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Posts com a Tag INTER

domingo, 10 de maio de 2009 Campeonato Brasileiro, Futebol internacional | 20:34

PALMEIRAS, INTER E CRUZEIRO, NA MOSCA

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No sábado, o Palmeiras foi um dos principais candidatos ao título brasileiro a estrear com vitória, ao bater o Coritiba, no Palestra Itália, por 2 a 1, de virada. Virada, aliás, que veio a partir da entrada, no segundo tempo, de seu trio de ouro: Keirrison, Diego Souza e Cleiton Xavier. Até ali, o Coritiba vencia por 1 a 0, gol de Marcelinho Paraíba, e resistia bem ao assédio um tanto descomposto do adversário.

Mas, depois dessas modificações, o Verdão tomou conta do jogo, e chegou lá, com gols de Willians, que, ao celebrar excessivamente seu feito machucou-se e é dúvida para o próximo jogo, e de Keirrison, em bela trama iniciada por Cleiton Xavier, passando por Jefferson.

A propósito, é de uma crueldade, para não dizer estupidez, imensurável o que andam fazendo com o menino Keirrison, artilheiro do time na temporada, jogador de qualidades raras num centroavante de ofício, só porque o rapaz ficou alguns jogos sem marcar gols. Coincidentemente, jogos decisivos do Paulistão.

Estigmatizar um jogador de carreira tão curta e tão jovem é, no mínimo, uma estultícia, e, no máximo, sacanagem.

O fato é que o Palmeiras já deu seu primeiro passo certo no Brasileirão, mesmo com formação incerta de sua equipe.

INTER CONFIRMA

Como se esperava o Inter, um dos mais favoritos ao títulos de véspera, confirmou sua força ao bater o Corinthians, no Pacaembu.

É verdade que o Timão entrou em campo com um time recheado de reservas, e, mesmo assim comportou-se dignamente, sobretudo no segundo tempo, quando dominou a bola e os espaços e poderia até empatar, o que revela possuir elenco suficiente para encarar os dois fronts de batalha – o Brasileirão e a Copa do Brasil.
Valeu, porém, a alta técnica e a habilidade imensa de Nilmar, que, logo no início da partida, passou por cinco adversários antes de perpetrar o golaço da vitória colorada.

TRICOLORES, 1 A 0

Venceu o Tricolor carioca, com um gol, logo de cara, de Maurício – disparo bem colocado no ângulo esquerdo de Bosco de fora da área.

Mas, foi praticamente só isso, ao longo de toda a partida, em que o São Paulo surpreendeu pela falta de competitividade, sua principal, senão única, qualidade recente.

Sim, porque depois de dez, quinze dias, apenas treinando e descansando, desde a sua eliminação nas semifinais do Paulistão e do último confronto na Libertadores, era de se esperar um Tricolor paulista nos trinques.

Ao contrário, jogou como se estivesse exausto por duras e seguidas refregas.

Na verdade, ambos têm de melhorar muito para chegar onde pretendem.

QUEM TEM RAMIRES…

No Mineirão, dizem, o jogo estava renhido, embora o Cruzeiro vencesse o Fla por 1 a 0, quando Ramires escapou pela esquerda, cortou um e bateu rasteiro no canto.  E assim a Raposa, uma das mais cotadas do torneio, estréia vencendo outro favorito. O que não parece nada agora vai refletir – e muito – lá na frente.

Por fim, o Santos foi ao Olímpico e arrancou um empatezinho maneiro do Grêmio, outro em alta cotação no mercado da bola, com gol de falta de Molina, depois do de abertura de Rever.
Mesmo porque o Grêmio foi melhor quase o tempo todo.

AH, BARÇA…

Ah, Barça… Estava com as duas mãos na taça espanhola, com 3 a 1 sobre o Villareal, fora o baile. Basta dizer que, só no primeiro tempo, já havia desperdiçado cinco chances de ouro para ampliar o placar. Sem falar no pênalti em Daniel Alves que o juiz não deu e no gol de Xavi injustamente anulado.

Pois, não é que, em duas lambanças da defesa do Barça, o Villareal chega ao empate, no finalzinho? Castigo imerecido.

DIABOS, QUASE LÁ

Na Inglaterra, onde rola a bola mais redondinha do mundo na atualidade, o Manchester United meteu 2 a 0 no City com direito a duas bolas extras nas traves projetadas por Tevez, autor de um dos dois gols (o outro, de Cristiano Ronaldo, de falta).

O mesmo Cristiano Ronaldo que produziu a nota dissonante da partida, ao sair de campo, substituído por Schoel, chutando o pau da barraca. Nem mesmo o desejo de consolidar sua posição de artilheiro do campeonato justificaria tal atitude intempestiva, neste momento tão delicado da equipe, às vésperas de levantar dois títulos vitais – o da Liga da Inglaterra e o da Liga dos Campeões da Europa.

Por fim, no clássico entre Arsenal e Chelsea, uma inesperada goleada dos azuis por 4 a 1. Inesperada porque o Arsenal, naquele seu toque-toque proverbial, era dono do campo até que o nosso becão Alex, de cabeça, abrisse o placar. Depois, só deu Chelsea. E a goleada foi apenas uma natural decorrência essa superioridade.

Notas relacionadas:

  1. INTER E JUVENTUS, A NOTA
  2. PALMEIRAS E BARCELONA POR UM FIO
  3. DOMINGO TENSO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 8 de maio de 2009 Campeonato Brasileiro | 16:10

O BRASILEIRÃO E AS BOTAS DO TEXANO

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O Brasileirão está aí, promissor, pelo equilíbrio evidente entre, por baixo, meia dúzia de times.

Quais? O São Paulo, tricampeão, pela alto índice de eficiência e extraordinária capacidade de recuperação, sob o comando de Muricy. Mas, se não reforçar seu elenco com com meias de habilidade e abrir mão da sucata de três zagueiros, poderá até vencer novamente, porém, não atingirá o nível de espetáculo que se espera de outros candidatos, como ele, ao título.

Por exemplo: o Internacional, o Cruzeiro, o Palmeiras, o Corinthians e o Santos, equipes que têm revelado um equilíbrio maior entre defesa, armação e ataque.

Grêmio e Sport se alinham, no estilo, ao lado do São Paulo, essencialmente pragmáticos, eficientes, com o Tricolor gaúcho um passo adiante na busca do espetáculo, graças a seus dois meio-campistas Tcheco e Souza, em fase esplendorosa. E quando falo em espetáculo não é exibição circense, nada disso, apenas o jogo jogado, bola de pé em pé, envolvente, essas coisas.

E o Flamengo, a partir do instante em que Adriano, em forma, entrar em campo, se juntará a eles, sobretudo porque Kleberson vem dando sinais claro de reencontro com aquele futebol dos tempos da Copa de 2002.

O diabo é que os principais candidatos ao título estarão concomitantemente envolvidos em disputas paralelas: ou Copa do Brasil, ou Libertadores.

Sim, claro, logo, logo, essas competições terminam. Mas, aí vem a janela européia, que tanto pode quanto não fazer um rapa nos elencos desses times. A previsão geral é de que não, por causa da crise mundial. Mas, justamente pela crise, talvez os clubes europeus resolvam investir forte aqui, onde o pé de obra é mais barato, em vez de promover transações dentro da Comunidade Européia, onde os valores são mais altos.

De qualquer forma, nessa primeira rodada, vários dos favoritos ameaçam jogar com seus times mistos, o que pode desfigurar esse cenário ideal. Sucede que, em torneios por pontos corridos, lá e cá, cada rodada é decisiva, e os resultados deste fim de semana podem ser fatais na rodada definitiva, lá na frente.

Como dizia o velho texano, não queria estar nas botas dos treinadores desses times.

Notas relacionadas:

  1. A ROLETA GIRANDO
  2. GRITO CORTADO NA GARGANTA
  3. O PESO DA LIDERANÇA
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , ,

quinta-feira, 7 de maio de 2009 Copa do Brasil, Libertadores | 00:54

GRÊMIO, INTER, VITÓRIA E FLA

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O Grêmio segue impávido Libertadores adentro. Agora pouco meteu 3 a 1 no San Martin, em Lima, o que praticamente lhe assegura vaga na próxima fase do torneio. Ou alguém aí acha que o Tricolor vá perder por igual diferença no Olímpico, no jogo da da volta?

Em mais uma atuação exemplar de Souza, autor do primeiro gol e da assistência no segundo, de Max Lopez, o artilheiro da noite, com o terceiro, também de cabeça, o Grêmio passou um susto quando Azuaga empatou ainda no primeiro tempo, mas manteve o sangue frio e seguiu controlando o jogo até o apito final.

É time pra chegar lá.

COPA DO BRASIL

Simplesmente emocionante a decisão no Mineirão, onde o Galo devolveu os 3 a 0 que levara do Vitória no Barradão. Nas cobranças de pênalti, o Atlético errou o último da série de cinco iniciais, e o Vitória, graças à defesa espetacular de Viáfara, segue em frente. Mas, o Galo, ao menos, recuperou a honra no jogo jogado.

Quem continua vivíssimo na Copa do Brasil é o Inter, que meteu 2 a 0 no Náutico, gols de Taison e de D’Alessandro, em cobrança de falta magistral, no ângulo.

Mas, o Colorado saiu de campo com uma ruga na testa: o menino Taison saiu machucado.

Por fim, a proeza do Flamengo, que foi ao Castelão e bateu o Fortaleza por 3 a 0, gols de Kleberson, Juan, de pênalti, e Emerson.

Não foi um bom primeiro tempo do Fla, que, no segundo, conseguiu se aprumar e resolver a questão sem grandes embaraços.

A Copa do Brasil começa, pois, a pegar fogo, meu. 

Notas relacionadas:

  1. GRÊMIO E CRUZEIRO NA LIBERTADORES
  2. VERDÃO, PRIVACIDADE, GRÊMIO, PATO…
  3. SELEÇÃO, PAULISTÃO E GRÊMIO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , ,

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009 Clubes brasileiros | 13:16

O VAIVÉM DA MUDANÇA DE ANO

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É voz corrente, por exemplo, que São Paulo e Corinthians começam a temporada em vantagem sobre os demais, pois, não apenas mantiveram seus elencos vitoriosos do ano passado, como ainda por cima os reforçaram significativamente.

O campeão brasileiro da Série A contratou meia dúzia de bons jogadores, embora continue carente de um meia-armador, deficiência que tem sido contornada pelo Tricolor paulista nos últimos tempos, é verdade, graças à ação do técnico Muricy e à versatilidade de alguns de seus jogadores. Se conseguir alcançar Edno, da Lusa, terá mais um desses jogadores que tanto podem atuar a partir do meio-de-campo quanto no ataque.  

Mas, as duas transações mais importantes, sem dúvida, foram as de Washington e Arouca, do Flu.

Já o campeão brasileiro da Série B deu a nota mais alta ao trazer, de surpresa, ninguém menos do que Ronaldo Fenômeno, grande jogada de marketing, mas, também, extraordinário reforço técnico, caso o craque consiga jogar uma parcela apenas do que sabe. Mas, para suprir as inevitáveis ausências de Ronaldo, o Corinthians trouxe Souza, ex-Flamengo, um sólido trombador. Sem falar no expedito atacante Jorge Henrique e no tático volante Túlio, ex-Botafogo. E ainda espicha um olho gordo sobre o atacante Kleber, que escapa ao alcance do Palmeiras, onde refez sua carreira que se apagava no Dínamo.

Pode-se acrescentar nessa linha de frente, os dois gaúchos – Inter e Grêmio. O Grêmio levou o experiente artilheiro Alex Mineiro, jogador talhado para compor o ataque tricolor na disputa, sobretudo, da Libertadores. O Inter, se não partiu às compras, foi porque já tem um belo time, que só foi tomando corpo no final da temporada passada.

Os dois mineiros, mineiramente, vão se ajeitando em silêncio. O Galo, trocando de técnico; o Cruzeiro, mantendo o seu à frente de um time que carece de uma defesa melhor, apenas.

O bicho pegou mesmo foi no Rio, onde os clubes viveram um Natal modestíssimo: distribuíram mais presentes do que receberam.

O Flamengo, que fincava suas esperanças em Ronaldo Fenômeno, sonhou com Adriano, mas vai ter de ficar mesmo com Obina, melhor do que o Eto´o. Menos mal que não perdeu Ibson e outros. Mas, toldados pela feroz disputa eleitoral, seus gestores parecem ter perdido o poder e a clareza de decisão.

Falando em disputa eleitoral, o mais inusitado ocorreu com o Botafogo, que não só desfez todo o seu time como ainda perdeu até o presidente do clube, Bebeto de Freitas, contratado pelo Galo, como diretor remunerado, fato que me parece inédito. Se alguém aí se lembrar de um presidente de clube grande do Brasil que se transferiu para outro clube grande, por favor me ajude. Eu não me lembro.

A velha e surrada frase é inevitável: “Há coisas que só acontecem com o Botafogo”.

O Vasco, que está em vias de perder Leandro Amaral, sua estrela solitária, com a aposentadoria de Edmundo, ainda amarga a queda para a Segundona, enquanto o Flu, que se desfez de três de seus principais jogadores (Júnior César, Washington e Arouca), pelo menos, manteve Conca.

O fato é que todo esse cenário, de otimismo para uns e desesperança para outros, pode se alterar até o fim deste mês, quando se fechar a janela semi-aberta do futebol europeu. Mas, tudo indica – principalmente, o fantasma da crise mundial – que esse panorama não sofrerá grandes mudanças não.

Enfim…  

Notas relacionadas:

  1. RONALDO E O VELHO RÍPOLI
  2. UM RIO-SÃO PAULO DE MERCADO
  3. ENTRA ANO, SAI ANO… (2)
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008 Futebol internacional | 13:23

INTER E JUVENTUS, A NOTA

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E que golaço de Maxwell, hein? Logo no começo do jogo com o Chievo, Stankovic enfiou bola medida pela o lateral-esquerdo brasileiro do Inter, que se infiltrou na área, cortou o beque e bateu de direita no ângulo. Caso Muricy venha mesmo a substituir Dunga, Maxwell pode ir engraxando as chuteiras.

Aliás, o segundo gol da Inter também foi uma pintura: Maicon, que sob o comando de Mourinho aprendeu a cruzar, centrou rasteiro, Ibrahimovic tocou de calcanhar pra Stankovic acertar um petardo reto.

Mas, a grande nota da rodada italiana foi dada mesmo pela Juve, que trucidou o Milan, no Olímpico de Turim: 4 a 2, com direito a dois gols do brasileiro Amauri. Jogou muito bem a Juventus, a partir da marcação de seu meio-campo, mas, cá entre nós, com essa zaga, como já ocorreu no ano passado, o Milan não irá além das pernas, não.

Thiago Silva joga com um pé nas costas. O diabo é que só poderá ser aproveitado daqui seis meses, em razão da cota dos estrangeiros

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  1. MARADONA E OS HÚNGAROS
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , ,

terça-feira, 11 de novembro de 2008 Seleção Brasileira | 14:25

A SELEÇÃO DE MURICY

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O amigo viu o Bem, Amigos desta segunda? Não? Pois perdeu mais um show de Muricy, que, segundo informações colhidas e divulgadas pelo companheiro Renato Maurício do Prado, está com um pé na vaga de Dunga na Seleção, a ser aberta antes do fim do ano.

Muricy apenas ouviu e nada comentou a respeito, a não ser que não foi procurado por ninguém da CBF e que o técnico, para ele, é Dunga.

Mas, não se esquivou de escalar outra seleção, a do Brasileirão, com um ressalva: para efeitos óbvios, excluiu qualquer jogador de seu time, o líder São Paulo.

E, para surpresa de quem não conhece seu pensamento, formou o time com dois e não três zagueiros. Lá vai, nega: Bruno; Vítor, Índio, Thiago Silva e Juan; Rafael Carioca, Ramires, Alex e Wagner; Guilherme e Kleber Pereira.

Portanto, três do Cruzeiro, dois do Inter, dois do Flamengo e um de Goiás, Flu, Grêmio e Santos.

Mas, o que você não veria nem ouviria, mesmo se estivesse ligado na tv, é como seria a Seleção Brasileira, neste exato momento, sob eventual comando de Muricy, inferência do colunista de tantos papos com o treinador: Júlio César; Maicon, Lúcio, Miranda e Juan; Hernanes, Ramires, Kaká e Alex (Inter); Robinho e Luís Fabiano.

Ué, e Ronaldinho Gaúcho? Só se estiver fisicamente tinindo. Então, entraria no lugar de Alex. Por enquanto, não.  Entre outras coisas, porque o futebol de Alex enche os olhos de Muricy.

O amigo deve estar, nestas alturas, intrigado com a presença de Maicon na lateral-direita. Muricy explica: se vai jogar com dois volantes leves e de baixa estatura, como Hernanes e Ramires, por exemplo, precisa de um lateral mais taludo e contido na defesa. Ainda mais com Juan, driblador e ofensivo pela própria natureza, atacando pela esquerda.

E, na ausência eventual de Juan, não me surpreenderia se ele escalasse Maxwell, que está jogando muito bem na Inter de Milão.

Bem, esse é Muricy, um cara com os pés no chão e os olhos conferindo tudo que rola pelos campos do mundo. Olhos que constatam um fato incontestável: a tendência atual, o moderno, nas zonas mais avançadas do planeta é um futebol ofensivo, aberto pelas pontas e fundado em dois pilares básciso: velocidade e talento.

Hernanes e Muricy Ramalho
Hernanes e Muricy Ramalho: meio-campista torce para convidarem o “professor”

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  1. NÃO DÁ PRA ENTENDER
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quinta-feira, 6 de novembro de 2008 Copa Sul-Americana | 22:29

A VITÓRIA DO INTER

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O Inter foi á Bombonera disposto a defender o resultado obtido no Beira-Rio sobre o time reserva do Boca.

Plantou-se em campo com sete defensores e apenas três mais à frente, para armar e concluir. mas, que três? Simplesmente, Alex, D’Alessandro e Nilmar, dois canhotos de extrema habilidade e um azougue que perfura qualquer defesa por todos os lados.

Durante todo o primeiro tempo, o Boca teve a bola a seus pés, mas não soube o que fazer com ela. E, quando ameaçou, o goleiro Lauro estava atento.

Mas, no segundo, logo ao primeiro minuto, Magrão avança, arma para Nilmar e surge na cara do gol para finalizar de surpresa o cruzamento exato: 1 a 0. O Boca tentou reagir, com as entradas de Dátolo e Riquelme, dois titulares que estavam no banco. E reagiu, com Riquelme, de pênalti. 

Quando, porém, julgou que poderia se impor, Alex entrou no jogo e, numa tabelinha com D’Alessandro, definiu de forma magistral. E olhe que o Inter, com Nilmar, poderia ter ampliado o escore. Mas, o que interessava mesmo era a vaga para as semifinais da Copa Sul-Americana, e essa é do Colorado e ninguém rasga.

 

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