<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog do Alberto Helena Jr. &#187; Flamengo</title>
	<atom:link href="http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/tag/flamengo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr</link>
	<description>futebol, comentários, jogos, partidas e tabelas</description>
	<lastBuildDate>Thu, 26 Nov 2009 19:13:38 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8.4</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>NEM POR BAIXO, NEM POR CIMA</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/11/24/11939/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/11/24/11939/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campeonato Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Flamengo]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeiras]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/?p=11939]]></guid>
		<description><![CDATA[Se o estado anímico, moral da tropa, nervos, seja lá como queira o amigo definir essa sensação impalpável mas tão perceptível no rolar da bola, passa a ser decisiva neste instante final do campeonato, o Inter voltou à cena da disputa com essa vantagem: é o que colheu o fruto mais doce da última rodada, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se o estado anímico, moral da tropa, nervos, seja lá como queira o amigo definir essa sensação impalpável mas tão perceptível no rolar da bola, passa a ser decisiva neste instante final do campeonato, o Inter voltou à cena da disputa com essa vantagem: é o que colheu o fruto mais doce da última rodada, e, claro, pode surpreender na reta final.</p>
<p>Mas, se assim fosse, era de se esperar que o Flamengo tivesse massacrado o Goiás no Maracanã, e não conseguiu mais que um empate sem gols.</p>
<p>Aliás, o caso do Inter talvez seja o mais emblemático – tido e havido, com toda razão, um dos favoritos no início do torneio, por causa de seu elenco de primeira, quando mais se apostava nas suas chuteiras, refluía, e, quando era descartado, renascia, como agora.</p>
<p>Na verdade, este Brasileirão tem sido tão errático e imprevisível, que podemos chegar à última rodada com São Paulo, Flamengo, Inter e Palmeiras empatados todos com o mesmo número de pontos, fato absolutamente inédito no nosso futebol, quiçá, no mundo. Mesmo porque, além desses quatro, os mineiros Galo e Raposa, na planilha dos números, também podem levantar a taça, numa reviravolta – das tantas – nestas duas últimas rodadas.</p>
<p><strong>Na média</strong></p>
<p>O que, porém, construiu esse cenário incrível? Certamente, não foi uma excelência ímpar dos postulantes ao título. Isto é: quatro esquadrões excepcionais que se nivelaram por cima, arrasando todos os adversários até à chegada derradeira. Nada disso. Ao contrário: a sensação que se espalhou entre mídia e torcida em geral é a de que ninguém quer ser campeão, tantos os tropeços deles todos em momentos cruciais de definição do panorama do campeonato.</p>
<p>Mas, então, será pela altíssima qualidade dos demais dezesseis participantes do certame que se transfiguraram e passaram a ser um osso mais duro de roer? Também não, pelo que se pôde verificar ao longo de todo o campeonato.</p>
<p>Há, sim, um nivelamento técnico entre os piores e os melhores colocados na tabela, nem por baixo, nem por cima, simplesmente, na média. Tanto, que a diferença de pontos conquistados entre os últimos e os primeiros é relativamente pequena, se levarmos em conta que uma vitória vale por três empates.</p>
<p>Quer dizer: se um time ganhar uma, perder outra e empatar a terceira somará um ponto a mais do que aquele que conquistar uma série invicta de três jogos empatados.</p>
<p><strong>Líder e lanterna</strong></p>
<p>O São Paulo, líder ainda, com as maiores possibilidades de obter o feito histórico, talvez jamais alcançável, do tetra seguido, pois leva um ponto de vantagem sobre o Flamengo, nem de longe pode ser considerado um timaço, desses que servem de base à Seleção Brasileira e tal e cousa e lousa e maripousa, como vários que ostentou no passado. E o Sport, já rebaixado, nem de longe pode ser considerado um timinho, fadado ao descenso pela própria natureza, pois ainda outro dia estava na crista da onda, disputando Libertadores e outros bichos.</p>
<p>Por tudo isso, é praticamente impossível prever o desdobramento das duas rodadas restantes.</p>
<p><strong>OS MELHORES</strong></p>
<p>Dunga anunciou, no Museu do Futebol, a lista tríplice dos melhores do campeonato, prêmio a ser conferido pela CBF, ao fim do Brasileirão. Há distorções claras em vários agrupamentos, tipo Diego Souza e Cleiton Xavier disputando a mesma posição, quando todos sabem que ambos dividem funções diferentes no seu Palmeiras. É o caso, também, de Sandro e Guiñazu, do Inter.</p>
<p>Este ano, pela primeira vez, não recebi da CBF o formulário. E se fosse escalar meu time, nestas alturas de tantas indefinições, seria este: Marcos; Vítor, André Dias, Miranda e Júlio César (Goiás); Hernanes, Diego Souza, Pet  e Marquinhos (Avaí); Diego Tardelli e Adriano.</p>
<p>Quanto ao melhor técnico, meu coração balança entre Andrade, que comandou com simplicidade e talento a arrancada recente do Fla, e Paulo Silas, o timoneiro de um Avaí desacreditado que tirou seu time da lanterna para brigar por uma vaga na Libertadores. Já o craque da galera, cravo seco em Petkovic.</p>
<p><strong>FLU NAS ALTURAS</strong></p>
<p>O Fluminense vive uma situação inusitada. Pela primeira vez, no Brasileirão, passou a depender apenas dele mesmo para escapar do rebaixamento, depois de prodigiosa arrancada, a partir da volta de Fred ao time; mas, justamente agora, na hora H, tem de se deslocar para as alturas de Quito, em busca de um resultado que lhe permita sonhar com a conquista da Copa Sul-Americana, no jogo de volta, no Maracanã. Imagine o desgaste que sobrevirá para os dois jogos que lhe restam no Brasileirão&#8230;</p>
<p><strong>ERREI, SIM&#8230;</strong></p>
<p>Peço mil desculpas aos leitores e telespectadores do Bem, Amigos pelo erro de interpretação em relação ao gol do Botafogo. Não percebi que o cruzamento havia sido disparado pelo mesmo Jobson que colheu, assim, o rebote da zaga tricolor, em posição legalíssima.</p>
<p>E já paguei um preço alto, levando um baile do meu querido Arnaldo César Coelho em público, baile que aplaudo com prazer.</p>
<p>Acontece. E acontecerá, não tenham dúvidas, pelo qual já peço perdões futuros.</p>
<p>Por essas e outras é que procuro ver com olhos o mais desarmados possíveis, as lambanças e acertos da juizada nestes campos do infinito futebol.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/11/24/11939/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>10</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>TROPEÇOS E ALÍVIOS</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/11/22/tropecos-e-alivios/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/11/22/tropecos-e-alivios/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 00:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campeonato Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Botafogo]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Italiano]]></category>
		<category><![CDATA[Flamengo]]></category>
		<category><![CDATA[Goiás]]></category>
		<category><![CDATA[Milan]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Pato]]></category>
		<category><![CDATA[Ronaldinho]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Totti]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/?p=11931]]></guid>
		<description><![CDATA[
Bem, se esse jogo com o Botafogo era a chave para o São Paulo chegar ao título, no fim das contas deste domingo, o Tricolor conseguiu a proeza de seguir líder, mesmo perdendo, graças ao empate do Flamengo em casa com o Goiás e a derrota do Galo para o Inter, no seu terreiro do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-large wp-image-11933" src="http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/files/2009/11/fla0x0goias1.jpg" alt="fla0x0goias[1]" width="550" height="400" /></p>
<p>Bem, se esse jogo com o Botafogo era a chave para o São Paulo chegar ao título, no fim das contas deste domingo, o Tricolor conseguiu a proeza de seguir líder, mesmo perdendo, graças ao empate do Flamengo em casa com o Goiás e a derrota do Galo para o Inter, no seu terreiro do Mineirão.</p>
<p>Aliás, quem mais saiu aliviado ao cabo desta rodada, na verdade, foi o Palmeiras, que viu reacender uma ponta de esperança, depois de já ter jogado a toalha em relação à disputa de campeão.</p>
<p>O fato é que, no Engenhão, tivemos um jogo incrível, disputado sobre o fio da navalha e cheio de alternâncias. Ora, era o Botafogo que jogava melhor e conseguia seu gol, logo aos 14 do primeiro tempo, com exímio disparo de Jobson de fora da área; ora era o São Paulo, que passava a dominar, empatando e virando o placar, com Washington e Jorge Wagner, sem tempo para celebrar, pois, na recarga, o Glorioso empatou novamente com Renato, com participação discutível de Jobson – o atacante estava em posição de impedimento, quando a bola lhe veio ricocheteada para ser lançada a Renato, que, de cabeça, concluiu.</p>
<p>Houve, então, a expulsão de Richarlyson, e, no finalzinho, Jobson, o nome do jogo, desempatou, logo após Hernanes meter uma bola trave (a segunda do São Paulo).</p>
<p>Enfim, um jogo emocionante, cujo resultado tirou o Botafogo da zona do rebaixamento e manteve o Tricolor na liderança, embora nada esteja garantido neste campeonato dos tropeções.</p>
<p>Já o Flamengo, que perdeu a chance de pular para o topo da tabela, numa arrancada fulminante neste segundo turno, o que lhe daria a vantagem de só depender de si nas duas rodadas restantes, frustrou a imensa e festiva galera que lotou o Maracanã, pelas mesmas razões que vêm fazendo os demais candidatos ao título tropeçarem tanto: a ansiedade de vencer, que desvia o passe, o chute e o foco da melhor alternativa para a jogada certa.</p>
<p>O Goiás, movido ou não por estímulos extras, jogou pra valer, marcou muito bem e soube explorar essa ansiedade rubro-negra em várias pontadas perigosas, do início ao fim da partida.</p>
<p>Além do mais, no instante em que o Flamengo deveria apresentar todas as suas armas, lá pela metade do segundo tempo, cansou, como, aliás, vem ocorrendo nas suas últimas apresentações.</p>
<p>Sobretudo, seus principais jogadores, dentre eles, claro, o mais veterano, Petkovic. É natural, mas pode vir a ser fatal nas duas rodadas restantes do campeonato.</p>
<p><strong>LÁ FORA</strong></p>
<p>O jogo foi espetacular. No primeiro tempo, o Cagliari começou melhor, abriu a contagem, o Milan virou e tomou o empate, antes de revirar tudo com um golaço de Pato, em assistência genial de Ronaldinho, que ampliou de pênalti, para o Cagliari diminuir mais tarde: 4 a 3.</p>
<p>Mas, mais do que os sete gols num futebol atavicamente avaro nesse quesito, vale ressaltar o singelo fato de que Leonardo está recolocando o Milan na linha de sua história: um time mais solto, ofensivo, criativo, o que explica o crescimento de Ronaldinho e Pato, que estão jogando o fino.</p>
<p>Outro dia, o veterano Del Piero, lídimo herdeiro de Rivera, Sandrino Mazzola, Baggio e outros meias históricos do futebol italiano, declarou que a Itália sem Totti não é a Itália. Pois, Totti voltou à Roma diante do Bari, marcando nada menos do que três gols.</p>
<p>Não, nunca espere de Totti um lance a La Ronaldinho, em que a habilidade supere a lógica. Mas, a exemplo de Del Piero, é um jogador de técnica irrepreensível no passe, na visão de jogo, e, sobretudo no remate a gol. Sem dúvida, a Itália sem Totti não é a Itália.</p>
<p>No Campeonato Inglês, a disputa vai se polarizando entre o líder Chelsea e o vice Manchester United. Ambos venceram sues jogos deste fim de semana: o Chelsea goleou o Wolverhampton por 4 a 0, enquanto os Diabos Vermelhos batiam por 3 a 0. O Chelsea dá a impressão de mais compacto, mas o Manchester é o Manchester, e muita água ainda vai rolar nesse eterno Tâmisa.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/11/22/tropecos-e-alivios/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>71</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>QUAL DELES LEVA A TAÇA?</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/11/16/qual-deles-leva-a-taca/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/11/16/qual-deles-leva-a-taca/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 17:32:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campeonato Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[Flamengo]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeiras]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/?p=11898]]></guid>
		<description><![CDATA[
São Paulo, Flamengo ou Palmeiras, quem vai levar a taça, ao cabo das três rodadas que faltam para o apito final do Brasileirão?
Dos três, o único que pode alcançá-la sem olhar para mais ninguém é o Tricolor paulista. Aos outros dois, resta torcer pelo tropeço tricolor e vencer os jogos que lhe cabem.
Isso, grosso modo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-11895" src="http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/files/2009/11/35rodada.jpg" alt="35rodada" width="480" height="350" /></p>
<p>São Paulo, Flamengo ou Palmeiras, quem vai levar a taça, ao cabo das três rodadas que faltam para o apito final do Brasileirão?</p>
<p>Dos três, o único que pode alcançá-la sem olhar para mais ninguém é o Tricolor paulista. Aos outros dois, resta torcer pelo tropeço tricolor e vencer os jogos que lhe cabem.</p>
<p>Isso, grosso modo, porque infinitas são as possibilidades de fracassos e êxitos desses três times na briga pelos nove pontos restantes.</p>
<p>Assim como tedioso e inútil é tentar garimpar maiores ou menores dificuldades  nos jogos que a tabela reserva para cada um, num campeonato tão nivelado como este, em que os aparentemente fracos criam forças diante dos aparentemente fortes e vice-versa, meu endereço, como me sussurra da varanda a estátua em papel machê de mestre Adonirã Barbosa.</p>
<p>Nestas alturas do campeonato, é tudo pedreira, porque a tensão extrema precede a entrada dos times em campo e, bola rolando, ela pode ser fatal.</p>
<p>Sobra-me, pois, uma única alternativa de análise, aquela que indica para os quesitos técnico e anímico.</p>
<p>Neste aspecto, o Palmeiras é o que me parece mais fragilizado nesse momento. Empatou um jogo que deveria ter e caiu, numa só rodada, da liderança para a terceira posição. Isso abala, cara. Mais ainda porque o time vem jogando mal há várias rodadas.</p>
<p>Contudo, se Muricy puder injetar ânimo novo na equipe e escalar o que tem de melhor, o Verdão continuará no páreo.</p>
<p>Já o Flamengo, dos três, é o que vem em disparada desde lá debaixo, neste segundo turno, praticando um futebol de primeira. Some-se a isso a força de sua torcida, que se espalha por esses brasis afora, delirante, e, então, o bicho pega.</p>
<p>Tecnicamente, é o que está jogando o melhor futebol, embora o Tricolor tenha dado sensíveis sinais de melhora na vitória sobre o Vitória. E, pela experiência de seu grupo tricampeão brasileiro, pode muito bem espantar o temor natural que invade a caça nesta reta final de perseguição.</p>
<p>Traduzindo: o São Paulo, pelos pontos de vantagem, O Flamengo, pelo futebol que está jogando, embora revele certo cansaço na segunda etapa, e o Palmeiras, já mais distante, pela possibilidade de jogar inteiro, nessa ordem, podem levantar a taça, é claro.</p>
<p>Vai apenas depender de quem tropece, onde e quando, neste campeonato dos tropeções históricos.</p>
<p><strong>SIMPLESMENTE ANDRADE</strong></p>
<p>Não há dúvida de que o ponto de inflexão desse Flamengo foi a entrada em cena, de surpresa, do meia Petkovic. Com ele em campo, Adriano, outro destaque do time, passou a jogar mais e está fazendo a diferença, como artilheiro do campeonato.</p>
<p>Assim como a recuperação de Zé Roberto, a chegada de Maldonado e a fixação do menino Airton e de Álvaro lá atrás contribuíram decisivamente para a prodigiosa arrancada do Mengo.</p>
<p>Mas, por trás disso tudo, esconde-se, em sua proverbial modéstia, a figura de Andrade, um dos mais completos volantes da história do nosso futebol, que tanto marcava com eficiência como sabia jogar com elegância e talento, naquele Flamengo inesquecível do começo dos anos 80.</p>
<p>Andrade não tem aqueles arroubos de chefe cheio de verdades, próprios dos nossos treinadores, ainda que iniciantes, nada disso. Apenas, tem a sabedoria de olhar o futebol com a clareza da simplicidade, esse atributo tão sofisticado que para os simplórios metidos a inteligentes soa como demérito, falta de sintonia com os tempos modernos, essas baboseiras todas.</p>
<p>Simplesmente, Andrade deu apoio àqueles que ele julgava capazes de responder positivamente em campo; armou sua equipe sob o sistema mais racional para obter o necessário equilíbrio entre defesa, meio de campo e ataque, e deixou rolar a harmonia decorrente dessas decisões.</p>
<p>Andrade não é daqueles sábios que estudam a semana inteira o adversário e montam sua equipe em função disso, muitas vezes alterando a escalação ou determinando funções não peculiares a este ou aquele jogador. Nada disso,aposta na quintessência de qualquer esporte coletivo, sobretudo o futebol: o entrosamento entre os atletas em campo, que só se aprimora com o tempo e a repetição dos movimentos de cada um.</p>
<p>Simples assim, como Andrade.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/11/16/qual-deles-leva-a-taca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>58</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>ADRIANO, COMO DEVE SER</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/11/15/adriano-como-deve-ser/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/11/15/adriano-como-deve-ser/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 21:42:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campeonato Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Adriano]]></category>
		<category><![CDATA[Flamengo]]></category>
		<category><![CDATA[Náutico]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/?p=11892]]></guid>
		<description><![CDATA[O campeonato pode ser imprevisível, cheio de altos e baixos, mas certo mesmo é que o Flamengo chegou, ao bater o Náutico, nos Aflitos, por 2 a 0, gols emblemáticos, pois de Petkovic, pegando a sobra de um bate-rebate, e de Adriano, aproveitando exato cruzamento de Zé Roberto.
E o Flamengo chega, nas asas de sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O campeonato pode ser imprevisível, cheio de altos e baixos, mas certo mesmo é que o Flamengo chegou, ao bater o Náutico, nos Aflitos, por 2 a 0, gols emblemáticos, pois de Petkovic, pegando a sobra de um bate-rebate, e de Adriano, aproveitando exato cruzamento de Zé Roberto.</p>
<p>E o Flamengo chega, nas asas de sua torcida, praticando um futebol ofensivo e aprazível, mas eficiente na defesa também.</p>
<p>Diante do Náutico, o Flamengo jogou na conta do chá para vencer, sem sustos, nem ressalvas. E, se Pet, apesar do gol, não reprisou as belas atuações anteriores, Adriano tratou de jogar pelos dois: fez gol, deu assistências, combateu aqui atrás, armou, enfim, deu um exemplo irretocável de como se deve jogar o futebol, como diriam os mais jovens. pois, digo: deu o exemplo de como se deve jogar bola sempre, ontem, hoje e amanhã.</p>
<p>A polarização entre São Paulo, o líder, e Flamengo, o vice, seria inevitável, não fosse este campeonato tão volúvel e inexplicável.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/11/15/adriano-como-deve-ser/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>157</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A DIFERENÇA TRICOLOR</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/11/09/a-diferenca-tricolor/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/11/09/a-diferenca-tricolor/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 17:57:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campeonato Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Atlético-MG]]></category>
		<category><![CDATA[Flamengo]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeiras]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/?p=11854]]></guid>
		<description><![CDATA[Não, não, meu caro, nem o Palmeiras dançou de vez, nem o Galo perdeu definitivamente a chance de ainda disputar o título brasileiro nesta reta final do campeonato. Tampouco o São Paulo já pode ir polindo a taça, embora, na teoria, a sequência de jogos que lhe restam pareça menos árdua do que a dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não, não, meu caro, nem o Palmeiras dançou de vez, nem o Galo perdeu definitivamente a chance de ainda disputar o título brasileiro nesta reta final do campeonato. Tampouco o São Paulo já pode ir polindo a taça, embora, na teoria, a sequência de jogos que lhe restam pareça menos árdua do que a dos demais, talvez com exceção do Flamengo, este, sim, já tão próximo da liderança que todas as esperanças rubro-negras são plenamente justificáveis.</p>
<p>Ah, sim, e não nos esqueçamos do Cruzeiro, que faz um seguindo turno exemplar, o que lhe permitiu chegar à zona de disputa do título, também.</p>
<p>A propósito, em meio a esse clima de total imprevisibilidade, já que os times sobem e descem ao sabor da maré, vale aqui ressaltar apenas o aspecto técnico e suas diferenças entre esses cinco pretendentes ao título.</p>
<p>São Paulo e Palmeiras, ainda que na frente dos demais, são os que têm apresentado o futebol mais desconexo. Fortes na defesa, comandada por dois goleiraços – Rogério Ceni e Marcos – e eficientes no ataque, carecem, contudo de uma armação no meio-de-campo mais fluente e consistente.</p>
<p>O Verdão, quando pode contar com a dupla de meias – Diego Souza e Cleiton Xavier -, desde que o técnico Muricy não insista na formação com três zagueiros, melhora cem por cento nesse quesito. Mas, o São Paulo ainda não resolveu de vez essa questão.</p>
<p>Em contrapartida, Flamengo, Cruzeiro e Galo são os que apresentam um jogo mais harmônico, com maikor equilíbrio entre os três setores – defesa, armação e ataque.</p>
<p>Mas, cada um deles tem sido extremamente dependente deste ou daquele jogador fundamental. O Flamengo se transformou a partir da chegada de Álvaro, Maldonado e, sobretudo, Petkovic . O Galo é refém de Diego Tardelli, não só o artilheiro do time, mas aquele atacante que contribui demais na armação. O Palmeiras, da dupla Diego-Xavier, e assim por diante.</p>
<p>Só o São Paulo  dá a sensação de que não depende deste ou daquele jogador, embora Rogério e Hernanes tenham sido essenciais.</p>
<p>Na rigor, não há muita distância técnica entre titulares e reservas do São Paulo parece ser bem menor  do que nos outros rivais ao título. E isso, talvez, justifique sua liderança temporária, que pode acabar sendo definitiva, ao fim de tudo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/11/09/a-diferenca-tricolor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>48</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>SÃO PAULO E FLA NA GALERA</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/10/31/sao-paulo-e-fla-na-galera/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/10/31/sao-paulo-e-fla-na-galera/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 23:49:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campeonato Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Flamengo]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/?p=11819]]></guid>
		<description><![CDATA[São Paulo e Flamengo, dois dos mais fortes concorrentes ao título e a vaga na Libertadores, foram os grandes vencedores deste sábado, embora ambos praticassem um futebol bem abaixo do possível. Mas. nessa quadra do campeonato, onde os nervos tolhem a imaginação e desviam os passes, isso é natural.
No Morumbi, o Tricolor, que saltou momentaneamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_11821" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-large wp-image-11821" src="http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/files/2009/10/sp1x0barueri.jpg" alt="Veja mais charges no blog do Milton Trajano" width="500" height="397" /><p class="wp-caption-text">Veja mais charges no blog do Milton Trajano</p></div>
<p>São Paulo e Flamengo, dois dos mais fortes concorrentes ao título e a vaga na Libertadores, foram os grandes vencedores deste sábado, embora ambos praticassem um futebol bem abaixo do possível. Mas. nessa quadra do campeonato, onde os nervos tolhem a imaginação e desviam os passes, isso é natural.</p>
<p>No Morumbi, o Tricolor, que saltou momentaneamente para a liderança, bateu o Barueri por 1 a 0 &#8211; e até poderia ampliar esse placar com Washington e Dagoberto -, gol de Jorge Wagner, na sequencia de cobrança de falta por Hernanes. Mas, foi dominado pelo adversário a maior parte do jogo.</p>
<p>Mais ou menos o que aconteceu com o Flamengo, num Maracanã em festa, contra o Santos. Léo Moura levantou e Adriano, de cabeça, finalizou, o mesmo Adriano que ainda meteu uma bola na trave.</p>
<p>Em contrapartida, o menino Ganso cobrou dois pênaltis aparados por Bruno, o que não é pouco, convenhamos.</p>
<p>Agora, resta torcer para que o Corinhians se agigante contra o Palmeiras, em Presidente Prudente, que o Goiás ressurja no Serra Dourada frente ao Galo, que o Inter tropece no Beira-Rio contra o Botafogo e que o Flu apronte no Mineirão sobre o Cruzeiro.</p>
<p>Haja torcida, pois apenas o clássico paulista tem um grau de imprevisibilidade capaz de contrair o coração do torcedor. Mais pela força da tradição do que pela capacidade atual de Corinthians e Palmeiras.</p>
<p>Mesmo porque o Verdão parece ter reacendido a centelha de campeão com a goleada da última rodada.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/10/31/sao-paulo-e-fla-na-galera/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>82</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>E AGORA?</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/10/22/e-agora-2/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/10/22/e-agora-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 19:16:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campeonato Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Flamengo]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeiras]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/?p=11759]]></guid>
		<description><![CDATA[Bem, agora, resta ao Palmeiras torcer para que o ritual das últimas rodadas se repita neste fim-de-semana, com os tropeços concomitantes dos seus mais próximos caçadores. Se isso ocorrer, o que não é nada improvável, continuará à frente, com certa folga.
Mas, se o jogo descambou para o campo da autoconfiança, o que parece ter acontecido, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, agora, resta ao Palmeiras torcer para que o ritual das últimas rodadas se repita neste fim-de-semana, com os tropeços concomitantes dos seus mais próximos caçadores. Se isso ocorrer, o que não é nada improvável, continuará à frente, com certa folga.</p>
<p>Mas, se o jogo descambou para o campo da autoconfiança, o que parece ter acontecido, o Galo, apesar de pegar em casa um adversário traiçoeiro – o Vitória -, tem tudo para reduzir essa desvantagem para um ponto, o que, na ordem das coisas, não vale nada. Sobretudo, porque o moral do Verde está abaladíssimo, claro.</p>
<p>Assim como é de se prever um salto ainda mais prodigioso do Flamengo, que, embora enfrente um clássico doméstico contra o Botafogo, outrora sua asa negra, vem tão embalado que basta a massa rubro-negra nas arquibancadas para lhe dar uma imensa vantagem inicial.</p>
<p>Um pouco diferente da situação de Inter e São Paulo, que também enfrentam clássicos estaduais, mas sem a mesma euforia, pois vêm patinando na hora de arrancar.</p>
<p>Quanto ao líder, a impressão que me dá é a de que, menos por razões táticas ou técnicas, sua queda de rendimento se dá, sobretudo, pela perda de confiança dos seus jogadores.</p>
<p>É um tal de rifar a bola e errar passes, uma incapacidade de trocar bolas, impressionantes, em jogadores que têm, naturalmente, competência para tanto.</p>
<p>Como reverter essa situação, não sei. Só sei que alguém tem que meter a mão na massa nesse sentido, seja o técnico, a diretoria, os líderes do time, quem tiver mais autoridade sobre o time, enfim.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/10/22/e-agora-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>12</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A PERPLEXIDADE DE MURICY</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/10/19/a-perplexidade-de-muricy/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/10/19/a-perplexidade-de-muricy/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 19:01:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileirão]]></category>
		<category><![CDATA[Cruzeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Flamengo]]></category>
		<category><![CDATA[Fluminense]]></category>
		<category><![CDATA[galo]]></category>
		<category><![CDATA[Goiás]]></category>
		<category><![CDATA[Grêmio]]></category>
		<category><![CDATA[INTER]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Muricy Ramalho]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Tricolor]]></category>
		<category><![CDATA[Vitória]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/?p=11744]]></guid>
		<description><![CDATA[Depois da derrota para o Flamengo, Muricy não estava nem divertido, nem malcriado. Parecia, isso, sim, perplexo diante do que vem ocorrendo não apenas com seu time, mas com a maioria dos postulantes ao título, neste momento.
Quando parece que este ou aquele vai engrenar, patina ou reflui. E olhe que ainda falta cerca de 1/4 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da derrota para o Flamengo, Muricy não estava nem divertido, nem malcriado. Parecia, isso, sim, perplexo diante do que vem ocorrendo não apenas com seu time, mas com a maioria dos postulantes ao título, neste momento.</p>
<p>Quando parece que este ou aquele vai engrenar, patina ou reflui. E olhe que ainda falta cerca de 1/4 do caminho a ser percorrido, como em adverte um dos nossos bloguistas aí embaixo.</p>
<p>Mas, se os que estão lá em cima, com exceção do Galo, que parece ter retomado impulso com a volta de Tardelli e a integração de Ricardinho na equipe, andam escorregando além da conta, outros vêm de posições inferiores, num crescendo ameaçador. São os casos de Flamengo e Cruzeiro, dois clubes de imensa tradição e bola respeitável nos padrões atuais do nosso futebol.</p>
<p>Ah, sim, e o Grêmio, que, se não embalou ainda, poderá fazê-lo a partir do clássico de domingo, contra um Inter, que continua o mesmo, apesar da troca de técnicos: uma no cravo, outra na ferradura. Uma eventual vitória sobre o rival antigo, lá no Sul, em geral vale por um campeonato, conferindo força moral extra ao vencedor.</p>
<p>Dando uma espiada por cima na próxima rodada, de qualquer forma, o Palmeiras surge como o grande favorito, diante de um Santo André caindo pelas tabelas. Joguinho, portanto, perigoso, pois, em caso de derrota, embora o Verdão não deva perder a liderança, corre sério risco de entrar em crise emocional que se refletirá decisivamente nas rodadadas subsequentes.</p>
<p>Outro verde que tem tudo para estancar a queda é o Goiás, que pega o lanterninha do campeonato, Flu, em casa. Mas, o Tricolor está dando o sangue para fugir do rebaixamento. Portanto, não são favas contadas.</p>
<p>Já o Galo, animado e atuando no Mineirão, mesmo assim não deverá encontrar facilidades diante de um Vitória bem dirigido por Mancini, com Ramón e cia., e que já começa a rondar a zona de classificação para a Libertadores, ao lado de Grêmio e a quatro pontos do Flamengo, o quinto colocado.</p>
<p>Quanto ao Flamengo, em prodigiosa ascensão, pega um Botafogo ainda tentando de afastar da zona de descenso. Mas, é um clássico, como tal&#8230;</p>
<p>Situação mais ou menos como a do São Paulo, que vai à Vila enfrentar um Santos que terá de volta o meia Ganso, o que deverá fazer muita diferença no Peixe, que nem vai, nem volta. Só que o Tricolor, embora frequentando ainda o G-4, vem de sucessivas fracassos, ao contrário do Fla.</p>
<p>Como se vê, ao cabo dessa próxima rodada, a perplexidade de Muricy poderá se transformar em confiança, ou em desespero, tudo depende de para que lado a bolinha rolar.</p>
<p><strong>VELHINHOS PIMPÕES</strong></p>
<p>Num futebol que se caracteriza pela incrível capacidade de regeneração, lançando no mercado mundial uma pá de novos talentos, ano após ano, e num tempo em que tanto se louva a força física, a resistência e a velocidade, é de surpreender a legião de velhinhos pimpões que andam dando o tom do Brasileirão.</p>
<p>Aliás, não só aqui: acompanhe o amigo os jogos do Manchester United, líder do campeonato inglês, e se delicie com o desempenho de Ryan Giggs, aquele canhotinho prodigioso, quase quarentão. Há três ou quatro anos, como um Sílvio Caldas da bola (pra quem não sabe, o Caboclinho Querido, um dos quatro maiores cantores populares da nossa história, passou os últimos vinte anos de sua vida dando seu último show e gravando seu último disco), Giggs vem anunciando sua aposentadoria.</p>
<p>Mas, com aquela bola toda e aquele fôlego interminável, como? Giggs, aliás, lembra outro britânico hisórico, uma lenda do futebol inglês: Sir Stanley Matthews, que só foi pendurar as chuteiras depois dos 50 anos de idade. Aliás, com 45 anos de idade, deu um baile memorável, em Wembley, na Enciclopédia do Futebol, nosso incomparável Nilton Santos.</p>
<p>Surpreso? Pois, então, engula esta: meu querido amigo Zé Nogueira, da Rádio Eldorado, celebrou seus 80 anos de idade participando de um daqueles rachas semanais do que restou dos Namorados da Noite, time de artistas e boêmios desta província.</p>
<p>Mas, voltando aos campos tão exigentes do Brasileirão, aí estão Petkovic, Ricardinho, Ramón, Ronaldo Fenômeno, com todas as suaws cicatrizes e excesso de peso, Marquinhos, do Avaí, todos acima dos trinta e alguns beirando os quarenta. E todos brilhando entre tantos búfalos jovens, de força e disposição descomunais.</p>
<p>Perceba o amigo que, com exceção de Ronaldo, todos os demais citados são meias, articuladores de jogadas, função tão desprezada nos últimos tempos no Brasil, pois ainda há quem suistente a impossibilidade de jogadores desse talhe técnico participar pra valer de um futebol de músculos e têmpera tão afiados como os dehoje em dia.</p>
<p>Bobagem, ja que esses caras não jogam com os pés. Jogam com a cabeça, e cérebro, todos nós sabemos, não tem músculos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/10/19/a-perplexidade-de-muricy/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>22</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>PET, DEEEZZZ!</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/10/18/11736/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/10/18/11736/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 21:38:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campeonato Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Barueri]]></category>
		<category><![CDATA[Corinthians]]></category>
		<category><![CDATA[Flamengo]]></category>
		<category><![CDATA[Muricy Ramalho]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Petkovic]]></category>
		<category><![CDATA[Santos]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Sport]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/?p=11736]]></guid>
		<description><![CDATA[No intervalo do jogo, o goleirão Marcos foi, como sempre, direto ao ponto:
- Se sabíamos que o Pet era importante? Sabíamos. Se treinamos para anular o Pet? Treinamos. Mas, no campo, Pet fez a diferença, por causa de seu talento.
E essa era só a metade da história, pois Pet, que havia sido anulado por Edmilson [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No intervalo do jogo, o goleirão Marcos foi, como sempre, direto ao ponto:</p>
<p>- Se sabíamos que o Pet era importante? Sabíamos. Se treinamos para anular o Pet? Treinamos. Mas, no campo, Pet fez a diferença, por causa de seu talento.</p>
<p>E essa era só a metade da história, pois Pet, que havia sido anulado por Edmilson até os 24 minutos do primeiro tempo, tabelou com Juan pela esquerda, invadiu a área, limpou dois zagueiros do Palmeiras e tocou no lado esquerdo da meta verde, fora do alcance de Marcos.</p>
<p>A outra metade deu-se aos 17 do segundo tempo, quando Pet cobrou um córner da esquerda, e transformou-o em gol olímpico, com Marcos embaralhando-se com a bola dentro da meta.</p>
<p>Assim, o Flamengo meteu 2 a 0 no Palmeiras, quebrando a invencibilidade do líder no Palestra Itália, e chegou-se às proximidades do G-4, com grandes chances de ganhar uma vaga na Libetradores e até de disputar o título brasileiro, já que os demais candidatos insistem em patinar.</p>
<p>O Inter, por exemplo, não conseguiu ir além de um empate por 2 a 2 com o lanterna Fluminense, fora de casa.</p>
<p>Mas, voltando ao jogo do Palestra, fica estabelecido que Petkovic foi o herói da jornada. Aos 37 anos de idade, dado como sepultado para o futebol ainda outro dia, o sérvio, que se considera iugoslavo apesar das mudanças geopolíticas, Pet segue sendo uma dos mais técnicos e hábeis jogadores do futebol brasileiro.</p>
<p>E foi sua presença que transformou o Flamengo, um time, até então, comum.</p>
<p>Às vésperas da partida, o foco se centrava em Diego Souza e Adriano, as duas maiores expressões de Palmeiras e Fla. E quem assumiu o centro do palco foi Petkovic, não é fácil num torneio tão difícil como o Brasileirão.</p>
<p>Podem os técnicos criar qualquer esquema, que, no fim, prevalece o craque.</p>
<p>Toró anulou iego Souza, é verdade. Maurício marcou bem Adriano, e Edmílson tentou até às entranhas impedir que Pet jogasse. Conseguiu em parte.  Parte que não conseguiu, definiu o placar.</p>
<p>Claro, não foi uma tragédia para o Palmeiras, que segue líder, com quatro pontos de vantagem sobre o Galo, vice-lder. Mas, se não der uma volta por cima, corre sério risco de ser desbancado na hora final.</p>
<div id="attachment_11740" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="size-large wp-image-11740" src="http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/files/2009/10/palmeiras0x2fla.jpg" alt="Veja mais charges no blog de Milton Trajano" width="550" height="397" /><p class="wp-caption-text">Veja mais charges no blog de Milton Trajano</p></div>
<p><strong>PEIXE, TIMÃO E DIABOS</strong></p>
<p>O Santos já jogou a toalha há tempos, tanto em relação ao título quanto a uma vaga na Libertadores. O time é limitado, embora tenha alguns bons jogadores, mas não deu liga. Obviamente, melhorará com a volta de Ganso, mas não o suficiente para mudar o panorama. Quanto a Luxemburgo, que ele se dedique as 24 horas do dia a remontar esse Peixe. Caso contrário, o investimento nele não valeu nada.</p>
<p>A derrota do Goiás para o Avaí, de virada, praticamente tira o verde da disputa pelo título e, quem sabe, até de um lugar para a Libertadores, já que o Flamengo embalou. Uma pena para um clube bem estruturado e que contava com a volta de fernadão para dar aquele salto de qualidade.</p>
<p>E o Corinthians, hein? Não consegue mesmo se rearmar depois da perda de André Silva, Douglas e Cristian. Nenhum dos substitutos deu sinais de que cumpriria o papel dos que saíram. E, sem Ronaldo, a coisa fica ainda mais complicada, como vimos na derrota para o Sport, em Recife.</p>
<p>No Campeonato Inglês, o mais charmoso do mundo hoje em dia, o Manchester United caminha com segurança para a conquista de uma glória inédita num futebol mais do que secular: o tetra pra valer, quatro títulos em sequência, mesmo sem sua maior estrela, Cristiano Ronaldo, negociado com o Real. E até mesmo sem Wayne Rooney, seu melhor jogador, como foi na vitória por 2 a 1 sobre o Bolton. Os Diabos Vermelhos são o diabo mesmo.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/10/18/11736/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>20</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>PET E RONALDO, O SAL DO JOGO</title>
		<link>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/10/11/pet-e-ronaldo-o-sal-do-jogo/</link>
		<comments>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/10/11/pet-e-ronaldo-o-sal-do-jogo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 03:06:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campeonato Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Corinthians]]></category>
		<category><![CDATA[Flamengo]]></category>
		<category><![CDATA[Grêmio]]></category>
		<category><![CDATA[Palmeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Petkovic]]></category>
		<category><![CDATA[Ronaldo]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/?p=11701]]></guid>
		<description><![CDATA[Bem, se o São Paulo não parece estar tão a fim de brigar pelo título, a ponto de perder tantas chances para se aproximar do líder Palmeiras, o Flamengo está sedento por uma vaga na Libertadores, no mínimo.
E, no Maracanã, recuperou-se do empate com o Vitória no Barradão, no meio de semana, metendo 2 a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_11703" class="wp-caption aligncenter" style="width: 560px"><img class="size-large wp-image-11703" src="http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/files/2009/10/fla2x1sp.jpg" alt="Veja mais charges no blog do Milton Trajano" width="550" height="397" /><p class="wp-caption-text">Veja mais charges no blog do Milton Trajano</p></div>
<p>Bem, se o São Paulo não parece estar tão a fim de brigar pelo título, a ponto de perder tantas chances para se aproximar do líder Palmeiras, o Flamengo está sedento por uma vaga na Libertadores, no mínimo.</p>
<p>E, no Maracanã, recuperou-se do empate com o Vitória no Barradão, no meio de semana, metendo 2 a 1 no São Paulo, de virada.</p>
<p>O placar em si está dentro da lei das probabilidades, já que se tratava de um clássico, disputado na casa do vencedor, por uma diferença mínima de gols. A diferença está na forma como ambos encararam a partida e como se comportaram em campo.</p>
<p>O Flamengo, com sua formação ofensiva, leve, insinuante, em que Petkovic é sempre o centro nervoso da equipe, jogou pra ganhar, mesmo quando perdia, vítima daquele gol de Hernanes no primeiro tempo.</p>
<p>Por isso mesmo, no segundo tempo, inverteu o placar, com pênalti cobrado em dobro por Pet, o mesmo Pet que, aos 35 enfiou bola surpreendente para Zé Roberto escapar pela esquerda e fuzilar Rogério, de canhota.<br />
Portanto, mais do que merecida a vitória rubro-negra.</p>
<p>Já no Pacaembu, o Corinthians bateu o Grêmio, entre outras coisas, por causa de Ronaldo Fenômeno. Veterano, gordo, trilionário, emerso de sei lá quantas cirurgias nos joelhos que teriam encerrado a carreira de muita gente, Ronaldo, claro, participou pouco do jogo.</p>
<p>Só que essa reduzida participação resultou nos dois gols do seu time. No primeiro, recebeu nas cercanias da área, balançou diante de dois adversários e disparou de canhota bola que repicou no beque e enganou o goleiro. No segundo, partiu do meio de campo, tabelou com um companheiro recebeu na área, limpou e serviu Elias de bandeja.</p>
<p>Pet e Ronaldo, o sal da rodada até aqui</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/2009/10/11/pet-e-ronaldo-o-sal-do-jogo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>43</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
