Publicidade

Posts com a Tag Tricolor

sexta-feira, 29 de outubro de 2010 Campeonato Brasileiro, Clubes brasileiros | 00:09

NOITE TRICOLOR

Compartilhe: Twitter

Apesar de tantos desfalques, o Fluminense conseguiu assegurar a liderança do Brasileirão, e só a dividirá com o Cruzeiro se a Raposa, em Prudente, fizer uma diferença de dez gols. Convenhamos…

E olhe que esses 2 a 0 do Flu foram sobre ninguém menos do que o Grêmio, o campeão do segundo turno até aqui, time que vinha de nove jogos invictos, jogando muito bem, e com Jonas, o artilheiro do campeonato, além de ter sido vítima de erro fatal do juiz: foi pênalti claro de Leandro Eusébio sobre Jonas.

Aliás, o Grêmio colocou em campo todas essas vantagens, dominou cerca de dois terços da partida, criou as melhores chances, mas não conseguiu enfiar a bola nas redes do Flu, que resistiu com vigor e contra-atacou com manha. Isso, sem falar no talento de Conca, que abriu o placar com um golaço de fora da área e o fechou com um toquinho de segurança, na conclusão de Washington.

Esse era mesmo o jogo-chave. Não só para o Flu com vistas ao título, como para o Grêmio, de olho numa vaga da Libertadores.

Vaga, por sinal, em direção da qual o São Paulo deu um passo significativo ao bater o Furacão, na Arena de Barueri, por 2 a 1. Um passo, não. Dois, pois ao vencer, superou Atlético PR e Grêmio, nessa corrida paralela do Brasileirão.

E o fez com sobras, no segundo tempo, embora sofresse no primeiro, com o empate por 1 a 1. Mas, na etapa final, ao trocar o volante Casemiro pelo meia Marlos, o Tricolor desembestou a criar chances claras de gol, o que, se convertidas, lhe teria deixado com muita folga no placar.

Mas, isso não é tudo. Essas seis rodadas pela frente têm a densidade de uma eternidade, gente.

Notas relacionadas:

  1. TOQUE TRICOLOR
  2. NOITE TRICOLOR… E AZUL
  3. A RAPOSA E O OSSO DURO TRICOLOR
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , ,

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010 Libertadores | 23:11

O ÚNICO DERROTADO

Compartilhe: Twitter

E o São Paulo acabou sendo o único brasileiro a perder nesta rodada da Libertadores. Pudera! Afinal, foi o que enfrentou a mais dura tarefa dentre todos: além de todas as adversidades que se abateu sobre o clube nos últimos dias, desde a derrota para o Palmeiras, pelo Paulistão, tinha de encarar o Once Caldas, lá na toca do inimigo.

Pois, apesar disso tudo, até que o Tricolor, na bola rolando, se saiu bem. Jogou sem medo e com equilíbrio, abriu a contagem com Rogério Ceni, em cobrança de falta, e criou umas quatro chances (três delas com seu artilheiro Washington) para marcar.

Deu-se mal foi no placar: 2 a 1 para o Once Caldas, que virou o jogo numa lambança de Marcelinho Paraíba e numa jogada sensacional de Moreno, que varou toda a defesa brasileira, numa arrancada prodigiosa desde seu campo.

Foi, pois, uma derrota, amarga como todas, mas não uma tragédia.

COPA DO BRASIL

Quem, contudo, cumpriu sua missão com louvor foi o Palmeiras, que ensacou o Flamengo do Piauí, no Palestra Itália, no jogo da volta da Copa do Brasil. Nem tanto pela goleada de 4 a 0, mas, sobretudo por recuperar emocionalmente jogadores como Marquinhos e inserir o novato Ivo, que já ganhou o apoio da sua exigente torcida em dois lances vitais.

Contudo, o Vasco decepcionou, ao empatar em casa com o Sousa da Paraíba, por 0 a 0. Teve o controle da partida, é verdade, mas um domínio inócuo, sem profundidade, nem emoção. Segue, porém, na competição, que, pelo atual cenário em São Januário, deveria merecer mais atenção e empenho do time.

Já o Santos foi a Campo Grande e não conseguiu eliminar o jogo da volta pela Copa do Brasil diante do Naviraiense, ao vencer por apenas 1 a 0, gol de Marquinhos. Fracasso? Devagar com o andor, minha gente. Afora ter sido o Naviraiense heroico na entrega à marcação e outros bichos, o campo uma pista de obstáculos para a bola que não rolava dois centímetros. Mesmo assim, o Santos acumulou uma dúzia de chances perdidas, seja por finalização errada ou defesa do goleiro Aldo, o nome do jogo. Acontece nas melhores famílias.

BARÇA E RONALDINHO

O Barça, o melhor time do mundo na atualidade (aliás, já há um bom tempo) não conseguiu ir além de um empate por 1 a 1 com o Stuttgart, na casa do inimigo. Mas, o que chama a atenção é essa capacidade que tem o Barça de não se alterar nunca diante da adversidade. Mesmo perdendo por 1 a 0 e sofrendo prussiana pressão dos alemães, manteve a bola no chão, a proverbial troca de passes, chegou ao empate e por pouco não virou o jogo. Foi sua pior partida na temporada, e mesmo assim leva para o Camp Nou a vantagem do empate por 0 a 0, sem falar na perspectiva mais sensata: em casa, vencer, como sempre.

Não vi o jogo, apenas os gols. Portanto, não posso assegurar que Ronaldinho Gaúcho cumpriu diante da Fiorentina performance exemplar. Só posso falar do que vi. E o que vi foi, mais uma vez, um Ronaldinho Gaúcho decisivo na vitória do Milan por 2 a 1.

Notas relacionadas:

  1. SELEÇÃO, PAULISTÃO E GRÊMIO
  2. DUPLAS ARTILHEIRAS
  3. AS ESTREIAS DE FLA E TIMÃO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , , , , , ,

segunda-feira, 19 de outubro de 2009 Sem categoria | 17:01

A PERPLEXIDADE DE MURICY

Compartilhe: Twitter

Depois da derrota para o Flamengo, Muricy não estava nem divertido, nem malcriado. Parecia, isso, sim, perplexo diante do que vem ocorrendo não apenas com seu time, mas com a maioria dos postulantes ao título, neste momento.

Quando parece que este ou aquele vai engrenar, patina ou reflui. E olhe que ainda falta cerca de 1/4 do caminho a ser percorrido, como em adverte um dos nossos bloguistas aí embaixo.

Mas, se os que estão lá em cima, com exceção do Galo, que parece ter retomado impulso com a volta de Tardelli e a integração de Ricardinho na equipe, andam escorregando além da conta, outros vêm de posições inferiores, num crescendo ameaçador. São os casos de Flamengo e Cruzeiro, dois clubes de imensa tradição e bola respeitável nos padrões atuais do nosso futebol.

Ah, sim, e o Grêmio, que, se não embalou ainda, poderá fazê-lo a partir do clássico de domingo, contra um Inter, que continua o mesmo, apesar da troca de técnicos: uma no cravo, outra na ferradura. Uma eventual vitória sobre o rival antigo, lá no Sul, em geral vale por um campeonato, conferindo força moral extra ao vencedor.

Dando uma espiada por cima na próxima rodada, de qualquer forma, o Palmeiras surge como o grande favorito, diante de um Santo André caindo pelas tabelas. Joguinho, portanto, perigoso, pois, em caso de derrota, embora o Verdão não deva perder a liderança, corre sério risco de entrar em crise emocional que se refletirá decisivamente nas rodadadas subsequentes.

Outro verde que tem tudo para estancar a queda é o Goiás, que pega o lanterninha do campeonato, Flu, em casa. Mas, o Tricolor está dando o sangue para fugir do rebaixamento. Portanto, não são favas contadas.

Já o Galo, animado e atuando no Mineirão, mesmo assim não deverá encontrar facilidades diante de um Vitória bem dirigido por Mancini, com Ramón e cia., e que já começa a rondar a zona de classificação para a Libertadores, ao lado de Grêmio e a quatro pontos do Flamengo, o quinto colocado.

Quanto ao Flamengo, em prodigiosa ascensão, pega um Botafogo ainda tentando de afastar da zona de descenso. Mas, é um clássico, como tal…

Situação mais ou menos como a do São Paulo, que vai à Vila enfrentar um Santos que terá de volta o meia Ganso, o que deverá fazer muita diferença no Peixe, que nem vai, nem volta. Só que o Tricolor, embora frequentando ainda o G-4, vem de sucessivas fracassos, ao contrário do Fla.

Como se vê, ao cabo dessa próxima rodada, a perplexidade de Muricy poderá se transformar em confiança, ou em desespero, tudo depende de para que lado a bolinha rolar.

VELHINHOS PIMPÕES

Num futebol que se caracteriza pela incrível capacidade de regeneração, lançando no mercado mundial uma pá de novos talentos, ano após ano, e num tempo em que tanto se louva a força física, a resistência e a velocidade, é de surpreender a legião de velhinhos pimpões que andam dando o tom do Brasileirão.

Aliás, não só aqui: acompanhe o amigo os jogos do Manchester United, líder do campeonato inglês, e se delicie com o desempenho de Ryan Giggs, aquele canhotinho prodigioso, quase quarentão. Há três ou quatro anos, como um Sílvio Caldas da bola (pra quem não sabe, o Caboclinho Querido, um dos quatro maiores cantores populares da nossa história, passou os últimos vinte anos de sua vida dando seu último show e gravando seu último disco), Giggs vem anunciando sua aposentadoria.

Mas, com aquela bola toda e aquele fôlego interminável, como? Giggs, aliás, lembra outro britânico hisórico, uma lenda do futebol inglês: Sir Stanley Matthews, que só foi pendurar as chuteiras depois dos 50 anos de idade. Aliás, com 45 anos de idade, deu um baile memorável, em Wembley, na Enciclopédia do Futebol, nosso incomparável Nilton Santos.

Surpreso? Pois, então, engula esta: meu querido amigo Zé Nogueira, da Rádio Eldorado, celebrou seus 80 anos de idade participando de um daqueles rachas semanais do que restou dos Namorados da Noite, time de artistas e boêmios desta província.

Mas, voltando aos campos tão exigentes do Brasileirão, aí estão Petkovic, Ricardinho, Ramón, Ronaldo Fenômeno, com todas as suaws cicatrizes e excesso de peso, Marquinhos, do Avaí, todos acima dos trinta e alguns beirando os quarenta. E todos brilhando entre tantos búfalos jovens, de força e disposição descomunais.

Perceba o amigo que, com exceção de Ronaldo, todos os demais citados são meias, articuladores de jogadas, função tão desprezada nos últimos tempos no Brasil, pois ainda há quem suistente a impossibilidade de jogadores desse talhe técnico participar pra valer de um futebol de músculos e têmpera tão afiados como os dehoje em dia.

Bobagem, ja que esses caras não jogam com os pés. Jogam com a cabeça, e cérebro, todos nós sabemos, não tem músculos.

Notas relacionadas:

  1. CADA RODADA, UMA ENXADADA
  2. PRA FRENTE, BRASIL!
  3. ENTÃO, FICAMOS ASSIM…
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , , , ,

sábado, 15 de novembro de 2008 Campeonato Brasileiro | 20:01

VIRADA COMOVENTE DO FLU

Compartilhe: Twitter

No mínimo, comovente a virada do Fluminense no Maracanã sobre a Lusa, que abriu a contagem, no primeiro tempo, com um golaço de Edno, esse excelente canhoto que dificilmente continuará no Canindé na próxima temporada: recebeu na meia-direita, cortou Luís Alberto, e tocou com mestria no ângulo direito de Fernando Henrique.

Mas, no segundo tempo, com os meninos Maicon e Tartá entraram nos lugares de Everton Santos e Ratinho, o Flu abriu seus jogo pelas pontas, e o final da história foi aquela virada espetacular: 3 a 1, gols de Washington, Tartá e Romeu, que entrara no final.

Assim, o Tricolor carioca não apenas se manteve à tona, na zona da morte, como dá sinais ao Tricolor paulista que o encontro da semana que vem provocará faíscas.

Notas relacionadas:

  1. FLA, HUMMM…
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , , , ,