iG
iBest BrTurbo

Publicidade

Publicidade

05/11/2009 - 00:15

BOM PARA A ALMA TRICOLOR

Se no primeiro tempo o 1 a 1, gols de Rafael e Dagoberto, mais ou menos refletiu o equilíbrio das duas equipes, no segundo, as circunstâncias levaram o São Paulo a celebrar o empate como um grande feito.

Afinal, quando o juiz apitou o encerramento da partida, o Tricolor estava com oito jogadores contra onze. E nem mesmo levou um daqueles sufocos tradicionais – bolas nas traves e tal e cousa e lousa e maripousa.

Assim, acabou sendo um placar até favorável ao Tricolor paulista, embora correndo o risco de perder a liderança para o Verdão, no fechamento da rodada, no fim-de- semana. Sobretudo, porque tudo isso serviu para forjar ainda mais a alma tricolor na disputa pelo título.

AMARELINHA QUE AMARELA

Os meninos da Argentina, alguns como Villalva e Araujo de primeira categoria, venciam, já no segundo tempo, por 2 a 0 a Colômbia, pelo Mundial de 17. Mas, a Colômbia, virou para 3 a 2, com merecimento e dando de lambuja um pênalti convertido e anulado pelo juiz, sob a alegação de que houve invasão.

Confesso que espiei bem o lance e não vi a tal da invasão, antes da cobrança do pênalti.

Aproveito, então, para mandar um recadinho ao meu chapa, grande repórter e âncora da Jovem Pan, Wanderley Nogueira, detrator contumaz dos nossos meninos em favor dos hermanos: pelo visto, a camisa amarela da Colômbia bastou para amarelar os nossos irmãos do sul, como tem acontecido há anos entre os marmanjos.

ALÁ, MEU BOM ALÁ!

O Barça, no seu toque-toque, não conseguiu varar a retranca absoluta do Rubin Kazan, pela Liga dos Campeões.

O técnico adversário montou um ferrolho com onze dentro da sua grande área, e, lá na frente, apenas Alá e Maomé, Seu Profeta, invocados sempre pelo rosário entrelaçados nos dedos. A coisa, com todo respeito, deve funcionar, pois o Barça, apesar do domínio absurdo de bola, coisa de 90 por cento, meteu uma bola no poste, com Ibrahimovic, e desperdiçou, por baixo, mais umas quatro oportunidades claras de abrir a contagem, que se fechou até o final.

Em contrapartida, o Arsenal, a versão inglesa do Barça sem o mesmo resultado, goleou o holandês AZ, em casa, numa exibição de gala de Fabregas, volante que vira meia e vira artilheiro assim como quem está tomando um copo d’água.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Campeonato Brasileiro, Futebol internacional Tags: , , , , , ,
04/11/2009 - 00:30

MAIS GOLS. É POSSÍVEL?

O São Paulo vai ao Olímpico não apenas em busca de uma vitória, mas, sobretudo, atrás de gols suficientes para tirar a vantagem do Palmeiras, nas contas finais da liderança. Até agora, são três gols a mais do Paleiras. No resto, estão rigorosamente empatados.

Como até mesmo essa diferença é pequena, corremos o risco de esse campeonato ser decidido pelo quesito fair-play. Ou seja: ganha quem tiver menos cartões amarelos e vermelhos.

Pelo senso comum, não deve ser sobre o Grêmio, no reino encantado do Tricolor gaúcho, que o Tricolor paulista deverá tirar essa diferença. Ao contrário, se voltar de lá com um empatezinho maneiro já será um alívio.

Mas, pela lógica perversa deste Brasileirão, tudo é possível, até uma goleada, de qualquer dos Tricolores em ação.

Caso estranho

Muito estranho esse caso: Val Baiano, o implacável artilheiro do Barueri, que foi para a geladeira na derrota do seu time para o São Paulo, por causa daquela história mal contada sobre suposta viagem da mala branca, volta já no próximo jogo, juntamente com Renê, outro citado de viés nesse episódio.

Na prática, só o São Paulo levou vantagem em todo o imbroglio.

Liga dos Campeões

Milan e Real fizeram um jogo emocionante e de boa técnica, no San Siro, com destaque para kaká e Marcelo, pelo Real, e de Ronaldinho e Pato, pelo Milan.

Ah, dirá o amigo mais cético, o cara está puxando a sardinha para os brasileiros. Não, nada disso, caso contrário elogiaria também Dida, que pegou algumas bolas difíceis, mas que falhou em vários outros lances.

De fato, os brasileiros citados jogaram bem, e Ronaldinho marcou para o Milan, de pênalti, enquanto Marcelo e Kaká construiram a jogada do gol de rebote de Benzema.

Mas, as melhores jogadas foram realizadas por Pato, que marcou um gol belíssimo anulado inexplicavelmente pelo juiz, que deve ter dado toque, num lance em que o brasileiro carregou a bola claramente com o o peito.

Por seu lado, o Manchester United classificou-se para a próxima fase da liga dos Campeões ao empatar com o CSKa por 3 a 3, numa reação fulminante, depois de estar perdendo por 3 a 1.

Muito desfalcado, o Manchester não se achava em campo até a água bater no queixo. Aí, já pela metade do segundo tempo, encetou a reação que deixou tudo igual e lhe garantiu a vaga.

A turma precisa aprender que inglês e alemão só para de jogar quando o juiz apita o fim da partida. Antes, não, em quaisquer circunstâncias.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Campeonato Brasileiro, Futebol internacional Tags: , ,
21/10/2009 - 20:09

SURPRISES!

A grande surpresa na Liga dos Campeões, sem dúvida, foi a derrota do Barça para o Rubin, em pleno Camp Nou. Por 2 a 1. Mas reveja o jogo, meu amigo. E verá que o Barça teve mais de sententa por cento de domínio de bola, meteu duas bolas nas traves, com Ibrahimovic e Touré, criou uma pá de chances para golear o adversário e saiu de campo derrotado.

O Barça é assim: quando perde, se perde, perde jogando infinitamente mais do que seu inimigo. Claro, não teve a mesma sincronização de sempre, não tocou a bola ao seu estilo como de hábito. Mas, jogou mais e merecia melhor placar.

Assim como outra surpresa foi a virada espetacular do Milan, no Santiago Bernabéu, sobre o Real Madri, que saiu na frente numa lambança do nosso Dida, que Raul aproveitou ao seu feitio: Dida, já com a bola dominada de um chute à distância, tentou sair rapidamente, se embaralhou e Raul guardou.

Mas, no segundo tempo, de repente o Milan, que vinha de campanhas pífios, tanto no Campeonato Italiano quanto na Liga dos Campeões, teve uma epifania, uma revelação súbita, cobriu-se de luz e virou para 2 a 1, num disparo longo de Pirlo e numa arrancada revestida de discreta finta de Pato sobre o goleiro Casillas, que saiu mal do gol, e empatou.

Empatou e sofreu o empate em seguida, com um tiro certo de Drenthe. Mas, teve de completar a vitória por duas vezes: num cabeceio de Thiago Silva, absolutamente legal, que o juiz anulou, e no bate-pronto de Pato, em levantamento magistral de Seedorf, que o juiz legitimou. Ah, sim, antes, no primeiro tempo, houve pênalti em favor do Real.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , , , , ,
30/09/2009 - 23:58

VITÓRIA QUE VALE O DOBRO

Uma vitória como essa, sem dúvida, injeta uma dose extra de força moral na caminhada do São Paulo em disputa do título.

Depois de um primeiro tempo apático, em que foi plenamente dominado pelo Naútico, nos Aflitos – que perdeu um pênalti, abriu o placar com Bruno Mineiro, e ganhou um jogador a mais, com a expulsão de Jr. César -, o Tricolor transfigurou-se no segundo, e o jogo correu sobre o fio da navalha até o apito final.

O Tricolor voltou ligado, e, logo após a entrada de Hugo, Hernanes empata, de falta. E, apesar da expulsão de Richarlyson, vira o jogo no finalzinho, com Hugo, em passe medido de Oscar, o menino que mudou a cara do time nos minutos finais. E fatais, para o Timbu.

Charge de Milton Trajano

Charge de Milton Trajano

LIGA E MUNDIAL

Na Liga dos Campeões, o Real passou fácil pelo Olympique de Marselha – 3 a 0, com dois gols de Cristiano Ronaldo e um, de pênalti, de Kaká, enquanto Bayern e Juve empatavam por 0 a 0 e o Manchester United batia, de virada, o Wolfsburg, por 2 a 1.

A nota da rodada foi um dos gols de Cristiano Ronaldo: bola lançada, quicou na saída do goleiro, que saltou esperando o toque por cobertura do português, que, ao contrário, bateu rasteirinha. Simples, óbvio, genial.

Já no Mundial Sub-20, o Brasil não foi além de um empate sem gols com a República Tcheca. Claro: o único chute a gol dos dois times foi disparado por Alex Teixeira, o melhor em campo, que se chocou com o travessão. De resto, foi um tediosos toque-toque interminável.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Campeonato Brasileiro, Futebol internacional, Seleção Brasileira Tags: , , , , , ,
29/09/2009 - 19:29

CHEIRO DE ARROZ QUEIMADO

Huuumm… Tem cheiro de arroz queimado nessa história do Morumbi e a Copa do Mundo de 2014 no Brasil.

Agora, foi a vez do presidente da Fifa, em visita ao Brasil, reforçar o lobby contra o estádio do São Paulo, como possível centro de abertura da Copa.

A tese é a de que o Morumbi não está, neste momento, preparado para receber jogos de excelência do Mundial.

Pergunto: qual dos atuais estádios brasileiros, neste momento, está? Nenhum. Rigorosamente, nenhum. Mas, isso não passa de um flagrante, um retrato de agora, o que nada tem a ver com a prospeção do futuro.

Mesmo porque, certamente, nenhum dos estádios candidatos, estará em 2014 como estão agora, óbvio.
Caso contrário, a Copa terá de ser transferido para outro país, claro.

O mais intrigante é que, das declarações de Sepp Blatter, flutuou uma peninha: diz ele que soube pelo prefeito de São Paulo que outro estádio será erguido pelo poder público na Capital, talvez uma profunda reforma do Pacaembu.

Bem, o Pacaembu está tombado pelo Patrimônio Histórico, o que implicará numa batalha extra para submetê-lo a qualquer reforma. Além do mais, é inaceitável que o poder público gaste um tostão sequer do nosso bolso para construir ou reformar estádios, desde que haja uma alternativa como o Morumbi, pertencente á iniciativa privada.

Todo e qualquer tostão a ser gasto pelo Município, Governo Estadual e União, deverá ser em benefício da população, obras de infra-estrutura, como metrô, avenidas, aeroportos, transporte coletivo etc.

Tem coisa aí, simpatia.

MASSACRES NA LIGA

Vi em tela dividida dois jogos da Liga dos Campeões Europeus. Pois, fora dois massacres técnicos e táticos, com resultados modestos pelo volume de ações ofensivas criadas tanto pelo Barça quanto pelo Barcelona: 2 a 0.

No Nou Camp, o Barça acuou o Dínamo de Kiev por quatro quintos da partida, e só não aplicou uma goleada histórica porque o goleiro ucraniano pegou tudo e mais alguma coisa, fora os gols desperdiçados.
Messi e Xavi deram as cartas.

Em Londres, o Arsenal, idem com batatas, contra o Olympiacos: plantou-se o tempo todo no campo adversário, meteu uma bola no travessão e fez o nome de Nikpolidis, o arqueiro grego, em tarde de Fabregas.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Copa do Mundo, Futebol internacional Tags: , , , , ,
27/05/2009 - 18:44

BARÇA, O MAIOR!

Milton Trajano

Não foi um jogo espetacular, entre os dois melhores times do mundo na disputa da Liga dos Campeões da Europa, mas foi um jogo tenso e histórico, vencido pelo Barcelona por 2 a 0, com folga.

Espetaculares foram, sem dúvida, a abertura e a entrega dos troféus e medalhas, um show de bom gosto e nobreza, que deveria ser imitado por aqui, nas decisões de Copas do Brasil e Libertadores, pautadas, em geral, por aquela zorra absoluta.

Mas, bola rolando, maior interesse, o Manchester United começou mais agudo, deu três investidas perigosas, mas logo se submeteu ao toque de bola hipnótico do meio-de-campo do Barça, comandado por essa dupla excepcional de volantes-meias, Xavi e Iniesta.

E, logo aos 10 minutos, Iniesta meteu bola açucarada na direita para Eto’o, que invadiu e bateu no canto esquerdo de Van der Saar: 1 a 0.

Os Diabos Vermelhos, armados de forma estranha, com Giggs na armação e Rooney na ponta-direita e Cristiano Ronaldo no meio, sentiu o gol e não conseguiu reagir à altura, o que acentuou o domínio do Barça.

E, logo no início do segundo tempo, Xavi mete uma falta no poste, marcando território, mais espiritual que territorial.

De nada, pois, valeram as entradas de Tevez e de Berbatov, já que, aos 25 minutos, quando o Manchester dava alguns sinais de recuperação, Xavi levanta para Messi, de cabeça, completar o placar final: 2 a 0.

Assim, o Barça obtém sua tripla coroa, arrancando-a das mãos do Manchester, que também lutava por essa glória inexcedível.

Mas, o fato é que ambos dividem entre si campanhas sensacionais no futebol europeu, e qualquer um poderia ter chegado lá, por méritos técnicos e grandeza histórica.

Foi um desses raros jogos que se assite com um sorriso nos lábios e um champagne de safra rara gelando ao lado do caviar. Vença quem vencer, tudo é lucro. Para o futebol.

VERDÃO, AQUI E AGORA

É aqui e hoje que o Palmeiras deverá fazer o placar diante do Nacional de Montevidéu, pela Libertadores de América. Pois, no jogo de volta, a chapa esquenta, já que esse é o melhor Nacional dos últimos tempos – aguerrido e traiçoeiro.

Para tanto, Luxemburgo tem, definitivamente, de abrir mão dessa bobagem de três zagueiros, que, entre outras coisas, não é a sua. Mesmo porque, com essa formação teoricamente mais defensiva Marcos tem sido o salvador da pátria.
Quer dizer: se o goleiro é o melhor em campo, a defesa não cumpriu integralmente sua parte.

A VOLTA DE JUNINHO

Juninho Pernambucano, depois de conduzir o Lyon por sete vezes seguidas ao título francês, rescindiu seu contrato e promete não jogar mais na Europa. São Paulo, Vasco e Sport, além do futebol árabe, estãoo na sua cola.

Se falar o bolso, os árabes levam. Se falar o coração, Sport e Vasco saem na frente. Se falar o juízo, o São Paulo, que tanto carece de um jogador de seu estilo, estará muito bem servido.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Futebol internacional Tags: , , , , ,
06/05/2009 - 18:33

E DEU BARÇA, POR JUSTIÇA

No outro jogo da semifinal, o Chelsea, mesmo em casa, plantou-se lá atrás e de lá nunca saiu, mesmo porque, logo aos 9 minutos, Essien, em belo disparo de fora da área, abriu o placar.

Mas, o Barça, apesar de desfalcado de Puyol e Henry, o que obrigou Guardiola a improvisar, impôs seu toque de bola, dominou o jogo de cabo a rabo, e chegou ao empate fatal já nos descontos, com tiro certeiro de Iniesta, da entrada da área.

Assim, teremos os dois melhores times do mundo em confronto nas finais da Liga dos Campeões. Qual o melhor? Confesso que não sei. Só sei que são dois times que apostam na técnica, na habilidade e no jogo ofensivo, verdadeira redenção do futebol como um todo, lá e cá.

Mas, se quisermos fazer um cotejo entre jogador por jogador de Manchester e Barcelona, chegaremos a este cominado: Van der Saar; Dani Alves, Ferdinand, Vidici e Evra; Xavi, Iniesta e Wayne Rooney; Messi, Eto’o e Cristiano Ronaldo. Por esse placar: 6 a 5 para os Diabos Vermelhos. Com a bola rolando, porém, a história é outra.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Futebol internacional Tags: , , , ,
05/05/2009 - 23:53

O PRIMEIRO PASSO DO VERDÃO

O Leão Encantado entrou na arena farejando o campo minado, e, em vez de atacar sua presa no Palestra Itália, preferiu proteger-se apenas, guardando energias para a ronda seguinte, a se travar no seu próprio covil, a Ilha do Recife, onde é rei.

Assim, coube ao Verdão atirar-se à luta. E, logo, Keirrison meteu uma bola na trave, meta aberta. O mesmo K-9 bate a média distância e a bola passa raspando. Por fim, sofre pênalti de César, que o juiz não deu.  A soma desses três lances emblemáticos do primeiro tempo, por certo. haveria de tocar os nervos do Palmeiras no segundo tempo. 

Afinal o Palmeiras foi dono da bola e dos espaços, mas não conseguira converter essa supremacia em gols. Mesmo processo que se densenvolveria na etapa final, quando os dois treinadores executaram várias trocas de jogadores. Dentre elas, as entradas de Ortigoza e de Mozart nos lugares de Marquinhos e Willians. E Ortigoza, de imediato, deu sinais de que estava ungido, ao penetrar por entre a bem sincronizada zaga do Sport, numa incursão perigosa, embora frustrada.

Mas, o jogo todo haveria de se resumir naquele lance, aos 30 minutos do tempo final, em que Hamilton derruba Ortigoza lá na intermediária, próxima à lateral direita do ataque palestrino, recebe o segundo amarelo e é expulso.

 Por Milton Trajano

Cleiton Xavier, o melhor em campo, bate forte, bola que Ortigoza desvia levemente de cabeça: 1 a 0. Pouco, para o volume de jogo do Palmeiras e, sobretudo, para o que o espera na Ilha do Retiro. mas, justo, pelo empenho e a eficácia do Sport na defesa, ainda que, antes do apito final, mais uma no poste, desta vez, em cruzamento de Mozart para Diego Souza, de cabeça, acertar o pé do poste esquerdo de Magrão.

Bom, para o Palmeiras, mas nada trágico para o Sport, pois este foi apenas o primeiro passo.    

DIABOS, FÁCIL

Em onze minutos, os Diabos Vermelhos, que já tinham a vantagem do 1 a 0 no jogo de Old Trafford, venciam o Arsenal, no Emirates, por 2 a 0, gols de Park e de Cristiano Ronaldo. No primeiro, passe de Anderson para Cristiano na esquerda que cruzou para o coreano aproveitar-se do escorregão de Gibbs na área. No segundo, Cristiano disparou falta recebida por ele mesmo, na intermediária, quase lateral-direita, que Almunia, o goleiraço espanhol do Arsenal aceitou, ao chegar tarde na bola.

Assim, logo de cara o jogo já estava decidido, e o Manchester United nem teve de sair lá de trás, contrariando sua vocação, para manter a classificação à final da Liga dos Campeões da Europa.

E, mais: num contragolpe rápido, Cristiano aumentou para 3 a 0, placar reduzido no fim por Van Persie em cobrança de pênalti.

Agora, é esperar pelo vencedor de Barça e Chelsea para disputar em Roma a taça.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Futebol internacional, Libertadores Tags: , , , , ,
29/04/2009 - 19:26

DIABOS, SÓ 1 A 0?

O Manchester teve pleno domínio da partida, mas não foi além de um placar tímido de 1 a 0, gol de O’Shea, creia, o mais opaco de seu jogadores. Pouco para o jogo de volta, pela Liga dos Campeões. Mas, pelo volume de jogo, pelo cotejo de jogador por jogador, só se os deuses estiverem de mau humor, os Diabos Vermelhos deverão deixar de ir à final do torneio.

Manchester United x Arsenal

No primeiro tempo, o Manchester poderia ter disparado três, quatro a zero, pelas chances criadas. Mas, o goleiro espanhol Almunia conjurou todas. Aliás, inexplicável sua ausência na Seleção da espanha, embora Cassilas e Reyna estejam em grande forma. Mas, Almunia tem feito milagres no arco do Arsenal e não é de hoje.

Do outro lado, o grande destaque, em meio a tantos craques, foi o volante Carrick, que, além de cortar todos os contragolpes do Arsenal, que mal chegou à meta de Van Der Saar, ainda por cima fez a jogada, pela ponta-esquerda que resultou no único gol da partida, convertido por O’Shea.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Futebol internacional, Sem categoria Tags: , , , , , ,
21/04/2009 - 18:22

GOSTO DE MEL INGLÊS

Desconfio que isso não passa de um complô desses corsários ingleses pra me enlouquecer. A cada rodada, uma vertigem. Outro dia, aqueles tantatalizantes 4 a 4 entre Chelsea e Liverpool, nada menos do que pela fase decisiva da Liga dos Campeões. Agora, esses 4 a 4 entre Liverpool e Arsenal, pelo Campeonato Inglês.

Foi bola lá e cá o tempo todo, sem parar, em altíssima velocidade, tocada com técnica e ciência, e o placar, lá em cima, saltando feito perereca. ra um e pra outro. E, quando tudo parecia decidido já nos descontos, a favor do Arsenal, Fernando Torres empatou outra vez, concluindo mais um empate por goleada.

De quebra, os quatro gols de Arshavin, que chegou a Londres a peso de ouro e sob a desconfiança de todo mundo, até que começasse a disparar seus gols, decorados por jogadas de alta classe.

Ah, sim, pelo que me lembro – e o amigo deve me desculpar se deixei escapar um deles -, todos os gols fruto de jogadas trabalhadas, pé em pé, nada daquelas cobranças de falta, cabeceios inesperados, trombadas ou lambanças atrozes dos zagueiros.

Nada disso, jogo jogado entre dois belos times que, desde o início apostaram no ataque, e, no fim, nos deixaram com gosto de mel na boca.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Sem categoria Tags: , , ,
Voltar ao topo