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Arquivo de setembro, 2007

11/09/2007 - 17:25

Thiago Neves e a camisa 10: a volta dos que não foram

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Todo ano é a mesma coisa. Nós aqui da imprensa decretamos o fim de uma era, de um jogador, de uma função tática, qualquer coisa que seja. E lá vem o futebol nos desmentir…

Esse ano, muita gente (Placar incluída) decretou a morte do camisa 10. E lá vêm eles mostrar que estávamos errados, mais uma vez.

Thiago Neves, Valdívia, Wágner e Conca são para mim os melhores jogadores do campeonato até agora (só incluiria o zagueiraço Miranda, do São Paulo, nessa lista). Quatro meias (dois gringos) que estão jogando muito bem na armação de suas equipes.

Thiago Neves atualmente lidera a corrida pela Bola de Ouro de Placar, que para mim é o prêmio mais justo entre todos os prêmios -o jogador recebe uma nota a cada partida e vence quem tiver a melhor média ao final das 38 rodadas do Brasileiro. Isso vale para cada posição (a Bola de Prata) e para o melhor jogador do Campeonato.

Ainda vimos o Willian jogar um turno inteiro pelo Corinthians (que camisa 10!) e o Botafogo tem o Zé Roberto, que poderia estar na lista acima se não pisasse tanto na bola.

Thiago Neves e o Campeonato Brasileiro avisa aos navegantes: a camisa 10 está viva e passa bem. Aliás, a gente ficou sabendo que o jogador do Flu não tira os olhos do site da Placar para acompanhar as suas notas…

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
11/09/2007 - 15:57

Marketing do Timão: Esclarecimento

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Na semana passada divulguei que, depois de ter um médico à frente de seu departamento de marketing (!!!), atualmente o cargo de vice de marketing do Corinthians estava vago, o que considero igualmente um absurdo.

No futebol de hoje, vice de marketing de um clube do tamanho do Corinthians talvez seja até mais importante do que treinador!

Hoje, recebi um e-mail do atual coordenador de marketing do clube, Caio Campos, que é funcionário do Timão. Publico a mensagem aqui, ainda que Caio nem tenha pedido isso:

“Realmente hoje o clube não possui um vice presidente de marketing devido as mudanças políticas que estão ocorrendo, mas o Corinthians tem um departamento de marketing interno formado por profissionais formados na área.

Este departamento é responsável por todas as questões de licenciamento, franquias, patrocínios e outros projetos. Foi o departamento de marketing que fez parte da renovação do contrato da Samsung e que faz todo atendimento da nossa patrocinadora de material esportivo (Nike).”

Perfeito, Caio. Agradeço o esclarecimento.

Na minha opinião, porém, um clube do tamanho do Corinthians precisava de um nome de impacto para ocupar a vice-presidência de marketing, a fim de traçar um plano para o clube (ele seria o seu chefe e de sua equipe). Um nome como Washington Olivetto, por exemplo, alguém que impressione o mercado e tenha poder para traçar uma estratégia para o clube nessa área.

Essa, evidentemente, não é uma crítica aos funcionários do setor. É uma crítica à falta de visão, histórica, que o Corinthians tem do assunto, a ponto de deixar um cargo tão importante nas mãos de um cardiologista e, hoje, esse cargo estar vazio, ainda que por motivos políticos.

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
11/09/2007 - 13:23

Leitores defendem punição ao Timão

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Antes de mais nada eu agradeço aos navegantes por tantas respostas (era um texto longo…) sobre a enquete do último post: o Corinthians deve perder o título de 2005, se comprovada a compra de jogadores com dinheiro sujo?

Pois bem… Foram muitas a boas respostas. A grande maioria em alto nível.

Mas cabe um esclarecimento: não vamos confundir os escândalos! Uma coisa é a acusação de lavagem de dinheiro na MSI. A outra é a Máfia do Apito.

Edílson Pereira de Carvalho foi investigado durante seis meses por este repórter e monitorado por quase dois meses pela Polícia Federal com escutas telefônicas. Nunca houve o menor indício de envolvimento entre o Corinthians e o escândalo do apito. A remarcação dos jogos? Vocês vão se lembrar que Luiz Zveiter, então presidente do STJD, não queria anular partida alguma quando estourou o caso. O fez depois de conversar com os promotores que denunciam a máfia e, principalmente, depois de conversar com Edílson na carceragem da PF, em São Paulo.

Portanto, quem votou que o Corinthians deve perder o título de 2005 por causa do escândalo da arbitragem e da remarcação dos jogos foi desconsiderado no placar final. Quem votou que o Corinthians deve perder o título “porque é time de maloqueiro” também foi desconsiderado. Queria saber a opinião dos leitores sobre um tema bem mais relevante: clube que usa dinheiro comprovadamente sujo deve ser punido na esfera esportiva?

Pois bem. Responderam que sim 32 leitores, outros 19 responderam que não (num total de 110 mensagens até às 13h20).

Gostei muito de vários argumentos. Vini lembra que o Flamengo contratou jogador da MSI: Bruno. O Flamengo deveria ser punido também? Seria um efeito em cascata no futebol brasileiro. Bem lembrado…

Sidnei Pereira escreve: “As comparações que surgiram com outras parcerias não se sustentarão, porque nesse caso específico o clube, na figura de dirigentes e torcedores, foi favorável à união do clube com um grupo comprovadamente criminoso, que abriu uma empresa apenas com o propósito de lavagem de dinheiro.
O ganho esportivo ocorreu por conta de um dinheiro que ao contrários de outras parcerias, já se sabia de antemão que era sujo.”

Interessante ponto de vista. Thales Agliardi vai na mesma linha: “Agora, digamos que o Corinthians não tivesse feito esta lavagem de dinheiro, ele teria formado a equipe que formou para se tornar campeã? DEVE PERDER O TÍTULO SIM!”

Muitos do votos pelo “não” se explicam pela falta de uma legislação que sustente tirar pontos de clubes envolvidos com criminosos. Eu, por exemplo, fecho com este argumento. Penso que até se pode incluir isso na legislação esportiva (li na Folha que o STJD estuda isso) daqui para frente, mas neste caso as punições não podem ser retroativas.

O leitor Nelson (não deixou sobrenome) foi além. Enriqueceu o debate: “Essa tese (de perder pontos) é no mínimo absurda. Não há meio de se estabelecer uma relação tão direta e imediata entre contratação de jogadores e obtenção de títulos, como se pretende a partir de tais alegações(…). Contratar jogador com dinheiro de procedência duvidosa (no mínimo) pode? Hmmm… E deixar de pagar encargos sociais e usar o dinheiro pra contratar jogador pode por acaso? Dinheiro fruto de sonegação fiscal não é dinheiro sujo? A verdade é que fazem uma grande confusão entre o clube e seus dirigentes, e não tenham dúvida de que se o dirigente é corrupto, inepto ou negligente, o mínimo que deve acontecer é ele pagar pelo seus atos, e nisso o caso do Corinthians deve ser exemplar. Mas daí a culpar o clube pelos desmandos de seus dirigentes me parece uma tentativa de polemizar onde não existe polêmica(…)”.

Não pagar imposto foi ótimo lembrança (teríamos de cancelar metade dos títulos brasileiros, por baixo). O argumento do Nelson é muito bom…

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
10/09/2007 - 19:59

O Corinthians deve perder o título de 2005?

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Lanço a discussão porque ela é o tema da coluna de Juca Kfouri na Folha nesta segunda-feira. E ocupou boa parte do noticiário.

Neste fim de semana, Juca revelou, ao lado do jornalista Bob Fernandes, mais detalhes picantes sobre a lama que envolveu a parceria corintiana com a MSI, denunciada por lavagem de dinheiro.

Um clube deve perder pontos por ter usado dinheiro sujo em contratações de jogador? Sei não…

Vasculhei o Código Brasileiro de Justiça Desportiva (clique aqui) e não encontrei nada referente a punição para times que tenham cometido crimes (teoricamente) fora da esfera esportiva — lavagem de dinheiro, por exemplo, como é acusado o Corinthians.

O tema é polêmico. Juca defende a tese de que, se um clube usa dinheiro sujo para comprar jogadores, está agindo de maneira desleal com os rivais que trabalharam dentro da lei. E que o futebol (também) deve ter tolerância zero com isso.

A tese é boa e, colocada dessa forma, fica difícil discordar… Só não vejo é praticidade na idéia.

Primeiro, a paquidérmica justiça brasileira ainda não condenou os dirigentes do Corinthians por lavagem de dinheiro. Há elementos de sobra para que isso aconteça, mas por enquanto os cartolas são réus, acusados.

Seria estranho o tribunal esportivo punir um clube antes de seus dirigentes serem devidamente condenados pelo suposto crime (além, é claro, de isso não constar na legislação esportiva)?

Pode-se argumentar que o Congresso Nacional faz seus julgamentos políticos antes que vossas excelências sejam condenadas ou absolvidas na justiça. E que, para lembrar do ex-juiz Edílson Pereira Carvalho, ele também foi punido (afastado definitivamente do futebol) na esfera esportiva antes de ser julgado pela justiça (se é que um dia será julgado mesmo…). Tribunais esportivos podem agir assim. Desde que entendam que haja elementos para tal.

A questão é complicada e como toda boa polêmica tem vários lados.

A Juventus perdeu o título italiano e foi rebaixada porque se comprovou que ela participou de manipulação de resultados. Houve interferência direta nos resultados de jogos. Comprar jogador com dinheiro sujo é interferência direta nos resultados? Discussão para mais de metro.

Eu não acho que vá acontecer alguma coisa, deixo bem claro. Falamos aqui no campo das hipóteses: o Corinthians deveria perder o título de 2005, se forem confirmadas as acusações de lavagem de dinheiro? A pergunta é para vocês.

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
09/09/2007 - 22:07

O Campeonato não mente

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Costumo dizer que os pontos corridos não mentem. A classificação depois dessa rodada é o retrato exato do futebol brasileiro.

Peguem os nove primeiro colocados: São Paulo (54 pontos), Cruzeiro (45), Santos (42), Palmeiras (40), Vasco (39), Botafogo (39), Grêmio (38), Fluminense (37) e Inter (35). São estas, hoje, não só as melhores equipes como também os clubes mais estruturados, que acabaram se preparando melhor para o Brasileirão.

O Flu já garantiu vaga na Libertadores. As outras oito são as equipes que, de fato, sonham e podem disputar a competição sul-americana.

Em décimo está o organizadinho Goiás. Não vai cair. Não vai dar vôos mais altos. É o meio-termo.

E para baixo estão os times que, neste momento, são o segundo escalão do futebol nacional. Eu disse “neste momento”, setembro de 2007, sem contar a força que Flamengo, Atlético Mineiro e Corinthians têm para se reerguer nos próximos campeonatos.

Do nono para cima, a elite. Do 11º para baixo, os times que com maior ou menor risco preocupam-se em fugir do rebaixamento. Dá para apostar que será assim até o final.

Paulistada
Muita gente vai dizer nessa segunda-feira: predomínio paulista no futebol brasileiro! Dos quatro primeiros colocados, três são de São Paulo. É verdade. Mas o Vasco tem um jogo a menos e já houve momentos em que os cariocas também tiveram três times na Libertadores (além do Flu, já classificado, o Botafogo e o Vasco pela tabela do Brasileirão).

O que existe é o predomínio apenas de uma equipe neste campeonato: o líder. E muito equilíbrio entre as demais (até a nona posição).

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
09/09/2007 - 21:53

Paraná 1 x 0 Corinthians: É bom de tão ruim

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Nove minutos do segundo tempo. Sai o zagueiro Marinho (voltando ao time titular…), entra o atacante Clodoaldo. Essa alteração, para mudar o Corinthians que já perdia e acabou perdendo de 1 x 0 do Paraná, mostra bem a qualidade desse bravo elenco alvinegro. E do jogo.

Corinthians e Paraná podem ser dois times ruins de doer, mas jogaram com muita, enorme raça. O jogo, muito fraco tecnicamente, à altura das duas equipes, acabou sendo um programa divertido para o fim de domingão.

A ruindade e a vontade dos jogadores – aliada à muito bem humorada narração de Milton Leite – proporcionou momentos divertidos a quem estava no sofá. O Timão jogou com raça, jogou tudo aquilo que pode (que não é muito), e fez uma partida bem equilibrada.

O jogo foi fraco, tecnicamente. Mas ao contrário de Estados Unidos x Brasil era competição e não havia ninguém dando risada em campo: rasgaram todas as dividadas. O goleiro do Paraná comemorou a vitória ajoelhado. O Corinthians, exausto.

Amistosos podem ser muito legais de vez em quando. Mas, na média, não se comparam a um jogo que vale três pontos em um campeonato como o Brasileiro, por mais fraco que ele esteja. Pelo menos para o meu gosto…

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
09/09/2007 - 19:37

Estados Unidos 2 x 4 Brasil. Foi legal, mas…

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O “mas” não é sobre o futebol da seleção, não. Muito menos para Dunga, que escalou o quadrado com Kaká e Ronaldinho no meio, Robinho e Afonso (ai…) na frente para encarar o Estados Unidos, nas vésperas de começar as Eliminatórias.

Robinho e Ronaldinho fizeram um punhado de boas e bonitas jogadas (o Gaúcho, melhor em campo, nota 7,5, podia chutar mais a bola em vez de penteá-la na entrada na área). Kaká deu algumas arrancadas e Afonso… Bem, Afonso acertou uma bola na trave, mais uma atuação nota 5,5. Na média, é o que ele pode oferecer a um time que jamais vai jogar em sua função (vai receber poucas bolas, portanto).

Em meia dúzia de jogos a que assisti do rapaz, já formei a minha opinião sobre Afonso. Um atacante forte, que finaliza e se movimenta bem, mas que jamais vai inventar nada. De seus pés nunca vai sair nada diferente. Ele é programado para receber e finalizar. Pode ser maravilhoso para um time médio da Holanda, que joga em função disso (tipo o Souza no Goiás, ano passado). Para a Seleção, cujo repertório de jogadas é bem maior, ainda parece pouco.

Voltando ao “mas” do título… O problema, o único problema (para o meu gosto), é que se tratava de um amistoso. Uma festa. Todo mundo dando risada o tempo todo. Natural que tenha sido aquela atuação meio frouxa por parte do Brasil. Não estávamos competindo. Os jogadores estavam batendo o ponto, cumprindo a cartela de amistosos da CBF. Para os mais otimistas, estávamos treinando.

Você prefere ver um amistoso quase festivo com seis gols ou uma partida daquelas competitivas ao extremo, valendo três pontos, com placar bem menos elástico, carrinhos duros? É claro que, se for possível aliar jogo bonito e competição, melhor (eles não são excludentes!). Mas eu prefiro competição em 99% dos casos.

Pelo menos para o meu gosto, tenho visto cada vez menos graça em amistosos como esse da seleção. É bacana ver Ronaldinho, Kaká e Robinho juntos. Mas fica uma coisa meio café com leite quando o jogo não vale nada ou quando não é um clássico… Deu até vontade de a rodada do Brasileirão, com nossos times esfacelados, começar logo.

E você, ainda curte amistosos festivos da seleção ou sou eu que estou ficando competitivo e mal humorado demais?

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
06/09/2007 - 19:11

Independência ou morte

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Aviso aos navegantes que por conta do feriado o blog volta no domingo, pós-rodada. Depois de muito tempo terei um feriado prolongado de folga e vou desplugar. Os democráticos comentários ficam fechados até lá.

abraços e ótimo final de semana a todos.

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
06/09/2007 - 17:25

Reflexão sobre o Mecão

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A Folha fez interessante reportagem sobre o América de Natal essa semana, classificando-o como o pior último colocado da história. Placar também aborda o tema em sua próxima edição e na quarta-feira bati um bom papo com o vice de futebol, Ricardo Bezerra.

Com o iminente rebaixamento para a série B, o Mecão já se prepara para não ser rebaixado novamente, em 2008, para a Série C. E a explicação é boa!

Com a má campanha (esperavam sustentar o time com as rendas), o clube já começa a acender o sinal vermelho em suas contas. O salário de julho ainda não foi pago. O América vem enxugando a folha salarial, promovendo um monte de moleque (pelo menos entram em campo mais motivados neste fim de feira de Brasileirão). Bezerra lembra os exemplos de Bahia, Vitória, Paysandu e do próprio Santa Cruz, esse ano. “Time que cai para a série B endividado tem grande chance de jogar a série C no ano seguinte”.

Ele lembra do exemplo do próprio América ano passado, quando conseguiu um surpreendente acesso à série A — havia times muito melhores que ficaram de fora –, graças à arrancada na reta final. “Só subimos porque pagávamos salários em dia. Os que estavam na frente da tabela começaram a atrasar e isso é fatal: eles despencaram. Então, a gente tem que se preparar para poder pagar salário em dia ano que vem, senão a série B vai ser muito complicada”, diz.

É claro que a campanha do América não permite que a gente classifique o clube como exemplo de gestão. Mas é inegável que, pelo menos na administração do espólio, a idéia é boa e até animadora para 2008. Pior seria endividar o clube tentando um milagre impossível neste fim de 2007, como muitos já fizeram.

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
06/09/2007 - 11:52

O “marketing” do Timão

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É sabido que na gestão de Alberto Dualib o vice-presidente de marketing do Corinthians era um cardiologista, o folclórico Jorge Kalil. Você não leu errado. Era um médico o responsável pelo setor que deveria ser o mais importante para um clube com 18 milhões de torcedores.

Fui perguntar quem assumiu o cargo com a saída do Dualib. Afinal, vice de marketing de um clube equivale a ministro da fazenda no governo federal: sua política dá recursos e o rumo para a ação de todas as áreas. A resposta: ninguém.

O Corinthians não tem ninguém (eu disse ninguém) cuidando de marketing hoje em dia.

Ser um clube tão forte e vitorioso é mesmo um milagre de São Jorge…

Autor: André Rizek - Categoria(s): Sem categoria Tags:
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