iG
iBest BrTurbo

Publicidade

Publicidade

Arquivo de junho, 2008

30/06/2008 - 17:59

Uma regra careta

Sei que o discurso dele é chatíssimo. Mas a verdade é que o Luxemburgo tem razão quando reclama de não poder assistir aos jogos de pé, na beira do campo.

É a regra, eu sei. E regra está aí para ser cumprida.

Mas não consigo entender por que técnico não pode ficar na beira do campo. Atrapalha em quê mesmo? Que regra mais careta…

A gente acha o maior barato ver o Bernardinho se descabelando na beira da quadra de vôlei. Por que eu não posso ver o Luxa na beira do campo falando os palavrões dele?

Não é o único. Até o Guus Hiddink teve problemas do gênero na Euro. Estava na beira do campo durante o elétrico Rússia x Espanha e lá veio a mala do quarto árbitro mandar que se sentasse.

“Relaxa, você não está em um escritório, isso é futebol”, respondeu o holandês, em vão.

Técnico na beira do campo, tenho certeza, não vai influenciar em nada no futebol de suas equipes. Mas como espetáculo é, no mínimo, divertido!

Abracei a campanha: deixem os técnicos na beira do campo, pô… Se o jogo estiver ruim, sempre haverá um Felipão querendo estapear algum adversário, o Luxa falando palavrão, o Dunga com umas roupas estranhas.

Deixem os técnicos e preocupem-se com o que realmente importa…

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
30/06/2008 - 12:17

Europa x Brasil


Casillas levanta a taça: eles estarão em 2010 (AP)

Olhando para a nossa bodega, a conclusão depois desta Euro 2008 é inevitável: a Seleção Brasileira está muito mal das pernas, da cabeça e do coração.

Das pernas: reparem no meio-campo das principais seleções. Seguem a tendência dos clubes europeus: volantes que criam e saem para o jogo. Você já nem percebe mais quem é meia, quem é volante. Todo mundo arma, todo mundo ataca. Na Seleção do Dunga (a cabeça), continuamos apostando em volantes-volantes. E é isso, hoje, o que mais atrasa o nosso jogo.

Do coração: reparem na maneira como a Alemanha perdeu a final. Tomou um vareio de bola, um passeio mesmo. E você via os germânicos putos da vida, nervosos com o que acontecia. A chamada “vergonha na cara”, para usar um chavão da bola. Agora lembrem-se da apatia da Seleção Brasileira diante do passeio que levou da França em Frankfurt, pela Copa de 2006.

Vimos 5 grandes seleções nesta Euro, para mim o melhor torneio de seleções desde a Copa do Mundo de 1998: Espanha, Alemanha, Rússia, Turquia e Holanda. Foram times que jogaram com tesão. Que estavam a fim. É isso, no fundo, o que mais me frustra quando a comparação é a Seleção Brasileira.

É claro que temos jogadores para encarar as grandes seleções européias (não tantos, mas temos…)! Porém, ao final da Euro a sensação que tenho é de inveja. Não dos jogadores, exatamente. Dos times mesmo.

Rumo a 2010
Lham tem 25 anos, Podolski tem 23, Schweinsteiger tem 24, Klose tem 30 e Ballack, 31. Metzelder e Mertesacker, que formam a dupla de zaga, têm 27 e 23, respectivamente.

A Alemanha chegará “inteira” à Copa de 2010. E joga com praticamente a mesma formação desde a Copa de 2006, quando já tinha feito bela campanha.

A Espanha é um time mais jovem ainda: Torres tem 24, Villa tem 26, Fabregas tem 21, Sergio Ramos (como jogou na final…) tem 22, Xavi tem 28, Iniesta tem 24. Todos estavam no último Mundial também, com o mesmo técnico, que agora troca a seleção pelo Feberbahce.

Os finalistas da Euro já têm um bom time, a dois anos da Copa.

É verdade que no futebol não existe regra e o Brasil estava “pronto” para a Copa de 2006 desde 2005. Atrasado para a última Copa estava a Itália… Mas, se a lógica fosse predominante no futebol, era para o Brasil estar muito preocupado depois desta Euro.

Senna e Kurany
Havia dois brasileiros em campo na final da Euro. Confesso que há um mês eu dizia que o “alemão Kevin Kurányi” e o espanhol “Marcos Senna” jamais teriam lugar na Seleção Brasileira, nem como reservas. Inclusive fazia piada com a Espanha quando Senna se naturalizou, para poder defender a Fúria. Ele sempre foi um volante comum. Depois do que jogou na competição, porém, nada do que está escrito nas linhas acima segue valendo (para ele). Como jogou bola o ex-corintiano. Ele chegou a ser reserva do Corinthians, gente… Ficou bom depois de velho ou é apenas uma dessas coisas malucas de um esporte que sempre desafia a lógica?

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
27/06/2008 - 17:07

Baixa a bola, Renato

Antes, parecia ser apenas parte da imprensa que “se incomodava” com o jeitão Renato Gaúcho de ser. Vocês sabem do que estou falando. O ar de superioridade, o jeitão de “sou bom pra caramba”, o discurso do “eu fiz isso no time, eu fiz aquilo”.

Falando apenas como observador, no meio da caretice dominante do futebol, sempre achei o maior barato ver as entrevistas do treinador do Fluminense. É divertido. Mas não trabalho com Renato…

Pois agora circula a informação (quente) de que os jogadores não andam muito satisfeitos. Acham que Renato adota o discurso do “eu ganho, eles perdem”.

Isso piorou quando, no intervalo de LDU x Fluminense, com os equatorianos passeando em campo, Renato disse à Globo, sobre o que precisava mudar: “É preciso ter vergonha na cara”, como se fosse mesmo uma questão de “vergonha na cara”, e não de organização do time.

Como alguém que se diverte toda vez que Renato aparece na televisão, não gostaria que ele mudasse. Mas, repito, não sou funcionário dele…

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
27/06/2008 - 13:19

Meu caro Leandrinho,

Embora a gente nunca tenha conversado antes, acho que entendo sua dispensa do Pré-Olímpico. Desculpe-me se estiver sendo presunçoso… Mas vamos ver se estou certo.

Não duvido de você esteja machucado, não. E acho que o Phoenix também não inventaria uma tendinite no joelho – o clube até mandou uma carta para a CBB, sendo que não tinha necessidade alguma de fazer isso…

Apenas acho, Leandrinho, que você e nossas outras “estrelas” (se é que temos alguma, de verdade) que pediram dispensa simplesmente não estão a fim de fazer nenhum tipo de sacrifício pela seleção.

Não culpo vocês. Fosse eu jogador de basquete e talvez não quisesse mesmo fazer parte de nada ligado à CBB – nossa brava pivô Alessandra se machucou no último Mundial e a Confederação sequer tinha feito o seguro médico para ela, como estava combinado…

Mas a grande questão, Leandrinho, é que vocês cansaram de ser rebaixados, não é? Veja se estou certo. Valtinho (muito mais fama que basquete) está com uma lesão no tornozelo (os dois!), Varejão não tem permissão do clube, Nenê recupera-se de uma doença grave, Guilherme tem problemas familiares, você tem uma tendinite… Não parece ser coincidência demais que tudo isso aconteça às portas de um Pré-Olímpico?

No fundo, e me desculpe se estiver sendo injusto, acho que todos vocês sabem que o Brasil não vai se classificar para as Olimpíadas, ou que nossas chances, mesmo se o time estivesse completo, são mínimas. Por isso, não vale a pena fazer um esforço extra agora. Não é isso o que passa pela cabeça de vocês? A seleção, vamos falar a verdade, só tem servido para humilhar e rebaixar vocês.

Inventaram (quem inventou, meu Deus?!) que temos um monte de craques, só porque nossos jogadores jogam nos Estados Unidos e na NBA. Como se o Uruguai também tivesse um monte de craques no futebol, já que todos os seus jogadores jogam fora também…

Aí, esse monte de “craques” vai disputar um Mundial e termina em 19º lugar. Em 19º! Vai jogar um Pré-Olímpico das Américas contra os reservas da Argentina (e um time meia-boca de Porto Rico) e termina na gloriosa quarta colocação.

Vocês, os “craques”, só se desvalorizam na seleção. Vivem em um mundo de sonho na NBA, jogando ao lado de LeBron James, Kobe Bryant, Shaqille O´Neal. Mas quando jogam pela seleção as pessoas compreendem que vocês, no fim das contas, não são os “craques” que acreditava-se por aqui. Não são um Ginóbili (dos bons tempos), um Tony Parker, um Nowitzki, um Steve Nash – para citar os gringos da NBA. E aí atiram pedras e mais pedras em vocês.

Isso cansa, eu sei.

Você é nosso melhor jogador, Leandrinho. Faz muita falta. Mas, sinceramente, não faria grande diferença no Pré-Olímpico de Atenas. Você sabe disso… Então, é melhor contar com o entusiasmo do Splitter mesmo, em busca de um milagre.

Deste blog, você terá uma promessa: não será execrado por causa da peladinha que “jogou” nos Estados Unidos. E também não vou cometer a injustiça de enaltecer o “espírito patriota” do Baby, que pediu dispensa de seu clube na Rússia para jogar este Pré-Olímpico. Ele é alardeado por aqui como “exemplo”.

Eu me lembro que no Pré-Olímpico das Américas o Baby pediu dispensa para tentar uma vaguinha na NBA (ele seria reserva do Nenê na seleção e preferiu cuidar da carreira dele). Agora que o Baby tem chance de se valorizar um pouco, atendeu à convocação. Simples assim. Mas Baby é chamado de “patriota” e você é chutado em todos os cantos nesta sexta-feira. Acesse a internet e verá…

Vocês, jogadores, estão pensando em vocês neste momento. Não na seleção. Não os culpo. Do jeito que são as coisas no comando da confederação, como exigir que pensem diferente?

Meu caro, quero vê-lo em quadra pelo Phoenix o mais breve possível e continuo torcendo por você na NBA. É bem mais fácil (e melhor para sua imagem, né?) ser coadjuvante dos Suns, sem nenhuma responsabilidade, que carregar o piano da seleção nas costas, como fará o Nowitzki (este joga muito) pela Alemanha. Como coadjuvante dos Suns, jogando ao lado de Steve Nash, você não tem como “descer”. Na seleção, a chance de fracasso é quase certa. E junto com ela, a avalanche de críticas (injustas ou não). É chato ser malhado pela opinião pública, ainda mais para vocês, os nossos “craques”.

Nós dois sabemos disso, não é mesmo?

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
26/06/2008 - 18:58

Um craque na reserva


Fábregas entra no lugar de Villa: não tinha espaço para os dois? (AP)

Os entendidos de futebol dão mil explicações e dizem que “ele não se encaixa no sistema tático do técnico Luis Aragonés”.

Eu não consigo entender como o camisa 10 Cesc Fabregas é reserva da seleção espanhola (e só vai jogar a final porque Villa se machucou. Pelo menos eu acredito que ele jogue a final da Euro…).

Não há esquema tático que esteja acima de um jogador que marca e arma com o talento do Fabregas. Ele é o próprio esquema tático! Quem assistiu ao segundo tempo de Espanha x Rússia, quando o craque já estava em campo, no lugar do Villa, sabe do que estou falando.

A gente podia fazer uma troca… Mandamos para a Espanha o nosso titularíssimo Gilberto Silva (eles gostam de volante brasileiro) e pegamos o reserva Fabregas. Que tal?

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
26/06/2008 - 16:53

Ninguém quer o dentuço

Ronaldinho Gaúcho, há dois anos tido como “maior que Maradona” por muita gente, hoje tem apenas uma proposta concreta por seu futebol: do Manchester City.

Seu irmão Assis tenta colocá-lo no Milan, que não quer gastar dinheiro em atacantes, ou no Chelsea de Felipão. Mas, até agora, nenhum destes clubes sinalizou que vá bancar o “custo Ronaldinho”.

E o jogador não está interessado em jogar no primo pobre de Manchester…

A revista Placar, que chega às bancas a partir desta quinta-feira, mostra que há um ano Ronaldinho não estrela nenhuma campanha publicitária. E que a Nike chamou o jogador para dar um alerta: os produtos que levam seu nome não estão vendendo nada, sobretudo na Espanha. Por isso, a empresa também não faz mais campanhas com o brasileiro, que era sua grande estrela até 2006.

Há dois anos, todas as grandes marcas do planeta se matavam por Ronaldinho.

Minha opinião: viajaram ao colocar Ronaldinho no Olimpo do futebol (nem sempre o Tostão acerta…). E exageram agora, na derrocada, já que o local da queda não era tão alto assim.

Se há uma coisa da qual me orgulho de ter escrito aqui no blog foi antes de Brasil x França, pela Copa de 2006. Comentava, na época, comparando os jogadores das duas equipes: “Ronaldinho nunca será um Zidane”. Fui massacrado pelos leitores. Hoje, ninguém duvida disso.

Não se fala mais que Ronaldinho vá passar este ou aquele jogador. A dúvida agora é bem mais modesta: ele volta a ser Ronaldinho?

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
26/06/2008 - 11:52

Brincando de Renato Gaúcho

Não diria que “a tática” definiu o primeiro duelo da Libertadores, mas estava conversando sobre a formação do Fluminense com meu amigo Arnaldo Ribeiro e chegamos à mesma conclusão:

– O Fluminense se defende com apenas três jogadores: os dois zagueiros (totalmente expostos) e o Ygor na frente deles. Os laterais não são grande marcadores (são alas, na verdade), Thiago Neves e Conca não marcam ninguém (por questões de características mesmo) e Arouca, segundo volante, acaba sumindo. Porque Arouca tem que ser cão-de-guarda (não é tanto a dele) nesta formação, com tantos jogadores ofensivos, e assim não consegue passar do meio-campo. Gosto do Arouca quando ele começa as jogadas, a chamada “transição”.

Todo mundo gosta de ver uma formação ofensiva e não sou diferente! Mas em jogos nos quais o Flu é prensado na defesa, como aconteceu com o Boca na Bombonera e com a LDU no Equador, falta gente para fazer uma marcação mais dura, segurar a pressão do time adversário, roubar bolas e conseguir sair nos contra-ataques.

Antes de mais nada, repito o que escrevi abaixo: foi a LDU que jogou muito bem! Imprimiu um ritmo alucinante no primeiro tempo e amassou o Tricolor na defesa. Mas talvez (falar depois do jogo é fácil…) desse para segurá-los melhor se o Flu tivesse mais um zagueiro ou mais um volante, no lugar do Cícero, por exemplo, liberando o Arouca como terceiro homem.

Bem mais que “um time bem montado”, o Flu vem passando nesta Libertadores porque montou um time com grandes jogadores. Tirando o Ygor, só tem fera do camisa 2 ao 11 (e isto também é um mérito do treinador, tão importante quanto sua prancheta). São os grandes jogadores, afinal de contas, que decidem qualquer coisa.

Brincar de técnico depois do jogo é fácil e até injusto. Mas é gostoso…

Pé frio?
Vesti a camisa do Tricolor ontem na redação da Placar por todo o dia. Agora tenho de agüentar as gozações, como esta do amigo Milton Trajano…

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
26/06/2008 - 00:08

Tranqüilo? Só se for para a LDU…


Urrutia marca: a taça está mais para os equatorianos (AP)

“4 x 2 é um resultado tranqüilo para eles”.

Gostei da reação do Luiz Alberto logo depois do jogo, em entrevista para a Globo. Porque é isso mesmo o que aconteceu. Achar que bater a LDU por 2 x 0 no Maracanã (para levar à prorrogação…) é mamão com açúcar seria um tremendo engano.

Porque se é verdade que o Fluminense ganhou do Boca por 3 x 1 (em outras circunstâncias, porque os argentinos foram para cima em busca do empate quando estava 2 x 1, coisa que a LDU não precisará fazer), os equatorianos também exibem em seu cartel nenhuma derrota por dois gols de diferença fora de casa desde que começou o mata-mata: 1 x 1 com América, 1 x 1 com o San Lorenzo e 1 x 2 com o Estudiantes.

O LDU não é uma máquina. Dificilmente vai jogar com esta mesma personalidade (impressionante) no Maracanã. Mas eu confesso: achava que a vida do Flu seria mais fácil… Os favoritos, agora, são os equatorianos.

Porque a gente tem o costume de analisar o futebol pela ótica do nosso time. “O Fluminense fez um péssimo primeiro tempo”. Para mim, a LDU é que jogou demais e amassou o tricolor na defesa, avançando a marcação e imprimindo um ritmo alucinante.

No Maracanã, é o Fluminense quem terá de jogar assim (e principalmente procurar mais por Washington).

A taça é 60% dos equatorianos neste momento.

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
25/06/2008 - 13:48

Por que Fluminense!

Quando começou a era dos pontos corridos, em 2003, muita gente decretou: “Agora os paulistas vão mandar. Os clubes de outros estados vão diminuir”.

O raciocínio era de que, como na era dos pontos corridos vencem os mais estruturados, e geralmente os mais ricos, São Paulo iria dominar o futebol brasileiro como “nunca se viu antes na história do país”, para usar uma frase da moda.

No primeiro ano dos pontos corridos venceu o Cruzeiro. Depois, só deu time paulista (Santos 2004, Corinthians 2005, São Paulo 2006 e 2007).

Mas o Inter papou a Libertadores de 2006. E, agora, 10 anos depois, um clube carioca tem a chance de voltar ao topo da América.

É fundamental para o equilíbrio de forças no futebol brasileiro que o tricolor carioca pape esta taça.

A tese de que os paulistas vão dominar “o país” graças aos pontos corridos tem fundamento. Como tem fundamento a tese de que, agora, os clubes de outros estados têm que se estruturar para não serem exceções, serem a regra lá no topo da tabela também.

O futebol é cíclico. O Santos, campeão de 2004, hoje está na draga, assim como o Corinthians, campeão de 2005.

O Fluminense há quase 10 anos amargava a humilhação da terceira divisão. Fosse uma empresa e teriam deixado falir. Mas futebol não é empresa e clube grande sempre tem futuro, na força dos milhares de seus seguidores.

Apareceu um mecenas cheio de grana (Celso Barros) para montar times fortes nas Laranjeiras. É sempre legal torcer para os fracos, os Davis do futebol. Mas como jornalista tenho time nesta final de Libertadores.

Torço por quem vem investindo há anos em um time forte, que consegue montar elencos de exceção no futebol brasileiro. Eu quero ver jogadores como Washington no futebol brasileiro, e não na Ucrânia! Por isso, também, acho que fará bem ao futebol tupiniquim uma vitória tricolor. Pode inspirar outros investidores.

Vascaínos, flamenguistas e botafoguenses têm mais é que secar. Entendo que várias torcidas estejam contra o Fluzão. Não tem papo mais besta que “tal time é Brasil na Libertadores”. Os próprios tricolores iriam achar um saco se tivessem a simpatia dos rivais na decisão de logo mais. Rivalidade é o motor do futebol! Não peço para ninguém me acompanhar, portanto. Mas já fiz minha escolha nesta final: sou tricolor de coração.

Além disso…

– Num meio dominado por “professores”, gosto do Renato Gaúcho! O sucesso dele fará bem para nossos técnicos se levarem menos a sério.

– Washington joga muita bola, além de ter uma história maravilhosa no futebol. Torço sempre por ele, esteja onde estiver.

– O Fluminense joga pra frente e derruba o papo besta de que time ofensivo não é time competitivo.

Para provar que não é papo furado (além de ser uma dívida antiga com os leitores…), hoje vim trabalhar com a camisa da Máquina Tricolor, o timaço dos anos 70 (que eu não vi). Esta réplica é a mais bacana feita recentemente no país, com o mesmo tecido de antigamente. Que também sirva de inspiração para todos os clubes.

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
23/06/2008 - 18:04

Falou besteira

“A vontade de sair existe, embora tenha renovado meu contrato com o São Paulo até 2010. Aqui, a gente se chateia. Você é considerado um bom jogador e por causa de 30 segundos não presta mais. Na Europa, não existe tanto disso.”

A frase é do bom zagueiro Alex Silva. Tenho desprezo pela atitude de quem está louco de vontade de ir embora (direito dele), mas fica com esse papinho besta para se justificar…

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Voltar ao topo