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Posts com a Tag Mineirão

sexta-feira, 30 de abril de 2010 Copa do Brasil, Futebol internacional, Libertadores, Treinadores | 00:21

BRILHANTE GRÊMIO

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Esse Grêmio do técnico Silas está conseguindo conjugar aos seus pés o traço heroico tradicional do clube e uma técnica refinada, pouco usual na história gloriosa do Tricolor gaúcho.

E foi assim que o Grêmio, em pleno Maracanã, arrancou uma vitória brilhante diante do Fluminense, na estreia de Muricy nas Laranjeiras com um gol de Jonas e dois de Douglas. Mesmo com um jogador a menos ao longo de todo o segundo tempo, com a expulsão de Rodrigo.

Aliás, Douglas é bem o emblema desse time: um desses canhotos hábeis, de toques, passes, dribles e lançamentos sofisticados, tidos como vadios sem alma, que, na verdade, se desdobram em campo e definem uma partida.

Aquele terceiro gol, em que ele recebeu à entrada da área, limpou dois e tocou no canto, selando a vitória gaúcha, diz tudo.

Vitória amarga

Enquanto não houver um fato novo, essa relação entre torcida e time no Palestra Itália só tende a piorar a situação do Palmeiras quando joga em casa. E o fato novo seria a conquista de um título, feito quase impossível se o time não conseguir jogar tranquilo em casa.

O Verdão venceu o Atlético Goianiense, no Palestra, por 1 a 0, gol de pênalti cobrado por Cleiton Xavier, que voltou à equipe nesta noite de quarta. Mas, restou mais amargor no ar do que alegria.

Péssimo isso.

Três vezes Thiago

O Cruzeiro praticamente definiu sua passagem para aproxima fase da Libertadores, ao bater o Nacional de Montevidéu, no Mineirão, por 3 a 1, três gols de Thiago Ribeiro, esse artilheiro que se alinha com aquela estirpe dos que sabem fazer gol mas sabem também jogar bola.

E bastou um primeiro tempo lancinante da Raposa para definir o placar, maculado pelo gol uruguaio já no segundo tempo.

Pelo que demonstrou nesta noite de quinta-feira, o Cruzeiro vai tomando corpo na hora H.

Venha, Leo

E o Duce da Lombardia, Silvio Berlusconi, chamou Leonardo de teimoso e garantiu a demissão do técnico do Milan em público. Mais uma demonstração da fidalguia e refinamento que marcam a carreira desse cartola-politico italiano. O Flamengo, e a Comissão de Organização da Copa de 2014 esperam nosso Leo de braços abertos.

Notas relacionadas:

  1. VERDÃO NAS ALTURAS
  2. LIBERTADORES, COPA BR E OBINA
  3. CRISE NA LIBERTADORES
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 29 de abril de 2010 Sem categoria | 01:00

HEROICO MENGÃO

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No primeiro tempo, o jogo naufragou no campo encharcado pela chuva inclemente que desabou sobre o Maracanã. E a expulsão de Michael, logo aos 36 minutos de bola afundando, traçou o cenário da fase final: na medida em que  a chuva diminuía, mais crescia o domínio de bola do Corinthians, restando ao Flamengo tentar aquele contragolpe fatal.

E isso ocorreu aos 19 minutos, quando Moacir derrubou Juan na área. Pênalti, que Adriano converteu no gol da vitória, uma vitória heroica, por tudo que cercou o Mengo nos últimos dias e até mesmo no jogo.

Quanto ao Corinthians, que tem tudo para se reabilitar no jogo da volta, faltou-lhe, sobretudo, o principal: a finalização. Tinha a bola aos seus pés, mas não era capaz de criar as chances necessárias. E, quando o fazia, Ronaldo Fenômeno desfazia. Ainda muito fora de forma, Ronaldo não conseguia compensar com sua técnica esmerada. Pensava a jogada, mas era incapaz de realizá-la, até as mais corriqueiras para ele.

Por tudo isso, deveria ter saído em vez de Dentinho, quando Mano Menezes resolveu colocar em campo Jorge Henrique e Iarley. Afinal, com o gramado mais seco e o Fla fechadíssimo, a mobilidade e a habilidade de Dentinho seriam mais úteis do que a imobilidade de Ronaldo.

Tricolor no zero

Bem que o São Paulo poderia ter marcado ao menos um golzinho em Lima. Não só porque o adversário, o Universitário, é bem fraquinho, tecnicamente, e, mesmo sem jogar uma bola deslumbrante, o São Paulo criou três ou quatro boas oportunidades para chegar lá.

A coisa só se complicou um pouco pela expulsão de Richarlyson (mais uma), mas nada que ameaçasse seriamente o São Paulo.

Mesmo porque, dada a fragilidade dos peruanos, o Tricolor não deverá sofrer muito no Morumbi para seguir em frente na Libertadores.

Ah, Colorado…

Essa derrota por 3 a 1 para o Banfield, bom time mas sem nenhuma expressão em Libertadores (aliás, até mesmo no futebol argentino), não estava no cardápio do churrasco colorado.

Mas, nada de desespero. Aquele golaço de Kleber, que acabou expulso depois, vale ouro, pois permite ao Inter obter uma vitória, digamos, por 2 a 0, no Beira-Rio, placar perfeitamente plausível.

Que jogaço!

Como se esperava, pelo perfil dos dois times e de seus treinadores, Galo e Peixe ofereceram um espetáculo de gala num Mineirão em festa.

Ambos buscaram o gol o tempo todo e o resultado foram cinco, num festival de outros tantos perdidos: três para o Atlético, em noite de Diego Tardelli, e dois para o Santos, que, com isso, vai ao Pacaembu, no jogo de volta, de fronte erguida e com muitas chances de passar para a decisão da Copa do Brasil, sim, senhor.

Notas relacionadas:

  1. INVOCANDO O GÊNIO
  2. ENTÃO, FICAMOS ASSIM…
  3. CRUZEIRO E INTER
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , , , , , ,

domingo, 2 de agosto de 2009 Campeonato Brasileiro | 21:10

GALOOOO!

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Foi um jogaço, disputado sobre o fio da navalha, esse entre o Galo e o Coritiba, no Mineirão.

O Galo saiu na frente, com dois gols de vantagem, depois de uma blitz impressionante, em que outros dois ou três foram desperdiçados. Mas, aos poucos, o Coritiba foi se reequilibrando em campo e chegou ao empate, o que deixou no ar a expectativa de que o Atlético, depois daquela brilhante ascensão à liderança, entraria em colapso absoluto após as últimas três rodadas desafortunadas.

Mas o resultado mais significativo, em termos de classificação na tabela, foi a virada, no último instante, do Goiás sobre o Santo André, fora de casa: 2 a 1. É verdade que o goleiro Neneca contribuiu decisivamente para esse placar, mas é inegável que o Goiás, nas últimas rodadas acertou o pé e já ocupa a terceira colocação, para surpresas de muitos.

Mas, o Galo tinha o menino Renan Oliveira em campo. E o garoto recebeu na área, evitou um beque e, de virada, acertou uma bomba no alto do gol adversário, definindo os 3 a 2 que recolocam o Galo na briga direta com o Palmeiras pelo primeiro lugar do campeonato.

Já no Olímpico, o Cruzeiro, depois de abrir a contagem com Wellington Paulista, de pênalti, de repente, se viu privado de dois jogadores expulsos. A partir daí começou a contagem de tempo para se saber de quanto o Grêmio perpetraria a virada, que terminou em 4 a 1, sem sustos para os tricolores gaúchos, que avançam na tabela, enquanto o Cruzeiro segue patinando próximo à zona de rebaixamento.

Notas relacionadas:

  1. INTER, VASCO E GALO
  2. E O GALO TÁ LÁ!
  3. A GANGORRA DO BRASILEIRÃO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , ,

terça-feira, 26 de maio de 2009 Clubes brasileiros, Copa do Brasil, Libertadores | 12:11

LIBERTADORES, COPA BR E OBINA

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A noite desta quarta-feira é de gala e de angústia para três brasileiros na Libertadores: Cruzeiro e São Paulo, que se enfrentam no Mineirão, além do Grêmio, que pega o Caracas, lá na Venezuela.

O Grêmio tem tudo para seguir avante, embora o futebol venezuelano tenha evoluído muito nos últimos anos, mas nem tanto. Lá, talvez, complique a vida do Tricolor gaúcho, que, no Olímpico, é quase certo, garante a vaga.

Já no clássico brasileiro em 180 minutos, um deles cairá fora, nem que seja nos pênaltis.

Certo mesmo é que o Cruzeiro precisa aproveitar seu melhor momento e fazer o placar definitivo no Mineirão, pois o São Paulo, todos sabemos, mesmo jogando muito aquém do exigido, nessas situações costuma ser mais raposa do que a própria Raposa.

Mesmo porque o Cruzeiro ainda terá Ramires, seu principal jogador, nesta primeira rodada do duplo encontro, o que não deverá ocorrer no jogo do Morumbi.

Time por time, o Cruzeiro é melhor – e está melhor – do que o São Paulo. Mas, em decisões como essa é sempre bom deixar os prognósticos fechados numa caixinha dourada.

TIMÃO E INTER?

O Corinthians não terá Ronaldo Fenômeno diante do Vasco, no Rio, pelas semifinais da Copa do Brasil. E isso pesa muito, sem trocadilhos. Em contrapartida, o Vasco não terá Carlos Alberto, seu jogador essencial.

Mas, poderá ter Jefferson, liberado pelo seu departamento médico, reforço inestimável no setor de criação do time.

O Timão está mais escolado e encorpado do que o Almirante ainda em formação. Ganhar, lá, porém, é outro departamento.

Quem não pode, nem deve, perder é o Inter, em casa, para um Coritiba sempre tão oscilante. Tá certo: o Coxa tem os dois Paraíbas que dinamizam seu ataque. Mas, atrás, humm…  

Contudo, o Inter tem muito mais. E precisa aproveitar a chance de contar nesse primeiro confronto com Nilmar, que não deverá estar presente na segunda partida.

OBINA NO VERDÃO

Obina já não tinha mais clima para sobreviver na Gávea. Boa parte da mídia e da torcida rubronegra já estava transformando Obina em chacota, e o artilheiro vivia atroz estiagem de gols. Simplesmente, nenhum neste ano, nem de pênalti, nem quando a bola se lhe rolava faceira na boca da meta, nada, um deserto sem oásis.

Sim, claro, Obina nunca foi, não é, nem será craque, desses que mantêm com a bola aquele diálogo silencioso e íntimo, quase esotérico, que faz o encanto do futebol. É tão-somente um cabra de fibra e vigor, daqueles que rompem na área sempre em busca do gol.

Pois esse tipo de jogador é assim mesmo: conforme a lua, dispara a fazer gols. De repente,  bate a temporada de seca que se estende pelo tempo em que a perda da auto-confiança não seja quebrado por um, dois gols essenciais. O gol é o exorcismo do artilheiro, enfim.

Quem sabe no Palmeiras, sob nova orientação, novos ares, Obina inspire uma golfada de fé em si mesmo e chegue ao outro lado desse deserto árido e cruel. Quem sabe?   

Notas relacionadas:

  1. LIBERTADORES NA FITA
  2. LIBERTADORES, GOLEADAS E…
  3. LIBERTADORES, COPA DO BRASIL E RONALDO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 19 de março de 2009 Clubes brasileiros, Copa do Brasil, Libertadores | 00:08

SÃO PAULO, CRUZEIRO E SANTOS

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Na conta do chá – belo passe de Jean, que Borges, sempre ele, aproveita de canhota no ângulo -, o São Paulo foi a Montevidéu e volta com uma preciosa vitória sobre o Defensor.

De resto, foi aquele tédio de sempre: o Tricolor lá atrás, defendendo-se de um time de qualidade discutível, mal conseguindo trocar dois passes além da sua própria intermediária, Rogério Ceni pegando bolas vesgas, e seja lá o que Deus quiser.

E Deus quer, pelo visto.

Já o Cruzeiro, mesmo sem exibir aquela bola redondinha de hábito, bateu o Sucre por 2 a 0, dois gols de Wellington Paulista. Mas, ali tem, e o Cruzeiro tem muito mais a apresentar.

Enquanto isso, na Copa do Brasil, o Santos, de Neymar e Kléber Pereira pela primeira vez juntos, goleou, mesmo sem exibir um futebol de gala. Mas, o bastante, ao menos, para que o torcedor peixeiro bote fé nesse ataque que ainda dará muito o que falar.

Notas relacionadas:

  1. UM RIO-SÃO PAULO DE MERCADO
  2. GRÊMIO E CRUZEIRO NA LIBERTADORES
  3. SPORT E CRUZEIRO NO TOPO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , ,

terça-feira, 25 de novembro de 2008 Campeonato Brasileiro | 15:50

UMA NAÇÃO DE JUIZES

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Pena que aquele erro grosseiro do Simon, ao não marcar pênalti claro de leo Fortunato sobre Diego Tardelli, tenha se sobreposto ao próprio espetáculo. De tal maneira, que poucos se referem à emocionante e bem jogada partida entre Cruzeiro e Flamengo, jogo de cinco gols e muitas chances perdidas de parte a parte (mais do Cruzeiro, no primeiro tempo).

Aliás, é de se lastimar que, cada vez mais, mídia e público se concentrem na questão da arbitragem, muito além do valor do futebol jogado. Estamos virando uma nação de Arnaldos, Godoys, Marsilhas, citando alguns dos meus queridos juizes dos juizes da tv e do rádio.

Desconfio que essa tendência tenha origem em dois fatores básicos, além de tantos outros, claro: a baixa qualidade técnica em geral do nosso futebol, que leva à valorização absoluta do resultado em si, desprezando os demais componentes de um jogo de bola; e a olho revelador das câmeras de tv, que capta e exibe detalhes impossíveis de o olho humano perceber num lapso de tempo ínfimo.

Assim, os erros dos árbitros assumem dimensões tais que eliminam da alma do torcedor e do olhar da mídia o resto (praticamente tudo).

Até mesmo o simples e racional fato de que, em campeonato por pontos corridos, turno e returno, os erros de arbitragem se diluem entre todos os concorrentes, e, no fim, acaba levando a taça, quase sempre, o melhor.

Uma pena.

Notas relacionadas:

  1. QUE CAMPEONATO É ESSE?
  2. A GIGANTESCA ARMAÇÃO
  3. RAPOSA BAIXOU A GUARDA
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , ,

quinta-feira, 13 de novembro de 2008 Campeonato Brasileiro | 15:57

O PERFIL DO GALO

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Quer dizer, então, que o Vasco soçobrou no Mineirão, diante do Galo?

Peraí! O Vasco realmente jogou muito mal, mas não vale a bela apresentação do Atlético Mineiro, sobretudo no primeiro tempo?

Claro que vale. E vale observar que a recuperação do Galo neste campeonato se deve a um reencontro com sua própria identidade, perdida há tempos. A começar pela ascensão de Marcelo Oliveira a técnico titular.

Marcelo, pra quem não se lembra, foi uma das tantas crias do Atlético nos fulgurantes anos 70. Meia hábil e de intensa participação ofensiva, Marcelo perfilou-se ao lado de Cerezo, Rei Reinaldo, Paulo Isidoro e cia. bela, em campanhas memoráveis do Galo Garnizé à época.

E é esse perfil que o time está redesenhando, com a presença de garotos de futuro promissor, como, por exemplo, esse Renan Oliveira, que acabou com o Vasco no Mineirão.

E esse é o caminho do Galo daqui pra frente.

Notas relacionadas:

  1. INTER, VASCO E GALO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , ,

terça-feira, 11 de novembro de 2008 Campeonato Brasileiro, Copa Sul-Americana | 14:40

INTER, VASCO E GALO

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A rodada desta noite de quarta confunde duas competições: o Brasileirão, com Galo e Vasco, e a Sul-Americana, com o Inter, em Gualajara, enfrentando o Chivas.

No confronto doméstico, o Vasco vai ao Mineirão com uma dose extra de esperança em meio ao temor pelo descenso que ainda ronda São Januário, apesar da escalada cruzmaltina nas últimas rodadas, sem Alex Teixeira, cujo estilo, segundo o técnico Renato Gaúcho, não tem correspondência no elenco. No seu lugar, joga Edmundo, que anda muito susceptível ultimamente.

Já o Galo, praticamente fora da órbita da morte, quer firmar posição, com seu jovem time, afora as exceções Pet e César Prates. É jogo pra se ver.

Quanto ao Colorado, se não terá D’Alessandro, abatido por rango vesgo, conta com a má campanha do Chivas em casa nesta temporada. Como o Inter está de olho firme nessa disputa, a vitória cresce na expectativa geral.

É torcer e esperar. 

Notas relacionadas:

  1. E O SÃO PAULO CHEGOU
  2. PALMEIRAS, BOTA E INTER
  3. A VITÓRIA DO INTER
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , ,