Xavi | Blog do Alberto Helena Jr.

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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011 Futebol internacional | 18:57

BI MESSI

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E Messi foi o escolhido, quebrando a tradição de que a Copa do Mundo é o evento chave nessas escolhas. Não que Messi tivesse falhado no Mundial da África, como Kaká, Rooney e outros craques internacionais tão decantados. Nada disso. Fez, digamos, uma boa Copa, dentro das possibilidades da sua Seleção conduzida de forma errática por Maradona.

Nesse quesito, Iniesta e Xavi se saíram melhor. Sobretudo, Iniesta, com aquele gol que definiu o título para a Espanha diante da Holanda.

Mas, o futebol de Messi é tão mágico, tamanho é seu carisma, que o colégio eleitoral se rendeu à sua magnitude e o coroou pela segunda vez consecutiva o melhor do mundo no ano de 2010.

Coroação que, pelo visto, se repetirá muitas e muitas vezes no futuro sem limites que se estende á frente do inigualável pibe argentino.

Entre outras coisas, porque Messi, com toda aquela discrição pessoal, aquele sorriso de moleque um tanto travesso, um tanto inocente, porém extremamente autêntico, nos transmite uma sensação de bem-estar muito próxima ao que se pode chamar de felicidade.

Eis, pois, o nosso rei mago, aquele que traça os caminhos das estrelas com uma bola nos pés e nos presenteia, a cada rodada, com a mirra, o incenso e o ouro do futebol.

Marta, Marta

Esta, sim, é a única pentacamepã do mundo no país do penta. Ser eleita a melhor jogadora de futebol do mundo por cinco vezes seguidas, sem que a sua Seleção tenha vencido nem o Mundial, nem as Olimpíadas, emora batesse na trave várias vezes, é um prodígio histórico.

Na verdade, seu jogo desenhado com aquela canhota encantada transcende os limites do futebol feminino. Vai além, num plano que, suponho, nenhuma outra jogadora alcançou no passado, tampouco alcançará no futuro.

Marta, meu amigo, não é penta. É única.

Notas relacionadas:

  1. MARTA, MARTA, MARTA
  2. O SIGNIFICADO DE MESSI
  3. GANSO, RONALDINHO, KAKÁ, MESSI…
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , ,

domingo, 9 de janeiro de 2011 Clubes brasileiros, Futebol internacional | 22:47

OS TRÊS REIS MAGOS

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A simples presença dos três jogadores do Barcelona no pódio da Bola de Ouro da Fifa já resume tudo: é um dos raros times da história que consegue praticar um jogo coletivo preciso, eficiente, vencedor, sem apagar o brilho de suas individualidades.

Messi, Xavi e Iniesta, cada um no seu estilo, cada um portando sua própria identidade, jogam para o time mas também para si – na verdade, para nós, felizes espectadores dos espetáculos que o Barça nos proporciona rodada.após rodada.

Neste fim de semana, por exemplo, meteu 4 a 0 no Deportivo, em La Coruña, assim como quem passeia num fim de tarde á beira-mar. E, sem Xavi, diga-se, que ficou descansando no banco, enquanto Messi e Iniesta faziam a festa em campo.

Xavi é o maestro; Messi, o protagonista, um misto de prestidigitador e primeiro violinista; e Iniesta transita entre a precisão de um e a magia do outro.

Messi é o melhor do mundo, e, desde já, tem um nicho seguro entre os grandes craques da história do futebol. Mas, somando-se os desempenhos no Barça e na Seleção Espanhola campeã do mundo, Iniesta e Xavi se equiparam a ele na disputa pelo título deste ano.

O circo

Grêmio e Palmeiras anunciaram sua retirada do picadeiro armado por Ronaldinho Gaúcho e seu irmão Assis. Mas, nem por isso está garantido que Ronaldinho acabará desembarcando na Gáveia, como sugere o andamento da carruagem.

Afinal, há quem diga que o Flamengo não era a opção preferencial de Assis. E, diante de tantas idas e voltas do procurador do jogador, nesse Triângulo das Bermudas, é até capaz de Ronaldinho desaparecer de cena para ressurgir em algum clube da Oropa, Ásia ou Bahia, como dizia o poeta.

O Flamengo lhe oferece uma camisa gloriosa, o aplauso de uma nação, as frenéticas Noites Cariocas, já não mais sob os amenos acordes do bandolim do Jacob, a indulgência antecipada de eventuais atrasos aos treinos, essas coisas todas que sabemos de cor e salteado.

Em contrapartida, o craque terá de carregar o time nas costas, pois o elenco a que se integrará não inspira suspiros a ninguém. Para tanto, terá de abrir mão de todas aquelas tentações conhecidas, acordar cedo, fazer muita ginástica, entrar em plena forma e fazer em campo todas aquelas mágicas de que é capaz mas que não tem executado há um bom tempo.

Notas relacionadas:

  1. E DEU BARÇA, POR JUSTIÇA
  2. TRÊS CLÁSSICOS BRASILEIROS
  3. EMPATE EM TRÊS CORES
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , ,

segunda-feira, 12 de julho de 2010 Copa do Mundo | 14:20

O QUE RESTOU?

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Não, claro que não foi uma Copa disputada em alto nível técnico. Tampouco, a Espanha brilhou o tempo todo, nada próximo à potencialidade desse time espanhol. Assim como a Holanda só passou a ser algo mais ou menos parecido com as melhores Holandas do passado a partir da vitória sobre o Brasil.

E as razões disso são várias.

No caso do baixo nível técnico da Copa, sobretudo nas primeiras fases da competição, a explicação passa pelo inchaço do torneio, que abriu as portas para seleções inexpressivas, que só vão à Copa para defender-se e tentar estender ao máximo sua sobrevivência no certame.

Além disso, o fato de que o calendário mundial reserva a Copa para o final de temporada dos europeus, quando os jogadores já estão exaustos, mesmo porque os grandes centros europeus ampliaram o número de suas competições, Liga disso, Liga daquilo e tal e cousa e lousa e maripousa. E, quando falo de europeus, inclua aí o amigo a imensa maioria dos sul-americanos e africanos que atuam na Europa e que compõem as suas respectivas seleções nacionais.

Numa competição disputada no limite do estresse, a condição física ganha importância extra, óbvio.

Então, o que vimos foi o desfile de decepções com craques renomados, como  Robben, Wayne Rooney, Fernando Torres, Kaká, Iniesta, Fábregas, entre outros, atuando bem abaixo do seu próprio nível por questões físicas, contusões recentes ou mal curadas.

Quanto à Espanha, a par do estado físico de Torres, seu goleador, o que limitou em muito a artilharia do time, houve um equívoco de ordem tática, só corrigido já na reta final do torneio, com a entrada de Pedrito pela direita (e, na decisão, a de Navas). Até então,  aquele lado direito todo era reservado para Sérgio Ramos namorar a girada, o que é impraticável até mesmo para um atleta que esbanja saúde.

E mais: a presença imutável de dois volantes do mesmo estilo, que pouco se arriscavam a participar do toque-toque da dupla Xavi-Iniesta, à frente. Eis por que as entradas de Fábregas no lugar de Xabi Alonso sempre foram providenciais nos momentos mais críticos da Espanha.

Mas, mesmo exibindo um futebol abaixo de suas possibilidades, a Espanha sempre soube ter o domínio das partidas que disputou, inclusive na derrota surpreendente para a Suiça, levando a bola a circular no campo adversário, provando que, si, se puede!, jogar ofensivamente até mesmo num campeonato de extrema competitividade como uma Copa do Mundo, feita á base do mata-mata.

Quanto á beleza do espetáculo, este praticamente se reduziu a alguns momentos deslumbrantes protagonizados pela Alemanha, naquelas duas goleadas históricas sobre Inglaterra e Argentina, duas das mais categorizadas equipes da Copa.

De resto, é torcer para que o resultado final contribua para que o mundo comece a ver o futebol sob um ângulo mais prazeroso e menos competitivo, pois essa foi a lição, em última análise, deixada por Espanha, Holanda, Alemanha e Argentina nos campos da África, mesmo não atingindo os seus limites.

Notas relacionadas:

  1. DOIS JOGAÇOS À VISTA
  2. ESPANHA, OLÉ!
  3. LA BALANGUERA
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , ,

quarta-feira, 7 de julho de 2010 Copa do Mundo | 18:32

ESPANHA, OLÉ!

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Tinha de ser Carles Puyol o herói da classificação da Espanha, pela primeira vez em sua história, para a decisão da Copa do Mundo contra a Holanda.

Na cobrança de córner da esquerda por Xavi, Puyol subiu dois degraus acima dos zagueiros alemães e testou para as redes inimigas, aos 27 minutos do segundo tempo, quando o jogo começava a ganhar contornos dramáticos.

Xavi e Puyol, os dois extremos que se encontram nesse time, conferindo-lhe o verdadeiro equilíbrio de um time de futebol: a técnica esmerada, o passe exato, a habilidade do meia por excelência, e a raça, o empenho, a entrega do zagueiro catalão, da cabeça aos pés.

Não aquele equilíbrio fajuto que tanto exaltou nosso treinador nestes anos todos de uma equipe voltada basicamente para a marcação, sem, contudo, dosar na medida exata a criação, a inventiva, o domínio de bola, essas coisa que são o sal do jogo, que lhe dão beleza e versatilidade.

E foi assim que a Espanha envolveu a poderosa Alemanha, nesta semifinal da Copa do Mundo, a partir do instante em que o técnico Del Bosque resolveu iniciar a partida com o canhoto habilidoso Pedro no lugar de Fernando Torres.

Dessa forma, Iniesta e Xavi contaram com um parceiro à altura no toque de bola que é o apanágio desse time, e que nos faz morder de saudade dos tempos em que essa era nossa maior competência.

Carles Puyol é abraçado por Sergio Ramos e Gerard Piqué após marcar

É verdade que, nesse quesito, os alemães sofreram a ausência de Muller, suspenso, um dos seus maiores destaques nesta Copa. Seu substituto, Trochowski, é apenas um bom volante, dedicado, mas de técnica reduzida.

Em consequência disso, Schweistinsteiger, o craque do time, foi o recordista de passes errados, enquanto Xavi, um dos grandes candidatos ao título de melhor da Copa e do mundo, assessorado magnificamente por Iniesta, deitou e rolou no meio de campo.

Assim, Espanha e Holanda fazem uma final inédita, em que, qualquer que seja o vencedor, será campeão mundial pela primeira vez na vida, passando a integrar o exclusivo grupo histórico de Brasil, Itália, Alemanha, Argentina, França e Inglaterra.

Dois times que, ao contrário do Brasil de Dunga, enfatizam o toque de bola, o drible, a invenção da jogada inesperada, o ataque, sem, contudo, abdicarem da defesa, que isso é essencial.

Tanto que, por exemplo, a Espanha exibe uma das melhores, se não a melhor, dupla de zagueiros do mundo – Puyol e Piqué – numa combinação medida de força e técnica. Pois, se Puyol, o herói da jornada, é, sobretudo, empenho, não nos esqueçamos que foi, de origem, um lateral-direito ofensivo e de boa técnica, enquanto Piqué é o exemplo acabado do zagueiro de porte elegante, passe especial e muita fibra.

Espanha e Holanda, quem ganhar levará com orgulho a taça, assim como teria sido se o destino tivesse escolhido a Alemanha, nesta semifinal.

São três times que praticam o verdadeiro futebol, onde arte, engenho e competitividade se equilibram em todos os setores.

O resto é papo ignorante dos treinadores que não sabem sequer o que é o futebol.

Notas relacionadas:

  1. E A COSTA DO MARFIM?
  2. DOIS JOGAÇOS À VISTA
  3. O CIVILIZADO MANO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , ,

domingo, 16 de maio de 2010 Campeonato Brasileiro, Futebol internacional | 20:45

TIMÃO, LÍDER

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O grande feito da rodada. Sem dúvida, foi a vitória do Corinthians sobre o Grêmio, em pleno estádio Olímpico: 2 a 1, gols de Ralf. de cabeça, Souza, em lambança da defesa, e Maylson.

Esse mesmo Corinthians, que resolveu voltar ao esquema com três atacantes, e que começa a recuperar sua pose, a ponto de ocupar hoje a liderança do campeonato.

Já o São Paulo, com seus três zagueiros e um time misto, levou de 2 a 1 do Botafogo no Morumbi, depois de ter aberto o placar com Léo Lima, de cabeça. Mas, o Bota virou, com o beque Antoio Carlos e Renato Cajá, no finzinho do jogo.

Por sua vez, o Santos, na Vila, não conseguiu ir além do empate por 1 a 1 com o Ceará, quando o que se esperava era um show do meninos. Mas, não foi, embora o Peixe tivesse o domínio absoluto do jogo, e Ganso executasse uma dúzia de jogadas de altíssima classe, coisa de derreter o coração de um monge de pedra, quanto mais de Dunga.

O Ceará, porém, exerceu marcação rigorosa, abriu a contagem e resistiu bravamente à pressão do Santos, que diminuiu com pênalti cobrado por Neymar, que, por sua vez, perdeu outro, em seguida.

Por fim, o Palmeiras, em São Januário, escapou de uma derrota, mas não foi além de um empate por 0 a 0, placar que espelha exatamente o que foi o jogo: uma chatura, sem momentos de emoção, nem chutes a gol, de parte a parte.

Grande mesmo, foi o Inter, que perdia por 2 a 0 do Goiás, e virou para 3 a 2 . com seu time reserva e graças aos disparos certeiros de Walter.

Com tudo isso, o Corinthians assume a liderança do Brasileirão, o que é animador para o Timão, mas nem um pouco decisivo, já que o campeonato mal começou.

Pedra 90

Pedro, tu és pedra. Pedra 90. Pelo menos, foi assim o menino Pedro, que, na rodada final do campeonato espanhol, recebeu a bola pela esquerda, driblou o marcador e cruzou para Prieto jogar contra suas próprias redes. Em seguida, pela direita, Pedro recebeu passe exato de Messi e tocou por baixo das pernas do goleiro do Valladolid para fazer o segundo gol, aquele que já garantia, de sobra, o título para o Barça.

Isso, logo depois de o Barça ter sofrido os primeiros minutos de jogo sob pressão do adversário, em pleno Camp Nou. Mas, aos poucos, retomou seu domínio à base daquele toque de bola hipnótico, comandado por Xavi, e iniciar a goleada que se completaria com dois gols espetaculares de Messi, esse craque incomparável. Enquanto isso, o Real não ia além de um empate por 1 a 1 com o Málaga, o que lhe permitia celebrar o vice-campeonato, se tanto.

No outro campeonato decidido na última rodada, a Inter levou, mais uma vez a taça, vencendo o Siena por 1 a 0, gol do argentino Milito, como sempre, enquanto a Roma ganhava por 2 a 0 do Chievo, Mas, para nós, o grande feito foi a vitória do Milan sobre a Juve, um clássico italiano, por 3 a 0, com direito a dois gols e uma exibição de gala de Ronaldinho Gaúcho, aplaudido em pé pela torcida milanista.

Aliás, aplaudido em pé também foi o nosso Leonardo, que o Duce da Lombardia, Sílvio Berlusconi, dispensara dias antes. Leo é um desses raros casos de jogador estelar que, como cartola e técnico, revelou-se de extrema competência. Será devidamente reconhecido com o tempo.

Notas relacionadas:

  1. REFUNDANDO O VASCO
  2. O DOMINGÃO E OS DIABOS CAMPEÕES
  3. INTER E TUTTI QUANTI
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 31 de março de 2010 Sem categoria | 18:34

SHOW DO BARÇA: 2 A 2

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Foi um show de bola do Barça. Resultado: 2 a 2. Futebol é assim mesmo. Não seria nenhum exagero dizer que o Barcelona poderia ter metido 4 a 0 no Arsenal, em pleno Emirates Stadium, antes mesmo dos 20 minutos de bola rolando. Gols perdidos por definidores por excelência – Ibrahimovic, Messi, Xavi e parceiros.

Falo de chances cara a cara, em que o goleiro espanhol Almunia foi um portento, embora a maioria das finalizações tenha sido disparada em sua direção.

Basta dizer que, aos 16 minutos do primeiro tempo, o Barcelona já havia desferido quinze chutes ao gol de Almunia, enquanto o Arsenal só chegaria na meta adversária aos 23 minutos.

Percebendo o domínio absoluto do Barça, o técnico Arséne Wenger, aproveitou a contusão do atacante Arshavin para colocar um volantye a mais em campo, Eboué. E, depois, o nosso Denílson. Mas, nem deu tempo para que essas substituições surtissem efeito, pois, aos 20 segundos da etapa final, Ibrahimovic, aproveitando passe magistral de Piqué, lá de trás, encobriu o goleiro e abriu a contagem.

E, aos 13, o mesmo Ibrahimovic ampliaria, em cavadinha genial de Xavi, que jogou muito, como de hábito. E olhe que o Barça não reduziu a marcha por causa dos 2 a 0. Ao contrário: continuou criando e perdendo chances, até que Walcott, um pontinha esperto e driblador entrasse para fazer o primeiro gol dos ingleses, em bela escapada pela direita.

Por fim, numa bola alçada para a área catalã, Puyol comete pênalti em Fabregas, à meia-boca, que a própria vítima converte num chute reto, no meio do gol, já aos 38 minutos.

Como se vê, pelo andar do placar, jogo emocionante, como só poderiam oferecer esses
Dois exemplos bem acabados do futebol ofensivo e de bola tocada.

Placar injusto para o Barça, é verdade, mas solidário ao futebol praticado pelo Arsenal. E, no fim das contas, promissor para o Barcelona, que faz a segunda em casa com a vantagem de ter marcado dois gols no campo inimigo.

Quanto ao Inter, teve maior domínio da bola e dos espaços sobre o CSKA, mas terá de decidir a vaga em Moscou, neste início de primavera que ainda é gelado por lá. E a vitória foi modesta – 1 a 0, gol de Milito, em passe do holandês Snejider, o cérebro da equipe de Mourinho.

Notas relacionadas:

  1. GOSTO DE MEL INGLÊS
  2. DIABOS, SÓ 1 A 0?
  3. SURPRISES!
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sábado, 19 de dezembro de 2009 Futebol internacional | 17:56

BARÇA, O MELHOR

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Como diria a imortal Aracy de Almeida, não resta a menor dúvida: o Barça é o melhor time do mundo, na bola e nos títulos. Nos últimos dois anos, levou seis títulos nacionais e internacionais e tem na lista dos melhores do mundo três de seus craques inigualáveis: Xavi, Iniesta e Messi.
 
Quer dizer: impera, coletivamente e individualmente. E acaba, neste sábado, de se sagrar campeão do mundo, diante do Estudiantes, por 2 a 1, na prorrogação. Mas, embora não tivesse aplicado aquele toque bola hipnótico de hábito, pois os argentinos foram ferozes na marcação, foi superior ao adversário, do início ao fim, mesmo tomando o gol inicial, de Boselii, de cabeça, em cruzamento preciso de Diaz, aos 38 minutos do primeiro tempo.
 
Desarticulou-se por alguns instantes, mas voltou para o segundo tempo mais ligado, sobretudo pela entrada do menino Pedrito Rodriguez no lugar de Keita, um tanto disperso.
 
Eis que o Barça acelerou seu jogo, e Pedro, no encerrar da partida, empatou, levando o jogo para a prorrogação, onde Messi definiu o placar.
 
Campeão da Espanha, campeão da Liga Espanhola, campeão da Copa do Rei, campeão da Liga dos Campeões da Europa, campeão da Europa, de que precisa esse Barcelona encantado para provar ao mundo dos medíocres pragmáticos de que é possível jogar bonito e ganhar?

Charge de Milton Trajano

Charge de Milton Trajano

Notas relacionadas:

  1. OS MELHORES, SOFRENDO
  2. E DEU BARÇA, POR JUSTIÇA
  3. BARÇA, O MAIOR!
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , ,