LDU!
E tem gente (despeitada) que continua acreditando que os europeus não ligam para esse negócio de ser campeão mundial de clubes. Geralmente, o apelo é usado quando o time do Velho Continente perde o jogo. “Também, eles não se importam”, costumam dizer.
Parecia que o Manchester, até pela maneira como a imprensa inglesa tratou o Mundial, também não ligava. Não foi o que se viu nessa final de domingo. De novo. No campo e nas entrevistas depois do jogo.
No primeiro tempo, jogo de um time só. Os ingleses não saíram do campo da LDU. E, mais uma vez os arautos do “eles são bons, nós sul-americanos pobretões não somos de nada” se animaram com o que acontecia em campo. Veio o segundo tempo e a LDU ficou com um homem a mais logo no começo. E aí o jogo ficou divertido…
É divertido ver Cristiano Ronaldo desarmado com categoria por um beque da LDU dentro da área, que sai jogando de cabeça erguida. É divertido assistir ao Van der Saar ter de fazer três belas defesas (uma delas já nos descontos) para ser campeão. É divertido ver o Manchester ter que respeitar um pobre time equatoriano. No esporte (na vida), quase sempre torcemos para o David contra o Golias. O barato do futebol é ver que nestes 90 minutos, por algum motivo, estamos diante da maior chance de assistir ao extraordinário, o pequeno vencer o grande.
Quase deu…
Sei que para a LDU era um jogo mais importante que para o Manchester (estava na cara). Mas os ingleses tomaram um belo susto. Que hombridade, que time comprometido, organizado, raçudo essa LDU. Que ano maravilhoso dessa equipe.
Cada vez mais, eu gosto desse Mundial da Fifa…
É o último jogo que comento em 2008. Ainda responderei os comentários (de maneira “picada”) até o dia 24. O blogueiro se despede feliz de ver que, apesar dos milhões que cada vez mais separam Europa e América do Sul, futebol ainda é futebol! Futebol ainda é futebol…
Um ótimo fim de ano!
Nos vemos dia 05 de janeiro.
Muita paz para todos nós.

Cara, dentro de campo, o MUFC não fez mais do que a obrigação contra um time muito fraco em relação a eles. Ganhou de pouco até. 1 a 0 sem muita vontade, na minha visão.
Sinceramente, eles (pelo menos o time do Manchester) não dão a mínima pra competição.
Ao apito do árbitro, cada um deu um tapinha nas costas um do outro e saiu andando. Já os jogadores da LDU chorando de tristeza.
Discordo de você. Eles vão lá pra passear e ver as últimas tecnologias do Japão. Se pudessem ficariam no Brasil.
Europeu gosta de jogar contra si. The Champions League. Só.
Abraço!
AH…TEM HORA QUE VC SE ACHA, CUIDADO MAS PÉS NO CHÃO.
Olhem o comentário do Pedro Mota……….21/12/2008 – 19:32
Enviado por: Pedro Mota
Rizek, não sei que jogo vc assistiu, com exceção do Manso a LDu não fez porcaria nenhuma e o manchester jogou c/ sono e depois comemorou c/ mais sono ainda. Foi uma bela defesa no chute do manso e só, o Manchester brincou nesse domingo, mesmo com um homem a menos. Poderia guardar esse post p/ quando um time brasileiro participasse do mundial, aí sim os europeus sofreriam, como tem sofrido ultimamente. Esse passeio do manchester ao japão só teve treino de luxo. Abs !
E VÊ SE PARA DE ESCREVER BOBAGENS.
Aliás, vc é realmente hilário e sem respeito com quem li essa página quando o leitor de “dá uma brona” e vc responde dizendo que pagou (em tom irônico) dizendo que fes 10 flexôes, deu 40 voltas na redação…etc, qta meninice.
eu tava torcendo para o manchester ser campeao e foi?
Li esse seu comentário e achei um tanto ilário. Você querendo supor que aqueles que dizem “Também, eles não se importam”, “eles são bons, nós sul-americanos pobretões não somos de nada” (guardado os devidos exageros dessas frases), são preconceituosos; quando o verdadeiro preconceito está na sua frase “É divertido ver Cristiano Ronaldo desarmado com categoria por um beque da LDU dentro da área, que sai jogando de cabeça erguida. É divertido assistir ao Van der Saar ter de fazer três belas defesas (uma delas já nos descontos) para ser campeão. É divertido ver o Manchester ter que respeitar um pobre time equatoriano” (imagine um ingles lendo isso?). Ora, uma coisa é a constatação da realidade atual do futebol mundial, outra coisa é torcer (distorcendo) para o futebol sulamericano, quase falido. Falo isso com todo o respeito, mas o que me parece é que, de certa forma, aqueles que vivem do futebol querem mascarar a falta de qualidade dos nossos times para que sua fonte de renda mensal não se esfazie com o consequente desinteresse do torcedor.
Chego somente a uma conclusão depois de ler este teu post, você tem um péssimo gosto para futebol.
Ih, forçou Rizek. Os ingleses não não a mesma importância que damos para esse torneio. Se o time do Manchester se esforçou te garanto que foi mais para NÃO perder para um time como a LDU do que VENCER o mundial. Mera formalidade…
André, será que o técnico da LDU tem um salário muito alto? Achei o trabalho dele bom à beça, e talvez algum clube brasileiro poderia tentar contratá-lo, não?
Abraço.
‘Quase deu para a LDU?que jogo voce assistiu?é melhor voce ficar com o seu Wando mesmo ,e aproveitar as ferias para tirar esse odio do futebol europeu do coração!assim como o São Paulo e o Internacional a LDU tomou um baile ontem.
“Quase deu pra LDU” é demais né Risek.
Isso é comentário de quem nem assistiu a partida inteira.
O Manchester ganharia da LDU jogando com 9 jogadores contra 11 da LDU tamanho era a diferença técnica entre os dois times.
Quanto a importância que os europeus dão ao mundial, é só ver a grande festa e a grande empolgação dos jogadores do Manchester ao ganharem o título……
é claro que importância tem, mas para eles vencer a liga dos campeões é anos luz mais importante !!!!!!
Como a Libertadores deveria tb ser mais importante que esse mundial FAJUTO !!!!
E outra coisa, nem os brasileiros dão tanta importância assim para este mundial, só dão qdo tem time brasileiro, qdo não tem nem parece que existe esse torneio.
A maior prova que os próprio Brasileiros não dão tanta é que nenhuma TV aberta transmitiu a final. Esta é a prova que nem os Brasileiros dão tanta importância assim para este torneio.
No futebol o Santos pode vencer a seleção mundial, bem como o São Paulo, o Inter e assim por diante, no basquete ninguém consegue vencer a seleção da NBA, e a razão é bem simples de entender, fazer um gol é estremamente difícil no futebol, por isso esse esporte é o mais emocionante.
Isso depende de qual time europeu vai pra lá. O Liverpool jogou contra o SPFC como uma final de Champions League, massacrou, manteve a posse da bola em quase 70%. Perdeu o jogo e qual foi a reação do craque e capitão do time, o Gerrard? Chorar copiosamente. Eles queriam ganhar. Do mesmo jeito que o Barça em 92 e 06, o Milan em 93, etc.
Ninguém entra em campo pra perder, mas acredito que a motivação seja diferente. E é indiscutível a vontade maior dos sulamericanos, tendo em vista a disparidade de elencos, finanças e claro, a tradicional rivalidade local. Aqui o futebol ferve. Lá é gelado como o ártico.
Pura bobagem, os europeus não choram ou dão importancia pra isso porque eles “só” ganham em um jogo o que a gente vai ralar por 10 anos de trabalho. Alguem já viu Ronaldinho, Kaka, Adriano, chorar quando perde algum jogo ou final? Brasil perdeu pra França no sábado e Adriano e Ronaldinho tavam em festa no domingo….
ORGANIZAÇÃO
COMPETITIVIDADE
e principalmente PADRONIZAÇÃO
levar mais bons clubes, e encontrar logo uma fórmula definitiva de qualificação e de disputa. deixaria o mundial mais interessante, inclusive aos clubes EUROPEUS.
É isso mesmo que escrevi, vamo sair do guarda roupa.
Fernando Gallo.
Também tenho a honra de ter nascido com a preferência esportiva pelo são paulo, time de tantas glórias e majestosas vitórias.
Somos privilegiados e pessoas de grande tino porque o afinado gosto pelo que é bom dificilmente será sentido pela maioria porque a sociedade ainda tem muito que evoluir para chegar aonde chegamos isso está mais do que claro e visível que nunca, só não percebe quem não quer.
No nível a que chegamos não devemos ficar contrariados com alusões que fazem os adversários referentes à nossas opções ou preferências sexuais estamos muito acima destas querelas e insinuações de pessoas mal resolvidas e provavelmente frustradas que só poderiam ter a preferência por times de segunda categoria e sem probabilidade de conseguir alcançar nosso coeficiente.
A torcida Sam paulina não tem comparação é algo extraordinário porque além de feliz pelo óbvio, é inequivocamente mais profícua e realizada e só se preocupa em torcer e vibrar com as vitórias e aceitando educadamente as derrotas (que por sinal foram quatro no ano que se finda).
Além de vivenciarmos um período de vacas gordas pelo trabalho de nossa diretoria porque sem trabalho não se pode colher frutos, os outros times e torcedores estão preocupados com outros detalhes que não podem acrescentar nada ao patrimônio do clube, apenas mostra o desdém e a falta de apreço por nossas conquistas e quem tem este tipo de sentimento e atitude não consegue êxito.
Quando a inveja cala fundo em uma pessoa, ou grupo de pessoas a força do pensamento negativo atua sempre contra esta pessoa ou grupo de pessoas fazendo com que todos os seus atos ou atitudes tenham resultados perversos e estes sentimentos ficam orbitando seus corpos levando-os cada vez mais a ruína e ao sofrimento.
Já o inverso é verdadeiro por isso temos que continuar nosso percurso sempre com o pensamento positivo, respeitando tudo e todos no que tange a qualquer opção e com alegria nos contagiarmos sempre da força do pensamento positivo e nosso sucesso sempre será inconfundível.
Quanto a sua proposta não vejo o menor problema, pois não tem quem não gosta do animalzinho até os que não se cansam de falar sobre ele, além do que, mais guloso que um gavião (engole um pintão numa bicada) ele não é, mais feio que um porco, mais porco que um urubu, mais ladrão que uma raposa (adora roubar um ovo) não existe.
O negócio é continuarmos convivendo internamente em paz e alegria com as mais variadas opções porque do lado de lá pelo que me parece são todos machos e onde tem muito macho é um dilema!
Belo discurso do colega Lombardi. Porém, há de se lembrar e ressaltar sempre que o futebol tem suas particularidades – suas fases são cíclicas. Um período de bonança, outro de miséria.
Quando o colega diz que sua torcida aceita “educadamente as derrotas”, não vamos muito longe, pois “educadamente” jogaram pipocas nos jogadores durante um treino, no CT tricolor, após mais uma eliminação em um torneio regional. “Educadamente”, também, expulsaram ídolos do clube, como Kaká, Luís Fabiano e França. Era um período de vacas magras, 10 anos sem participar de Libertadores. As fases vêm e vão – nada como um dia após o outro. Hoje, é inegável a supremacia tricolor. Amanhã, ninguém sabe. É fácil se bancar em um período de “lua-de-mel”, mas quando vem (ou vão) as crises, esquecem tão rápido como uma lâmpada que se apaga.
Quando o colega diz que é privilegiado por fazer parte de pessoas de grande tino, não vamos muito longe também, ao olharmos para as arqubancadas do Morumbi, onde estão os “torcedores” da Independente, a mais violenta torcida organizada do país, cujos membros recentemente participaram de homicídios (carnavalesco corintiano no anhembi e o marginal do caso Eloá). Esses aí também têm muuuuuito o que evoluir…
Da mesma forma que que a alcunha jocosa imposta ao tricolor por um ex-jogador e amplamente divulgada e encampada pela imprensa em geral, é óbvio que trata-se de um caso semelhante ao imposto aos corintianos, tendo em vista sua maioria pertencer a uma classe menos abastada, vinculando todo tipo de assalto, assassinato, prisão e marginalidade a qualquer torcedor alvi-negro. O que é preconceito?
Realmente a torcida sãopaulina não têm comparação. É a única detentora de um estádio particular com ampla capacidade, porém é a única que só o enchem quando existe a real possibilidade de conquista. Fora isso, é melhor ganhar dinheiro alugando a outros eventos e partidas, o que é corretíssimo.
Invejo a estrutura do clube São Paulo, que está muitos anos à frente de seus rivais, planejando com antecedência e colhendo frutos no futuro. Esquentar a cabeça com matérias que incitam a conivência com alcunhas jocosas e preconceituosas é incitar também a violência, a intolerância. Portanto, não ligo se um é “bambi”, outro é “gambá”, outro é “sardinha”, outro é “raposa” e assim por diante. Futebol é dentro de campo. Fora dele, tudo é muito passional, quase nada racional e cada um com suas conclusões – com respeito ao próximo, é claro. Sem violência.