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12/03/2009 - 16:31

A SELEÇÃO DE DUNGA

Dunga

Dunga convocou a Seleção para os jogos com Equador e Peru. Única novidade, a presença de Miranda no lugar de Juan, machucado, além da volta de Kleber, na lateral-esquerda.

Miranda merecia uma chamada desde o ano passado, por baixo. Embora jovem ainda, é um desses raros zagueiros que não sujam o calção e cometem poucas faltas, pois tem um extraordinário senso de colocação e um bote quase cirúrgico sobre o adversário. Se vai dar certo na Seleção, é outro departamento, mas que merecia, ah, disso não resta a menor dúvida.

Quanto a Kleber, que já teve momentos mais prófícuos na carreira, entra mais com a experiência, creio, no banco de Marcelo, que, por sua vez, está em ascensão no Real, apesar da goleada diante do Liverpool, pela Liga dos Campeões, desastre em que ele foi um dos poucos a sair com poucas escoriações.

Quem inexplicavelmente segue de fora das convocações de Dunga é o volante Hernanes, do São Paulo, que há dois anos vem esmerilhando no meio-de-campo tricolor.

De resto, é esperar que Kaká esteja plenamente recuperado até lá, que Ronaldinho Gaúcho, na reserva do Milan, aproveite mais esta chance para se recuperar,  e que o Brasil repita a atuação contra a Itália. Isso basta. 

Ah, sim, ia me esquecendo na primeira edição do post o que os bloguistas me lembraram: além de Hernanes, Ramires e Keirrison. Nos lugares de quem? Ora, de Gilberto Silva, Elano, que jogaram muito bem contra a Itália, diga-se, e Adriano. Mas, enfim… 

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Seleção Brasileira Tags: , , , , , , ,
02/11/2008 - 14:03

PRA TODO MUNDO VER

E ainda há quem reclame quando critico esse futebol chato, cheio de dedos e medos, praticado no Brasileirão, em geral, e exalto o destemor e a graça do campeonato inglês.  Eles jogam pra ganhar, não para evitar apenas a derrota.

No meio de semana, já Arsenal e Tottenham nos ofereceram um espetáculo lancinante, com os 4 a 4 finais, empate obtido pelo Tottenham nos últimos minutos de partida.

No sábado, quase um replay, na vitória do Manchester United sobre a surpresa do campeonato, o benjamim ou caçula, como queiram, o Hull City. Os Diabos Vermelhos venciam por 4 a 1, quando o Hull atirou-se ao ataque e marcou seus dois gols.

Como? Se diante de tal ameaça, Sir Fergunson logo foi protegendo seu time com um bando de cabeças-de-área e zagueiros? Nada disso: seguiu atacando e, na última jogada da partida, Tevez quase amplia para 5 a 3.

Enquanto isso, o Chelsea metia 5 a 0 no Sunderland, com três gols de Anelka, o artilheiro francês que Felipão está recuperando para o futebol. É lá e cá, o tempo todo.

Ah, mas na Old Albion a distância entre os quatro grandes e os pequenos, por questões de grana, é abissal. Nem tanto, nem tanto. Os médios e pequenos de lá, por força da grana também, montam times com o que há de melhor na chamada periferia do futebol: titulares de seleções africanas, do Leste Europeu, alguns daqui abaixo do Equador etc.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Futebol internacional Tags: , , , , ,
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