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Posts com a Tag Jorge Henrique

domingo, 31 de janeiro de 2010 Campeonatos Estaduais | 19:44

TIMÃO DE JORGE HENRIQUE, 1 a 0

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Claro, a expulsão de Roberto Carlos, logo aos 8 minutos do primeiro tempo, um minuto depois do gol de Jorge Henrique, cabeça, em falta levantada por Tcheco da direita, alterou inteiramente o cenário do clássico no Pacaembu.

A partir daí até o apito final, o Palmeiras teve pleno domínio da bola e dos espaços, somou quase 70 por cento de posse de bola, provocou quase vinte escanteios contra um ou dois do Corinthians, se tanto.

Mas, esse domínio foi sempre infrutífero, pois não havia sentido de profundidade nas jogadas do Verdão, embora Felipe, num certo momento do segundo tempo, tenha feito três providenciais defesas.

Assim, o resultado de 1 a 0 para o Corinthians, na verdade, não revela nada além do já sabido: o alvinegro tem um elenco mais variado e forte do que o alviverde, limitado aos seus onze titulares, neste domingo, desfalcado de Diego Souza, que fez uma falta danada.

Além do mais, o Corinthians conta com esse múltiplo Jorge Henrique, que começou como atacante, fez o gol, e depois foi jogar de lateral-esquerdo, para cobrir a ausência de Roberto Carlos, e dali partia para criar as jogadas mais agudas de seu time, em contragolpe.

Pensando bem, todos os astros cintilantes do Corinthians, no fundo, no fundo, giram em torno do modesto mas imprescindível Jorge Henrique.

Robinho e os meninos

Robinho assume, nesta segunda-feira, seu lugar no recreio dos meninos da Vila. Um recreio alegre e risonho, onde a garotada corre daqui pra lá, aos saltos e meneios, e, quando menos se espera, mete a bola nas redes.

Foi assim, mais uma vez, sábado, diante do Oeste, quando os meninos da Vila, se não conseguiram reproduzir as goleadas recentes, muito fizeram para obtê-la.
Wesly meteu uma na trave, no primeiro tempo, André completou bela trama no segundo e Neymar fechou o placar em passe exato de Madson: 2 a 0, só.

Mas, que delícia de futebol… Esses meninos transformam o futebol no que ele deve ser: um brinquedo. Sério, objetivo, funcional, como querem os adultos, que é pra ninguém ficar de castigo depois da aula. Aula em que eles estão se transformando em professores, sem perder, porém, o gosto pelas travessuras da bola enfiada sob as pernas do adversário e outros bichos.


Clássico inglês

Isso, sim, é clássico que se preza. Arsenal e Manchester United, na tarde de domingo, ofereceram um espetáculo de alto nível técnico, muito empenho e emoção de início ao fim.

Era bola lá e cá, até que os Diabos Vermelhos abriram o placar com um gol de placa de Nani. O português recebeu na direita, cercado por dois. Súbito, passou por entre eles, limpou o beque da sobra e, ao tentar cruzar para Park, sozinho na cara do gol, recebeu o involuntário toque do goleiro que mandou a bola para as próprias redes.

Logo depois, Rooney domina na sua intermediária, lança Nani, que dispara e cruza para Rooney materializar-se na área e guardar. Por fim, Park completou o placar já no segundo tempo, e o Arsenal arriou.

Milan, devagar

O Milan, que parecia ter encontrado seu jogo há algumas rodadas, tropeçou novamente.

Desta vez, diante do Livorno, em pleno San Siro: 1 a 1. Embora tivesse o controle da partida o tempo todo, e Ronaldinho, mais uma vez, inspirado, não conseguiu o golzinho da vitória, parte pela excelência da defesa adversária; parte maior, por sua incompetência.

Kaká, huummm…

Kaká é que parece estar ainda à sombra de seu melhor futebol no Real, onde quem voltou a brilhar foi o polêmico Guti, autor de jogada sensacional num dos gols de seu time sobre o La Coruña: de repente, surgiu na cara do goleiro, que fechava bem o ângulo; num átimo, Guti percebeu a chegada de seu companheiro Benzema por trás, e deu-lhe inesperado toque de calcanhar. Benzema só escolheu o canto.

Notas relacionadas:

  1. CHICÃO E GRANÉ
  2. VERDÃO, TIMÃO E A DIFERENÇA
  3. E DEU A LÓGICA
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , ,

domingo, 1 de novembro de 2009 Campeonato Brasileiro | 18:45

MAGRO, MAS COM POSE

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O Verdão segue perdendo a gordura, mas não a pose: continua líder, agora ao lado do Tricolor em pontos ganhos, mas leva vantagem pela melhor artilharia.

E, se perdeu mais dois quilinhos diante do Corinthians, ganhou uma tonelada de confiança, depois do empate heroico, alcançado no último minuto, com um jogador a menos desde o primeiro tempo.

Aliás, ninguém menos do que o goleirão Marcos, que cometeu pênalti em Jorge Henrique, convertido por Ronaldo, o artilheiro do jogo, com dois gols. O segundo, passe de Defederico, autor também da enfiada para Jorge Henrique no lance do pênalti.

Por falar em Defederico, sou obrigado a falar de outro gringo – Figueroa -, que levantou aquelas duas bolas fatais aproveitadas pela zaga palmeirense – Danilo e Maurício, de cabeça, ambos.

No jogo jogado, o Corinthians foi ligeiramente superior ao Palmeiras, que começou com três zagueiros e, no intervalo apelo para o “romantismo” de um atacante, Marquinhos, no lugar de um becão, Marcão. É um daqueles casos em que o dminutivo vale mais do que o aumentativo.

Já o grande perdedor, dentre os fortes candidatos ao topo da tabela, foi o Inter, que, no Beira-Rio, perdeu para o Botafogo, por 1 a 0, gol de falta do zagueiro Juninho. Pra quem quer disputar o título,uma tragédia.

O mais incrível, porém, aconteceria no Mineirão. O Cruzeiro, que vinha comendo pelas beiradas, deu um baile no Fluminense, no primeiro tempo: fez 2 a 0, jogou fora um pênalti e desperdiçou mais tr~es chances claras de emplacar uma goleada.

Mas, no segundo, com as entradas de Tartá e Digão, o Flu transfigurou-se, tomou conta da bola, sob o comando de Conca, talentoso e inesgotável, e virou tudo de ponta-cabeça. Final: 3 a 2, com direito a dois gols do ex-cruzeirense Fred, que, comovido pela recepção da torcida adversária, não quis sequer celebrar seus feitos em campo.

Um jogo de tirar o fôleg0… e o lugar na G-4 que o Cruzeiro havia conquistado nos primeiros 45 minutos de partida.

Mas, nada está perdido para nenhum deles, por enquanto.

Notas relacionadas:

  1. VERDÃO E O CANTO DO GALO
  2. O MILAGRE DE OBINA
  3. PET E RONALDO, O SAL DO JOGO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , ,

domingo, 25 de janeiro de 2009 Campeonatos Estaduais | 20:20

TIMÃO, TRICOLOR E PEIXE

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O Corinthians, sem Douglas e Jorge Henrique, foi a Bragança e arrancou uma vitória  apertada, no placar, mas que não reflete o universo de chances perdidas pelo Timão: 1 a 0, gol de Lulinha.

Mas, isso não quer dizer que o Corinthians chegou a praticar aquele futebol envolvente que dele se espera. Ao contrário: foi um time convencional, sem brilho nem, fluência.

Assim como o São Paulo, que, no Canindé, meteu 2 a 0 na Lusa, dois gols do estreante Washington. Valeu pela força na marcação, pela disciplina tática da equipe, mas não fez nada que empolgasse, como de hábito, diga-se.

Quanto ao Santos, que fez um péssimo primeiro tempo contra o Noroeste, em Bauru, valeu a espetacular virada no segundo tempo, quando o técnico Márcio Fernandes avançou seu time e Souto e Kleber Pereira, de pênalti, garantiram a liderança por pontos para o Peixe.

Mas, tudo isso é ainda apenas o começo.

Washington festeja diante da Lusa

Notas relacionadas:

  1. ENFIM, O PAULISTÃO
  2. TRICOLOR PATINANDO
  3. AH, TIMÃO…
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , ,