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Posts com a Tag Cristiano Ronaldo

quarta-feira, 19 de novembro de 2008 Seleção Brasileira | 23:06

ASSIM, SIM!

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Nem Kaká, nem Cristiano Ronaldo – a noite foi mesmo de Luís Fabiano, autor de três gols, e Robinho, motor do time, nesse belo espetáculo de futebol que se encerrou quando o placar apontava 5 a 2 para o Brasil sobre Portugal, no estádio de Gama, lá pelos 20 minutos do segundo tempo.

Sim, porque a partir daí iniciou-se o festival de substituições e o jogo perdeu a identidade. E o gol de Adriano, no apito final, foi apenas a cereja no bolo.

Mas, enquanto durou foi ótimo, já que os dois times buscaram o ataque o tempo todo e os gols foram se sucedendo naturalmente, vários em jogadas bem trabalhadas, coisa que não se via na Seleção Brasileira há séculos.

E Dunga? Pois foi muito bem Dunga, ao escalar o time com uma formação mais ofensiva do que a habitual, o que possibilitou a vibrante exibição do Brasil.

Notas relacionadas:

  1. ALHOS E BUGALHOS
  2. FESTA PARA O REI E O DELFIM
  3. PRA FRENTE, DUNGA!
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , ,

terça-feira, 18 de novembro de 2008 Seleção Brasileira | 17:18

FESTA PARA O REI E O DELFIM

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O amistoso com Portugal, na noite desta quarta-feira, em Gama, o amigo sabe muito bem, está mais para festa política do que um desafio esportivo. E pode ser também, dizem por aí, a festa de despedida de Dunga, alegre ou triste, dependendo, mais da exibição do Brasil do que propriamente do resultado.

Sim, porque é isso que mais se cobra do time de Dunga: não os resultados em si, normais para um futebol da dimensão do brasileiro, mas exibições compatíveis com essa mesma grandeza.
 
Resumindo: para o Brasil, o normal é ganhar mais do que perder ou empatar, jogando bem, com alguns momentos de baixa. A Seleção de Dunga, porém, joga habitualmente mal, com alguns momentos de brilho. É pouco para um futebol que ainda tem algumas das maiores individualidades do mundo.

Falando nisso, no plano técnico, o encontro desta noite girará em torno de dois craques inquestionáveis, ambos em plena forma: o atual melhor do mundo, o brasileiro Kaká, e o grande favorito a roubar-lhe a coroa este ano, o protuguês Cristiano Ronaldo.

Se ambos estiverem inspirados, aí, sim, teremos a grande festa do futebol. 

Notas relacionadas:

  1. ALHOS E BUGALHOS
  2. DUNGA E A GARRA
  3. ESCALAR E ARRISCAR
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , ,

sábado, 8 de novembro de 2008 Futebol internacional | 16:00

UM CLÁSSICO NAS REGRAS DA ARTE

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Foi um clássico para honrar as recentes tradições dos súditos da Rainha: poucas faltas – quase todas como último recurso, nas zonas de perigo, o que transforma o tédio das tais faltinhas necessárias, sucessivas, de meio-de-campo, tão ao nosso gosto, em expectativa de emoção -, técnica além da força e um futebol ofensivo, de parte a parte, do início ao apito final.

Ganhou o Arsenal, por 2 a 1, dois gols de Nasri (no primeiro, foi decisivo o desvio do lateral Gary Neville), dois disparos da entrada da área, e um do nosso menino Rafael, que entrou no segundo tempo e dinamizou o lado direito do Manchester.

Rafael, pra quem não sabe, nasceu, ao lado de seu irmão gêmeo Fábio, lateral-esquerdo, em Xerém, e ainda adolescente foi cooptado, junto com o irmão, pelos Diabos vermelhos de Sir Ferguson. Começou a entrar no time titular nesta temporada, e só fez bonito até agora. É lateral-direito e marcou um golaço de canhota no clássico.

Clássico timbrado pela diferença de estilos, embora ambos os times, como virou praxe na Inglaterra, busquem sempre a vitória, com um espírito ofensivo invulgar e muita velocidade.

O Arsenal, naquele tico-tico, toque-toque, marca registrada do técnico Wenger, vai conduzindo a bola, entre Denílson (olhai, Dunga!), cria do São Paulo, garoto ainda que defenestrou o veterano Gilberto Silva do Arsenal, diga-se, Fabregas, Diaby, Walcott e Nasri, com apoio freqüente do lateral canhoto Clichy, até achar a brecha. O Manchester, já prefere as bolas esticadas para as investidas de Cristiano Ronaldo e Rooney.

Mas, quando entra na troca de bolas inspirado, sai de baixo!

Desta vez, porém, foram raras essas iluminações, embora o Manchester tivesse criado chances suficientes para revirar esse placar, com Rooney, Cristiano Ronaldo e Berbatov. Esbarrou, porém, nas más finalizações e, sobretudo, na Linha Maginot mais conhecida por Gallas, um zagueiro camisa 10, literalmente. É 10 na bola e 10 na camisa, fato raríssimo. Que me lembre, só o genial alemão Lothar Matthaus, um dos mais completos jogadores da história, passou seus últimos dias como craque jogando de líbero com a camisa 10 que ostentou desde os tempos em que era meia-armador.

Resumindo: já ganhei o fim-de-semana, venha lá o que vier.

Notas relacionadas:

  1. PRA TODO MUNDO VER
  2. NO FIM DE TUDO, O CRAQUE
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , , ,

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  2. 1
  3. 2
  4. Última