FLA, HUMMM…
Houve um tempo em que a Lusa era chamada de Robin Hood, o time que roubava dos grandes para servir aos pequenos. Nenhum pequeno, a não ser a própria Lusa, se assim se pode classificar o time do Canindé nesta quadra de sua gloriosa existência, se aproveitou do empate por 2 a 2 com o Flamengo, em pleno Maracanã. Apenas os outros grandões.
O fato é que, para ambos, tratava-se de um jogo de vida ou morte: o Fla, visando o título e, na pior das hipóteses, uma vaga para a Libertadores; a Lusa, buscando escapar da zona da morte, que ronda praticamente ao longo de todo o campeonato.
O Flamengo começou melhor, fez seu gol num chicote ardido de Fábio Luciano, mas, aos poucos, refluiu, e, no comecinho do segundo tempo, quando a Lusa dominava o cenário, levou o empate com Jonas, que, diga-se, está esmerilhando no Canindé. E, em seguida, veio o segundo, com Athirson, cria da Gávea, de cabeça.
Baixou definitivamente a ansiedade no Flamengo, a torcida passou a vaiar, e só no final, sobretudo depois da entrada de Everton, o Rubro-Negro conseguiu se reequilibrar e chegar ao empate com Max. Tá fora, tá dentro, depois desse tropeço no Maracanã? Chi lo sa? Pois, a roleta segue girando.
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Autor: Alberto Helena jr. Tags: Canindé, Everton, Fábio Luciano, Flamengo, Hobin Hood, Max, Portuguesa