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Posts com a Tag Ibrahimovic

sábado, 27 de novembro de 2010 Campeonato Brasileiro, Futebol internacional | 18:24

POR UM POUCO DE DIGNIDADE

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Ainda bem que o técnico Felipão não deu ouvidos àquela meia dúzia de idiotas que foram ao Centro de Treinamento do Palmeiras pedir para que seu time entregue o jogo ao Fluminense, a fim de prejudicar o Corinthians, rival doméstico.

Essa gente perdeu o menor senso de dignidade, honra e compostura. E aqui incluo o diretor de futebol Pescarmona que deveria ser eliminado do futebol por falta do mais ínfima respeito pelo esporte, como um todo. São pessoas com essa mentalidade que levaram o Palmeiras à mais indigente situação de sua gloriosa história.

O fato é que, com titulares, com reservas, com Felipão, sem Felipão, o Fluminense é melhor do que o Palmeiras, competente o bastante para vencer esse jogo e chegar à rodada final com todas as chances de levar o título. Sobretudo, se puder contar mesmo com seu quarteto de alta classe do meio de campo pra frente – Deco, Conca, Emerson e Fred.

Ah, mas os meninos palestrinos estão deprimidos pela desclassificação inesperada na fase final da Copa Sul-Americana…

Ora, se estão deprimidos, tristonhos, macambúzios e ensimesmados, nada melhor pra recompô-los do que um tratamento de laborterapia ou ludoterapia, Ou seja: um joguinho de bola, que, para eles, é a combinação dos dois – trabalho e diversão.

Timão da hora

Se não tem Ronaldo Fenômeno, sequer um reserva do mesmo estilo, não resta a Tite senão improvisar uma saída para o impasse.

Já disse e repito: por mim, botava ali Danilo e deixava o barco correr. Tem físico e bola para fazer essa função de pivô, não fixo na área, mas voltando um pouco para acionar os dois pontas – Jorge Henrique e Dentinho.

Pena que não terá Elias, dínamo desse meio de campo.

Mas, nem tudo é perfeito, como dizia o Boca Larga a Jack Lemmon na clássica comédia dos anos 50.

Cilada para a Raposa

Esse jogo com o Flamengo é uma grade cilada para a Raposa.

O Mengo não tem time para vencer, no mano a mano. Mas, beira o desespero, com medo de jogar a rodada final tentando escapar do rebaixamento, joga em casa e, portanto, deve dar tudo para vencer.

O Cruzeiro, de sua parte, não terá Fabrício, que tem sido o motor de seu meio de campo, mas terá Montillo, o cérebro e condutor da equipe.

Vai ser de lascar.

Nas estranjas

Somando os resultados de apenas dois jogos dos líderes deste sábado pelo campeonato inglês, teremos a soma espetacular de catorze gols, média de sete gols por partida.

O Arsenal meteu 4 a 2 no Aston Villa, na casa do adversário, pondo a bola no chão e tocando-a ao seu estilo tradicional, com três gols de Chamakh, que ainda eu uma assistência magnífica para o menino Wilshere completar de cabeça.

Já o Manchester United simplesmente massacrou o Blackburn no Old Trafford por 7 a 1, fora o baile e as chances perdidas, com direito a cinco gols do búlgaro Berbatov. Assim, os Diabos Vermelhos seguem à frente, com os Gunners no seu encalce, o que confere ao campeonato inglês um glamour especial, pois todos que estão lá em cima brigando pelo título jogam uma bola ofensiva e divertida.

Na Itália, o Milan, apesar de todas as possibilidades de que dispõe para oferecer algo no gênero, prefere seguir o roteiro covarde e convencional de sempre. Com Pato machucado e Ronaldinho no banco até os últimos minutos, trancou-se no meio de campo com todos aqueles Gattusos e Ambrosinis, sem falar nos laterais pífios de hábito, e não arrancou mais do que um empate por 1 a 1 com a Sampdoria, em Gênova. Gol de Robinho, claro, ao lado de Ibra, as duas únicas luzes da equipe.

Notas relacionadas:

  1. CLÁSSICOS SOBRE CLÁSSICOS
  2. NEM FELIPÃO, NEM ADÍLSON
  3. JOGO UM POUCO MAIS DECISIVO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 31 de março de 2010 Sem categoria | 18:34

SHOW DO BARÇA: 2 A 2

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Foi um show de bola do Barça. Resultado: 2 a 2. Futebol é assim mesmo. Não seria nenhum exagero dizer que o Barcelona poderia ter metido 4 a 0 no Arsenal, em pleno Emirates Stadium, antes mesmo dos 20 minutos de bola rolando. Gols perdidos por definidores por excelência – Ibrahimovic, Messi, Xavi e parceiros.

Falo de chances cara a cara, em que o goleiro espanhol Almunia foi um portento, embora a maioria das finalizações tenha sido disparada em sua direção.

Basta dizer que, aos 16 minutos do primeiro tempo, o Barcelona já havia desferido quinze chutes ao gol de Almunia, enquanto o Arsenal só chegaria na meta adversária aos 23 minutos.

Percebendo o domínio absoluto do Barça, o técnico Arséne Wenger, aproveitou a contusão do atacante Arshavin para colocar um volantye a mais em campo, Eboué. E, depois, o nosso Denílson. Mas, nem deu tempo para que essas substituições surtissem efeito, pois, aos 20 segundos da etapa final, Ibrahimovic, aproveitando passe magistral de Piqué, lá de trás, encobriu o goleiro e abriu a contagem.

E, aos 13, o mesmo Ibrahimovic ampliaria, em cavadinha genial de Xavi, que jogou muito, como de hábito. E olhe que o Barça não reduziu a marcha por causa dos 2 a 0. Ao contrário: continuou criando e perdendo chances, até que Walcott, um pontinha esperto e driblador entrasse para fazer o primeiro gol dos ingleses, em bela escapada pela direita.

Por fim, numa bola alçada para a área catalã, Puyol comete pênalti em Fabregas, à meia-boca, que a própria vítima converte num chute reto, no meio do gol, já aos 38 minutos.

Como se vê, pelo andar do placar, jogo emocionante, como só poderiam oferecer esses
Dois exemplos bem acabados do futebol ofensivo e de bola tocada.

Placar injusto para o Barça, é verdade, mas solidário ao futebol praticado pelo Arsenal. E, no fim das contas, promissor para o Barcelona, que faz a segunda em casa com a vantagem de ter marcado dois gols no campo inimigo.

Quanto ao Inter, teve maior domínio da bola e dos espaços sobre o CSKA, mas terá de decidir a vaga em Moscou, neste início de primavera que ainda é gelado por lá. E a vitória foi modesta – 1 a 0, gol de Milito, em passe do holandês Snejider, o cérebro da equipe de Mourinho.

Notas relacionadas:

  1. GOSTO DE MEL INGLÊS
  2. DIABOS, SÓ 1 A 0?
  3. SURPRISES!
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , , , , ,

quarta-feira, 21 de outubro de 2009 Sem categoria | 20:09

SURPRISES!

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A grande surpresa na Liga dos Campeões, sem dúvida, foi a derrota do Barça para o Rubin, em pleno Camp Nou. Por 2 a 1. Mas reveja o jogo, meu amigo. E verá que o Barça teve mais de sententa por cento de domínio de bola, meteu duas bolas nas traves, com Ibrahimovic e Touré, criou uma pá de chances para golear o adversário e saiu de campo derrotado.

O Barça é assim: quando perde, se perde, perde jogando infinitamente mais do que seu inimigo. Claro, não teve a mesma sincronização de sempre, não tocou a bola ao seu estilo como de hábito. Mas, jogou mais e merecia melhor placar.

Assim como outra surpresa foi a virada espetacular do Milan, no Santiago Bernabéu, sobre o Real Madri, que saiu na frente numa lambança do nosso Dida, que Raul aproveitou ao seu feitio: Dida, já com a bola dominada de um chute à distância, tentou sair rapidamente, se embaralhou e Raul guardou.

Mas, no segundo tempo, de repente o Milan, que vinha de campanhas pífios, tanto no Campeonato Italiano quanto na Liga dos Campeões, teve uma epifania, uma revelação súbita, cobriu-se de luz e virou para 2 a 1, num disparo longo de Pirlo e numa arrancada revestida de discreta finta de Pato sobre o goleiro Casillas, que saiu mal do gol, e empatou.

Empatou e sofreu o empate em seguida, com um tiro certo de Drenthe. Mas, teve de completar a vitória por duas vezes: num cabeceio de Thiago Silva, absolutamente legal, que o juiz anulou, e no bate-pronto de Pato, em levantamento magistral de Seedorf, que o juiz legitimou. Ah, sim, antes, no primeiro tempo, houve pênalti em favor do Real.

Notas relacionadas:

  1. OS MELHORES, SOFRENDO
  2. GOSTO DE MEL INGLÊS
  3. DIABOS, SÓ 1 A 0?
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , ,

quarta-feira, 23 de setembro de 2009 Futebol internacional | 14:52

OBRIGADO, BARÇA

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Ah, Barça, colírio para estes olhos tão embaçados pela poluição de gestos toscos e primários que sufocam o futebol por quase todos os campos desse mundão afora.

Que belo espetáculo esse proporcionado pelos catalães ao meterm 4 a 1 no Racing, em Santander, depois da goleada imposta no domingo sobre o Atlético de Madri. Por 5 a 2, no fim de semana. Não apenas pela profusão de gols, que isso conta muito mas não é tudo. E, sim, pelo brilho individual com que seus craques revestem o conjunto sincronizado e objetivo, sempre em busca do ataque.

Os dribles inesperados de Messi, autor de dois gols, que sempre culminam em disparos à meta ou em medidas assistências, os passes magistrais e consecutivos de Xavi, aquele toque de calcanhar mágico de Ibrahimovic para o gol do zagueiro Piqué, são tantas, enfim, as firulas e volteios com que esse timaço nos brinda… Prova vivíssima, atual, de que, si, se puede. Pode-se, sim senhor, fazer-se o resultado com classe e inventiva.

Ah, mas o Barça é um clube riquíssimo, capaz de contratar a estrela que quiser, ao contrário dos nossos clubes, meros exportadores de craques. Pode, mas não costuma fazê-lo. Ao contrário: prefere produzir em casa seus craques, como o argentino Messi, que foi levado pra lá aos doze anos de idade, Puyol, Busquets, Bojan etc. E, quando vai á compra, leva uns trocados no bolso, com esta ou aquela exceção.

Mas, seja quem for o recém-chegado, terá de exibir o perfil técnico de um esquema imutável (mais do que isso: o espírito), aquele que privilegia o futebol gracioso e eficiente de sempre.

Notas relacionadas:

  1. BECKHAM, MESSI E ROBBEN
  2. ENCONTRO EM MARSELHA
  3. DOMINGO TENSO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , ,

domingo, 22 de março de 2009 Campeonatos Estaduais, Futebol internacional | 19:28

DENTINHO, IBRA, BARÇA, OS REDS…

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Nem Ronaldo, nem Neymar. O nome do clássico foi mesmo Dentinho, autor do gol da vitória do Corinthians sobre o Santos, num Pacaembu eletrizado. E não apenas porque fez o gol, de cabeça, logo aos 15 minutos de partida, em magistral cruzamento de Douglas da esquerda. Mas, sobretudo, por sua movimentação, seus dribles, suas investidas.

Mesmo porque tanto Neymar quanto Ronaldo passaram discretamente pelo gramado, embora cada um tivesse desperdiçado duas grandes chances de se consagrar, em raras participações dos goleiros Felipe e Fábio Costa.

Curioso isso, pois os dois times entraram em campo com formações teoricamente mais ofensivas do que habitualmente se vê no futebol brasileiro mais recente.

O Corinthians, com apenas um volante de ofício (Cristian) e o Santos, com três atacantes por vocação – Neymar, Kleber Pereira e Roni, com Lúcio Flávio na armação.

Contudo, o jogo se concentrou no meio-de-campo, até o gol de Dentinho, dividido entre os dois times; depois, com claro predomínio santista. E aqui me parece que tenha sido o equívoco do técnico Mancini, ao escalar o menino Neymar mais como articulador de jogadas do que verdadeiramente um atacante. Não me parece ser a dele.

Equívoco que se pronunciou quando, no segundo tempo, tirou o garoto para a entrada de Madson. Melhor, imagino, seria trocar Roni por Madson, que dinamizou um pouco mais a armação. Mais, talvez, por conta do recuo corintiano.

Quanto a Ronaldo, é assim mesmo, não se pode esperar mais, por enquanto do craque: dois ou três lances de categoria, e duas investidas na área perigosas. Acabou sendo substituído lá pelos 36 do segundo tempo, quando o Timão precisava mais de velocidade no contragolpe do que de técnica e precisão nos remates.

O que, porém, mais valeu nesse clássico foi a nítida recuperação técnica de Douglas, pelo lado corintiano, e a suspeita de que o Santos, mesmo sendo derrotado e caindo fora do G-4, tem bala para chegar lá.

MENO MALE

O líder Palmeiras, no sábado, não foi além de um empate por 1 a 1 com o Guaratinguetá. Levando-se em conta que o o mandante era o Guará e que o Palmeiras jogou desfalcado de sua dupla de ataque titular – Keirrison e Willians -, melhor um empatezinho assim do que uma derrota.

Sobretudo, porque o Guará marcou bem, e promoveu um jogo muito equilibrado com o Palmeiras, que segue ainda na liderança, mas já sentindo a aproximação do Corinthians.

MENOS MAL

E o São Paulo, que sem André Dias e Júnior César, foi a Jundiaí e não conseguiu também mais do que esse empate por 1 a 1?

Se o resultado pode ser considerado frustrante, valeu saber que o Tricolor foi melhor do que o Paulista e mereceria um resultado mais compatível com essa superioridade.
É mais animador, né?

LÁ FORA

Só vi o primeiro tempo. Mas, bastou para me empanturrar de Barcelona: 4 a 0, com mais dois gols na etapa final, sobre o frágil Málaga. Tudo bem: o Málaga é fraquinho, mas, que diabo!, é isso que se espera de um timaço como o Barça – quando pega uma moleza, massacra logo. E, como está jogando esse Xavi, meu Deus!

Por falar em massacre, o Liverpool pegou no breu, e, depois de ensacar o Real, pela Liga dos Campeões, goleou o poderoso Manchester, e agora enfia 5 a 0 no Aston Villa, com três gols de Gerrard, um craque à beira da perfeição: marca, arma, passa, lança e bate na bola como poucos.

Assim, o Liverpool deu uma mãozinha a mais ao Arsenal, na luta por uma vaga na próxima Liga dos Campeões, que, no sábado, deu um show de bola no New castle, na casa do adversário: 3 a 1, naquele seu proverbial toque-toque.

Enquanto Liverpool e Arsenal ascendem, Manchester e Chelsea sucumbem. O Manchester somou sua segunda derrota seguida, o que não ocorria há muito tempo, e o Chelsea perdeu para o Tottenham, por 1 a 0, depois de longa série invicta desde a saída de Felipão.

Já na Itália, a Inter, ao bater a Reggina por 3 a 0, com direito a golaço de Ibrahimovic, que driblou três e meteu por cobertura, surfa lá no topo da tabela. Não tem pra ninguém.   

Notas relacionadas:

  1. BARÇA, O MAIÓ!
  2. BARÇA, MILAN E OS DIABOS
  3. NEYMAR, FRED, KAKÁ, GANSO E PATO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , ,