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14/11/2009 - 18:03

RESERVA POR RESERVA…

A Inglaterra estava sem meio time, assim como o Brasil, muito desfalcado. A diferença é que os reservas da Inglaterra são muito inferiores, tecnicamente, aos reservas brasileiros, e o resultado foi a vitória do time do Dunga por 1 a 0.

E poderia ter sido de mais, já que Luís Fabiano desperdiçou pênalti do goleiro Foster em Nilmar, e Lúcio mandou uma canhota no poste, com o goleiro vencido.

Não foi um daqueles jogaços históricos, longe disso, mas, pelas circunstâncias, o Brasil exibiu uma bola coerente, e, em alguns poucos momentos, incisiva.

Era o que bastava para a hora.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Seleção Brasileira Tags: , ,
12/11/2009 - 15:14

INVENTORES VERSUS REINVENTORES

Os ingleses inventaram o futebol,e os brasileiros o reinventaram, acrescentando à viril disputa de chutes e cabeçadas graça, imaginação, plasticidade, malícia e um tom certo de irreverência, que não só encantou o mundo como lhe serviu de espelho.

Tanto, que,ao longo do século passado, embora com certa relutância, que inglês tem o conservadorismo no seu DNA, eles passaram aos poucos a nos imitar, processo que se acelerou na última década, época em que fazíamos o caminho inverso, por conta do medo atávico de nossos treinadores ditos pragmáticos.

Sábado, ingleses e brasileiros se encontram em Dubai, num amistoso emblemático, já que ambos tiveram brilhantes campanhas nas respectivas Eliminatórias para a Copa do Mundo.

Pena que o Brasil não vá com toda a sua força, por lesões e outros bichos. Mas, vai com um time competitivo, capaz de ganhar mais uma vez deles. Não sei se o English Team igualmente terá seus melhores jogadores. Só sei que, se tiverem Rooney, Gerrard e Lampard, teremos de ficar muito atentos.

É verdade que o futebol inglês tem duas vertentes distintas: a dos nativos da Old Albion, que formam a Seleção, e a dos imigrantes globais, que formam os clubes mais poderosos do mundo, no momento, ao lado do catalão Barça.

Mas, talvez por osmose,essa diferença diminuiu nos últimos tempos, o que, certamente, dará um tempero especial a esse amistoso.

A hora de Fred

Simplesmente impressionante a performance de Fred, desde que, finalmente, assumiu o comando do ataque do Fluminense: oito gols em oito jogos, o que faz dele o ponto de inflexão do seu time que vive nessa dicotomia atroz – no Brasileirão, luta para escapar do descenso; na Copa Sul-Americana briga pelo título.

Mesmo longe de sua melhor forma física, Fred faz a diferença, entre outras coisas, porque é um daqueles raros artilheiros que sabem jogar – driblar, servir os companheiros, essas coisas todas.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Seleção Brasileira Tags: , , ,
12/09/2009 - 22:36

TRICOLOR SEGUE EM FRENTE

São Paulo x Avaí

O jogo foi muito equilibrado no primeiro tempo, quando o Avaí chegou a ter ligeira superioridade tática, além de ter criado as duas melhores chances para marcar.

Mas, no segundo, o Tricolor voltou mais determinado, apertou a marcação na saída de bola do adversário, e chegou aos 2 a 0, com Dagoberto e Hugo.

Vitória preciosa, nesta quadra do campeonato, pois o Avaí, embora esteja patinando depois daquela arrancada fenomenal, é sempre um inimigo perigoso – bem armado em campo, sob o comando de Marquinhos, que divide com Diego Souza a palma de melhor jogador do campeonato até agora, não permite nenhum vacilo, não.

O certo é que o São Paulo segue praticando um futebol bem mais interessante do que aquele do primeiro semestre.
Usou muito as bolas alçadas à área do Avaí, mas também colocou-a no chão e produziu algumas tramas coletivas até então raras nesse time.

MENGOOOO!

Flamengo x Sport

Exagerou nosso querido Andrade ao dizer que seu Flamengo fez lembrar aquele dos anos 80, dele mesmo, de Zico, Adílio e cia. bela. Mas, não muito, pois o Mengo realmente deslizou diante do Sport, na vitória por 3 a 0 – dois de Adriano, o primeiro, de se tirar o chapéu.

É verdade que o Sport, não bastasse a fase aziaga por que passa, jogou todo desfalcado e ainda por cima perdeu o zagueiro Durval, expulso no fim do primeiro tempo.

Mas, isso não subtrai o mérito do jogo praticado pelo Fla. Afinal, estamos cansados de ver um time tropeçar na bola, mesmo enfrentado uma leve brisa contra.


NA EUROPA
Real e Barcelona avançam em direção ao título espanhol como se aproveitassem o vácuo da mais antiga tradição do futebol europeu.

Ambos pouparam alguns de seus craques na rodada deste sábado, e mesmo assim se livraram sem muitos problemas de seus respectivos adversários – o Espanyol e o Getafe.

Mas, os dois tiveram que recorrer no segundo tempo a seus astros em descanso. Em Barcelona, Cristiano Ronaldo entrou no segundo tempo para fazer o gol de abertura do Real, na vitória por 3 a 0, sobre o Espanyol. E Messi foi chamado para resolver de cabeça, diante do Getafe, em passe magistral de Ibrahimovic, autor do primeiro gol.

Pelo visto, vai ser, como sempre, o campeonato de dois times. Mas, mais do nunca, uma pauleira entre os dois.

Já no campeonato inglês, o Manchester City ratificou seu início auspicioso, com todos os seus novos reforços (Adebayor, Lescott, Barry etc.), menos Tevez, poupado, e Robinho, machucado. Meteu simplesmente 4 a 2 no Arsenal de toque de bola tão afinado, mas de muito pouca agressividade no ataque. Falta ali alguém como… como.. Adebayor, seu ex-artilheiro e atual carrasco.

Triste é ver esse Milan de Leonardo empatar por 0 a 0 com o Livorno, exibindo um jogo opaco e inoperante. Ronaldinho Gaúcho, que na primeira rodada havia dado sinais de recuperação, saiu substituído sob vaias da torcida, justificadas, diga-se. Até quando?

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Campeonato Brasileiro, Futebol internacional Tags: , , , ,
10/09/2009 - 00:18

NILMAR, TRÊS VEZES NILMAR

Essa Seleção do Dunga está mesmo encantada: desfalcada de meio time e jogando praticamente todo o segundo tempo com um a menos, já que em noite aziaga Felipe Melo foi expulso, mesmo assim, meteu 4 a 2 no Chile.

E chegou a esse placar depois de ter levado o implausível empate quando vencia fácil por 2 a 0. Graças às mudanças feitas por Dunga e, sobretudo, à vocação de artilheiro de Nilmar, três vezes Nilmar, o nome do jogo. Que, diga-se não marcou só (só?) três gols, mas jogou muito bem o tempo todo, nas horas boas e nas más, principalmente.

Dos três que entraram no decorrer da partida – Sandro, Elano e Diego Tardelli -, Elano deu o centro que resultou no quarto gol brasileiro, Sandro cimentou a cabeça de área que começava a se esgarçar, e Diego Tardelli parecia ter saído do chuveiro e caído no pagode, de calções e toalha no pescoço.

Movimentou-se com leveza lá na frente, e, sempre que a bola chegava a seus pés, algo de diferente acontecia. Gostaria muito de ver um jogo inteiro essa dupla – Nilmar e Tardelli – com a camisa brasileira. No mínimo, seria divertido.

PELAS OROPA

A Iglaterra ingressou na Copa da Áftrica do Sul com uma goleada histórica sobre a Croácia: 5 a 1, dois de Lampard, dois de Gerrard e um de Rooney, as três estrelas do time. Mas, quem abriu o caminho para a vitória espetacular foi o garoto Lennon, um cabrochinho desses bem brasileiros, espertos, driblador, veloz, que fez o diabo pela direita: sofreu o pênalti que deu origem à abertura de contagem; fez assistências para outros dois e tal e cousa e lousa e maripousa.

E olhe que a Croácia não é nenhum San Marino, Luxemburgo ou Ilhas Faore, nada disso. É um dos centros mais evoluídos do futebol europeu, desmembramento da antiga Iugoslávia, praticante da mais lídima escola Danúbio de jogar bola.

A Espanha, também cumprindo cem por cento de campanha, bateu a Estônia por 3 a 0, em bela performance de Fabregas, e assegurou sua ida à África do Sul, juntando-se até agora à Holanda, que bateu a Escócia por 1 a 0, já classificada, e à Inglaterra.

Como a Itália, vencedora do embate com a Bulgária por 2 a 0, caminha na mesma direção, assim como a Alemanha, que goleou o Azerbajião por 4 a 0, a Europa colocará nos campos africanos sua linha de frente. Falta apenas a França, que empatou com a Sérvia por 1 a 1 e periga em seu grupo.

Mas, a verdade é que a França parece viver de seus craques excepcionais e sazonais: Kopa, nos anos 50, Platini, nos 70/80, e Zidane, na fase mais gloriosa dos azuis.

E LOS HERMANOS…

Só no primeiro tempo, o Paraguai já havia metido duas bolas nas traves do goleiro Romero e outra, nas redes. De resto, foi uma lamentável exibição dos argentinos, mais uma, sob o comando (ou seria desorientação?) de Maradona.

Pois, nem mesmo o meio de campo e o ataque, compostos por jogadores de alto nível, conseguiam armar sequer uma jogada de perigo real e talento compatível.

Choro por ti, Argentina, lágrimas tangueras e sinceras.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Copa do Mundo, Futebol internacional, Seleção Brasileira Tags: , , , , , , , ,
16/08/2009 - 21:00

A 18ª rodada do Brasileirão e o show do Arsenal

Pode ser mera coincidência. Ou fruto da dureza dos confrontos. Afinal, foram tr~es clássicos nacionais que o Palmeiras enfrentou nas últimas rodadas: Grêmio, Galo e Botafogo, três empates por 1 a 1, dois deles, frustrantes para um líder que sonha com o título, por mérito e honra, já que disputados em casa.
 
O último, sábado, contra o Botafogo, ainda mais decepcionante, desde que o adversário, embora tradiconalíssimo clube brasileiro, vem se arrastando no campeonato lá pelos últimos lugares.
 
Seja por que motivo for, o fato é que o Palmeiras mudou de cara, em relação àquele time que vinha vencendo e encantando sob o comando de Jorginho ainda outro dia.
 
Não consegue mais tocar a bola com fluência da defesa ao ataque, não mais pressiona o adversário no campo adversário, não mais cria tantas chances de gol como criava. Passou a jogar com um olhar mais defensiva, e, evidentemente, mais tenso na troca de bola. Por isso, talvez tantos erros de passe no jogo contra o Botafogo, que jogou o trivial, com uma dose extra de empenho, só.
 
Muricy, depois do jogo, assegurou que o time joga sob o mesmo esquema anterior, que nada mudou. Em termos: o simples fato de escalar três volantes, empurrando Cleiton Xavier e Diego Souza um degrau acima, já representa uma mudança radical no estilo do Palmeiras jogar. Ambos se sentem desconfortáveis nessas funções. E eles têm sido a grande diferença desse time.
 
Alguém que Muricy muito admira já disse que futebol é detalhes. E, muitas vezes, é mesmo.
 
Contudo, a vitória do Inter, folgada, sobre o Santo André, naquele pasto do ABC, por 2 a 0, mostra como é precária a liderança do Palmeiras.
 
Pois, o Inter, agora, entra pra valer na disputa, com dois jogos ainda a serem cumpridos, o que lhe confere a chance de virar o turno em primeirão. Jogo é joo, porém.
 
TIMÃO ACERTANDO
 
O Corinthians, ao meter 2 a 0 no Galo, no Pacaembu, não só ganhou moral para seguir nessa reformulação inesperada, como mostrou que avançou bem nesse sentido. Não pela vitória em si, que isso, às vezes, é ocasional. Mas, pela forma com que jogou, organizada, segura, eficiente. E o mais animador: sem abrir mão de seu esquema ofensivo, com um volante, dois meias e três atacantes.
 
Sim, porque, geralmente, nesses casos, a tendência do treinador é buscar refúgio num esquema defensivo para se resguardar dos maus ventos da transição: até encontrar o time ideal, até chegarem os reforços, fecha aqui, fecha acolá, que não vou botar a cara a bater.
 
Mano, não. Mano botou a cara a bater, levou dois ou três tabefes, e já começa a revidar.
 
É verdade que o Galo não foi o Galo. Foi um arremedo do Galo, time inteiramente desfigurado por lesões e cartões. E aqui volta à cena a única restrição que se lhe fazia quando assumiu a liderança do campeonato: terá elenco para resistir à maratona lá no topo?
Esperemos pra ver.
 
TRICOLOR EM MARCHA
 
E o São Paulo, ao vencer o Sport, na Ilha do Retiro, por 2 a 1, com gol de cabeça de Hugo já nos descontos, cumpre respeitável série invicta e segue na direção da luta pelo título, ocupando já um lugar no G-4.
 
Não, não foi uma exibição exemplar do Tricolor,prejudicada também pelas duas expulsões, mas bastou para cumprir sua missão, com méritos, já que dominou o primeiro tempo e foi dominado no segundo, mas soube aproveitar suas chances.
 
A GOLEADA
 
O grande placar da rodada, sem dúvida, foi a goleada impingida pelo Grêmio num Flamengo que se embicava para uma rápida escalada na tabela: 4 a 1. Mesmo sendo no Olímpico, é resultado para virar manchete e plantar uma pulguinha na orelha do Urubu (sei bem, meu, que urubu não tem orelha, é jeito de falar).
 
Quem, no entanto, não para de crescer é o Goiás, já na vice-liderança do torneio, ao bater o Vitória por 3 a 2, em jogo renhido. Assim como o Avaí, que recebeu o Náutico no Avaí e o venceu por 2 a 1.
 
Só o Fluminense não consegue subir um degrau sequer, e continua lá embaixo, depois da derrota para o Coritiba por 3 a 1, em casa. É demais.
 
PEIXE E RAPOSA
 
Foram poucas mas boas, as oportunidades criadas tanto por Cruzeiro quanto pelo Santos, na noite de domingo no Mineirão. E quase todas elas foram devidamente conjuradas pelos dois goleiros, os destaques do clássico nacional – Felipe e Fábio. Mas, se o Santos dá sinais de melhora, o Cruzeiro continua marcando passo numa zona cinzenta e temerária da tabela.
 
ARSENAL, SHOW
 
Na rodada inicial do Campeonato Inglês, o mais charmoso do planeta, só o Liverpool, dentre os eternos candidatos ao título, não venceu. Tomou de 2 a 1 do Tottenham. Chelsea, Manchester United e Arsenal estrearam, porém com vitória.
 
Mas, show mesmo quem deu foi o Arsenal, ao golear o tradicional Everton por 6 a 1, fora o baile. Naquele seu toque-toque habitual, já sem Adebayor, que se juntou a Robinho no City, os Guns hipnotizaram os azuis e foram somando seus gols e chances desperdiçadas, sob o comando da dupla Denílson e Fabregas, este, autor de dois gols, um deles, de placa. Dá gosto ver esse time jogar.
 
Já o Manchester United teve pleno domínio sobre o Bermingham, mas errou demais na hora da finalização, sobretudo com o português Nani. De positivo, a presença do equatoriano Antonio Valencia no lugar de Cristiano Ronaldo, ali pela direita. Joga bem, é hábil e, com o tempo, tende a evoluir. Se não algo perto do português ilustre, pelo menos, para cumprir bem aquela função ali nos Diabos Vermelhos, que, diga-se, já não são os mesmos, mas vão brigar.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Campeonato Brasileiro, Futebol internacional Tags: , ,
10/03/2009 - 18:59

À INGLESA

Quando o presidente da Fifa, Sepp Blatter, diz que o futebol inglês está muito além dos demais grandes centros europeus, em tudo – grana, organização e força técnica de seus principais times - só está declarando o óbvio. Só não vê quem não quer ou não acompanha os campeonatos do Velho Mundo.

Ainda nesta terça-feira, dois britânicos já saltaram para as quartas-de-final da Liga dos Campeões, passando por dois gigantes do continente: o Chlesea, ao empatar por 2 a 2 com a Juventus, em Turim, e o Liverpool pulverizando o Real em casa – 4 a 0.

Juve e Chelsea, é verdade, protagonizaram um espetáculo mais equilibrado. Por isso mesmo, mais emocionante. Mas, o Chelsea, sob o comando do holandês Hiddink, o substituto de Felipão, foi sempre mais orgânico do que a Juve, que abriu o placar com Iaquinta e sofreu o empate com Essien, de volta, finalmente.

Del Piero colocou, na cobrança de pênalti cometido por Belletti, ao meter as duas mãos na bola em falta batida, mas Drogba, recebendo preciso passe de Belletti, empatou e levou seu time adiante, deixando a Juve na beira do caminho.

Já o Liverpool meteu um chocolate no Real, com dois gols de Gerrard. Placar que revela a imensa superioridade dos vermelhos sobre os merengues, ao longo de toda a partida, com exceção de um hiato no segundo tempo, quando os espanhóis por pouco não diminuiram a desvantagem.

É verdade que os dois primeiros gols do Liverpool merecem restrições: no primeiro, Torres puxa o beque brasileiro Pepe antes de finalizar; no segundo, pênalti inexistente do argentino Heinze – o rapaz cortou de ombro, e o bandeirinha considerou como toque de braço.

De qualquer forma, o Liverpool teve tal domínio sobre o espírito do jogo, a bola e os espaços que nem dá para atribuir a esses erros vitais da arbitragem o resultado final.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Futebol internacional Tags: , , , , , , ,
14/02/2009 - 14:24

A ESTRELA E O CRAQUE ANÔNIMO

Enquanto o celebrado Robinho, vital na vitória do Brasil sobre a Itália, no amistoso do meio de semana, naufragava tecnicamente diante do Portsmouth, no campeonato inglês, o anônimo Rafael brilhava com a camisa 10 do Hertha de Berlim, diante do Bayern de Munique, na vitória por 2 a 1 de seu time, em casa.

Confesso que tenho sido um tanto negligente em relação ao campeonato alemão, o que explica minha surpresa diante da atuação desse brasileiro revelado, segundo me informam, no Moleque Travesso da Mooca.

Joga fácil e com inteligência o nosso Rafael. Coloca-se bem em campo, passa com exatidão e tem aquela centelha brasileira da invenção, capaz de executar as melhores jogadas da partida. A principal: a arrancada seguida do passe medido para Voronin perpetrar o gol da vitória do Hertha.

Vale ficar de olho no moço.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Futebol internacional Tags: , ,
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