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Arquivo de abril 30th, 2009

30/04/2009 - 19:26

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Às portas de fechar a quitanda para mais um feriadão deste calendário brasuca-ôba-ôba (vou me jogar em Campos do Jordão, e você?), antecipo em post, com exclusividade, um pequeno recorte da nova casa de campo do Sig Bergamin, aqui pertinho de Sampa. Ontem estivemos lá (Zé Renato, Rômulo Fialdini e eu) para armar uma matéria superespecial da edição de junho de Casa Vogue – prepare-se, porquê ela virá mais quente do que nunca!


Sig Bergamin e sua cadela Ásia, em registro exclusivo para a Casa Vogue / foto: Rômulo Fialdini

Chegamos cedinho, junto com o sol do outono. Dia lindo, céu limpo, brisa fresca como as flores que saltavam aos olhos – as do jardim e as arranjadas em vasos, bules e canecas, com a ginga cara ao dono do pedaço. E lá veio o Sig com seus três mascotes, as frenéticas América, África e Ásia (a menorzinha, que você vê posando com ele), fazendo algazarra na varanda, em clima de comercial de margarina. Alcunhas tão cosmopolitas quanto os carimbos no passaporte do esteta-desbravador que as batizou.

Dentro da casa, a luz filtrada pelas árvores frondosas dava um tempero especial ao cenário, impregnado da alma do Sig. Suas digitais estão em cada cantinho: na combinação improvável (e deliciosa) de cores, padrões e volumes; na cultura que jorra dos artefatos pinçados nos quatro cantos do planeta – do Laos a Trancoso, com escala nos melhores mercados de Paris e Nova York; nos pôsteres de cinema; nas obras de arte; nas louças e nas coleções – de pano de prato, de bules, de cerâmicas, de pássaros. Uma assemblage trés chic que faz justiça ao seu status de maior decorador do Brasil. Mais? Em breve, na Casa Vogue.


As multirreferências do designer Sig Bergamin na decoração do seu ambiente pessoal / foto: Rômulo Fialdini

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Casa Vogue, Décor Tags: , , ,
30/04/2009 - 19:19

Pandemia

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Apesar da monocromia milanesa que contagiou o mercado internacional sob o pretexto da crise (vide comentários do Fabrizio Rollo no post anterior), alguns designers se permitiram extrapolar na hora de colorir seus móveis. O suíço Philippe Bestenheider que o diga. Sua poltrona Binta (foto acima), fabricada pela todo-poderosa Moroso, é um exercício de cromoterapia. Inspirada nas curvas da baobá (árvore africana que dá uma madeira especialíssima) e nos trajes de festa senegaleses, a peça faz um patchwork de matizes e estampas em grande efeito.

A base de poliuretano (sempre ele!) ganhou revestimento almofadado em resina, para não pecar no quesito conforto. Maiores informações no Dezeen.com, a fonte deste post. Viva a febre da cor, abaixo a gripe do bacon!

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Design, Décor Tags: , , , , , , ,
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