09/10/2009 - 18:56
Parece que Dunga já definiu seu time para o jogo contra a Bolívia, a julgarmos os dois coletivos recentes na Granja Comary.
Nesse caso, dois são os pontos básicos: a passagem de Daniel Alves para o meio de campo, ao lado de Josué e Ramires, e a experiência com Diego Souza no lugar de Kaká, titular indiscutível.
A primeira, já foi alternativa de Dunga em vários jogos, e, talvez, se justifique pela enorme reserva energética do baiano, capaz de dobrar o problema da altitude. A segunda, uma escolha sábia para eventuais ausências de Kaká.
Afinal, nem Elano, nem Ramires, nenhum dos convocados anteriormente, tem um perfil técnivo capaz de substituir o titular. Era um dos poucos equívocos de Dunga em suas convocações. Quem sabe, Diego responda à altura. Espero.
Enfim, é esperar pra ver.
Assim como é de se ver como o Peru reagirá diante da Argentina, no jogo de Buenos Aires, dramático para os hermanos.
Sempre sobrará a lembrança amarga daquele jogo de 78 que nos impediu de decidir o título com a Holanda.
Eu estava lá, e nunca me esquecerei da entrada dos jornalistas peruanos na sala de imprensa, chorando e nos pedindo desculpas pela atuação ignóbil de sua seleção. Tempos depois, o ditador Alvarado condenou vários jogadores daquela equipe, e vários foram os testemunhos de jogadores peruanos, nos tribunais e na mídia, confessando a tramóia.
Mas, isso foi há mais de trinta anos. E não seria justo duvidar, hoje, dos peruanos, que, imagino, jogarão o que podem, o que não é muito, convenhamos.
Pelo sim, pelo não, porém…
BRASILEIRÃO
O grande clássico da rodada, sem dúvida, é o que será travado no Maracanã, entre Flamengo e São Paulo. Pois, os dois têm muito a perder e a ganhar.
Neste exato momento, o Flamengo dá sinais de estar melhor do que o São Paulo, embora a classificação na tabela diga o contrário. Além do mais, o Flamengo joga em casa, calculo, diante de uma multidão delirante.
Ah, mas o Mengão não terá Adriano, seu artilheiro e do campeonato, dirá o amigo mais cético. É verdade, mas aconselho o amigo a não desprezar a capacidade ofensiva dessa equipe, com Pet, Denis Marques e Zé Roberto, que voltou a ser aquele atacante arisco e habilidoso dos tempos do Juventus, do Cruzeiro e, principalmente, do Botafogo.
Já o São Paulo estará muito desfalcado, outra vez, embora tenha bola para encarar o Fla, lá, de igual para igual.
Aliás, é a chance, tantas vezes desperdiçadas, para o Tricolor se aproximar do líder Palmeiras, que vai aos Aflitos pegar o Náutico, em jogo problemático, Muito mais pel0s problemas do próprio Palmeiras do que pela eventual força do adversário, que joga em desespero.
Não apenas pela ausência sentida de Diego Souza, mas, acima de tudo, pela forma como o técnico Muricy encara a alternativa para surprir essa ausência. Em vez de apenas escalar alguém, como Devyvid Saconni, cujo estilo mais se aproxima ao do titular, prefere mudar o esquema de seu time, que, em geral, não funciona, com três zagueiros e tal e cousa e lousa e maripousa.
Quanto ao Galo, que dizer? Trata-se de um clássico histórico com o Cruzeiro, o que é sempre imprevisível, independendo do estágo em que esteja este ou aquele. E, sem Tradelli…
Dos integrantes do G-4, o que está melhor, novamente, na foto é o Inter, que vem de vitória, e pega em casa o Furacão em recuperação, mas nem tanto.
Eis a grande oportunidade de o Colorado voltar pra valer pela briga do título.
Sub-20
Na verdade, há um erro semântico na denominação desse torneio mundial. Não deveria ser chamado de Sub-20, desde que jogadores com a idade de 20 anos dele participam. Sub-20 seria de 19 anos pra baixo. Na verdade, é Sub-21. Mas, enfim, como ninguém mais dá bola pra essas coisas, vamos ao que interessa.
O Brasil, que deu um show na última participação, pega a Alemanha, que penou para vencer a Nigéria.
Mas, é aqui que a porca torce o rabo. Embora, o time brasileiro seja, tecnicamente, muito superiro, precisa ficar ligado no fato de que alemão não desiste até o último segundo. Aliás, foi assim que a Alemanha se classificou diante da Nigérias e é assim que se conta a história desse poderoso futebol, em todas as categorias.
Há uma forte tendência de o futebol brasileiro, desde os meninos, de, fazendo o placar, se acomodar. Diante dos alemães, não pode. Tem de jogar, pra valer, até o fim.
Jogar até o fim, por sinal, foi a palavra de ordem da Itália, que acabou caindo fora diante da Hungria, por 3 a 2, no tempo agregado – regulamentar e prorrogação. Mesmo com um jogador a menos – e, num breve momento, com dois – os italianos foram raça pura. Começaram perdendo por 1 a 0, empataram, sofreram o segundo gol já na prorrogação, empataram, e, depois de várias chances perdidas, acabaram sucumbindo, no final.
O jogo, na verdade, foi um porre, tecnicamente. Mas, uma festa emocional. Entre outras coisas, porque a Itália foi a de sempre, aquele time que pratica o calcio, não o futebol. Marca muito, sua muito e não é capaz de inventar nada.
Por seu lado, a Hungria, cuja glória passada se baseou na chamada Escola Danúbio, de muito toque e técnica refinada, foi uma Itália em ponto menor: marcou, errou passes à beça e jogou pouco.
São os novos tempos, infelizmente.
Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Campeonato Brasileiro, Seleção Brasileira
Tags: Diego Souza, Dunga, Flamengo, Kaká, Mundial Sub-20, São Paulo, Seleção Brasileira
24/09/2009 - 18:22
Diga aí, amigo, há quanto tempo venho clamando pela chamada de meias autênticos para a Seleção de Dunga, seja para compor dupla com Kaká, seja como alternativa para eventual perda do titular absoluto nesta ou naquela partida?
Pois, obrou bem o Dunga ao convocar Diego Souza e de Alex, ex-Inter, com vistas aos jogos finais das Eliminatórias, contra Bolívia e Venezuela, dois jogos experimentais, já que estamos lá, com inédita antecedência nesta fase de turno e returno.
Diego Souza, destro, dono de tiro potente e molejo, com nítida vocação ofensiva a partir do meio-de-campo, embora volante de origem, é o que mais se aproxima do estilo de Kaká.
Alex, canhoto, que tanto pode atuar no meio, como na ala esquerda ou no ataque, a exemplo do que fez no Inter, é aquele esquerdinha hábil que tanta falta faz ao nosso time.
De resto, é o habitual, com exceção de Robinho que, machucado, cedeu seu posto a Diego Tardelli. Se bobear, perde a vaga, mesmo sendo o jogador símbolo do time de Dunga por tudo que já fez nestes últimos quatro anos com a camisa amarela, pois Tardelli tem técnica e habilidade para a função e ainda por cima é emérito artilheiro.
Assim como Felipe Melo, suspenso pela expulsão contra o Chile. Mas, este já tirou sólida carta de crédito pelas atuações anteriores. Só precisa domar seu temperamento, um tanto explosivo.
Por precaução, Dunga, ao chamar Juan, chamou também Miranda como estepe, já que o romanista, nos últimos tempos, tem sido vítima recorrente de contusões de demorada recuperação.
Gostaria de ter visto também nessa lista o nome de Cleiton Xavier, mas ele pode ter sido omitido porque se machucou na vitória do Palmeiras sobre o Cruzeiro.
Mas, valeu a convocação de Sandro, que está muito bem no Inter, dispensado da Sub-20 justamente para servir o time titular, ainda que como reserva de Gilberto Silva.
Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Seleção Brasileira
Tags: Alex, Diego Souza, Dunga, Seleção Brasileira
14/09/2009 - 15:50
O técnico Muricy, depois do tropeço do líder Palmeiras no Barradão, disse que o Palmeiras sofreu muito pela ausência de Diego Souza, considerado, com razão, um dos melhores jogadores do Brasileirão na atualidade.
É verdade. Diego Souza faria falta a qualquer time nesta quadra auspiciosa de sua carreira. Assim como Cleiton Xavier, seu ilustre parceiro na armação desse Palmeiras.
Contudo, ainda outro dia, ao perder Xavier num jogo, Muricy simplesmente o substituiu por Deyvid Sacconi, um meia de talhe parecido (não igual, parecido), e o time seguiu fluentemente em direção à vitória.
Já, domingo, na falta de Diego Souza, Muricy preferiu substituí-lo por um terceiro zagueiro, o que deixou Cleiton Xavier sozinho, nu e com a mão no bolso, no meio de campo estéril do seu time.
Diego é imprescindível, sim. Mas, não insubstituível, desde que a escolha seja mais judiciosa.
GRÊMIO CHEGANDO
Com a vitória por 2 a 0 sobre o Náutico, nos Aflitos, o Grêmio não apenas exorcizou o fantasma que o assombra fora de casa como deu um passo significativo para juntar-se aos quatro ou cinco vanguardeiros (se o Corinthians vencer o jogo atrasado com o Coritiba, passa a ser o quinto do bloco da frente).
O Grêmio tem tradição e time para brigar pelo título, sim, senhor. Mas, pelo que vi no jogo dos Aflitos, precisa de mais confiança para impor seu estilo nesses cotejos, pois passou os últimos quinze minutos só lá atrás, rebatendo tudo.
É verdade que perdeu Souza, seu grande articulador, ao lado de Tcheco, pouco antes do sufoco, o que explica em parte esse comportamento, que já não é mais a praia do Grêmio, com a atual formação, onde Fábio Rochemback caiu como uma luva, na marcação e apoio.
O GALO VOLTOU
O Atlético Mineiro, que depois de súbita ascensão teve uma recaída, voltou ao G-4, com a queda progressiva do Goiás, onde Fernandão ainda não se acertou.
Já Renteria, no Galo, começa a dar sinais de que está disposto a recuperar aquele futebol dos tempos de júnior, quando foi a sensação de um desses campeonatos sub-qualquer-coisa, na defesa de sua Seleção.
Com Diego Tardelli jogando muito e ainda tendo a alternativa de Eder Luís para compor um eventual trio de atacantes, o Galo, no mínimo, se credencia a assegurar essa vaga na Libertadores. No máximo, a brigar pela faixa de campeão brasileiro. Ainda mais que vem gente aí, novos reforços e Márcio Araújo, essencial no meio-de-campo, recuperando-se de lesão.
Dos novos contratados, sem dúvida, o de maior nomeada é Ricardinho, meia-esquerda que fez fama no Corinthians, campeão do mundo em 2002, e que andava pela Turquia.
Não sei como está Ricardinho hoje, física e tecnicamente. Sei, porém, que se trata de um desses raros meias armadores autênticos de que tanto carecem alguns dos mais sérios candidatos ao título.
Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Campeonato Brasileiro
Tags: Armadores, Atlético-MG, Diego Souza, Diego Tardelli, Grêmio, Muricy Ramalho, Palmeiras, Ricardinho
10/09/2009 - 19:29
Depois do jogo, Cleiton Xavier confidenciou que Dunga garantiu a ele e a Diego Souza que ambos ainda terão chance para provar seu valor na Seleção. Só isso basta para mostrar que Dunga está no caminho certo.
Apesar de todos os feitos recentes do atual elenco, o técnico brasileiro não está adotando aquela postura tacanha, na base de o grupo está fechado e é com esse que eu vou, até cair no chão, lembrando a velha marchinha-de-carnaval.
Mesmo porque a Copa é um torneio de tiro curto, mata-mata, em que os jogadores devem estar nos trinques, naquele exato momento, nem antes, nem depois.
O passado de cada um conta e muito, claro.
Mas, não é tudo nesse caso.
Ora, se esse mesmo elenco que nos deu Copa América, Copa das Confederações e a classificação para o Mundial com antecipação inédita estiver em plena forma às vésperas da convocação final, tudo bem. Mas, até lá, quem sabe?
Ainda assim, acho que Dunga desconfia que está faltando um retoque final nesse grupo: um reserva para Kaká, com perfil técnico mais próximo do titular do que Júlio Baptista, e um outro meia, mais de armação, para compensar a presença de tantos volantes. Pouca coisa, mas fundamental.
DANIEL ALVES
Esse foi o trunfo que Dunga tirou da manga, na hora H, repetindo, aliás, experi~encia por ele mesmo já feita tempos atrás.
Na verdade, Daniel Alves, de todo o elenco que estava na Bahia é o que tem o melhor talhe físico e técnico para atuar por ali, uma espécie de meia aberto mais pela direita: é veloz, sabe receber a bola de costas e fazer o giro rápido, cruza bem e tem um disparo potente e bem direcionado a gol, além de muita resistência e aplicação.
Não é à toa que ainda outro dia foi selecionado como um dos cinco jogadores do Barça candidatos ao título de melhor da Europa, empalmado por Messi, claro.
O fato é que deu uma boa dinâmica ao setor, em combinação com Maicon, lembrando as experiências feitas por Claudio Coutinho há mais e três décadas, com o seu célebre overlaping (ultrapassagem), com Nelinho e Toninho Baiano, dois laterais revezando-se ali pelo lado direito da defesa e do ataque.
Errou muitos passes, é verdade. Fruto justamente da velocidade com que pretende resolver a jogada, uma postura mais intuitiva do que cerebral. Mas, nada que prejudicasse demais sua atuação.
Sucede que temos opções melhores, mais bem dotadas de técnica e habilidade, para esse setor específico. E é nisso que Dunga deve se deter daqui pra diante.
Ali, na função de meia, Daniel será sempre uma alternativa, nunca uma solução definitiva e programada.
A ARGENTINA VAI?
Bem, pelo que tem jogdo o time de Maradona… Apesar de contar com um seleto grupo de jogadores (Zanetti, Verón, Mascherano, Messi, Aguero, Tevez e Dátolo, por exemplo), os argentinos são uma banda de rock em que cada um desafina mais à medida em que o conjunto se esgarça na absoluta falta de uma pauta geral.
Mas, creio ainda que consegue chegar em quinto, o que lhe seria até muito conveniente com vistas à Copa. Caindo na repescagem, haverá tempo e juízo para a AFA redirecionar seus planos: cai Maradona, entra alguém que consiga infundir mais confiança a esse elenco evidentemente humilhado e sem um pingo de auto-confiança e que lhe confira um conceito tático básico, ao menos.
Se isso acontecer, a Argentina até pode chegar à Copa, e, lá, supreender os que a consideram carta fora do baralho.
Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Seleção Brasileira
Tags: Argentina, Cleiton Xavier, Daniel Alves, Diego Souza, Eliminatórias, Maradona
08/09/2009 - 19:31

Alvíssaras! Dunga chamou, entre outros, Diego Souza e Cleiton Xavier, dois meias que podem suprir as ausências sentidas no elenco brasileiro nesse setor de armação.
Claro, ambos só deverão entrar contra o Chile numa eventualidade, já que, na Seleção, prevalece o critério da precedência; os que chegaram antes serão os primeiros.
Tudo bem. Compreensível e aceitável. Mas, bem que gostaria de vê-los juntos no meio-de-campo brasileiro, pelo menos, no segundo tempo. Afinal, trata-se de um jogo praticamente festivo, já que estamos classificados. Portanto, uma ótima oportunidade para Dunga testar esses dois jogadores que chegam à Seleção pela primeira vez.
Não só porque eles podem conferir maior equilíbrio ao meio-campo brasileiro, mas, também, porque trazem do Palmeiras o entrosamento que dispensa os treinos perdidos pela chamada tardia.
Mas, de qualquer forma, é preciso tomar tento com esse time do Chile, que, apesar do empate em casa inesperado, no meio de semana, sabe tocar a bola e pode se transformar em adversário ranheta nesta noite de festa na Bahia.
Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Seleção Brasileira
Tags: Armadores, Cleiton Xavier, Diego Souza, Dunga, Palmeiras
25/02/2009 - 23:58
O Corinthians teve a bola a seus pés o tempo todo, mas sofreu para empurrá-la às redes do Noroeste: meteu duas bolas nas traves, o goleirão do Noroeste fez seu nome e as chances escoavam diante da meta como num sorvedouro.
Mas, com Douglas de cabeça, e Otacílio, de canhota, no finzinho, fez o placar necessário.
Onde não faltaram gols e chances perdidas foi em São Caetano, numa partida sensacional de Diego Souza, cheia de alternâncias, que já começou com uma surpresa: em dez minutos de bola rolando, Azulão 2, Verdão 0. Pois, quando o juiz apitou fim da fase inicial, lá estava no placar: 4 a 2 para o Palmeiras, com mais dois gols do artilheiro Keirrison.
E terminou em 4 a 3, com um gol irregular de Vandinho, depois de Keirrison e Edmílson perderem mais duas chances de ouro. Jogaço!
Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Campeonatos Estaduais
Tags: Corinthians, Diego Souza, Douglas, Edmílson, Keirrison, Otacílio Neto, Palmeiras, São Caetano
28/10/2008 - 16:35
Essa é a história recente do jornalismo esportivo: um disse-que-disse interminável. Um jogador dá uma declaração, que logo é levada aos outros, estabelece-se a polêmica e o gol está marcado.
Não vou entrar no mérito do que Marcos disse e Diego Souza respondeu. Tampouco se isso pode representar uma divisão do grupo palmeirense ou apenas expressões isoladas de dois jogadores questionados pela mídia.
Por Milton Trajano

Mesmo porque já dizia o saudoso Telê Santana que essa história de união do grupo é uma falácia: só há união de grupo na vitória; na derrota, é um racha total, pois cada um tenta salvar o seu.
Aliás, isso vale não só no futebol. É da natureza humana.
Quero apenas lamentar essa forte tendência da mídia em geral no sentido de valorizar acima de um nível suportável o tal jornalismo de celebridades. Um “reality show” permanente, quase exclusivo, em que se coloca no centro do palco dos acontecimentos a figura desta ou aquela personalidade pública.
Não, isso não é novidade. O jornalismo, desde antes de Guttemberg, ja recorria a esse expediente. Mas, o objetivo era desmascar, ou manchar, de acordo com as conveniências políticas da hora, esta ou aquela autoridade, gente cujos atos poderiam beneficiar alguns e prejudicar outros. Era, segundo a ótica de cada um, um ato de profilaxia social.
Hoje, porém, nesta sociedade de imagens, o que importa é que nada importa, a não ser investir sobre as celebridades – sejam elas míticas ou passageiras -, e desnudá-las publicamente, a qualquer preço.
Bem, se assim é, então, vamos em frente, pois o mundo virou um cortiço e quem manda é a Dona Candinha.
Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Futebol internacional
Tags: Diego Souza, Marcos, Palmeiras
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