iG

Publicidade

Publicidade

Arquivo de junho, 2008

18/06/2008 - 13:24

Simbiose

Compartilhe: Twitter

Responda rápido: o que aconteceria se o Professor Pardal juntasse os três últimos posts deste blog? Coincidência ou não, a nota da tarde (edição extraordinária) tem tudo a ver com Oca e Chá – ou melhor, com Oca e cafezinho.
Acabam de ser divulgados os vencedores do concurso Uma Xícara Brasileira de Cerâmica para Café, campanha promovida pela Comissão de Cerâmica Artística, da Associação Brasileira de Cerâmica (Abceram).


A festa rolou no último fim de semana, durante o 52º Congresso Brasileiro de Cerâmica, no hotel Costão do Santinho, em Florianópolis. Na Categoria Estudante, o 1º lugar foi para Fernando Queiroz Deusdará, aluno da Fumec – Fundação Mineira de Educação e Cultura, de Belo Horizonte (MG) com um projeto batizado de, adivinhem, OCA!


Na Categoria Profissional, o vencedor foi Aleverson Ecker, da Ocaris Cerâmica Contemporânea, de Curitiba (PR) com o Projeto Pingada, que remete aos copinhos de pingado de bar. Adoro o look plissé e esse sistema de encaixe!


Só não reclame da redundância, porquê se continuar fazendo esse frio patagônico em Sampa, a saga do chá deve transbordar pelos próximos dias… Brincadeira. Amanhã vou mostrar para vocês o espaço da Vogue armado lá na Bienal, by Fabrizio Rollo.

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
18/06/2008 - 00:56

Tea for two

Compartilhe: Twitter


E no último fim de semana rolou petit comitê no chateau do fofíssimo Sergio Germano, amigo gente fina que deixa a gente tão à vonts que nem dá vontade de ir embora.

Sergio e Jamil acabam de voltar de um périplo pela Europa, com escala na Turquia, de onde voltaram com excesso de coisa boa na bagagem. Entre almofadas bordadas, tapeçarias das mil e uma noites, passamanarias penduradas aqui e acolá, o que mais chamou a minha atenção foi o copinho de chá aí em cima (seria uma xícara?), estilizado com bossa em referência à tulipa (flor-símbolo daquele país). Note que o cristal, finíssimo, é serpenteado por um desenho floral em fio de ouro. Tão delicado que não resisti e acabei colando aqui…

Como me empolgo fácil com o assunto, faço na seqüência uma colagem de louças e acessórios que deixam qualquer coofee breake com cara de banquete da realeza… Coisa de quem não é lá muito fã do quase unânime cafezinho e acabou virando um amante inveterado dos chás.

Embora tenha escrito muito acerca do tema, vez ou outra me permito algumas heresias – vivo inventando infusões com frutas, sementes, mix de ervas e afins. Experimente, por exemplo, mergulhar uma colher generosa de polpa de maracujá, um pauzinho de canela e dois ou três cravos em água quente: tudo de bom nessa vida, principalmente antes de dormir. Outra digna do baú da Palmirinha: chá preto com uma fava fresca de baunilha.

Nem Alice no seu País das Maravilhas escapou do chá das cinco, apresentado para ela com toda a pompa e circunstância da Rainha de Copas. Se o chá era preto, verde ou apenas uma infusão de ervas, a fábula não conta. Mas a história que lembra a rotina bretã começa em algum capítulo do ano 2.800 antes de Cristo, do outro lado do mundo. Reza a lenda que o imperador Shen Nung, à sombra de uma árvore, fervia sua poção de todos os dias – na China antiga era comum destilar a água salobra na fogueira – quando surpreendeu-se pelo aroma que evaporava com algumas folhinhas que caíram acidentalmente na cerâmica. Seduzido pelo cheiro, arriscou experimentar o elixir, mesmo correndo o risco de ser envenenado. Quase morreu, mas de amores pelo sabor. Era a gênese do chá, uma vez que Sua Alteza fez daquilo um hábito, introduzindo-o em seu séquito.

Saindo deste meu momento Barsa direto para a vida prática, já encomendei um aparelho parecido com o do Sergio a uma amiga que está em vias de carimbar o passaporte em terras turcas.
Dica colher-de-chá que vou dividir com vocês: quando minhas xicarazinhas chegarem, elas vão ganhar um lugar mesmo é no bar, para fazer bonito muito além das cinco da tarde. Já pensou que chique servir licor e vinho do porto nelas?

Hoje rolou uma preguiça e não tem legenda, mas se você quiser sair atrás de alguma dessas louças, me conta que eu te dou o serviço completo.

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
17/06/2008 - 19:11

A outra face da moeda

Compartilhe: Twitter


E por falar em fotografia, arquitetura e Niemeyer, não resisti quando o André Rodrigues (über-editor de conteúdo do site e da revista do SPFW e über-partner deste blogueiro que vos escreve), mostrou a foto da Oca que colei aí em cima, by Douglas Garcia. Chapei quando vi e sabe por quê? Porque é uma perspectiva singular do prédio do Ibirapuera, capturado pela sensibilidade de um cara que trata a arquitetura com reverência, ousadia e arte – para mim, ele é um dos melhores naquilo que faz.

Aquela silhueta limpa, quase monástica da Oca, aqui ganha um ar meio pé no chão, mais desolado e, exatamente por isso, muito mais poético. É poesia concreta pra valer, sem firulas!

Não sei o que a imagem te passa. Para mim – e para o André – é quase um disco voador que aterrissou na urbe num outro tempo, abrindo uma clareira no chão, algo meio pós-crepúsculo, pós-ecatombe, pós-Futagawa (note que no post anterior, a proposta do fotógrafo japonês também “fala” de uma Oca solitária, mas muito mais mítica, quase intocável).

A do Douglas é mais drama, o “armagedon” dos clichês. Mas nada a ver com o apocalipse e nem com o filme superdown que assisti no domingo – Fim dos Tempos (The Happening), dirigido por M. Night Shyamalan em sua pior forma, que trata justamente do… extermínio da humanidade. Ao contrário: o lance do sujeito é vigor – só que com atitude. Pelo menos essa é a leitura que eu faço do seu trabalho.

Douglas Garcia, 38 anos, dez deles dedicados à captura de imagens, é o cara em fotos de arquitetura/ ambientes. Entra no site dele (www.fotouhf.blogspot.com) para entender melhor essa vibe. E se também te der uma vontade louca de comprar uma foto dessas, vá em frente: douglasgarcia@msn.com

Tô indo agora para a Bienal assistir dois desfiles, espiar o lounge do WGSN e outros babados mais que te conto depois. No caminho, vou dar uma flertada com a Oca, só que com a imagem do Douglas Garcia na cabeça e uma outra mira no olhar. Fui!

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
16/06/2008 - 16:01

De olhos bem abertos

Compartilhe: Twitter


Fundador da revista GA (Global Architecture, espécie de bíblia periódica do setor), Yukio Futagawa, o maior fotógrafo de arquitetura de que se tem notícia, acaba de dar um rasante por essas terras para clicar as obras de um velho amigo: Oscar Niemeyer (a quem conheceu durante o exílio do brasileiro em Paris, em tempos penosos).

Ciceroneado pelo arquiteto Rodrigo Ohtake (filho do Ruy), o japonês de 76 anos que dedica a vida ao registro da arte humanista de quem ergue prédios, não só saiu à cata das curvas sinuosas de Oscar, como também descobriu o traço de outro mestre coisa-nossa: Vilanova Artigas. “É de uma proeza impressionante como ele usa o concreto com força, de forma plástica” (Folha de São Paulo, 11/06/2008, entrevista a Silas Martí).

Nós, que de bobos nada temos, batemos um papão-cabeça com Futagawa graças à querida Leonor Amarante (diretora de comunicação do Memorial da América Latina e colaboratrix de todas as horas), durante sessão de flashs na instituição – você confere o ensaio na Casa Vogue de agosto.

Só para te situar sobre a relevância de tal reportagem: amigo pessoal de Frank Gehry, Le Corbusier e Mies van der Rohe, mecenas de Tadao Ando, um dos primeiros entusiastas de Jean Nouvel, entre outros feitos, o dono da GA é herói vivo (e põe vivo nisso) da arquitetura contemporânea. Ou seja, uma testemunha ocular da paisagem urbana e das suas incontáveis mutações modernistas e pós-modernistas ao longo das décadas. Tá?


Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
13/06/2008 - 10:55

Sobe-desce

Compartilhe: Twitter


Tenho um pouco de preguiça dessa coisa de móvel-mutante, mas a poltrona da foto até que tem lá a sua dose de genialidade, né?

Cria do arquiteto português Alessandro Bêda www.behance.net), a peça é composta por um aglomerado de retângulos verticais, simétricos (o protótipo é de acrílico, mas ele pode ser produzida com outras resinas plásticas), apoiados individualmente sobre hastes de alumínio com sistema de trava. Sobe cubo, desce cubo, a peça ganha encosto assim ou assado, assento deste ou daquele jeito.

Vale um crédito? Vale!

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
12/06/2008 - 01:08

Therrien Extra Grande

Compartilhe: Twitter


Essa é para quem não se sente pequeno diante dos exageros dessa vida louca, vida breve. Robert Therrien, artista plástico norte-americano que a-d-o-r-a provocar o expectador com uma produção bizarramente superdimensionada, leva uma nova coleção de esculturas inspiradas em objetos (extra)ordinários como mesas, cadeiras, pratos, panelas e outros elementos da vida doméstica, para a Gagosian Gallery, em New York City (www.gagosian.com).


Detalhe: cada peça pode atingir até quatro metros de altura. O lance é aparentemente lúdico: você passeia por entre os pés das mesas e banca Alice depois de embarcar naquela viagem ácida ao País das Maravilhas, diminuta num cenário superlativo.


Por trás do colosso, a intenção de Therrien (mais do que cutucar a sua labirintite) é subverter a relação das pessoas com os móveis, reposicionando o papel do ser diante da matéria. Prolixo? Experimente ficar cinco minutos debaixo da mesa espiando o mundo sob outra perspectiva que você vai entender melhor. Ou, se estiver em Manhattan, corre lá na Gagosian, até o fim da semana.

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
11/06/2008 - 12:40

Chegou a hora dessa gente bronzeada mostrar o seu valor

Compartilhe: Twitter


Vamos falar de frufrús. Nunca tive lá muita paciência com tricô e crochê, bilús-bilús célebres da casa brasileira. Talvez seja trauma de infância, já que a minha avó era obcecada por isso – na casa da dona Nathália, nenhum objeto, do telefone ao vaso, jamais ousou se debruçar direto sobre um móvel: tudo tinha que ter uma boa “caminha” de tricô na base. Sem falar que, não importasse o quanto o sol ardesse, ela vinha enforcar a gente com cachecol e casaco, coordenados em motivos bizarros, tipo elefantinho, “para o menino não gripar”. Saudades da vovó, que tirando as agulhas, era a melhor do mundo!

Com o apuro natural do tempo, fui sacando a identidade cultural, a poesia por trás do ponto e confesso que, se você fuçar os armários lá de casa, vai encontrar uns paninhos de prato, uns joguinhos americanos (que ainda não tive coragem de usar) e outros babadinhos assim e assado que só sacarei da gaveta quando tiver um retiro nas montanhas.

Espia aí as novidades tramadas pelas artesãs ribeirinhas com direção do Renato Imbroisi, sujeito casca-grossa (no melhor sentido da expressão) quando o assunto é mixar design + artesanato + responsabilidade social. O arteiro carioca é um exemplo de atuação para o desenvolvimento e inclusão social.

Em parceria com o Sebrae, que aposta na capacitação técnica e de gestão para mulheres e jovens de baixa renda, ele arranjou esses porta-guardanapos, porta-copos e enfeites de mesa que estão mudando a história de algumas comunidades satélite do Distrito Federal, convertendo artesanato e cultura brasileira em dinheiro vivo para as famílias.

Chegou a hora dessa gente bronzeada mostrar seu valor! Depois vou contar aqui uma história linda sobre o bordado boutis que a Clarissa me mostrou. Tem tudo a ver com essa coisa do talento nas regiões carentes x oportunidade.

De quebra, fazendo jus à terminologia francesa dos verbetes tricot & crochet, vai uma versão lux de luxe do assunto, via Trousseau.


Trilha do dia: Brasil Pandeiro, by Novos Baianos. Canção de um tempo em que Baby já era do Brasil (e do Pandeiro), mas assinava “Consuelo” e sacudia os cartórios com o Pepeu e seus rebentos de nomes pitorescos…

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
10/06/2008 - 01:19

Corazón partio

Compartilhe: Twitter


A primeira da série “Eu vim lá do Peru” carrega boa dose de afeto material (somos humanos, fazer o quê?). De ponta a ponta, o artesanato daquele país é farto, sobretudo nas cercanias de Arequipa e Cusco. Tudo a ver com uma banda onde o turismo corresponde a 70% da economia. Pelas alamedas estreitas e brejeirinhas cercadas pelo casario de influência espanhola (herança dos corsário-colonizadores que pilharam o ouro e deixaram seus “bons” costumes calcados na cultura local), barraquinhas e tendas se emendam em feiras livres onde se vê de tudo um pouco e um pouco de tudo.

Em Pisac, cidadela rústica a 30 quilômetros de Cusco, região do Vale Sagrado, está um dos sítios arqueológicos mais expressivos daquelas bandas – e um dos mercados abertos mais disputados pelos turistas, que podem apreciar um cuy à peruana (churrasco de porquinho-da-índia, assado com cabeça e tudo, que eu não tive coragem de encarar), entre um garimpo e outro de traquitanas.

Um prato cheio para este consumista confesso que vos escreve, um lunático que sempre volta com excesso de bagagem e falência declarada na fatura do cartão. Tanto que não resisti quando vi a ânfora de cerâmica inspirada nos tesouros pré-incaicos cavados ali séculos antes.

Estava só no começo da trip, com quatro vôos e uma viagem de trem programados pela frente, mas, por mais que tenha ponderado a respeito do estorvo (ele pesa exatos quatro quilos), não resisti ao óbvio: não encontraria um vaso igual em nenhum outro lugar. E não paguei barato por ele, embora se trate de uma réplica quase ordinária sem nenhum valor histórico. Carreguei o dito cujo como um filho durante a semana que se seguiu (sabe aquela coisa de levar a caixa no colo, na plena classe econômica?) e, entre as outras aquisições que faria nas muitas feiras que viriam pela frente (você não achou que eu ia me contentar só com um vasinho, né?), comprei um colar turquesa de pedras na borda de um cânion de Arequipa, especialmente para incrementar a futura vedete da minha casa.

Pois exatamente no último dia da viagem (Lei de Murphy, artigo 19, parágrafo 5º) seduzido pelo ócio do hotel Las Casitas (Colca, no Vale dos Vulcões) e atordoado pelos irresistíveis piscos servidos ali, vacilei na hora de guardar o meu “filhote” e ele despencou em slow motion, bem na minha frente, fazendo um “crac” que ecoou com o “croc” do meu coração partido. Desembrulhei as 83 voltas de plástico bolha que tentavam em vão proteger a ânfora, no afã de ter a medida exata do prejú e, para minha surpresa, ele se desmanchou em 150 lascas – ou algo perto disso.

No desespero, convoquei um workshop básico de mosaico no meu quarto, mas ninguém deu conta de resolver o quebra-cabeças, desencorajando a minha sessão- restauro. Contrariando a trupe, guardei caquinho por caquinho na mala e fiz todas as emendas com durepox líquido (tentei Super Bonder, mas não colou). Muitas queimaduras e band-aids depois, cá está ele, com o colar turquesa-arequipenho e tudo, temperando a minha varandinha com um perfume inca! Duro mesmo vai ser remover as placas de cola que estão grudadas nos meus dedos… Moral da história: feliz é o Robaldo Ésper, que garimpa seus vasos muito mais perto de casa.

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
09/06/2008 - 15:14

O bom filho…

Compartilhe: Twitter


E cá estou de volta, depois de uma trip daquelas no Peru – me senti o próprio Indiana Jones desbravando as ruínas de Machu Picchu, as esquinas cinzas de Lima, os cânions vertiginosos de Arequipa e as colinas arranha-céu de Cusco, onde a paisagem literalmente te arranca o fôlego – quase 5 mil metros acima do nível do mar, o ar faz falta, acredite. Aos poucos, vou contando os garimpos rarefeitos do périplo – entre tecidos e cerâmicas, vi coisas ótimas por lá, tirando as pinturas cusquenhas com sua influência barroca, que não me deixavam dormir no hotel.

Percebi que o papo por aqui rolou bastante acalorado. Ótimo por um lado, uma vez que o diálogo é uma das melhores veredas de acesso às diferentes assimilações estéticas, em sua forma mais palatável, diferente da verdade absoluta que se lê nos pseudo-manuais de estilo. Por outro, há que se manter o nível democrático e o tom respeitoso do discurso. No blog temos ferramentas para liberar ou vetar os comments, mas como acho censura uma caretice, prefiro deixar tudo por conta do bom senso da audiência. O único comentário que me permiti despachar para o limbo foi um bem infeliz que ataca diretamente a moral de um dos entrevistados deste blog. Aí não vale, né? Este espaço não foi criado para vomitar picuinhas alheias e tampouco disseminar insinuações preconceituosas.

Quando tiver um tempinho, responderei individualmente a cada um, mas enquanto não dá, vale registrar aqui, de novo, que não tenho a menor vocação para mecenas da revolução do design no terceiro milênio. Esta página cumpre sua função jornalística de reportar os feitos da máquina do décor, resgatar alguns flashbacks para quem curte o assunto, e deitar e rolar sobre tudo aquilo o mais que tiver a ver com casa – seja novo ou velho. Não quero – e nem poderia – agradar a gregos, troianos e cavalheiros do apocalipse ávidos pela anarquia mercadológica.

Para ilustrar o post do dia em clima de “faça amor e não faça guerra”, escolhi outra cadeira da nova coleção do Empório Beraldin que considero l-i-n-d-a. Cria da arquiteta Eulália de Souza Anselmo, a poltrona “Flor” leva centenas de nozinhos de lã que simulam pequenas rosas. Eu fiz o test-drive e afirmo: mais confortável, impossível.

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
05/06/2008 - 00:01

Masterpiece

Compartilhe: Twitter

Se uma imagem vale mais do que mil palavras, espie – e deseje – a poltrona de Jean Prouvé. Masterpiece do design do século 20, o artista está entre o que há de mais bacana no acervo da Micasa.

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Voltar ao topo