Meu caro Dunga,
Assim que anunciaram Maradona como técnico da Argentina, eu pensei em você. Em como reagiu com a notícia. Corrija-me se estiver errado, mas aposto que você pensou algo como “eu aqui trabalhando seriamente e esses jornalistas de merda achando o máximo que um palhaço como o Maradona assuma a seleção argentina. Por isso que eu não respeito essa imprensa. Vão lá aplaudir o Maradona”.
Se foi isso o que você pensou mesmo, eu entendo. Mas, prezado treinador, agora tente compreender por que boa parte dos jornalistas ficou maluco com essa notícia. Conheço sua visão sobre o que é uma seleção: ganhar taças, ponto final. Mas eu – e a maioria das pessoas, creio – acha que é muito mais que isso… Além de ganhar (claro que é fundamental!), uma seleção tem que divertir e orgulhar um país. Porque uma seleção também é, no caso do Brasil, nosso mais forte sinal de “identidade nacional”. É uma das poucas coisas que une o gaúcho da fronteira ao seringueiro da Amazônia. A Seleção é uma das poucas coisas que esse conceito amplo e vago chamado “povo brasileiro” consegue chamar de “nossa”.
Você, jogador vencedor que foi, deve achar esse papo uma tremenda chatice…
Eu sempre fui fã do Dunga que suou as camisas de Inter, Corinthians, Vasco, Fiorentina, Seleção… Adorava vê-lo em campo. Mas sabe por que você, como treinador, não desperta a simpatia nos brasileiros como Maradona para os argentinos? Porque o brasileiro não consegue se enxergar em você, ou na “sua” seleção. Você nem faz o menor esforço para isso… Sua seleção é triste, sisuda, aguada, mal-humorada. Quase uma Alemanha.
O brasileiro se enxergava na seleção de 1982, com Falcão, Sócrates e Zico. Mesmo perdendo. E é isso o que deixa você maluco da vida, não é? “Ganhei uma Copa, mas os caras só ficam falando do meio-campo de 1982, que perdeu”. Perdeu, Dunga, mas o brasileiro (que acha que é alegre e faceiro) se viu bem representado ali, no time do Telê. Fazer o quê?
O argentino olha para o Maradona e enxerga “Argentina” escrito naquela testa gorda. El Pibe tem aquela coisa de se achar muito mais do que realmente é (Maradona foi um monstro, mas é também a exata definição daquele ditado do “compre-o pelo que ele vale. Venda-o por aquilo que ele acha que vale e ficará rico”). Maradona é um tango. Dramático, chorão, apaixonado. Maradona é Argentina na veia. E por isso os hermanos, creio, serão felizes, terão orgulho da seleção deles. Eu confesso: sinto inveja da grama do vizinho.
Sei que você, se ler esta carta, vai soltar algo como “mais um jornalista de m…”. Tudo bem. Fiquei com vontade de lhe escrever nesta semana, porque no fundo achei que poderia fazer você ver as coisas por um outro ângulo.
Espero que estas linhas não piorem ainda mais a sua relação com a Revista Placar… Estamos tentando entrevistar você há meses e esta carta é de minha responsabilidade. Na semana que vem, nem estarei mais na revista, pois vou cuidar do jornal que a Editora Abril vai lançar dia 10. Fale com a revista, prezado treinador. Talvez Placar (e seus leitores) consiga entendê-lo melhor depois disso…
Autor: André Rizek - Categoria(s): Seleção Tags: Dunga, Maradona
Caro Rizek : Que você seja fã do jogador Dunga até entendo pois, gosto não se discute… Agora ” Adorava vê-lo em campo” é demais não acha?
Apenas para fazer coro com alguns daqui
Vc como jornalista anda muito mal informado.
Reprovação enorme para a indicação de Maradona como técnico
70%!!!!!
Tudo bem que vc quer meter o pau no Dunga.
Vc tem todo o direito para isso.
Mas por favor, se informe antes de escrever algo….
E humildade tbm passa longe no meio jornalístico!
Prezado rizek:
Voçes jornalistas precisam parar de opinar achando que a opinião é a mesma do povo.Precisam parar de se acharem “mãezonas” do povo.Voce imagina uma coisa e “deita falação” através de uma mídia.Jornalismo não é isso,desculpe-me a franqueza.Voçe só pode comparar Brasil de Dunga e Argentina de Maradona após as partidas da seleção portenha sob o comando do astro argentino e pelo que eu sei a Argentina ainda não teve nenhum compromisso sob a batuta de Maradona.Ou voçe agora é um poeta?
Abraços e não me queira mal.
RESPOSTA DO RIZEK:
Prezado Roberto, isso é uma autêntica carta-bomba a André Rizek! Jamais vou querer mal a um leitor por receber uma crítica, bem articulada como a sua.
abs
Nada a ver seu texto hoje. Supos o que o Dunga achou, falou que tem gente feliz com Maradona como técnico sendo que todos criticam, inclusive os argentinos, e ainda quer dizer que brasileiro nao quer ganhar.
Se o Dunga for campeão do mundo todo mundo vai adorar e 100% da populaçao prefere ter ganhado em 94 do que perdido em 82. Nos nao gostamos é de perder E jogar feio que é o que ta acontecendo.
Olá Risek!!
Vc não vai interagir com ninguém? O que está acontecendo?
Abraços!!!!!!!
RESPOSTA DO RIZEK:
Pôxa, Alexandre, mas eu estou respondendo a vários comentários…
abs!
Dunga é um otário…vocês criticam a seleção de 82, mas feio mesmo é perder como a de 90, com briguinhas infantis por causa de premiação e tantas outras canalhices…Dunga não é exemplo de porra nenhuma…O que o capitão fez em 90? porra nenhuma…Parreira é outro, amiguinho dos militares, caiu de para-quedas, não entende bulhufas de futebol…Qual foi o grande trabalho do Parreria (só não vale a seleção pq aí até eu posso ganhar)? Um treinador que escala dois jogadores pesando 1 tonelada não pode entender nada de nada…
Concordo com a ótima pergunta do Nelson Bigeschi Jr:
O que você acharia do Pelé ser o técnico da seleção brasileira?
Seria a maior furada, igual ao que os argentinos estão passando. Se isso der certo vai ser a maior zebra de todas! Talvez os 2 primeiros jogos funcione na empolgação, mas a médio prazo….vai ser igual ao que tá rolando com o Dunga.
Voltando à discussão sobre craques do passado e do presente: o nível do fut mundial não tá ruim. A meu ver, ruim mesmo foi a copa de 90 e de 94. A partir daí, o nível geral foi melhorando. Mas o futebol no Brasil – esse sim – tá ruim. O campeonato é emocionante, mas os atuais líderes ( SP e Grêmio ) jogam um futebolzinho…. a lá Dunga!
Murici é muito bom, mas tb tem culpa nisso. Como não achou um meia ainda? Não preparou ninguém? Não consegue fazer isso?? É tão difícil assim? Putz, se o meia do SP é o Hugo, socorro! ( porque p/ mim o Hernanes é excepcional 2o volante! Ainda falta para ser um meia).
Para mim, o problema maior é a rotatividade de atletas e técnicos. Acaba se criando uma geração de jogadores versáteis, todos mais ou menos bons, que se adaptam a grupos diferentes. Se um técnico puder ficar 3 anos ( mas não na corda bamba, como o Murici) num clube, e os jogadores com contrato longo, não se lapida um meia?
Tenho uma pergunta, que poderia ser jogada no Arena: um jogador aprende fundaméntos até que idade? Só na base? Vejam exemplos de jogadores q progridem, e outros q estacionam. A meu ver, técnicos ( ou alguém da comissão )deveriam trabalhar em questões específicas dos jogadores. O fut melhoraria…
abs a todos
Beto
André,
Aquele Dunga que suava a camisa pela seleção, seria um orgulho como técnico!
Esse, sem fibra, NÃO É O DUNGA!
Não é questão de brigar, mas de enfrentar. O que o meio campista faria ao empatar com a Bolívia por 0 x 0 em casa? Seria exatamente como se comportou como técnico?
Fico na expectativa pra saber se El Pibe também será um show como técnico… acho que não.
Sempre leio seus posts. Pelo menos sai da mesmice dos “Merchans” da vida.
maradona palhaço de que? meu caro andré, o mal que ele fez só o prejudicou, e ninguém mais, nao se involveu com dirigentes suspeito de lavagem de dinheiro, nao fez acordo com o inimigo para ganhar um milhao, nem muitos menos contrato com a unicef do qual nao cumpriu etc etc. que o diga kajuru…. portanto nao acho ele um palhaço
Jura que vc adorava ver o Dunga jogando bola, o cara jogava fazendo força, babando, os melhores momentos da carreira dele só tem carrinhos e cabeçadas, Bebeto que o diga, falaram que a população gosta dele porque ele ganhou e o Zico é perdedor, então coloque dois estádio distintos, o Zico em um e o Dunga no outro, em qual deles estará mais cheio ???
Voce outro dia falou que no futebol o Brasil não tem ídolos como o Maradona na Argentina, concordo, o único mito no Brasil que é quase uma unanimidade é o Airton Senna, isso porque morreu, pois senão falariam que o Shumacher foi muito melhor etc..
Maradona = palhaço. gol de mão, gargalhadas pela agua batizada dada ao Branco, doping em 94..Nenhum respeito ao jogo limpo, vale tudo pra sair vencedor…Além de ser amiguinho de torturados-assassinos como Fidel Castro, um socialista do champanhe, um adepto do populismo…
Concordo muito com alguns comentarios.
A respeito da seleção de 82, o comentarista Giulliano está absolutamente certo, em minha opinião de quem viveu aquela época, já adulto.
Na época, as críticas da imprensa e de torcedores não cariocas (a rivalidade futebolística entre SP, RJ, MG e RS eram muito maiores do que hoje), eram de que o Zico só jogava bem no Maracanã e não se empenhava taticamente, pois jogava só para ele. As não paulistas falavam que o Sócrates era um mau atleta, sem preparação e rebelde contra qualquer autoridade (inclusive de tecnicos). As não mineiras chamavam Cerezzo de peladeiro e irresponsável taticamente. As não gauchas, teciam críticas (bem menores as feitas aos outros jogadores, a propósito) a de que o Falcão penteava demais a bola para um volante e era mais ligado ao glamour fora de campo do que dentro.
Em suma, era o que se falava da seleção. Sem contar a não presença de Leão, do ponta Renato e a presença de Serginho, totalmente desfigurado como “bom moço”, já que o Telê não admitia convocar atletas que não fossem “homens”, no sentido de cárater, como costumava afirmar.
Também não contando que o Telê era criticado pelo pouco cuidado defensivo e pela “mania” de escalar zagueiros e volantes técnicos em vez de botinudos (Oscar era exceção, por ser as duas coisas). Era também criticado por ser… retranqueiro (recuava ou não tinha um ou dos pontas). Tanto que o Jô Soares criou um personagem que pedia “bota ponta, Telê”.
Telê também era ranzinza e já tinha a fama de pé-frio.
A unanimidade da seleção e do técnico, só veio bem depois, e os mesmos jornalistas que desciam o sarrafo na época, passaram a elogiar a seleção de 82 como se fossem eternos admiradores (Juca, Calasans, Helena, Noronha, Guedes, esses só os que me lembro de terem mudado de opinião).
Acho que o efeito pós 82, de futebol ruim, fez essa mudança (parece “o meu tempo” dos idosos, que só lembra das coisas boas) e todos passaram a elogiar o que criticavam muito.
A seleção de 82 era vista pela midia como uma seleção muito boa individualmente, mas que o técnico e a técnica estragava, pois achavam que não se empenhava taticamente, numa época já de prevalência da tática. E o Telê era visto principalmente pela imprensa, como obsoleto nesse quesito. Perdia para o aínda prestigiado Minelli, para o Carlos Alberto Silva e até para o Ênio Andrade, mais reconhecido no sul do Brasil. E ao perder para a sempre aplicada Italia, representou para muitos da imprensa, o “não falei?”.
Por isso, é divertido ver os cronistas mais velhos, hoje tecerem loas a seleção de 82. Confiam na pouca memoria de quem os ouvia e a quase inexistência de arquivos, principalmente os falados. Mas é só pesquisar arquivos de jornal da época, quem tiver paciencia, e ler as criticas ‘in loco’.
Nisso, ponto para o PVC (que por isso, vive trombando com o Calasans, Guedes, Trajano e Juca, nas suas rememorizações esquecidas do futebol de outrora e das incoerencias provocadas por “lapsos de memória”).
Quanto ao questionamento do comentarista Duvivier, a respeito do Murici, mais uma vez recorro ao amigo do Rizek, o PVC.
O Murici, que todos chamam de Telezinho, é talvez o maior oposto ao Telê. Ele é um autentico Minellinho.
Um técnico que privilegia a função tatica de um jogador em cima da função técnica. Prefere um jogador que marque muito a um que jogue mais solto. E é um adepto do futebol-força, que privilegia a obediencia tática e prevalencia do vigor fisico. Tecnica vem sempre em segundo plano para ele.
Quem viu os times do Minelli, mesmo o Inter de 75 e 76, sabe que eram times de muita aplicação e força também, mesmo tendo muita tecnica. A força fisica e tática era o maior referencial da busca do Minelli. Tanto que revolucionou a questão fisica dos atletas, por aqui. Ele, o Gilberto Tim, o Medina e todos os modernos métodos de preparação fisica trazidos para cá, na época (aparelho Gladiador, controle de alimentação, escolha de atletas por biotipo, etc).
O São Paulo de 77, com o Murici jogador, era o que mais representa hoje o Murici técnico.
Um time como diz o Rizek, cascudo!
Por isso, Murici dizer que não usa um meia por que não tem, é bobagem. Se tivesse o Alex, por exemplo, o botaria no banco como reserva do …Hugo!
Quanto ao post do Rizek, sem comentários. É isso tudo, aí!
Concordo plenamente e sinto a mesma inveja. Não pelo técnico apenas, mas pelo conjunto completo do jardim do vizinho… Acho que parte da idolatria com 82 vem tb do fato de um reconhecimento internacional de que aquele era o melhor escrete. Brasileiro em sua auto-imagem adora que os outros endossem sua superiorudade futebolistica mesmo sem a taça, ou melhor, principalmente sem a taça, pois aí não tem discussão “se mesmo sem ganhar somos visto como melhores…”
Rizek:
Concordo e discordo:
Primeiro, o Dunga não se chama Dunga, mesmo que se chamasse já não seria nome brasileiro. O nome dele é complicado pacas, origem alemã, mas mesmo assim ele é brasileiro. Sei que você não entrou claramente nesse mérito, mas entrou.
Segundo, é um técnico carrancudo. O alemão não é necessariamnete carrancudo, pelo contrário, costuma ser um povo alegre. Mas o Dunga é chato assim, porque é ele.
Terceiro, é duro de cintura como técnico, como era quando jogador, mas tinha eficiência. Daqueles de quem se costuma dizer: “é grosso, mas resolve”. Mas como técnico está na cara que vamos dar mais um vexame. E nesse caso o nome Dunga caberá perfeitamente.
Quarto, tem de ganhar taça, sim, mesmo nos penalties. O povo brasileiro não recorda as seleções do Telê com alegria, não. Os cronistas romanticos é que vivem a badalar as seleções vexatórias do Telê. Nem só talentos ganham. Nenhuma de nossas seleções ganhadoras foram somente talentos, tinham também os “voluntariosos” que resolveram,
Quinto, você me lembra do Mario Sergio comentarista, que declarou certa vez uma pérola, quando o Brasil foi tetra: “O povo brasileiro prefere comemorar a perda de um título de uma seleção de talento do que essa do Parreira que ganhou nos penalties” Lindo e genial, não? Quando foi que o brasileiro comemorou sequer um vice-campeonato de nossa seleção. Vice-campeão para nós é ultimo colocado. É nosso orgulho de norte a sul, de leste a oeste. Temos de ser sempre campeões, porque podemos, e fim!
O NEGÓCIO É SER CAMPEÃO! O POVÃO QUER CANTAR, DANÇAR E GRITAR “É CAMPEÃO!!!” E eu também. Simples demais.
POR TUDO ISSO: LUXEMBURGO NELES !!!
Old faithful e Tarso, os comentaristas que criticavam na época não necessariamente estavam errados, o problema é que o tempo foi passando, 1990 foi aquela beleza aí pensaram, “puxa e a gente falava mal do time de 1982, ruim é esse aí”, daí veio o título em 1994 com os mesmos perebas de 1990, por isso foi ruim de digerir, eu como todo mundo ficou feliz, mas passou o tempo, a poeira assentou e com calma pude perceber que um título entra para os arquivos, mas um grande time entra para a história. Ex.: Hungria 54, Holanda 74, Brasil 82, até hoje são lembradas, porque será ???
” – O que importa são as vitórias, nem que seja com gol de mão e impedido….os fins justificam os meios…”, eu não penso assim.
O que importa são as estatísticas:
Brasil – 5 mundiais
Itália – 4 mundiais
Alemanha – 3 mundiais
Argentina – 2 mundiais
Uruguai – 2 mundiais
Inglaterra – 1 mundial
França – 1 mundial
É o que fica para a história porque é oficial. O resto são histórias.
Se formos falar que os melhores times não foram os campeões, o futebol pode então ser referido não como um esporte de competição, mas como uma avalanche de injustiças, porque sempre terão existido os melhores times que não foram campeões.
Temos de entender que títulos se ganham com eficiência e inteligência, e não com desfiles de técnicas e malabarismos. Portanto, não há injustiças no futebol. E o Brasil muitas vezes não soube se preparar, pois então teríamos não cinco títulos, mas no mínimo dez. E nisso fica a realidade: perdemos títulos para quem sempre soube ser melhor. Simples demais.
Caro Rizek, não concordo com quase tudo…
Em primeiro lugar, sei que deve ser dificil se sentir obrigado a escrever uma carta bomba toda sexta-feira (as vezes não tem assunto) mas escrever uma carta sobre o que vc SUPÕE que seja a reação do Dunga é meio patético.
Em segundo lugar, não sei onde vc anda vendo que a “contratação” do Maradona esta gerando euforia…Só se for negativa! A opinião quase que unanime (inclusive da população argentina) que vem sendo mostrada nesta ultima semana é que o Maradona na seleção argentina é um desastre. Alias, vc foi uma das poucas pessoas que mostrou entusiasmo.
Por fim, alguma vez vc viu algum time ser campeão jogando mal sempre? No mínimo ele jogou melhor de que 99% dos seus adiversários. Por isso, o importante é SIM “ganhar taças” pelo simples fato de que quem ganha sempre joga melhor do que a maioria. Chega de seleção de 82 … é uma seleção perdedora pq, em grande parte, teve a chance de se redimir em 86 e perdeu de novo. Não aguento mais ver vcs falarem disso….é hora de deixar pra tras isso!
Ah…só pra constar, não gosto do Dunga como técnico e sou o primeiro a defender sua demissão já! Só não suporto ver crítica oportunista!
Mateus:
Concordamos em quase tudo em relação ao Dunga e a seleção brasileira. Vide meus dois últimos comentários.
Certa parte da midia é responsável por criar ilusões para depois dizer que todos são unânimes.
Excelente texto ! Maradona é a própria Argentina ! Perfeito !
Dunga ? Bem, o que será ele ?
grande abraço.
Entrevistar Dunga pra que? Ja sabemos tdo que ele vai falar….