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quinta-feira, 9 de abril de 2009 Libertadores | 21:47

ATUAÇÃO MÉDIA, SITUAÇÃO CÔMODA

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Esse é o São Paulo: joga na conta do chá, com três ou dois zagueiros, como foi desta vez na vitória, de virada, por 2 a 1 sobre um Defensor frágil e desfalcado, no Morumbi, pela Libertadores da América.

Joga um pouco melhor assim, sem dúvida, com dois zagueiros e quatro meio-campistas, como tem provado sua campanha neste ano. E o próprio técnico Muricy reconhece.

Mas, sem, ao menos, um jogador de meio-de-campo capaz de trabalhar a bola com mais refinamento e invenção, segue sendo um time mecanizado, repetitivo, que só engrenou no segundo tempo, quando já perdia por 1 a 0, em falha grotesca de Rogério Ceni, que entrou com bola e tudo na sua meta.

Mas, o Tricolor tem, além de Rogério, que quase sempre pega tudo, Borges, que quase sempre salva o time nos momentos mais cruciais. E Borges meteu dois – um deles, partindo da posição de impedimento.

O suficiente para o Tricolor seguir adiante na Libertadores, em cômoda posição na tabela.

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Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , ,

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009 Clubes brasileiros, Libertadores | 21:23

AH, VERDÃO…

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Bem,  uma hora o Palestra teria de perder, isso é do jogo. Mas, que diabo, perder logo na Libertadores, em Quito, para a LDU? E por que não? Pelo menos, terá chance de se recuperar em casa. Mesmo porque os equatorianos, embora carreguem a faixa de campeões da América, não são nenhum bicho-papão, e esse Palmeiras, já vimos aqui repetidas vezes, joga muito mais do que isso.

Na verdade, os 3 a 2 para a LDU sugerem que o Palmeiras, apesar das adversidades – torcida, altitude, empenho do inimigo e a má jornada de alguns craques essenciais do time -, tem bala para dar a volta por cima. A não ser que o time sinta a vertigem da queda do alto de sua série invicta excepcional neste início de temporada.

Entre outras coisas, porque a falha de Marcos, um símbolo do Palmeiras, no segundo gol equatoriano, foi crucial. Mesmo assim, o time conseguiu reagir, empatou com Edmílson de cabeça, logo no início da etapa final, mas acabou sucumbindo diante do talento do argentino Manso, um desses canhotinhos hábeis e traiçoeiros, em belíssima cobrança e falta.

Nada está perdido, a não ser a invencibilidade. Mas, isso é impossível levar muito avante.

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  1. VERDÃO SOB FOGO
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Autor: Alberto Helena jr. Tags: ,

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