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	<title>Blog do Alberto Helena Jr. &#187; Copa do Brasil</title>
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	<description>futebol, comentários, jogos, partidas e tabelas</description>
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		<title>DA SEGUNDONA À LIBERTADORES</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 03:16:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Copa do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<description><![CDATA[E o Corinthians, que saiu lá da Segundona em fulminante carreira, de passagem, levou o título paulista e chegou para levantar a cobiçada Copa do Brasil, garantindo sua participação na Liertadores do próximo ano.
E levantou a taça diante do poderoso Inter, em pleno Beira-Rio, num jogo em que o Timão deu as cartas no primeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E o Corinthians, que saiu lá da Segundona em fulminante carreira, de passagem, levou o título paulista e chegou para levantar a cobiçada Copa do Brasil, garantindo sua participação na Liertadores do próximo ano.</p>
<p>E levantou a taça diante do poderoso Inter, em pleno Beira-Rio, num jogo em que o Timão deu as cartas no primeiro tempo, meteu dois gols, com Jorge Henrique e André Santos, e deixou de ampliar com Ronaldo, cara a cara com Lauro.</p>
<p>No segundo, o Inter partiu para o tudo ou nada, empatou com Alecsandro, e depois virou bagunça, o que, no fim, favoreceu mais o visitante do que o mandante.</p>
<p>Enfim, a taça não poderia estar em melhores mãos.</p>
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		<title>DECISÃO E PRESSÕES</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 18:50:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Copa do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Corinthians]]></category>
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		<description><![CDATA[E aí, amigo, temeroso pelo que possa acontecer no Beira-Rio nesta noite de quarta, por conta das pressões do Inter sobre a arbitragem?
Sim, falo sobre essas coisas, tipo DVD exibido pelo cartola colorado Fernando Carvalho, selecionando erros de arbitragem que favoreceram o Corinthians, é uma bobagem, todos sabemos, pois exemplos desses podem ser editados favorecendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E aí, amigo, temeroso pelo que possa acontecer no Beira-Rio nesta noite de quarta, por conta das pressões do Inter sobre a arbitragem?</p>
<p>Sim, falo sobre essas coisas, tipo DVD exibido pelo cartola colorado Fernando Carvalho, selecionando erros de arbitragem que favoreceram o Corinthians, é uma bobagem, todos sabemos, pois exemplos desses podem ser editados favorecendo ou prejudicando qualquer time do Brasileirão, quiçá do mundo.</p>
<p>Só não podemos prever os efeitos que isso poderá causar nos ânimos já exacerbados da fervorosa torcida colorada e, sobretudo, no jovem juiz da partida, Ricardo Marques, cujo currículo não é muito animador, apesar de ser árbitro-Fifa. Tanto, que já foi devidamente guardado na geladeira, depois de algumas lambanças logo no começo do campeonato.</p>
<p>Torço para que as torcidas se comportem civilizadamente e que o juiz resista a qualquer pressão e erre o menos possível, pois o confronto entre Inter e Corinthians, na decisão da Copa do Brasil, vem cercado de um valor bem mais alto – a força das duas equipes, que praticam um futebol ofensivo e equilibrado nos três setores, nas regras da arte.</p>
<p>O Timão leva para o Beira-Rio uma vantagem significativa, mas não definitiva, e tem em Douglas, Elias, Dentinho, Ronaldo Fenômeno e Jorge Henrique um quinteto afiado e perigoso, perfeitamente capaz de buscar aquele gol que eventualmente desmontaria de vez o adversário.</p>
<p>Já o Inter, com Nilmar de volta ao ataque, ao lado de Taison, e apoiado por Guiñazu, Magrão, D’Alessandro e Andrezinho, suponho, que ocuará a vaga do menino Sandro, é lépido e incisivo o suficiente para virar o jogo de ponta-cabeça.</p>
<p>Tecnicamente, portanto, se equivalem. Nesse caso, imagino, ganhará quem melhor souber controlar os nervos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>GRANDE VITÓRIA DO TIMÃO</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 03:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Copa do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Corinthians]]></category>
		<category><![CDATA[INTER]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi um jogo desses que merecem um nicho na galeria de ouro do futebol brasileiro. Corinthians e Inter jogaram de peito aberto e fina técnica. Era bola lá e cá, o tempo todo, com uma pequena diferença: o Timão entrou em campo disposto a atacar. E atacou.
Fez 1 a 0, com Jorge Henrique, aos 27 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi um jogo desses que merecem um nicho na galeria de ouro do futebol brasileiro. Corinthians e Inter jogaram de peito aberto e fina técnica. Era bola lá e cá, o tempo todo, com uma pequena diferença: o Timão entrou em campo disposto a atacar. E atacou.</p>
<p>Fez 1 a 0, com Jorge Henrique, aos 27 do primeiro tempo, em bela arrancada de Marcelo Oliveira pela esquerda. E aumentou para 2 a 0 logo aos 9 minutos da etapa final, com Ronaldo Fenômeno, que recebeu de Elias pela direita, em pleno arranque, olhou para ver se Havia alguém em melhores condições; como não havia, deu um corte sensacional no zagueiro Indio e guardou, de canhota.</p>
<p>O Inter não se abateu. Ao contrário: partiu pra cima do Corinthians, com esse menino Taison, espetacular, e, não fosse Felipe, o resultado final poderia ter sido outro, embora o Timão, também, esbarrasse no goleiro Lauro.</p>
<p>Ah, sim, houve um pênalti em Alecsandro, no primeiro tempo, que o juiz não marcou, e a cobrança rápida de falta por Elias, que resultou no gol de Ronaldo, foi, sim irregular, pois a bola ainda estava rolando. Ou não?</p>
<p>De qualquer forma, grande exibição do Corinthians, ótimo resultado, mas o jogo da volta é um outro capítulo ainda a ser escrito na história da Copa do Brasil – o final.</p>
<p><strong>AH, VERDÃO&#8230; UFA, GRÊMIO!</strong></p>
<p>E, mais uma vez, o Palmeiras sai fora da Libertadores antes da hora, ao empatar sem gols com Nacional, em Montevidéu. Sim, claro, o Verdão teve chances claras para abrir a contagem – duas, incríveis, com Obina, no segundo tempo.</p>
<p>Mas, se serve de consolo, vale dizer que o Palmeiras fez um excelente primeiro tempo e um segundo já sob a pressão do tempo que passava e o gol que não saía.</p>
<p>Já o Grêmio, em pleno Olímpico, passou pelo buraco da agulha diante do Caracas, num jogo mais duro do que se imaginava na véspera.</p>
<p>Duro de furar a retranca venezuelana, o que o Tricolor tentou em vão, do começo ao fim da partida.</p>
<p>Entretanto, o que interessa é isto: o Grêmio já está na semifinal da Libertadores.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>TIMÃO, INTER, GRÊMIO, VERDÃO E SELEÇÃO</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 21:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Copa do Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[O Palmeiras, do técnico Luxemburgo, cultor do sistema com apenas dois zagueiros de área, vai a Montevidéu, com um beque a mais da sua própria conta para pegar o Nacional.
O Grêmio, por tradição time guerreiro com tons defensivos acentuados, nas mãos de Paulo Autuori, muda o braço da viola e recebe o Caracas no Olímpico.
É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Palmeiras, do técnico Luxemburgo, cultor do sistema com apenas dois zagueiros de área, vai a Montevidéu, com um beque a mais da sua própria conta para pegar o Nacional.</p>
<p>O Grêmio, por tradição time guerreiro com tons defensivos acentuados, nas mãos de Paulo Autuori, muda o braço da viola e recebe o Caracas no Olímpico.</p>
<p>É o futebol brasileiro, tentando ir às finais do maior torneio continental, por vias diferentes.</p>
<p>No fundo, no fundo, essa sintonia fina é muita relativa, numa disputa mata-mata como esta, em que tantos outros fatores atuam com maior intensidade do que a escolha deste ou daquele sistema de jogo, embora este seja sempre essencial.</p>
<p>Autuori já foi duas vezes campeão da Libertadores – pelo Cruzeiro e pelo São Paulo -, logo, há de se supor que sabe muito bem o que está fazendo.</p>
<p>Luxemburgo, de tantos títulos, porém, nunca chegou a levantar essa preciosa taça. Mas, é um técnico atilado, pragmático antes de mais nada, e versátil, capaz, pois, de fazer funcionar um esquema que não lhe é caro, em especial.</p>
<p>O que eu quero dizer, com toda esse lero, é que Grêmio e Palmeiras, assim mesmo, ou de sinais invertidos novamente, têm tudo para seguir adiante neste funil da Libertadores.</p>
<p><strong>TIMÃO OU INTER?</strong></p>
<p>O Inter vai ao Pacaembu sem três titulares de peso – Nilmar e Kleber, servindo à Seleção Brasileira, e D’Alessandro, machucado.</p>
<p>Em contrapartida, o Corinthians não terá apenas o lateral-esquerdo André Santos. De resto, vai com tudo, inclusive o Ronaldo Fenômeno.</p>
<p>Portanto, favas contadas, pois não? Jogando em casa, com o apoio da Fiel ensandecida, com Ronaldo e contra um Inter ferido em três posições chaves da equipe, o Timão é favorito.</p>
<p>Até pode ser. Mas, não necessariamente.</p>
<p>Olhemos por outro ângulo: Ronaldo está gripado e vem de uma recuperação de lesão muscular na panturrilha, o que drena sua energia e limita suas ações, e a ausência de André Santos é uma lacuna sem preenchimento. Mano terá de apostar em Saci, que não tem ido bem, ou em Diego, um beque que não funciona por ali, ou ainda Marcelo Oliveira, um meiocampista improvisado no setor.</p>
<p>Já o Inter, no lugar de Kleber, tem Marcelo Cordeiro, que vem jogando melhor do que o titular.</p>
<p>Para a vaga de D’Alessandro, lá está Andrezinho, de tão boas atuações recentes.</p>
<p>E, para o comando do ataque, Alecsandro, que, se não tem a técnica e a mobilidade de Nilmar, longe disso, é um atacante eficiente e goleador por natureza.</p>
<p>Ah, sim, ia esquecendo de Bolívar, outro ausente no Inter. Mas, se jogar Danilo, talvez o Colorado ganhe até mais no apoio ao ataque por aquele setor.</p>
<p>De qualquer forma, seria, como será, briga de cachorro grande. E qualquer um que saia vencedor desse jogo em 180 minutos será digno representante da vanguarda atual do futebol brasileiro na Libertadores.</p>
<p><strong>NOSSO VELHO CANSAÇO</strong></p>
<p>Depois da suada vitória sobre o Egito, na estréia da Copa das Confederações, a turma justificou-se, não sem alguma razão, botando a culpa maior no cansaço de tantas viagens, no fuso horário e tal e cousa e lousa e maripousa.</p>
<p>Sim, claro, tudo isso influenciou na pífia apresentação brasileira, apesar da vitória emocionante por 4 a 3.</p>
<p>E aí me pergunto se esses fatores não atuaram mais decisivamente sobre o jogo brasileiro justamente porque adotamos um conceito em que a força de marcação se sobrepõem excessivamente à técnica.</p>
<p>Explico melhor: se fossemos um time treinado para reduzir o espaço de ação mais à frente, marcando a saída de bola do adversário (como, aliás, fez o Egito), e, quando de posse da bichinha, passássemos a fazê-la circular com exatidão e arte, nos desgastaríamos menos fisicamente e teríamos melhor resultado no andamento da partida.</p>
<p>Isso é elementar, básico. Mas, para tanto, teríamos de contar com menos volantes e mais meias habilidosos, esses carinhas que recebem a bola de costas para o adversário, gingam, saem da marcação e tocam com precisão.</p>
<p>Infelizmente, não é o nosso caso. Logo, temos de ralar para chegar onde chegaríamos sem ter de ralar tanto.</p>
<p>Esse é um daqueles casos em que me lembro da célebre Seleção Holandesa de 1974, a do Carrossel e outros bichos. Sua dinâmica de jogo era tão surpreendente e vertiginosa que o povo, por aqui, exaltava o vigor de vaca holandesa da tal Laranja Mecânica.</p>
<p>Para quem estava lá como eu, e, que no ano seguinte levou um papo varando a madrugada, no bar do Hotel Eldorado, aqui em São Paulo, com Cruyff, a história era justamente o contrário. A Holanda chegou à Alemanha sem o menor preparo físico, sem zagueiros de ofício (o único, Israel, judeu como sugere seu nome, por razões de segurança – leia-se, Munique 72 -, foi poupado) e sob uma troca de tiros entre os de Roterdã e os de Amsterdã, um Rio-São Paulo de tamancos de bico curvo.</p>
<p>Pois bem, o técnico Rinus Mitchles, então, tocando o Barça de Cruyff, quando chegou à concentração da Seleção, depois da disputa da Copa de Campeões da Europa, encontrou o caos, já que, além desses problemas todos, os jogadores caíram na esbórnia.</p>
<p>Mitchels, então, mandou chamar as mulheres de todos os jogadores, pra cortar a onda da tropa, reuniu a turma e deu as devidas instruções:</p>
<p>1) Como não há nem força física, nem força de conjunto, nem zagueiros, nem nada, vamos construir um novo conceito, capaz de suprir todos esses defeitos. Como? Simples: improvisamos dois volantes nas posições de zagueiros (Reijberg e Haan)  e agrupamos os dez jogadores de linha entre as duas intermediárias, utilizando uma linha de impedimento em que todos partam sobre o adversário da bola, como um grupo de selvagens. A corrida é pouca, nesse caso, e o efeito, múltiplo, pois não só tomamos a bola já no campo inimigo como, na sequência, promovemos um ataque em massa.</p>
<p>2) Os vértices do triângulo, aqueles que esperam o passe do nosso que estiver com a bola, em vez de ficarem estáticos à espera da definição, rodam em torno dele. Esse movimento, além de dificultar a marcação, oferece rapidez no passe, que não precisa ser justo, mas, simplesmente despachado para o ponto futuro, onde chegará um dos dois companheiros que rodam ao seu redor.</p>
<p>3) Então, formavam-se em campo aquelas rosáceas que deslumbraram o mundo e a mim e ao mestre Armando Nogueira, que assistimos à final com a Alemanha lá do último degrau do estádio Olímpico de Munique.</p>
<p>Um prodígio que jamais se repetiu em campo algum, mas que remete à essência do futebol desde que ele se constituiu como jogo: o negócio é o jogador correr o menos possível, e fazer a bola circular ao máximo.</p>
<p>Lição que os brasileiros haviam ensinado ao mundo há muito tempo, agora executada pelos espanhóis. E que nós esquecemos nas últimas duas décadas.</p>
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		<title>A HORA DA RAPOSA</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2009 03:50:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Copa do Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[
Foi um jogo bem disputado, tenso, do início ao fim, com cada equipe vestindo seu próprio figurino: o São Paulo, na defesa, aguerrido na marcação e perigoso no contragolpe, quando este podia ser executado. O Cruzeiro, dominando a bola e seu terreiro, envolvente e afiado nas jogadas de área.
Mas, a ausência de Wagner prejudicou muito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/files/2009/05/charge-cru-x-sp.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-11363" src="http://colunistas.ig.com.br/albertohelenajr/files/2009/05/charge-cru-x-sp.jpg" alt="Charge de Milton Trajano" width="500" height="360" /></a></p>
<p>Foi um jogo bem disputado, tenso, do início ao fim, com cada equipe vestindo seu próprio figurino: o São Paulo, na defesa, aguerrido na marcação e perigoso no contragolpe, quando este podia ser executado. O Cruzeiro, dominando a bola e seu terreiro, envolvente e afiado nas jogadas de área.</p>
<p>Mas, a ausência de Wagner prejudicou muito o estilo da Raposa, e, como Ramires foi muito bem marcado por Jean, chegar à vitória por 2 a 1, mesmo no Mineirão, não foi fácil. Mas, foi merecido, claro.</p>
<p>Na verdade, o Cruzeiro, que havia aberto o placar já nos suspiros da etapa inicial, com Leonardo Silva, só teve um instante de vacilo, no início do segundo tempo, quando o técnico Adilson foi obrigado a trocar o atacante Thiago Ribeiro pelo ala Athirson.</p>
<p>Kleber Gladiador se isolou lá na frente, e o time todo perdeu a sincronia, do que se aproveitou o São Paulo para empatar com Washington, em rebote de Fábio da cabeçada de Dagoberto.</p>
<p>Percebendo isso, Adílson foi rápido no gatilho e, aos 16 minutos, trocou Gérson Magrão pelo atacante Zé Carlos. Foi entrar e desempatar, aproveitando rápida troca de passe entre Kleber e Jonatha.</p>
<p>O São Paulo conseguiu, no finzinho, espetar dois contra-ataques, naquelas bolas longas já tradicionais, às vezes, eficientes, às vezes, inúteis. Mas, embora tenha tocado um pouco mais a bola no chão, com a presença de três volantes, segue sofrendo da crônica falta de criatividade de seu meio-de-campo.<br />
Nada, porém, está definido nesse jogo dividido em dois.</p>
<p><strong>GRÊMIO MAL?</strong></p>
<p>Enquanto isso, o Grêmio, o outro brasileiro da noite de Libertadores, penava para empatar com o Caracas, lá. Mérito do Caracas? Provavelmente. Mas, segundo as próprias explicações do técnico Paulo Autuori, quem jogou muito mal foi o Grêmio.</p>
<p>Isso quer dizer que, se mesmo jogando mal, o Grêmio empatou em Caracas, aqui, no Olímpico, a vitória é quase certa.</p>
<p><strong>VASCO, TIMÃO, INTER E COXA</strong></p>
<p>Assim como foi sofrido o empate colhido pelo Corinthians num Maracanã transbordando de emoção. No primeiro tempo, o Timão foi melhor, o que justificou a vantagem por 1 a 0, gol de Dentinho, em belo passe de Jorge Henrique.</p>
<p>Mas, no segundo, o Almirante aprumou-se, chegou ao empate com Pimpão, em toque esperto de Elton, e poderia até ter virado o jogo, que segue em aberto para os próximos 90 minutos.</p>
<p>Já o Inter, em pleno Beira-Rio, hesitou no início, tomou o gol de Marcos Aurélio, mas foi buscar o resultado final de 3 a 1 graças ao talento desse menino Taison, que fez um e gerou os outros dois.</p>
<p>Apesar da vitória, que praticamente garante sua ida para a final da Copa do Brasil, o Inter deixou o campo com uma ruga na testa: Nilmar sofreu uma pancada muito forte nos quadris, saiu de maca e só saberemos mais tarde qual a dimensão do machucado.</p>
<p>É rezar para que não seja nada tão grave capaz de afastá-lo da Seleção, como acaba de ocorrer com o zagueiro Alex, do Chelsea. Seria muito azar para quem esperou tanto por essa convocação.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>LIBERTADORES, GOLEADAS E&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 04:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Campeonatos Estaduais]]></category>
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		<category><![CDATA[Futebol internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Sport]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Libertadores, os brasileiros fecharam a rodada na liderança de seus respectivos grupos &#8211; Sport, Cruzeiro e São Paulo passaram por seus adversários, todos jogando em casa.
O Cruzeiro, naquele seu estilo leve e solto, livrou-se do Deportivo de Quito sem muitos embaraços: 2 a 0, com direito a um golaço de Wagner, que disparou o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na Libertadores, os brasileiros fecharam a rodada na liderança de seus respectivos grupos &#8211; Sport, Cruzeiro e São Paulo passaram por seus adversários, todos jogando em casa.</p>
<p>O Cruzeiro, naquele seu estilo leve e solto, livrou-se do Deportivo de Quito sem muitos embaraços: 2 a 0, com direito a um golaço de Wagner, que disparou o canhão de canhota, a bola chocou-se com o travessão, rebateu nas costas do goleiro e entrou.</p>
<p>Justamente o inverso do que ocorreu no Morumbi, quando o goleiro do América de Cali tentou devolver com o pé bola retardada pelo beque e acertou a&#8230;, digamos, o bumbum de Dagoberto, voltando para as redes colombianas. Foi o gol da virada tricolor, o segundo de Dagoberto, que fez uma partida exemplar, marcando, armando, driblando e concluindo.</p>
<p>Mas, o São Paulo, embora dominando o tempo todo, novamente não jogou bem. Mesmo assim poderia ter ampliado o escore se Washington e Borges não estivessem com a pontaria tão descalibrada.</p>
<p>Quanto ao Sport, que dizer? Sofreu a surpresa do primeiro gol do Colo-Colo, mas teve juízo e força para virar o placar na Ilha do Retiro, a cova do Leão Encantado que segue trilhando a Libertadores á caça da próxima presa.</p>
<p><strong>COPA DO BRASIL</strong></p>
<p>Na Copa do Brasil a grande surpresa, sem dúvida, foi a derrota do Santos, no Alçapão da Vila, com o time completo, para o CSA, por 1 a 0. É verdade que o Peixe perdeu um mar de gols, ironicamente, a maioria, com seu artilheiro Kleber Pereira.</p>
<p>Mas, pior do que a inesperada desclassificação nessa disputa, será se essa derrota abater demais o Santos, levando-o a enfrentar o Corinthians, na decisão pelo título paulista, de fronte baixa.</p>
<p>De fronte altiva, porém, segue em frente o Internacional, campeão gaúcho e um dos melhores elencos da temporada, senão o melhor. E vai em frente, de goleada em goleada. Desta vez, a vítima foi o Gurani, que lvou uma lambada de cinco, 5 a 0, com mais um golaço de Taison, a grande revelação do futebol brasileiro destes tempos.</p>
<p><strong>POR FALAR EM GOLEADA&#8230;</strong></p>
<p>E o Barça, hein? Meteu 4 a 0 no Sevilha de Luís Fabiano e tudo, como quem estivesse chupando um pirulito. Ah, sim e nem teve de contar com Messi, neste exato momento, o melhor do mundo. Mas, quem tem Eto&#8217;o, Henry, Xavi e Iniesta pode-se dar a esse luxo.</p>
<p>Pois, faça as contas aí amigo, que sou um desatre nos números: em 32 rodadas da Liga Espanhola, o Barcelona marcou a bagatela de 92 gols; qual a média por jogo? E tomou apenas 24, mesmo praticando esse futebol ofensivo, de toques refinados, dribles, passes exatos e tal e cousa e lousa e maripousa.</p>
<p>Já o Manchester United, seu rival do mesmo porte, campeão do mundo etc, venceu o Portsmouth apenas por 2 a 0, numa exibição destacada de Anderson, que, entre outras coisas, fez um lançamento primoroso de trinta metros, a la Gérson, para Giggs, na ponta-esquerda cruzar e Rooney concluir, no primeiro gol dos Diabos Vermelhos.</p>
<p>É sempre um prazer inexcedível poder usufruir na mesma tarde da bola desses dois times &#8211; Barça e Manchester. E veja só, meu amigo, nem é preciso ir ao teatro, como dizem por aí. O espetáculo vem a mim, pela telinha colorida, em alta definição. Que beleza!</p>
<p> </p>
<p> </p>
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		<title>QUE NOITE, CARIOCAS!</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 02:45:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Copa do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Águia de Marabá]]></category>
		<category><![CDATA[Americano]]></category>
		<category><![CDATA[Botafogo]]></category>
		<category><![CDATA[Fluminense]]></category>

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		<description><![CDATA[Que noite, cariocas! Nem de longe se ouviu o eco dos acordes líricos e nostálgicos do bandolim do Jacó, em sua obra-prima Noites Cariocas.
Ao contrário, Botafogo e Fluminense vaguearam surdos e cegos por essa noite trevosa da Copa do Brasil.
O Botafogo, em pleno Engenhão, até que conseguiu vencer por 2 a 1 o Americano, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que noite, cariocas! Nem de longe se ouviu o eco dos acordes líricos e nostálgicos do bandolim do Jacó, em sua obra-prima Noites Cariocas.</p>
<p>Ao contrário, Botafogo e Fluminense vaguearam surdos e cegos por essa noite trevosa da Copa do Brasil.</p>
<p>O Botafogo, em pleno Engenhão, até que conseguiu vencer por 2 a 1 o Americano, com um golaço de Maicosuel, num vislumbre, ao apagar das luzes. Mas, coube ao mesmo Maicosuel apagar o brilho da Estrela Solitária na Copa do Brasil, logo no início das cobranças de pênalti.</p>
<p>A par disso, vale prestar atenção em três jogadores do Americano &#8211; o canhoto Ernâni, o meia Paulo Henrique, e, sobretudo, o atacante Kieza, autor do gol e das jogadas mais agudas de seu time. </p>
<p>E o Fluminense de Fred, Conca e Thiago Neves? Perdeu por 2 a 1 para o Águia de Marabá, time modesto lá do extremo norte do país, mas de nome sugestivo, que lembra mais um rancho-de-carnaval dos velhos tempos. Na mitologia e no senso comum, águia é arguta, de olhar profundo e bote certeiro. Pois, foi assim esse Águia, no primeiro tempo, quando meteu 2 a 0  num Fluminense desnorteado e desconexo. A ponto de perder, numa só tacada, dois de seus principais jogadores &#8211; Thiago Neves, expulso por atirar a bola sobre o gandula, e Conca, machucado. Sobrou Fred, que, de falta reduziu no segundo tempo, de falta.</p>
<p>Pelo regulamento, o Tricolor ainda pode se recuperar no jogo de volta. Mas, a Estrela se pagou de vez na Copa do Brasil e agora só lhe resta brigar pelo título da Taça Rio contra o Flamengo, o que não é pouco, diga-se.</p>
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		<title>TRICOLORES, VASCO E TIMÃO</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 03:26:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Copa do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Libertadores]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<category><![CDATA[Grêmio]]></category>
		<category><![CDATA[Libertadores da América]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco]]></category>

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		<description><![CDATA[Sem dúvida, o melhor resultado dos brasileiros na Libertadores foi o do Grêmio, que meteu 2 a 0 no Universidad do Chile, lá, sem correr grandes riscos, a não ser uma finalização à queima-roupa conujrada por Victor.
O Tricolor abriu o placar com Leo, de cabeça, e fechou com Max Lopes aproveitando passe malandro de Souza. Justamente o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sem dúvida, o melhor resultado dos brasileiros na Libertadores foi o do Grêmio, que meteu 2 a 0 no Universidad do Chile, lá, sem correr grandes riscos, a não ser uma finalização à queima-roupa conujrada por Victor.</p>
<p>O Tricolor abriu o placar com Leo, de cabeça, e fechou com Max Lopes aproveitando passe malandro de Souza. Justamente o oposto do que ocorreu no jogo de ida, no Olímpico, quando o Grêmio criou mais de uma dúzia de chances e não conseguiu marcar. Desta vez, criou pouco e fez quase tudo.</p>
<p>Já o São Paulo, em Medelin, a exemplo do Grêmio, jogou para cumprir tabela, desde que classificado com antecedência. Mas, ao contrário do Tricolor gaúcho, o paulista perdeu por 2 a 1 para o Independiente. Entre outras coisas, porque atuou com sua equipe mista e ainda sob o impacto da perda por um bom tempo de seu capitão Rogério Ceni.</p>
<p>No primeiro tempo, foi um time indigente, incapaz de sair de seu próprio campo. Tomou dois gols (Bosco nada teve a ver com isso, diga-se), mesmo assim conseguiu reduzir no finalzinho com André Lima. Melhorou muito no segundo tempo, mas segue sendo refém da falta de criatividade de seu meio de campo, combativo, porém sem imaginação.</p>
<p>O que vale, contudo, no final, é que ambos os Tricolores já estão na próxima fase da Libertadores, um torneio em que cada jogo é uma história.</p>
<p><strong>NA COPA DO BRASIL</strong> </p>
<p>O mais importante nessa vitória do Vasco sobre o Central, lá, não foi nem o placar categórico de 3 a 0, nem a consequente dispensa do jogo de volta. Foi, sim, a percepção de que esse time do Vasco está armado para enfrentar a Segundona com grandes chances de voltar à divisão de elite logo em seguida.</p>
<p>Por seu lado, o Corinthians segue suia trajetória invicta nesta temporada, ao vencer por 2 a 0 o Misto de Campo Grande, na casa do adversário, e jogando com vários reservas, sem Ronaldo Fenômeno, sem Elias, enfim, alguns jogadores-chave da equipe.</p>
<p>Jogo em que Souza deu o tom: chutou uma bola no poste; sofreu o pênalti, que Chicão converteu no primeiro de seu time, e perdeu outro, cara a cara, incrívelmente. Esse é o Souza, para o bem e para o mal, como a imensa maioria dos artilheiros com seu perfil.</p>
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		<title>A GRANDE SURPRESA</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 19:33:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Helena jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clubes brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Copa do Brasil, a goleada do Vasco sobre o Flamengo, se não surpreendeu, serviu para amenizar as agruras por que vem passando o Almirante nestes últimos dias.
Já a derrota do Inter para o União MT, em Rondonópolis, essa, sim, foi a grande surpresa da primeira rodada do torneio.
Afinal, o Inter possui um dos mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na Copa do Brasil, a goleada do Vasco sobre o Flamengo, se não surpreendeu, serviu para amenizar as agruras por que vem passando o Almirante nestes últimos dias.</p>
<p>Já a derrota do Inter para o União MT, em Rondonópolis, essa, sim, foi a grande surpresa da primeira rodada do torneio.</p>
<p>Afinal, o Inter possui um dos mais refinados elencos do país, capaz, no papel, de tirar de letra um jogo desses, com todo respeito ao União.</p>
<p>Mas, sei lá o que acontece com o Colorado. Desde a temporada passada, quando se imagina que o time pegou no breu e, finalmente, vai atingir aquele estágio de excelência e equilíbrio, cai do cavalo. Tite, Tite, abra o olho&#8230;</p>
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