iG

Publicidade

Publicidade

Arquivo de maio, 2008

18/05/2008 - 15:56

"Eu quero uma casa no campo…

Compartilhe: Twitter


Onde eu possa compor muitos rocks rurais, e tenha somente a certeza dos amigos do peito e nada mais”. Lembra disso? Em tempos de odes à tecnologia e ao luxo sintético, a casa da árvore de Fernanda Abs e Fred Benedetti foi um alento na pasteurizada Casa Cor 2008, que abriu ontem para o tradicional brunch de imprensa – depois eu conto tudo, mas não espere muitas news de lá.


Na onda da sustentabilidade, com uso maciço de eucalipto de manejo florestal e soluções batutas de otimização de luz e ventilação naturais, o espaço passou longe das caricaturas caras ao gênero. Sem makes, sem o folclore do look “casinha da vovó”, sem forçar a barra, o cantinho assinado pelo casal – parceiros de vida e de carreira – era a tradução da família feliz, com direito às suas lindas filhas perambulando para lá e para cá, além da fofura do mascote Bernese. Criança e cachorro são sempre garantia de atenção – não à toa, todo mundo parou para fotografar em massa. Mas no contexto, o traço bem traçado de Fred e Fernanda dispensaria qualquer apelo do gênero.


O volume contemporâneo, minimalista na essência e quente na ambientação, suspenso por pilotis na altura das copas das árvores do Jockey, exibe uma faceta arquitetônica superantenada da dupla (poderia se passar fácil-fácil por algum projeto do australiano Sean Godsell, por exemplo). “Originalmente o teto era quadrado, bem seco. Contrariando algumas opiniões, resolvemos fazer um telhado mesmo, mais conveniente para esse tipo de construção”, conta Fernanda. Ponto para eles!


Recheados de clássicos do design numa leitura mais orgânica, moderna, que usa e abusa da madeira, os interiores aconchegantes se abrem para um deque debruçado sobre a paisagem. Um sonho de casa de campo, como na canção de Zé Rodrix na voz de Elis, que colo na trilha do dia.

Link Youtube:
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=8OJUENSpm0Q&hl=en&color1=0x006699&color2=0x54abd6]

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
18/05/2008 - 15:56

“Eu quero uma casa no campo…

Compartilhe: Twitter


Onde eu possa compor muitos rocks rurais, e tenha somente a certeza dos amigos do peito e nada mais”. Lembra disso? Em tempos de odes à tecnologia e ao luxo sintético, a casa da árvore de Fernanda Abs e Fred Benedetti foi um alento na pasteurizada Casa Cor 2008, que abriu ontem para o tradicional brunch de imprensa – depois eu conto tudo, mas não espere muitas news de lá.


Na onda da sustentabilidade, com uso maciço de eucalipto de manejo florestal e soluções batutas de otimização de luz e ventilação naturais, o espaço passou longe das caricaturas caras ao gênero. Sem makes, sem o folclore do look “casinha da vovó”, sem forçar a barra, o cantinho assinado pelo casal – parceiros de vida e de carreira – era a tradução da família feliz, com direito às suas lindas filhas perambulando para lá e para cá, além da fofura do mascote Bernese. Criança e cachorro são sempre garantia de atenção – não à toa, todo mundo parou para fotografar em massa. Mas no contexto, o traço bem traçado de Fred e Fernanda dispensaria qualquer apelo do gênero.


O volume contemporâneo, minimalista na essência e quente na ambientação, suspenso por pilotis na altura das copas das árvores do Jockey, exibe uma faceta arquitetônica superantenada da dupla (poderia se passar fácil-fácil por algum projeto do australiano Sean Godsell, por exemplo). “Originalmente o teto era quadrado, bem seco. Contrariando algumas opiniões, resolvemos fazer um telhado mesmo, mais conveniente para esse tipo de construção”, conta Fernanda. Ponto para eles!


Recheados de clássicos do design numa leitura mais orgânica, moderna, que usa e abusa da madeira, os interiores aconchegantes se abrem para um deque debruçado sobre a paisagem. Um sonho de casa de campo, como na canção de Zé Rodrix na voz de Elis, que colo na trilha do dia.

Link Youtube:

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
15/05/2008 - 23:30

À moda da casa

Compartilhe: Twitter


Legenda: prédio Zaha Hadid, look Hussein Chalayan

Na essência, moda, arquitetura e décor, definitivamente, têm tudo a ver. Acabo de trocar e-mails com Zaha Hadid para uma matéria que tô fazendo na “Vogona” (leia-se a Vogue moda, carro-chefe da editora feito na sala ao lado, pela todo-poderosa Daniela Falcão e seu staff de meninas bonitas e antenadas).

Legenda: Bowl de resina Zaha Hadid, look Hussein Chalayan

O Z da questão: a relação da arquiteta com a moda, incluindo a sandália-bota que ela acabou de bolar para a Melissa (como já fizeram alguns dos seus colegas de prancheta, tipo Karim Rashid e os Campana). Zaha (que, diga-se de passagem, também está em cartaz na Casa Vogue de maio, no entrevistão by Judith Potecher, como já contei aqui), tem uma relação pra lá de estreita com o universo fashion. Antes da tal Melissinha, ela inventou uma eco-bag para a Vuitton e o museu-container-itinerante da Chanel.

Legenda: Bolsa Hadid para Vuitton, look Hussein Chalayan

“Não uso roupas tradicionais. Meu estilo é experimental, assim como a minha arquitetura”, contou a iraquiana irada (no sentido mais contemporâneo e inocente da palavra), entre uma filosofia e outra – aguarde a matéria e verás.

Legenda: Looks Valentino e Simone Nunes; taça de cristal Juliana Benfatti; luminária retrô Dominici; bowls Again

Considerando a atitude humana por trás da criação, as proporções, os recortes, a pesquisa de materiais, o desenho em si e as técnicas construtivas de maneira geral, essa costura da coisa onde a gente mora (e tudo o que vai dentro dela) com a coisa que a gente veste, é tão “zipada” que muitos arquitetos acabam bancando os fashionistas. Ponto para eles! E enquanto os estilistas não inventarem de erguer prédios, estamos todos no lucro! :P

Legenda: Looks Huis Clos e Apoena; abajur Bertolucci; cinzeiro Again

Toda essa introdução para chegar, de fato, ao tema de hoje: Maria Prata da casa, editora de moda da Vogue, que também colabora com a gente todos os meses na sua coluninha über-trendy “À moda da casa” (recém-convertida em “Fala-se de Moda”, no novo projeto que vem aí), continua bombando o seu prataporter, meu cantinho fashion-virtual predileto, que acabo de subir aí na lateral (só não rolou antes por impasses técnicos, já que quando comecei o meu, o dela já era um blockbuster).

Legenda: Looks Raia de Goeye e Reinaldo Lourenço; chaise Fell Miller, Firma Casa; aparador de Claudia Moreira Salles, Etel

Se você gosta de design de móveis, muito provavelmente também curte moda e estilo, então, deslize o mouse um bocadinho para a direita (ou clique no link aí em cima) e divirta-se! Em tempo: Maria é a diaba-veste-prada mais fofa e angelical que conheço. No embrião deste blog, deu uma superforça, sem falar que o prataporter foi um norte até para a formatação do estilo da página que você lê agora. Passo por lá religiosamente todas as noites e recomendo o click: se joga!

Ilustrando a historinha de hoje, fiz alguns recortes das últimas edições do “À moda da Casa” da Maria (olha ela aí). Os produtos foram pinçados pela Clarissa e pela Tissy, misturados com alguns looks de moda que eu achei parecidos com o traço da Zaha e resolvi linkar. As colagens são arte do André Rodrigues (outro diablo-vieste-prada dos mais amados, editor do portal SPFW). E aí, a casa imita o closet ou o closet imita a casa?

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
14/05/2008 - 23:59

Um showfá para Tim Maia

Compartilhe: Twitter


Ergonomia é tudo nessa vida. Há alguns meses, li Vale Tudo, a biografia do Tim Maia escrita pelo Nelson Motta (Tim é o melhor, Motta é o cara, biografias são a minha leitura de cabeceira: logo, achei o livro genial). Uma das partes mais engraçadas é a que fala de um sofá que Tim usava para dormir em tempos penosos, quando viveu de favor na casa do cantor Fábio (“Estelaaaaaa…”). O algoz, batizado por ele de “dromedário”, por conta dos dois assentos altos com um vão no meio (tipo corcova), acabava com a lombar do gorducho. Quando ficou rico e famoso, uma das primeiras providências foi comprar um sofazão fofo, de onde se recusava a levantar até para fazer shows (com o perdão do veneno).

Ouvi histórias cabeludas sobre Tim Maia, daquelas que não estão no gibi – e nem no livro do Nelsinho. A maioria delas, contadas pelo Zé Renato, Maia legítimo, sobrinho do Síndico (que você já tá careca de saber que é diretor de arte da Casa Vogue e designer deste blog). Outras tantas, quem soprou foi minha amiga-como-uma-deusa Rosana, que começou a carreira fazendo backing vocals para ele, nos anos 80 (e que Tim, assim como eu, insistia em classificar como a maior cantora brasuca).

Em homenagem ao bico-de-papagaio do divo, escolhi duas peças do designer francês Pierre Paulin que estão entra as mais confortáveis dos anos 60 e 70: as poltronas Língua e Concha, lá do alto. Os estudos de ergonomia de Monsieur Pierre, convertidos em desenhos escultóricos, ondulados – boa parte deles em shape orgânico que abraça a gente -, desencadeariam uma série de imitações pelas décadas seguintes (você já deve ter cruzado com dezenas delas por aí).

Para quem curte dormir no sofá, colo uma trinca dos modelos mais fofos da Montenapoleone.

Zé Maia, palpitando aqui do lado, assoviou o clássico “Você”, mas escolhi “Telefone” para a trilha do dia. É a letra mais canastrona (e talvez tb a mais cafona) que já vi, perfeita para se jogar no sofá, ficar de pernas para o ar e curtir uma dor-de-cotovelo à avessas. Mais: tem o vozeirão da deusa ao fundo (tb canastrona no começo, e bem black-power no refrão – reparem no “Nadaaaaaaaaa…”)!

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
13/05/2008 - 15:23

Arame farpado II

Compartilhe: Twitter


Por falar em aramados e Patricia Urquiola, a designer espanhola que esteve por aqui algumas semanas atrás, abriu a agenda para um “tete-a-tete-bicho-papão-cabeça” com o nosso enviado-equivocado-especial ao Hotel Emiliano, Monsieur Eduardo Logullo (escrivinhador de quem sou tiete – de carteirinha, faixa na testa e álbum de recortes). O epílogo você confere na próxima Casa Vogue, mas imagine este cidadão, que conhece todo mundo e mais alguém, ter confundido Miss Urquiola com a sua amiga Costanza Pascolato, que estava de costas. “Eduardo, o que você está fazendo aqui”, virou-se a falsa-entrevistada mais chique do nunca. Ele errara o endereço da produção e atrasou o encontro com a gringa!
Esse mico e outras delícias, só lendo o texto do cara, que sempre acrescenta alguma coisa – Logullo tem borogodó para deixar divertida até bula de psicotrópico.

Voltando ao “look cerquinha” dos móveis aramados, e à nossa señorita Patricia, o post de hoje traz outra coleção apresentada por ela no Salone 2008 – essa feira rende pauta para o semestre inteiro, você vai ver. Escolha a sua favorita!

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
12/05/2008 - 23:59

Arame farpado I

Compartilhe: Twitter


Adoro os aramados. Outro dia alguém pediu uma sugestão de cadeira para a mesa de jantar e eu não pensei duas vezes: Bertoia (abaixo). Levíssima, moderna, resistente, relativamente barata e curingão daqueles (ela combina com tudo), foi a escolha certeira para contracenar com a minha amada-idolatrada-salve-salve Saarinen.

Lá se vão quase cinco anos e eu não canso do look – e olha que a convivência com elas é full time, já que na editora as Bertoias também dão pinta em massa: no jardim da frente, fazendo jogo com uma mesa de vidro; numa das áreas externas de reunião, também em volta de uma Saarinen oval; na cozinha, ao redor do mesão retangular de madeira bruta desenhada por Marcio Kogan; e aqui no hall das redações, em sua versão prêt-a-porter (a diamond com capa vermelha de veludo), em par que ladeia outra pequena Saarinen lateral.

Criação do italiano Harry Bertoia nos anos 50, a cadeira foi o carro-chefe de uma coleção revolucionária de móveis de arame, que evoluíram para metais mais nobres com o tempo (vide as verdinhas originalíssimas by Harry aí em cima, seguidas das variações).

Particularmente, o que mais me agrada é esse shape vazadinho, tipo “rede de intrigas”, “beijo da mulher-aranha”, “teia de Peter Parker”. Na onda, pincei outras dois exemplares arejados-aramados do estilo para ilustrar: um bem vintage, by Verner Panton, na imagem que abre esse post (olha ele aí outra vez), e outro hot-hot-hot, by Patricia Urquiola (foto abaixo), direto do Salone 2008.

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
10/05/2008 - 01:34

Me leva que eu vou…

Compartilhe: Twitter


Estacionaria fácil-fácil esse carrinho na minha área de serviço. Logo de cara, pensei nele como carreto do kit-limpeza da Cris, a diva-dita que se encarrega de colocar meu cafofo em ordem. Talvez o veículo seja útil também para carregar meus cds até o computador – tô sempre derrubando a pilha de cds na hora de passá-los para o I-pod, missão esta que nunca consigo cumprir. Depois olhei um pouquinho mais e achei que o dito cujo ia ser tudo na casa da minha mãe, que costuma carregar seus gadgets de jardinagem para baixo e para cima.

Mas pensando bem, bom mesmo seria tê-lo lá na redação, para o empurra-empurra dos calhamaços de layouts que troco com as Anas e com o povo da arte o dia inteiro. Seria só dar um toquinho com o pé…
Devaneios à parte, o mini-carrinho de compensado de madeira revestido de imbuia bruta, com acabamento de fórmica na cor que você quiser, vem com um cesto que pode servir de revisteiro, baú e por aí vai. Cria do Rodrigo Kurhi, o acessório não serve como carrinho de chá, mas como também adorei as canecas da nova coleção do designer – especialmente a turquesa -, fica a deixa aí embaixo. www.kurhi.com.br

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
09/05/2008 - 17:31

Largada

Compartilhe: Twitter

Segunda chamada para profissionais, associações, empresas e estudantes ligados à criação e produção de objetos de decoração, com propostas inéditas: terminam hoje as inscrições para o 1° Prêmio Craft Design, que rola no dia 13/08. Os 20 finalistas ficarão expostos no Centro de Eventos São Luiz e o campeão leva um aqué (acho que são R$ 10 mil). Você encontra o regulamento e a ficha de inscrição no site. Se você tem um croqui, protótipo ou afins, ligue djá! Nunca me atrevi a desenhar nada que não fossem as capinhas dos cds estilizados que gravava para os meus amigos nos tempos pré-MP3 e downloads à lenha. Uma vez até rabisquei o rack dos meus sonhos, um emaranhado tétrico que me deixou ruborizado diante da gargalhada do marceneiro…

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
08/05/2008 - 00:45

Nos tempos da escola…

Compartilhe: Twitter


Primeira chamada para arquitetos, decoradores, engenheiros, designers, artistas e fãs aplicados do bom desenho em geral: Adélia Borges (jornalista, escritora, curadora, professora, diretora, conselheira, palestrante e maior autoridade em design que eu conheço), vai ministrar o curso Design: Rumos e Perspectivas, todas as segundas-feiras (de 12 de maio a 9 de junho), das 19h as 21h, na descolada Escola São Paulo. Nerd que sou, já fiz a matrícula e prometo sentar na frente e não matar nenhuma aula, mas o masterclass foi organizado em módulos individuais, de forma que dá para participar de uma, duas ou de todas elas com direito a certificado e tudo.

Para você não desconfiar que eu tô exagerando, olho na cola que o designer, editor e professor Claudio Ferlauto escreveu sobre ela: “Adélia Borges é uma das maiores conhecedoras das atividades do design no Brasil: é crítica, autora, jurada, curadora. Como jornalista e editora, tem rigor na construção e na transmissão das informações, sem se limitar às tecnicidades dos manuais de redação. Ao contrário de muitos, dirige sua atenção e sensibilidade para o público laico e não para os cardeais da profissão.” Entendeu?

Acabo de conversar com ela para te contar tudo o que você sempre quis saber sobre esse curso: “Ele é composto de aulas expositivas e conversas sobre o design contemporâneo no Brasil e no mundo, seus rumos e perspectivas. O pessoal da Escola São Paulo me pediu para fazer blocos autônomos, de tal forma que uma pessoa possa assistir só uma aula se preferir. Serão abordados temas da atualidade do design. O principal é como o design no Brasil e na América Latina está trazendo respostas para o mundo contemporâneo, com uma aproximação social muito forte. Este tema – Design para um Mundo Solidário – foi tratado por mim em palestras em Seattle, Sidney, Buenos Aires, Cidade do México e Montevidéu, sempre provocando muito interesse, pois é algo novo no cenário internacional do design. Em outra noite falo da questão da identidade e da diversidade cultural no design brasileiro. Nesses dois casos, abordo mais a questão do design de produtos e passo também pela produção artesanal. Mas na sequência entro em design de interiores para tratar de um tema que foi abordado pela exposição Safety Nest, apresentada no MoMA de Nova York, o Ninho Seguro de todos nós. Outra aula tratará da inovação, um atributo básico para qualquer projeto ser bem sucedido no mercado. Enfim, são aulas que funcionam independentemente de uma sequência.”, contou Adélia ao inCasa.

Estilizada por Herbert Baglione, a foto que abre o post é só para fazer link com o título (extraí de uma pauta que fiz há algum tempo sobre a expo Projeto+Soma, que revisitou as carteiras escolares sob a ótica dos grafiteiros). A luminária Bossa, de Fernando Prado para a Lumini, foi uma indicação da própria Adélia, cujo retrato fecha a seleção.
Informe-se no (11) 3081-0364 www.escolasaopaulo.org.br

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
07/05/2008 - 10:57

Tania em revista

Compartilhe: Twitter

Tem magazine nova no mercado de luxo: Tania Bulhões por Casa Vogue. Não, não é um catálogo de venda. É uma custom bacanérrima do show-room, que mais do que comercializar os produtos criados pela designer (e seus garimpos pelo mundo), fala de todo um life style, quase como um manual prático da estética clássico-contemporânea representada ali, que virou hit entre os decoretes.


Sabe a “i” (revista do Shopping Iguatemi) e outras publicações VIPs do mercado? É mais ou menos essa pegada, com uma abordagem mais diversificada que converge para um foco da marca dela, course. Para dar conta da empreitada, nós deste lado, e ela do lado de lá, com seu exército de “tanisetes”, armamos uma operação de guerra: a redação virou o chateau da Tania, e o chateau da Tania virou uma sucursal da redação. Ficamos um bom tempo internados por lá (não muito longe daqui, já que estou falando do outro lado da rua), mas a tarefa não foi ingrata: Tania é um doce, sabe bem o que quer – e como quer. Foi exatamente isso o que me motivou a postar esse coments que, juro pela minha mesa Saarinen, não tem nada de jabá!


O único inconveniente de ficar vasculhando o TB Home é que dá vontade de levar um montão de coisas para a casa. As taças com alça de coral aí em cima, são as primeiras da minha lista de compras – é a simetria perfeita para as alcinhas coralinas daquela bandeja black, que já mostrei aqui. A coleção de muranos (exemplo mais acima), de todas as cores, modelos e tamanhos, também vale uma conferida – não custa um milhão de dólares, relax.

Vide a bula da loja by Casa Vogue e confira os hypes deste blockbuster do mercado de luxo!

Autor: Allex Colontonio - Categoria(s): Sem categoria Tags:
Voltar ao topo