A mosca que pousou em sua sopa
E ontem começou a expo de Regina Silveira na Galeria Bolsa de Arte de Porto Alegre (www.bolsadearte.com.br). Adoro tudo o que ela faz. Regina ficou conhecida na década de 80, por suas paródias da perspectiva e das sombras projetadas. Naqueles anos loucos e desvairados, onde o exagero ditava as regras do jogo, a mulher realizou uma série do balacobaco batizada de Anamorfas, conjunto de gravuras e desenhos fundamentados em distorções dos contornos lineares de pequenos objetos.
O trabalho de Silveira, diversificado no uso de materiais e meios (gravuras, tapetes, objetos, vídeos, instalações, projeções), está fundamentado em suas reflexões sobre a natureza ilusionista de imagens e espaços, sejam representados ou experimentados.
Certa vez estive na casa da Luciana Brito e morri de amores pela mosca gigante de Regina posada numa parede do living – intrigante, instigante, divertida e absoulutamente interativa com o look da casa da galerista. Fiquei fã de carteirinha. Para o blog, escolhi duas louças-esculturas que jamais passariam despercebidas: uma com a insetolândia que a consagrou; outra com a surreal freada de pneu.





Interessante, mas não sei se teria coragem de ter aquela mesa inteira, mas um ou dois produtos eu compraria!
beijos
SHOWWWWWWWW
DO CARVALHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
Super estiloso! Gostei!