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Posts com a Tag galo

domingo, 18 de julho de 2010 Campeonato Brasileiro, Clubes brasileiros | 20:44

MAIS LÍDER AINDA

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Não foi fácil, mas foi justa a vitória do Corinthians sobre o Galo ,no Pacaembu, por 1 a 0, gol de Bruno, tiro que desviou no zagueiro atleticano e foi às redes de Fábio Costa. Isso, já lá pelo segundo tempo.

O Galo manteve sempre a crista alta, o que dificultou muito a ação do Timão, que continua se ressentindo demais da ausência de um homem de área á altura do resto do time.

Mesmo assim, teve o domínio do espírito do jogo e poderia ter ampliado o placar, antes ou depois, embora o Atlético tenha obrigado o goleiro Júlio César a praticar, por baixo, duas defesas providenciais. Mas, digamos que se Chicão tivesse convertido aquele pênalti logo no começo da partida, as coisas pudessem ter sido mais fáceis para o Corinthians.

Entre outras coisas, porque, se o Corinthians de Mano Menezes está definido, ainda que com a ausência crônica de Ronaldo Fenômeno, o Atlético de Luxemburgo busca sua melhor formação, depois da saída de alguns jogadores, como Correa, por exemplo, e a chegada de outros, como Diego Souza.

O fato é que, com a derrota do Ceará para o Inter, o Corinthians segue líder, agora, isolado do Brasileirão, o que não é pouco para um dos times candidatos ao título nacional, embora muito caminho haja que ser percorrido até lá.

Estreia aziaga

Felipão, finalmente, estreou no banco do Palmeiras. Resultado: 4 a 2 para o Avaí, na Ressacada.

Claro que uma coisa não é consequência da outra. Simplesmente, trata-se da primeira tomada de posição de Felipão nessa sua volta ao Palmeiras, cercada de tantas esperanças.

Mesmo porque o Palmeiras saiu na frente, tomou a virada e soube reagir para chegar ao empate, antes de levar os dois gols fatais já nos acréscimos da partida. E até que não se pode dizer que o Verdão jogou mal.

Nada disso. Apenas, o Avaí foi melhor, ou mais oportuno na hora de decidir o jogo.

O que não cabe é esse espírito messiânico que cerca a volta de Felipão, como se a sua simples presença bastasse para transformar a água em vinho.

Milagres não existem. Existe trabalho, isso, sim. E talento. Só a combinação de ambos farão do Palmeiras um time como sempre foi no passado, com Felipão, ou antes de Felipão.

Flu, vice

Foi uma vitória heroica do Fluminense, que, na Vila, desdobrou-se em campo para vencer o Santos por 1 a 0, gol de Alan, numa das raras escapadas que deram certo.

De resto, foi o Santos cercando a área tricolor, naquele seu estilo, sob o comando de Ganso, com seus passes medidos, suas enfiadas de bola geniais e tal e cousa e lousa e maripousa, sem, contudo, chegar ao que realmente interessa – o gol.

Teve bola na trave, defesas providenciais de Fernando Henrique, e, no fim, a vice-liderança para o time de Muricy, que vai cumprindo excelente campanha.

Quanto ao Santos, mesmo quando perde, dá espetáculo. E isso já é um grande consolo para os amantes do verdadeiro futebol.

Notas relacionadas:

  1. MAIS VERDÃO?
  2. A BOLA COM VERDÃO E GALO
  3. AINDA LÍDER
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , ,

sábado, 24 de outubro de 2009 Campeonato Brasileiro | 21:20

GALO, CISCANDO, CISCANDO…

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E o Galo foi ciscando, ciscando, e chegou lá, a apenas um ponto do líder Palmeiras: mesmo sem Correa, Carlos Alberto Eder Luís, três jogadores preciosos na brilhante campanha do time neste Brasileirão, ganhou por 1 a 0 do Vitória, no Mineirão, gol de Diego Tardelli, claro.

Mas, se não no campo de jogo, onde o Atlético penou para vencer essa partida, embora Tardelli desperdiçasse um pênalti e Evandro um gol feito, pelo menos no coração da galera carijó, as ausências foram compensadas pela volta de Marques, que entrou no finalzinho e, em duas ou três pontadas pela esquerda, bem ao seu estilo, mostrou a que veio.

E esse é um detalhe que distingue o Galo dos demais concorrentes ao título brasileiro: vem se reforçando justamente no instante em que os demais perdem força, a partir do início do segundo tempo.

Marques, obviamente, está ainda longe de sua melhor forma física e técnica, mas é daqueles atacantes lisos, incisivos, e experientes que acrescentam ao ataque de qualquer time mais contundência sempre. Além do mais, é um ídolo da torcida atleticana pelas várias passagens pelo terreiro do Galo no passado, todas empolgantes.

Na pior das hipóteses, o Galo vai distribuir bicadas a valer até o apito final do campeonato. Na melhor, leva a taça.

Notas relacionadas:

  1. GALO E TIMÃO, QUE SUFOCO!
  2. ÓI O GALO CHEGANDO…
  3. O GALO DE TARDELLI
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , ,

segunda-feira, 19 de outubro de 2009 Sem categoria | 17:01

A PERPLEXIDADE DE MURICY

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Depois da derrota para o Flamengo, Muricy não estava nem divertido, nem malcriado. Parecia, isso, sim, perplexo diante do que vem ocorrendo não apenas com seu time, mas com a maioria dos postulantes ao título, neste momento.

Quando parece que este ou aquele vai engrenar, patina ou reflui. E olhe que ainda falta cerca de 1/4 do caminho a ser percorrido, como em adverte um dos nossos bloguistas aí embaixo.

Mas, se os que estão lá em cima, com exceção do Galo, que parece ter retomado impulso com a volta de Tardelli e a integração de Ricardinho na equipe, andam escorregando além da conta, outros vêm de posições inferiores, num crescendo ameaçador. São os casos de Flamengo e Cruzeiro, dois clubes de imensa tradição e bola respeitável nos padrões atuais do nosso futebol.

Ah, sim, e o Grêmio, que, se não embalou ainda, poderá fazê-lo a partir do clássico de domingo, contra um Inter, que continua o mesmo, apesar da troca de técnicos: uma no cravo, outra na ferradura. Uma eventual vitória sobre o rival antigo, lá no Sul, em geral vale por um campeonato, conferindo força moral extra ao vencedor.

Dando uma espiada por cima na próxima rodada, de qualquer forma, o Palmeiras surge como o grande favorito, diante de um Santo André caindo pelas tabelas. Joguinho, portanto, perigoso, pois, em caso de derrota, embora o Verdão não deva perder a liderança, corre sério risco de entrar em crise emocional que se refletirá decisivamente nas rodadadas subsequentes.

Outro verde que tem tudo para estancar a queda é o Goiás, que pega o lanterninha do campeonato, Flu, em casa. Mas, o Tricolor está dando o sangue para fugir do rebaixamento. Portanto, não são favas contadas.

Já o Galo, animado e atuando no Mineirão, mesmo assim não deverá encontrar facilidades diante de um Vitória bem dirigido por Mancini, com Ramón e cia., e que já começa a rondar a zona de classificação para a Libertadores, ao lado de Grêmio e a quatro pontos do Flamengo, o quinto colocado.

Quanto ao Flamengo, em prodigiosa ascensão, pega um Botafogo ainda tentando de afastar da zona de descenso. Mas, é um clássico, como tal…

Situação mais ou menos como a do São Paulo, que vai à Vila enfrentar um Santos que terá de volta o meia Ganso, o que deverá fazer muita diferença no Peixe, que nem vai, nem volta. Só que o Tricolor, embora frequentando ainda o G-4, vem de sucessivas fracassos, ao contrário do Fla.

Como se vê, ao cabo dessa próxima rodada, a perplexidade de Muricy poderá se transformar em confiança, ou em desespero, tudo depende de para que lado a bolinha rolar.

VELHINHOS PIMPÕES

Num futebol que se caracteriza pela incrível capacidade de regeneração, lançando no mercado mundial uma pá de novos talentos, ano após ano, e num tempo em que tanto se louva a força física, a resistência e a velocidade, é de surpreender a legião de velhinhos pimpões que andam dando o tom do Brasileirão.

Aliás, não só aqui: acompanhe o amigo os jogos do Manchester United, líder do campeonato inglês, e se delicie com o desempenho de Ryan Giggs, aquele canhotinho prodigioso, quase quarentão. Há três ou quatro anos, como um Sílvio Caldas da bola (pra quem não sabe, o Caboclinho Querido, um dos quatro maiores cantores populares da nossa história, passou os últimos vinte anos de sua vida dando seu último show e gravando seu último disco), Giggs vem anunciando sua aposentadoria.

Mas, com aquela bola toda e aquele fôlego interminável, como? Giggs, aliás, lembra outro britânico hisórico, uma lenda do futebol inglês: Sir Stanley Matthews, que só foi pendurar as chuteiras depois dos 50 anos de idade. Aliás, com 45 anos de idade, deu um baile memorável, em Wembley, na Enciclopédia do Futebol, nosso incomparável Nilton Santos.

Surpreso? Pois, então, engula esta: meu querido amigo Zé Nogueira, da Rádio Eldorado, celebrou seus 80 anos de idade participando de um daqueles rachas semanais do que restou dos Namorados da Noite, time de artistas e boêmios desta província.

Mas, voltando aos campos tão exigentes do Brasileirão, aí estão Petkovic, Ricardinho, Ramón, Ronaldo Fenômeno, com todas as suaws cicatrizes e excesso de peso, Marquinhos, do Avaí, todos acima dos trinta e alguns beirando os quarenta. E todos brilhando entre tantos búfalos jovens, de força e disposição descomunais.

Perceba o amigo que, com exceção de Ronaldo, todos os demais citados são meias, articuladores de jogadas, função tão desprezada nos últimos tempos no Brasil, pois ainda há quem suistente a impossibilidade de jogadores desse talhe técnico participar pra valer de um futebol de músculos e têmpera tão afiados como os dehoje em dia.

Bobagem, ja que esses caras não jogam com os pés. Jogam com a cabeça, e cérebro, todos nós sabemos, não tem músculos.

Notas relacionadas:

  1. CADA RODADA, UMA ENXADADA
  2. PRA FRENTE, BRASIL!
  3. ENTÃO, FICAMOS ASSIM…
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , , , ,