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Posts com a Tag Liga dos CAmpeões

quarta-feira, 6 de maio de 2009 Futebol internacional | 18:33

E DEU BARÇA, POR JUSTIÇA

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No outro jogo da semifinal, o Chelsea, mesmo em casa, plantou-se lá atrás e de lá nunca saiu, mesmo porque, logo aos 9 minutos, Essien, em belo disparo de fora da área, abriu o placar.

Mas, o Barça, apesar de desfalcado de Puyol e Henry, o que obrigou Guardiola a improvisar, impôs seu toque de bola, dominou o jogo de cabo a rabo, e chegou ao empate fatal já nos descontos, com tiro certeiro de Iniesta, da entrada da área.

Assim, teremos os dois melhores times do mundo em confronto nas finais da Liga dos Campeões. Qual o melhor? Confesso que não sei. Só sei que são dois times que apostam na técnica, na habilidade e no jogo ofensivo, verdadeira redenção do futebol como um todo, lá e cá.

Mas, se quisermos fazer um cotejo entre jogador por jogador de Manchester e Barcelona, chegaremos a este cominado: Van der Saar; Dani Alves, Ferdinand, Vidici e Evra; Xavi, Iniesta e Wayne Rooney; Messi, Eto’o e Cristiano Ronaldo. Por esse placar: 6 a 5 para os Diabos Vermelhos. Com a bola rolando, porém, a história é outra.

Notas relacionadas:

  1. BARÇA, MILAN E OS DIABOS
  2. OS MELHORES, SOFRENDO
  3. GOLEADA DO FUTEBOL NA LIGA
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , ,

terça-feira, 5 de maio de 2009 Futebol internacional, Libertadores | 23:53

O PRIMEIRO PASSO DO VERDÃO

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O Leão Encantado entrou na arena farejando o campo minado, e, em vez de atacar sua presa no Palestra Itália, preferiu proteger-se apenas, guardando energias para a ronda seguinte, a se travar no seu próprio covil, a Ilha do Recife, onde é rei.

Assim, coube ao Verdão atirar-se à luta. E, logo, Keirrison meteu uma bola na trave, meta aberta. O mesmo K-9 bate a média distância e a bola passa raspando. Por fim, sofre pênalti de César, que o juiz não deu.  A soma desses três lances emblemáticos do primeiro tempo, por certo. haveria de tocar os nervos do Palmeiras no segundo tempo. 

Afinal o Palmeiras foi dono da bola e dos espaços, mas não conseguira converter essa supremacia em gols. Mesmo processo que se densenvolveria na etapa final, quando os dois treinadores executaram várias trocas de jogadores. Dentre elas, as entradas de Ortigoza e de Mozart nos lugares de Marquinhos e Willians. E Ortigoza, de imediato, deu sinais de que estava ungido, ao penetrar por entre a bem sincronizada zaga do Sport, numa incursão perigosa, embora frustrada.

Mas, o jogo todo haveria de se resumir naquele lance, aos 30 minutos do tempo final, em que Hamilton derruba Ortigoza lá na intermediária, próxima à lateral direita do ataque palestrino, recebe o segundo amarelo e é expulso.

 Por Milton Trajano

Cleiton Xavier, o melhor em campo, bate forte, bola que Ortigoza desvia levemente de cabeça: 1 a 0. Pouco, para o volume de jogo do Palmeiras e, sobretudo, para o que o espera na Ilha do Retiro. mas, justo, pelo empenho e a eficácia do Sport na defesa, ainda que, antes do apito final, mais uma no poste, desta vez, em cruzamento de Mozart para Diego Souza, de cabeça, acertar o pé do poste esquerdo de Magrão.

Bom, para o Palmeiras, mas nada trágico para o Sport, pois este foi apenas o primeiro passo.    

DIABOS, FÁCIL

Em onze minutos, os Diabos Vermelhos, que já tinham a vantagem do 1 a 0 no jogo de Old Trafford, venciam o Arsenal, no Emirates, por 2 a 0, gols de Park e de Cristiano Ronaldo. No primeiro, passe de Anderson para Cristiano na esquerda que cruzou para o coreano aproveitar-se do escorregão de Gibbs na área. No segundo, Cristiano disparou falta recebida por ele mesmo, na intermediária, quase lateral-direita, que Almunia, o goleiraço espanhol do Arsenal aceitou, ao chegar tarde na bola.

Assim, logo de cara o jogo já estava decidido, e o Manchester United nem teve de sair lá de trás, contrariando sua vocação, para manter a classificação à final da Liga dos Campeões da Europa.

E, mais: num contragolpe rápido, Cristiano aumentou para 3 a 0, placar reduzido no fim por Van Persie em cobrança de pênalti.

Agora, é esperar pelo vencedor de Barça e Chelsea para disputar em Roma a taça.

Notas relacionadas:

  1. AH, VERDÃO…
  2. VERDÃO, INGLESES E MENGO
  3. SPORT A LA PALMEIRAS
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , ,

quarta-feira, 29 de abril de 2009 Futebol internacional, Sem categoria | 19:26

DIABOS, SÓ 1 A 0?

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O Manchester teve pleno domínio da partida, mas não foi além de um placar tímido de 1 a 0, gol de O’Shea, creia, o mais opaco de seu jogadores. Pouco para o jogo de volta, pela Liga dos Campeões. Mas, pelo volume de jogo, pelo cotejo de jogador por jogador, só se os deuses estiverem de mau humor, os Diabos Vermelhos deverão deixar de ir à final do torneio.

Manchester United x Arsenal

No primeiro tempo, o Manchester poderia ter disparado três, quatro a zero, pelas chances criadas. Mas, o goleiro espanhol Almunia conjurou todas. Aliás, inexplicável sua ausência na Seleção da espanha, embora Cassilas e Reyna estejam em grande forma. Mas, Almunia tem feito milagres no arco do Arsenal e não é de hoje.

Do outro lado, o grande destaque, em meio a tantos craques, foi o volante Carrick, que, além de cortar todos os contragolpes do Arsenal, que mal chegou à meta de Van Der Saar, ainda por cima fez a jogada, pela ponta-esquerda que resultou no único gol da partida, convertido por O’Shea.

Notas relacionadas:

  1. E MEXERAM COM OS DIABOS…
  2. A MAGIA DOS DIABOS VERMELHOS
  3. BARÇA, MILAN E OS DIABOS
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , ,

terça-feira, 21 de abril de 2009 Sem categoria | 18:22

GOSTO DE MEL INGLÊS

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Desconfio que isso não passa de um complô desses corsários ingleses pra me enlouquecer. A cada rodada, uma vertigem. Outro dia, aqueles tantatalizantes 4 a 4 entre Chelsea e Liverpool, nada menos do que pela fase decisiva da Liga dos Campeões. Agora, esses 4 a 4 entre Liverpool e Arsenal, pelo Campeonato Inglês.

Foi bola lá e cá o tempo todo, sem parar, em altíssima velocidade, tocada com técnica e ciência, e o placar, lá em cima, saltando feito perereca. ra um e pra outro. E, quando tudo parecia decidido já nos descontos, a favor do Arsenal, Fernando Torres empatou outra vez, concluindo mais um empate por goleada.

De quebra, os quatro gols de Arshavin, que chegou a Londres a peso de ouro e sob a desconfiança de todo mundo, até que começasse a disparar seus gols, decorados por jogadas de alta classe.

Ah, sim, pelo que me lembro – e o amigo deve me desculpar se deixei escapar um deles -, todos os gols fruto de jogadas trabalhadas, pé em pé, nada daquelas cobranças de falta, cabeceios inesperados, trombadas ou lambanças atrozes dos zagueiros.

Nada disso, jogo jogado entre dois belos times que, desde o início apostaram no ataque, e, no fim, nos deixaram com gosto de mel na boca.

Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , ,

quarta-feira, 15 de abril de 2009 Futebol internacional | 18:21

GOLEADA DO FUTEBOL NA LIGA

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Mais uma vez, nos últimos anos, os ingleses emplacam três representantes nas semifinais da Liga dos Campeões da Europa, o mais prestigioso torneio continental do planeta: lá estão Manchester United, Arsenal e Chelsea. Isso, porque o cruzamento nas quartas-de-final colocou o Liverpool num mata-mata com seu compatriota Chelsea, o que resultou num jogo de 4 a 4 que sintetizou tudo o que representa esse jogo mágico do futebol.

Nesta quarta-feira, o Arsenal passou fácil, em casa, pelo espanhol Villareal, por 3 a 0, com gols de Walcott, Adebayor e Van Persie, de pênalti, mesmo não sendo aquele time de toque-toque hipnótico que nos acostumamos a ver.

E o Manchester, em evidente fase de baixa, bateu o Porto, no estádio dos Dragões, por 1 a 0, uma bomba de sutil mira, lá do meio da rua, do maior do mundo – o português Cristiano Ronaldo. Quando digo que os Diabos Vermelhos estão em baixa, leia-se em baixa na relação direta com o alto plano por onde flutuou ao longo de toda a temporada. Mas, o suficiente para encarar o Arsenal, nas semifinais, e dar-se bem.

São três ingleses, pois, e um espanhol. Mas, o Barça, que passou pelo Bayern pelo placar agregado de 5 a 1, de Messi, Xavi, Eto’o, Iniesta, Henry e cia. bola vale por dois.

Qual, porém, o segredo desses ingleses? Grana, dirá o amigo mais desatento. Grana, sim, mas, sobretudo, a decisão clara de jogar bola como ela deve ser jogada – com eficiência e arte. Justamente como fazem os catalães, há décadas e décadas.

Notas relacionadas:

  1. FUTEBOL E TECNOLOGIA
  2. FUTEBOL BOM DE SE VER
  3. ROGÉRIO, LIBERTADORES E LIGA
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , ,

terça-feira, 14 de abril de 2009 Clubes brasileiros, Futebol internacional, Libertadores | 18:55

ROGÉRIO, LIBERTADORES E LIGA

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Estamos todos aqui pesarosos com esse desfecho dramático: Rogério Ceni, um dos maiores da história do futebol brasileiro – certamente, o maior da vida tricolor -, que vinha em inusitada fase de oscilações no arco são-paulino, caiu, vítima de um acidente, uma questão pessoal entre o craque e o destino.

Rogério foi operado do tornozelo com êxito, segundo os médicos, e levará muito tempo para voltar aos estádios.

Mas, voltará, não tenha dúvida. Pois, agora, ele tem um crédito extra com seu destino. E vai cobrá-lo, por certo.

Em seu lugar, contra o Indpendiente de Medelin, entra Bosco, que sempre se deu bem nessas situações, diga-se. Por sorte (e, claro, obra do time), o São Paulo pode se dar ao luxo de jogar de fronte baixa em homenagem ao seu ídolo e capitão eterno, pois já está classificado para a próxima fase.

Quem não pode bobear é o Palmeiras, que recebe o Sport, no Palestra Itália., depois da derrota para o Santos, pelo Paulistão. Ao contrário: tem de entrar em campo concentradíssimo e de cabeça erguida para manter-se vivo na Libertadores.

Já ao Leão Encantado basta arrancar um pontinho do Verdão para praticamente garantir sua passagem à próxima fase, o que, diga-se, é bem possível, sim senhor.

Por fim, o Grêmio terá de se virar, com seu técnico interino, para passar pelo Universidad do Chile, lá. Quer saber? Dá, sim, porque o Tricolor, na Libertadores, tem sido outro, como sempre.

LIGA MÁGICA

Isso, sim, é futebol de primeira, tão moderno, eficiente, ofensivo e de belos movimentos, individuais e coletivos, que nos remete aos tempos em que esse era o nosso futebol, não deles lá.

O Barça, que metera 4 a 0 em casa do Bayern, foi a Munique, e, depois de vacilar até o gol de Ribéry, que balançou ao som da Bossa-Nova diante do goleiro e guardou, engrenou.

Messi cumpriu outra exibição de gala e só não repetiu a goleada por acaso. Em compensação, plantou no Allianza Arena uma pequena obra-prima de sincronismo e criatividade coletiva, numa linha de passe executada dentro da área alemã, culminada pelo disparo certeiro de Keita. Um gol que valeu por uma goleada.

No mesmo instante, Chelsea e Liverpool produziam gols a granel na Old Albion, reino do futebol moderno e eterno: 4 a 4, uma sucessão de viradas e reviradas de fazer vibrar um daqueles guardas da Rainha impassíveis.

E, com direito a vários gols de brasileiros, como Fábio Aurélio e Lucas, de um lado, e de Alex (ex-Santos), de outro.

Assim, dá gosto de ver futebol.

Notas relacionadas:

  1. ROGÉRIO, TIMÃO, VERDÃO E DECISÃO
  2. LIBERTADORES NA FITA
  3. FUTEBOL BOM DE SE VER
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , ,

quarta-feira, 8 de abril de 2009 Futebol internacional | 18:31

FUTEBOL BOM DE SE VER

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A rodada da Liga dos Campeões foi, por baixo, lancinante, quando não um colírio para os olhos daqueles que veem o futebol com um olhar mais estético do que simplesmente competitivo.

Esse foi o caso do Barcelona, que recebeu o Bayern de Munique, no Camp Nou, e aplicou-lhe uma sova histórica: 4 a 0, fora as inúmeras chances desperdiçadas. Houve uma – praticamente encerrando o jogo – em que o Barça fez uma linha de passe dentro da área alemã, culminada por disparo certeiro de Messi interrompido quase em cima da risca pela cabeça do companheiro Keita, meta vazia.

De resto, foi uma exibição impecável dos catalães, com todo o extenso repertório de jogadas que lhe pertence: passes, dribles, lançamentos, trocas de bola vertiginosas e inesperadas, enfim, tudo o que manda a mais refinada cartilha do futebol.

Henry e Etoo

Já Manchester e Arsenal, respectivamente, diante de Porto e Villareal, comeram o pão que o diabo amassou. O Arsenal, apesar do domínio no segundo tempo, não foi além de um empate por 1 a 1, e o Manchester, que conseguiu a proeza de virar o jogo no finalzinho, antes do término, levou o empate em casa, o que, somado aos recentes fracos desempenhos, coloca o campeão do mundo em perigo inesperado.

Por fim, a grande surpresa: a vitória por 3 a 1, que refletiu a superioridade no desenrolar da partida do Chelsea sobre o Liverpool, na casa do inimigo. Logo o Liverpool, que vinha numa ascensão prodigiosa. Mas, aqui é sempre briga de cachorro grande.

Notas relacionadas:

  1. BARÇA, O MAIÓ!
  2. VERDÃO, INGLESES E MENGO
  3. DENTINHO, IBRA, BARÇA, OS REDS…
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , ,

quarta-feira, 11 de março de 2009 Campeonatos Estaduais, Futebol internacional | 20:03

INGLESES E CATALÃO

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O que dizer do Manchester sobre a Inter, líder disparado do Campeonato Italiano?

Não fosse a atuação espetacular do nosso goleiraço Júlio César, e os 2 a 0 finais, em Old Trafford, teriam se multiplicado, no mínimo, por dois.

Os Diabos Vermelhos, num jogo renhido, em alguns poucos momentos equilibrados, sobretudo no primeiro tempo, foram sempre superiores – mais sólidos na defesa, mais lúcidos na armação, mais agudos no ataque.

É verdade que se favoreceram por dois gols obtidos logo no comecinho dos dois tempos: Vidic, aos 4 do primeiro, e Cristiano Ronaldo, aos 3 do segundo, ambos de cabeça. Mas, isso também faz parte do extenso repertório do atual campeão do mundo.

Quem se equipara ao Manchester, nesta quadra do futebol mundial, é o Barça, de Messi, Eto’o, Henry e Xavi (como joga bola esse cara, meu!). que simplesmente massacrou o eterno campeão francês, Lyon, no Camp Nou: 5 a 2! E isso é lá placar de Liga dos Campeões?

Quando se trata do Barça, sim, senhor.

PS: Ah, sim, o Arsenal, o mais frágil dos quatro ingleses na disputa, passou pela Roma, nos pênaltis. Até na loteria, os ingleses são beneficiados. Afinal, a sorte é também um tipo de justiça, perversa ou não.

EL GORDITO

Em cada esquina, alguém me pára querendo saber se, assim, de frente, ao vivo, Ronaldo está tão gordo como aparece na televisão. Digo que não.

Quando o bicho chegou ao estúdio do Bem, Amigos do Galvão, eu estava sentado, preso pelo fio do microfone. Ronaldo deu-me a mão e aproveitei, num ato inconsciente, de acompanhar o cumprimento com um tapinha na cintura. Nenhuma gordurinha saliente ali. Claro, o pescoço é hercúleo e a papada proeminente, mas o talhe não me assustou.

Obviamente, está acima do peso para um atleta. Ele mesmo confessa, falando em três quilos de excesso. Pode ser mais, não sei. Só sei que, se não for vítima de lesões musculares, Ronaldo dará ainda muita alegria à Fiel. Mesmo sem ser aquele craque de 2002 e antes.

A VIOLA E MURICY

Muricy avisa que o rodízio está no fim, e que, contra o Mirassol, já terá sua equipe titular. Não aposte todas as a suas fichas nisso, meu amigo. Se a corda apertar, Muricy troca o braço da viola e o Tricolor se recupera, até que tudo volte ao seu padrão preferido. Foi assim ao longo do tricampeonato brasileiro, foi assim neste Paulistão, e assim será. Basta conferir as escalações, se o amigo tiver paciência.

Notas relacionadas:

  1. ENFIM, O PAULISTÃO
  2. FIM DE SEMANA PAULISTA
  3. POR ISSO, FENÔMENO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , ,

terça-feira, 10 de março de 2009 Futebol internacional | 18:59

À INGLESA

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Quando o presidente da Fifa, Sepp Blatter, diz que o futebol inglês está muito além dos demais grandes centros europeus, em tudo – grana, organização e força técnica de seus principais times - só está declarando o óbvio. Só não vê quem não quer ou não acompanha os campeonatos do Velho Mundo.

Ainda nesta terça-feira, dois britânicos já saltaram para as quartas-de-final da Liga dos Campeões, passando por dois gigantes do continente: o Chlesea, ao empatar por 2 a 2 com a Juventus, em Turim, e o Liverpool pulverizando o Real em casa – 4 a 0.

Juve e Chelsea, é verdade, protagonizaram um espetáculo mais equilibrado. Por isso mesmo, mais emocionante. Mas, o Chelsea, sob o comando do holandês Hiddink, o substituto de Felipão, foi sempre mais orgânico do que a Juve, que abriu o placar com Iaquinta e sofreu o empate com Essien, de volta, finalmente.

Del Piero colocou, na cobrança de pênalti cometido por Belletti, ao meter as duas mãos na bola em falta batida, mas Drogba, recebendo preciso passe de Belletti, empatou e levou seu time adiante, deixando a Juve na beira do caminho.

Já o Liverpool meteu um chocolate no Real, com dois gols de Gerrard. Placar que revela a imensa superioridade dos vermelhos sobre os merengues, ao longo de toda a partida, com exceção de um hiato no segundo tempo, quando os espanhóis por pouco não diminuiram a desvantagem.

É verdade que os dois primeiros gols do Liverpool merecem restrições: no primeiro, Torres puxa o beque brasileiro Pepe antes de finalizar; no segundo, pênalti inexistente do argentino Heinze – o rapaz cortou de ombro, e o bandeirinha considerou como toque de braço.

De qualquer forma, o Liverpool teve tal domínio sobre o espírito do jogo, a bola e os espaços que nem dá para atribuir a esses erros vitais da arbitragem o resultado final.

Notas relacionadas:

  1. NO FIM DE TUDO, O CRAQUE
  2. BARÇA, O MAIÓ!
  3. FELIPÃO E OS PELOS DO DUNGA
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , ,

  1. Primeira
  2. 1
  3. 2
  4. 3
  5. Última