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Posts com a Tag Marcelinho Paraíba

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010 Libertadores | 23:11

O ÚNICO DERROTADO

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E o São Paulo acabou sendo o único brasileiro a perder nesta rodada da Libertadores. Pudera! Afinal, foi o que enfrentou a mais dura tarefa dentre todos: além de todas as adversidades que se abateu sobre o clube nos últimos dias, desde a derrota para o Palmeiras, pelo Paulistão, tinha de encarar o Once Caldas, lá na toca do inimigo.

Pois, apesar disso tudo, até que o Tricolor, na bola rolando, se saiu bem. Jogou sem medo e com equilíbrio, abriu a contagem com Rogério Ceni, em cobrança de falta, e criou umas quatro chances (três delas com seu artilheiro Washington) para marcar.

Deu-se mal foi no placar: 2 a 1 para o Once Caldas, que virou o jogo numa lambança de Marcelinho Paraíba e numa jogada sensacional de Moreno, que varou toda a defesa brasileira, numa arrancada prodigiosa desde seu campo.

Foi, pois, uma derrota, amarga como todas, mas não uma tragédia.

COPA DO BRASIL

Quem, contudo, cumpriu sua missão com louvor foi o Palmeiras, que ensacou o Flamengo do Piauí, no Palestra Itália, no jogo da volta da Copa do Brasil. Nem tanto pela goleada de 4 a 0, mas, sobretudo por recuperar emocionalmente jogadores como Marquinhos e inserir o novato Ivo, que já ganhou o apoio da sua exigente torcida em dois lances vitais.

Contudo, o Vasco decepcionou, ao empatar em casa com o Sousa da Paraíba, por 0 a 0. Teve o controle da partida, é verdade, mas um domínio inócuo, sem profundidade, nem emoção. Segue, porém, na competição, que, pelo atual cenário em São Januário, deveria merecer mais atenção e empenho do time.

Já o Santos foi a Campo Grande e não conseguiu eliminar o jogo da volta pela Copa do Brasil diante do Naviraiense, ao vencer por apenas 1 a 0, gol de Marquinhos. Fracasso? Devagar com o andor, minha gente. Afora ter sido o Naviraiense heroico na entrega à marcação e outros bichos, o campo uma pista de obstáculos para a bola que não rolava dois centímetros. Mesmo assim, o Santos acumulou uma dúzia de chances perdidas, seja por finalização errada ou defesa do goleiro Aldo, o nome do jogo. Acontece nas melhores famílias.

BARÇA E RONALDINHO

O Barça, o melhor time do mundo na atualidade (aliás, já há um bom tempo) não conseguiu ir além de um empate por 1 a 1 com o Stuttgart, na casa do inimigo. Mas, o que chama a atenção é essa capacidade que tem o Barça de não se alterar nunca diante da adversidade. Mesmo perdendo por 1 a 0 e sofrendo prussiana pressão dos alemães, manteve a bola no chão, a proverbial troca de passes, chegou ao empate e por pouco não virou o jogo. Foi sua pior partida na temporada, e mesmo assim leva para o Camp Nou a vantagem do empate por 0 a 0, sem falar na perspectiva mais sensata: em casa, vencer, como sempre.

Não vi o jogo, apenas os gols. Portanto, não posso assegurar que Ronaldinho Gaúcho cumpriu diante da Fiorentina performance exemplar. Só posso falar do que vi. E o que vi foi, mais uma vez, um Ronaldinho Gaúcho decisivo na vitória do Milan por 2 a 1.

Notas relacionadas:

  1. SELEÇÃO, PAULISTÃO E GRÊMIO
  2. DUPLAS ARTILHEIRAS
  3. AS ESTREIAS DE FLA E TIMÃO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , , , , , ,

sábado, 23 de janeiro de 2010 Campeonatos Estaduais, Clubes brasileiros | 22:49

LOVE, LOVE

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Duas vezes Love, na estreia do artilheiro no Flamengo: na primeira, bola que sobra do rebote do goleiro, em disparo de Kleberson; na segunda, escapada do atacante, que dribla o goleiro e só não entra com a bichinha na rede porque essas coisas, hoje em dia, são tratadas como ofensa mortal. Ninguém mais entra com bola e tudo como antigamente. Que pena.

Mas, pelo que consegui ver desse Flamengo 2, Bangu 1, o Rubro-Negro não jogou nem um terço do que será capaz de fazer quando a turma estiver nos trinques. É natural, nestas alturas do campeonato, de lá, de cá, de que quadrante for.

FÁCIL, SÓ NO PLACAR

O São Paulo, ufa!, conseguiu vencer pela primeira vez no Paulistão: 3 a 0 no Rio Claro, em casa. Visto assim, o placar, pode parecer que o Tricolor deslizou diante do adversário, ganhando com certa folga.

Só no placar. No campo, bola rolando, o São Paulo foi vacilante na defesa, inepto na armação e reticente no ataque. Basta dizer que, no primeiro tempo, o nome do time foi Rogério Ceni, que pegou três bolas preciosas, por baixo.

Isso, porque, embora jogando atrás, o Rio Claro era contundente nos contragolpes, sobretudo porque, com quatro volantes de ofício, o Tricolor se embaralhava no meio de campo, o que obrigava Marcelinho Paraíba recuar para a armação, deixando Washington solitário lá entre os beques inimigos.

Essa formação do São Paulo acabou empurrando Hernanes lá para a ponta-direita, só para se ter uma ideia da encrenca. Pois, foi ali que Hernanes abriu a contagem e sofreu o pênalti que Rogério Ceni converteu, no fechamento do placar. Prova de que o futebol está aí para contrariar a lógica do próprio jogo. Tanto, que os melhores momentos do time aconteceram depois da expulsão de Adrián Gonzales.

Cosas del bandoneón
e do futebol.

SANSÃO NA COPINHA

Num jogo emocionante, de alto nível técnico, Santos e Palmeiras empataram por 3 a 3 e o Peixe, nos pênatis, deslizou em direção à disputa da Copinha, no dia de São Paulo, com o Tricolor, que na véspera batera o Juventude, por 2 a 0.

Podia tanto ter dado Verdão quanto Peixe, pois são dois times de se tirar o chapéu. É verdade que o Santos, ao fazer 2 a 0, estava bem melhor. Até que ficou com dez contra onze, e o Palmeiras reagiu, mas tomou o terceiro, para chegar ao empate nos minutinhos finais.
Já o São Paulo, diante do Juventude, na sexta, não sofreu susto algum.

Aliás, pode até perder o título para o Peixe, mas tem sido até aqui, disparado, aquele time que consegue conjugar o maior número de promessas individuais (a bequeira Fabiano e Uvi, o volante Casemiro, Zé Victor, Jefferson, Marcelinho, Lucas Gaúcho, artilheiro do campeonato, e Ronieli) com um jogo coletivo seguro na defesa e sedutor daí pra frente.

BARÇA E ROONEY

O Barcelona, ao bater o Valladolid por 3 a 0, em tarde inspirada de Daniel Alves, encerrou o primeiro turno do Campeonato Espanhol líder e invicto.

E olhe o amigo que foi de três, mas poderia ter sido de seis, pois, só Ibra perdeu três gols feitos, antes de conferir o seu.

Já em Old Trafford, o Manchester goleou o frágil Hull City por 4 a 0, quatro gols de Wayner Rooney, esse espetacular atacante que já deveria merecer uma reverência maior do mundo do futebol. Um gol de cada jeito, diga-se, só para demonstrar toda a sua versatilidade.

Notas relacionadas:

  1. PALESTRA SOBREVOANDO
  2. VERDÃO, INGLESES E MENGO
  3. LOVE E SANDRO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

quinta-feira, 8 de outubro de 2009 Sem categoria | 23:55

NO QUARTEL DE ABRANTES

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E, no fim das contas, o que parecia uma tragédia para o São Paulo acabou sendo apenas uma decepção por não ter aproveitado a chance de se aproximar do Palmeiras, que tropeçou no Palestra diante do Avaí, assim como o Galo levava um sapeca inesperado do Botafogo, no Engenhão, e o Goiás levou de 3 a 0 do Cruzeiro, no Mineirão.

E olhe que o Verdão esteve a pique de perder de um Avaí arrumadinho, leve e incisivo, que chegou a abrir 2 a 0, sob o comando de Marquinhos, um desses veteranos que, ao lado de Marcelinho Paraíba, Ramón e Petkovic, vêm botando tempero especial neste Brasileirão.

Mas, o Palmeiras não é líder por acaso, e foi buscar força lá no seu interior para chegar ao empate e manter-se a uma distância ainda folgada do vice. Mas, não tanto que eventual revirolta esteja fora de questão.

O fato é que, no fim de tudo, apenas o Inter avançou, retomando seu lugar na zona da Libertadores. De resto, tudo ficou como dantes no quartel de Abrantes.

Notas relacionadas:

  1. GARFO NA INCOMPETÊNCIA
  2. CADA RODADA, UMA ENXADADA
  3. O PESO DA LIDERANÇA
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , ,

segunda-feira, 20 de julho de 2009 Campeonato Brasileiro, Ex-jogadores | 16:12

OS TRÊS PARAÍBAS

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Nem sei se os três vêm mesmo lá das terras machas de João Pessoa, Nicodemus Pessoa e Moacir Japiassu, ou se carregam o apodo pelo mau vezo carioca de chamar Paraíba o migrante nordestino em geral, como os paulistas o chamam de baiano.

Só sei que há três Paraíbas comendo a bola nestes campos brasílicos. Dois deles defendem a camisa do Coritiba, que enceta vívida reação, largando a lanterna e ascendendo já às posições intermediárias da tabela do Brasileirão: o eterno Marclinho e o novato Carlinhos.

Marcelinho, que ganhou projeção no São Paulo, fama e fortuna na Alemanha, jogou pela Seleção, passou de passagem pelo Flamengo antes de se firmar no Coritiba, é daqueles canhotos engenhosos, incisivos, que tanto pode jogar aqui atrás armando, quanto lá na frente, agredindo. Ainda outro dia, fez um golaço, metendo de esquerda, da meia direita, quase ponta, na gaveta oposta.

É a mola propulsora da recuperação do Coritiba, sem dúvida. Mas, conta, para tanto, com o empenho e o talento de outro Paraíba, o meia Carlinhos, também canhoto, desenvolto, múltiplo, que já se destacara no Brasileirão passado.

Por fim, o terceiro Paraíba: aquele cabeludo ao estilo Valderrama, que atende pelo nome de Nei e joga no Guarani de tão brilhante campanha na Série B.

Na teoria é o camisa 9 do líder da Segundona. Na prática, é um mutirão. O bicho está em todo o lugar do campo, incansável, hábil e contundente quando se aproxima da área inimiga.

Os três honram o estado que num dia longínquo ousou ser mais solidário do que os demais.

Notas relacionadas:

  1. GRÊMIO, NO RASTRO DO TÍTULO
  2. REFUNDANDO O VASCO
  3. RECUPERAÇÃO GAÚCHA
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , ,