Vasco 2 x 2 Atlético-PR. Reflexão sobre “promessas”
Poucos jogadores conseguem dar uma longa arrancada (daquelas de deixar zagueiro para trás…), invadir a área e ainda ter pulmão e massa cinzenta para, na frente do goleiro, não perdoar. Ronaldo é a exceção clássica. Geralmente, atacantes ou correm ou “põem para dentro”. Faltavam 10 minutos. O Atlético Paranaense vencia por 2 x 1 e teve a chance de fazer o terceiro contra o Vasco, em São Januário. Pedro Oldoni, que já tinha feito o dele, arrancou. Deixou os zagueiros para trás. Invadiu a área. Ficou na frente do goleiro. E eu pensei: “Olha o Pedro Oldoni…” Mas aí ele deu um chutinho ridículo. E não conseguiu mudar o conceito que tenho sobre ele (juro que me esforço):
Que jogador ruinzinho… Como pode ter fama de promessa?
Pelo menos o garoto Madson, que fez o gol do empate do Vasco por 2 x 2 pouco antes de o jogo acabar (golaço), toda a torcida do Vasco sabe. Apesar dos litros de suor que derrama a cada partida (e contra o Furacão foi talvez o melhor em campo), é um jogador ruinzinho… Não à toa, tem sido um dos símbolos do time carioca este ano.
Mas o Pedro Oldoni…
Autor: André Rizek - Categoria(s): Atlético Paranaense, Brasileirão, Vasco Tags: Madson, Pedro Oldoni