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Posts com a Tag Venezuela

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011 Libertadores | 15:16

TUDO AZUL NA TOCA

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Dos quatro brasileiros que iniciam a semana da Libertadores, só o Cruzeiro caminha leve e solto para a Venezuela, levando em sua bagagem as duas estrondosas vitórias iniciais sobre Estudiantes e Guarani do Paraguai para enfrentar o Tolima, de tão sinistra lembrança para a Fiel.

Não só por isso, mas, sobretudo, porque o time parece ter achado sua melhor formação, como comprovou na vitória sobre o América TO, pelo Mineirão por 2 a 1, embora sofresse para chegar ao segundo gol.

E, mais uma vez, o menino Wallyson mostrou que está encantado: oito gols em quatro jogos, meu!

Mas, a viagem é longa e encardida. E a Raposa precisará ser muito esperta para manter essa campanha cem por cento obtida até agora.

Grêmio

Depois da brilhante vitória do Grêmio sobre o Cruzeiro gaúcho, por 4 a 2, com três gols de Borges – o que lhe deu vaga na final do Gauchão contra o Caxias -, Renato Gaúcho rasgou elogios ao futebol de Douglas, o Maestro, como passou a ser chamado no Sul.

E é com esse moral que o Tricolor gaúcho espera o León de Huánuco, no Olímpico, quinta-feira.

Com Douglas metendo aquelas bolas e Borges voltando a acertar o pé, dificilmente o Tricolor terá maiores dificuldades para seguir animado em frente na Libertadores.

Fluminense

Ah, o Flu… Esse, que carrega o peso de ainda não ter vencido na Libertdaores, mesmo jogando em casa, somado ao vexame da desclassificação nas semifinais da Taça Guanabara para o modesto Boa Vista, terá de encarar, na quarta, o América e altitude da Cidade do México.

Muricy, que deixou sua marca como jogador e técnico por lá, descarta os problemas  fisiológicos causados pelos dois mil e poucos metros de altitude. Preocupa-se, porém, com a velocidade da bola, maior em lugares de ar mais rarefeito, claro.

Mesmo assim, acha que em dois dias dá para superar essa questão.

De qualquer jeito, se confirmadas as suspeitas dos setoristas nas Laranjeiras, o Flu vai mais do que fechadinho, com três zagueiros de ofício e mais dois volantes. E, sem Fred, ainda contundido.

Não vai ser fácil. E uma derrota lá pode praticamente tirar o Flu da fase seguinte da Libertadores, o que, sem dúvida, provocaria um rebuliço nas Laranjeiras, cujos aristocráticos salões parecem ter se transformado em verdadeiros becos de intriga.

Santos

Por fim, o Santos, que vem de tantas desventuras recentes, culminadas com a demissão do técnico Adílson Batista, recebe na quarta-feira o Cerro Porteño na Vila.

E o que, em princípio é uma arma peixeira – o mando de campo -, poderá se transformar num tiro no próprio pé. Pois, se o time não pegar no breu, sob o comando interino de Marcelo Martelotte, o Alçapão da Vila se abrirá, rapidamente, engolindo o Peixe e suas esperanças de continuar vivo na competição.

Mas, algo me diz que esse time começará a se recuperar a partir de agora, caso Marcelo retome o caminho trilhado por Dorival Jr.,colocando em campo um time ofensivo e identificado com o exigente torcedor santista.

Algo assim, digamos: Rafael; Pará, Edu, Durval e Léo; Arouca, Danilo e Alan Patrick; Maikon Leite, Zé Love e Neymar.

Mas, em casos como esse, tudo fica muito imprevisível.

Aliás, a propósito da saída de Adílson, leio que o Santos está pensando em Ney Franco. Ótimo nome. Mas, duvido que ele deixe agora seu cargo de treinador das bases da Seleção Brasileira.

Pelo papo que tivemos outro dia, Ney não só está muito animado com as perspectivas que esse trabalho lhe oferece como ainda por cima é gato escaldado quanto as relações dos treinadores com os clubes de futebol brasileiros.

Melhor mesmo é a diretoria santista sossegar o pito, e ir deixando Marcelo Martelotte, que me parece um sujeito centrado, tocar o barco até que um novo messias surja no horizonte praiano.

Notas relacionadas:

  1. CÉU AZUL
  2. TODOS FORA
  3. GOLEADA AZUL
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , ,

sexta-feira, 12 de novembro de 2010 Campeonato Brasileiro, Copa Sul-Americana, Seleção Brasileira | 03:03

JOGO FATAL

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Eis um jogo que será fatal para um dos dois, se não o for para ambos.

Sim, porque um empate entre Corinthians e Cruzeiro, combinado com uma vitória do Fluminense sobre o Goiás, deixará o Tricolor carioca com uma das mãos na taça, na reta final da disputa pelo título.

Portanto, não é de se esperar um daqueles confrontos ranhetas, reticentes, repletos de faltinhas no meio de campo e cheios de dedos dos dois treinadores com vistas a evitar o gol do adversário mais do que realizar os seus.

E, tanto Corinthians quanto Cruzeiro têm bala na cartucheira para disparar ataques arrasadores um sobre o outro, o tempo todo. A começar pela potência de seus respectivos meio de campo, Ali se concentram o que de melhor há em cada um deles, sem falar nos ataques, reforçados pela volta de dois titulares afastados há um bom tempo: Wellington Paulista, no Cruzeiro, e Jorge Henrique, no Corinthians.

Wellington, pelo visto, deverá já entrar em campo de início. Já a Jorge Henrique, recuperado antes do prazo previsto, haverá de faltar ritmo de jogo e fôlego para cumprir suas múltiplas funções habituais no Timão, o que sugere um banco esperto, de onde sairá em caso de extrema necessidade.

O Corinthians leva a vantagem de jogar num Pacaembu desde já lotado pela Fiel em delírio. Mas, essa Raposa é ladina, gente…

Verde que te quero verde

Os dois Verdões se enfrentarão na semifinal da Copa do Brasil, depois das vitórias do Palmeiras sobre o Atlético, na quarta, e do Goiás sobre o Avaí, em plena Ressacada, na noite seguinte.

Vitória um tanto inesperada, com aquele gol solitário de Rafael Moura, que ainda se permitiu a desperdiçar mais duas chances claras, pelo menos, para ampliar o placar. E olhe que o empate classificaria o Avaí, que vive seu inferno astral.

E o que era apenas uma espécie de humor negro começa a desenhar como uma possibilidade, caso o verde de Goiás elimine o verde paulista: um dos representantes brasileiros na próxima Libertadores estará disputando a Segundona do campeonato nacional.

Copa América

O sorteio de grupos da Copa América, a ser disputada na Argentina nos reservou como adversários iniciais Paraguai, Equador e Venezuela.

Moleza, fosse em tempos passados. Mas, os tempos são outros. Tão bizarros que o mapa dessa disputa, o antigo Campeonato Sul-Americano, consegue o prodígio (o que a grana não faz!) de inserir no nosso continente o asiático Japão e o norte-americano México.

Contudo, apesar do nivelamento geral, com devidas graduações, a dureza maior nesse grupo parece ser mesmo o Paraguai, como de hábito. Como o Equador não poderá contar com seu principal aliado – a altitude de Quito -, e a Venezuela, por mais que tenha evoluído, ainda acendeu a luz de perigo permanente, nossa passagem para a próxima fase dependerá tão somente de nós.

Notas relacionadas:

  1. ÊTA JOGO BOM DE SE VER
  2. PET E RONALDO, O SAL DO JOGO
  3. JOGO UM POUCO MAIS DECISIVO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , ,

quarta-feira, 14 de outubro de 2009 Seleção Brasileira | 21:48

SEM FESTA, NEM CHORO

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Não foi a festa que Campo Grande esperava, mas também não foi nenhuma tragédia, esse empate sem gols do Brasil com a Venezuela, no estádio Morenão.

Em outros tempos, um placar desses, em qualquer campo, seria tratado como mácula indelével na alma do futebol brasileiro. Mas, hoje em dia, com o evidente progresso da Venezuela dentro das quatro linhas, sem, contudo, atingir um patamar superior no palco sul-americano, acaba sendo até aceitável, nas circunstâncias em que ocorreu; o Brasil classificado com folga e tal e cousa e lousa e maripousa.

Mas, nem é por isso. É, sobretudo, porque, depois de um primeiro tempo deplorável, a nossa Seleção praticou um bom jogo, no segundo, principalmente a partir da expulsão (justa) de Miranda, que deixou o braço no rosto do adversário, por mais incoerente que isso possa parecer.

O fato é que passamos o tempo restante no campo inimigo, metemos duas bolas no poste venezuelano, em cabeceio de Gilberto Silva e colocada de Kaká, e pudemos ver alguns sinais muito positivos emitidos por Alex e Diego Tardelli, nos poucos minutos em que estiveram em ação.

Alex, sobretudo, pois entrou na lateral-esquerda, no lugar de Felipe Luís, que estreou muito timidamente.

Pena que ambos não tivessem entrado desde o início, já que são raras as chances de Dunga observar alguém além da turma já testada desde o início de sue trabalho.

Mas, enfim, vamos em frente.

FESTA DE MARADONA

Mais charges no blog do Milton Trajano

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Festa mesmo quem fez foi Maradona e seus parceiros, depois da agoniada classificação para a Copa do Mundo, quando a Argentina bateu o Uruguai, em pleno estádio Centenário, por 1 0, gol de Bolatti, no finzinho da partida.

O jogo foi tecnicamente muito fraco. Mas, não se poderia esperar o contrário, naquele clima tenso criado antes da partida. Todos – argentinos e paraguaios, técnicos, torcidas, até a bola – estavam com o coração na boca. Todos, menos um: Verón, que, com talento e ciência, deu o tom de sua equipe, suprindo inclusive a falta de harmonia habitual do time de Maradona.

É nesses momentos que o craque revela sua real grandeza.

Notas relacionadas:

  1. MÁRIO E OS DEUSES DO FUTEBOL
  2. NERVOS NO BICO DA CHUTEIRA
  3. DUNGA NO RUMO CERTO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , ,

terça-feira, 13 de outubro de 2009 Seleção Brasileira | 18:00

HORA DE TESTAR

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O jogo contra a Venezuela não vale nada, a não ser que Dunga resolva fazer as experiências básicas para balizar suas decisões sobre o time final para a Copa.

Por exemplo, talvez seja a última chance para nosso treinador testar alguns dos recém convocados em condições adequadas, já que Diego Souza, um deles, entrou numa fria lá nas alturas de La Paz.

Nem sei se Diego Souza seja mesmo o nome indicado para ser o reserva de Kaká, ou seu parceiro, como segundo meia da Seleção. Todo indica que sim, mas, só vendo mesmo na prática.

Há ainda Alex, em quem boto fé, pelo fato de ser mais dinâmico e canhoto, um estilo de que carecemos ali entre o meio de campo e o ataque.

Por fim, Diego Tardelli, um atacante diferente dos dois cenroavantes relacionados – Luís Fabiano e Adriano. Mais fluido, hábil, capaz de invenções que escapam aos outros dois, e veloz, é o típico jogador de que não abriria mão no elenco para a Copa. Sobretudo, porque, nas poucas oportunidades que teve, demonstrou nem estar aí com o peso da amarelinha.

Mas, Dunga, que acumulou série incrível de invencibilidade antes da derrota para a Bolívia, provavelmente, não queira arriscar mais do que o mínimo nesse jogo de Campo Grande, e a tendência é que tenhamos a Seleção habitual no gramado, com as mudanças decorrentes do andamento da partida.

ESTAMOS NA FINAL

A Seleçãozinha, que segue invicta no Mundial, bateu a Costa Rica, time que havia massacrado por 5 a 0, na abertura do torneio, por 1 a 0 apenas.

A propósito, me desculpe, mas não resisto: 1 a 0, gol espírita de Alan Kardec, que disparou da linha de fundo, sem ângulo, por sobre o goleiro adversário.

Não, não foi no sufoco, jogo renhido e tal e cousa e lousa e maripousa. O Brasil simplesmente teve pleno domínio da bola e dos espaços – cerca de 70 por cento de posse de bola – de cabo a rabo, e não sofreu mais do que dois ataques dos inimigos, conjurados pelo excelente goleiro Rafael, terceiro reserva do Cruzeiro.

É verdade que não criamos muitas chances claras de gol, apesar da flagrante superioridade brasileira.

Mesmo porque a Costa Rica plantou-se na retranca do início ao fim. E o Brasil soube, como das vezes anteriores, jogar o jogo necessário: muita paciência, controle de bola, trocas constantes de passes, sempre à espera de um vacilo do inimigo que lhe permitisse dar o bote fatal.

Aliás, bem ao estilo da escola brasileira de jogar bola, com técnica, habilidade e ciência.

Agora, na final, toca-nos Gana, um jeito de jogar diferente dos demais adversários até aqui: mais plástico, ofensivo e veloz.

Acho que dá, mas não é nada garantido.

Notas relacionadas:

  1. HORA DA CONFIRMAÇÃO
  2. BRASIL NAS ALTURAS
  3. A VEZ DE DIEGO SOUZA
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , ,