cenário cada vez menos importante no futebol mundial – o das seleções nacionais – a chegada de Maradona é um alento. Esse troço vai ser engraçado pra caramba… Invejo os vizinhos. Eles vão se divertir com a seleção deles. O brasileiro sabe. Tão importante quanto ganhar, é ver a Seleção dar orgulho e divertir. Seleção é (também) a identidade de um país. A Argentina larga na frente da gente neste caso…

Autor: André Rizek - Categoria(s): Seleção, futebol internacional Tags: ,
22/10/2008 - 18:15

Milan é o novo Real Madrid?

Beckham pode vestir a camisa do Milan em 2009, leio nos portais.

Bom, antes de mais nada, vamos esclarecer uma coisa. O inglês foi um bom e útil jogador, tanto no Manchester, como no Real Madrid, como na seleção inglesa. Ele está longe de ser apenas um rosto bonitinho e, graças a ele, sofre uma espécie de preconceito às avessas. Justiça seja feita, Beckham sempre foi um jogador raçudo também.

Não sei se ele ainda é um bom jogador, já que não acompanho a gloriosa liga norte-americana… Fica claro, para quem tem um Pirlo, que se trata de um golpe de marketing do Milan. Os times italianos sempre foram menos dados a este tipo de coisa. Por isso, ver um time italiano aplicando golpe de marketing causa surpresa.

Será o Milan, com Ronaldinho Gaúcho e Beckham, o novo Real Madrid? De uma coisa tenho certeza. Feliz era o clube (dentro de campo) quando seu mais galáctico jogador, Kaká, jamais aceitou se portar como um. Porque essa história de se assumir como galáctico geralmente traz apenas um troféu mesmo: o de vendedor de camisas e pré-temporadas milionárias e inúteis na Ásia.

Autor: André Rizek - Categoria(s): futebol internacional Tags: , , ,
01/10/2008 - 18:10

O melhor do mundo


Ele comemora o segundo do Barça: golaço. Messi 2 x 1 Shakhtar (AP)

Quem é o melhor jogador do mundo para você? Esta pergunta já foi respondida de bate-pronto muitas vezes no passado, nas eras Pelé, e Maradona, por exemplo. Mas hoje, tenho certeza, as respostas iriam variar em torno de três nomes: Messi, Kaká e Cristiano Ronaldo. E não haveria consenso em nenhuma mesa de boteco.

Entenda por “hoje” não apenas o desempenho no ano de 2008, como avalia o prêmio da Fifa. Entenda por “hoje” aquele que, no par ou ímpar do pelada, você escolheria para defender seu time na peleja da firma logo mais, depois do trabalho.

Na minha modesta opinião, Cristiano Ronaldo está um degrau abaixo de Messi e Kaká, mas respeito quem considere o atacante do Manchester esse craque todo, pelo desempenho nas duas últimas temporadas (com a camisa de seu clube).

Assisti à vitória do Barcelona contra o Shakhtar pela Liga dos Campeões nesta quarta-feira. Ou melhor: assisti à vitória do Messi. Ele saiu do banco no segundo tempo para marcar os dois gols da virada. Reforcei minha opinião: o Hermano está ultrapassando Kaká na corrida de melhor jogador do mundo.

Ele consegue reunir “a magia” (termo da moda) muitas vezes inútil do Ronaldinho à eficiência do Kaká.

Mas, quer saber? Mais legal que ficar discutindo sobre quem é melhor, Kaká ou Messi (posso mudar de opinião na semana seguinte, porque os dois são muito craques), seria juntá-los num time dos sonhos. O Rizekão Futebol Clube está escalado com:

Buffon, Sérgio Ramos, Terry e Ricardo Carvalho; Gerrard, Lampard, Fabregas, Messi e Kaká; Cristiano Ronaldo e Nistelrooy. T: Felipão.

E não venham me dizer que o time está desequilibrado (papo chato), que aí eu chamo o Adílson Batista para explicar como esses caras conseguiriam jogar juntos…

Autor: André Rizek - Categoria(s): futebol internacional Tags: , , ,
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