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04/10/2009 - 21:05

VERDÃO, NO TRONO

27rodada

O Verdão manteve o trono intacto, ao bater o Santos por 3 a 1, num jogo equilibrado no primeiro tempo, e mais ameno no segundo, quando o placar começou a rebolar.

E olhe que foi o Santos quem saiu na frente, com um disparo fatal de Luizinho da direta, logo aos 9 minutos da etapa final.

Mas, o Palmeiras estava bem postado e empatou logo em seguida, com Diego Souza, o nome do jogo, de cabeça, para ampliar aos 28, com Robert, que entrara no lugar de Obina.

Por fim, Love sacramentou os 3 a 1, numa bela trama de Cleiton Xavier e Robert, que limpou do goleiro, antes de o artilheiro empurrar para as redes vazias.

Assim, o Palmeiras permanece na liderança, com folga, com pinta de quem não irá entregar o ouro facilmente, enquanto o Santos segue patinando lá pelo meio da tabela.

OS PERDEDORES

Os grandes perdedores desta rodada foram, sem dúvida Goiás e Inter.

O Goiás, que levou de 3 a 1 em pleno Serra Dourada, na maior surpresa deste fim-de-semana, pelo menos se mantém ali na órbita da clasificação para a Libertadores.

Mas, o Inter caiu fora da zona de classificação e começa a ver o líder Palmeiras com a perspectiva embaçada. O diabo é que não se trata de um tropeço esporádico, desses que podem acontcer com qualquer um, como, por exemplo, parece ter ocorrido com o Goiás, pois o Inter vem somando insucessos um atrás de outro, depois de um fulgurante momento no campeonato.

O último, esse diante do Coritiba no Couto Pereira, por 2 a 0, quando foi dominado a maior parte do tempo pelo Coxa, que poderia tre ampliado o escore, casa Marcelinho Paraíba alcançasse aquela bola que zunia a meta desguarnecida do Colorado.

Ou muito me angano, ou o Beira-Rio va pegar fogo.

A FESTA CONTINUA

No embalo da escolha para sede da Olimpíada, o Rio invadiu o Maracanã, no mais clássico dos clássicos brasileiros – o Fla-Flu.

Só que desta vez, a festa não foi de todos os cariocas, só dos rubro-negros, que mais uma vez revrenciaram o Imperador, autor dos dois gols da vitória do Fla sobre o Flu, que segue cada vez mais lanterna do campeonato.

Em contrapartida, o Flamengo já começa a rondar a zona da Libertadores, com todo o potencial para lá chegar, no final das contas.

Pois, além do Imperador, tem Pet, tem Zé Roberto em plena recuperação anímica e técnica e tem esse timoneiro tranquilo, capaz de tocar o barco em meio às recorrentes ondas de euforia e depressão que costumam invadir a Gávea – Andrade.

INGLESANDO

O Arsenal levou 1 a 0, empatou, levou 2 a 1 e, em seguida, despejou um caminhão de gols sobre o Blackburn – 6 a 2, numa tarde de gala do armador Fabregas. Foi um shoew de toque-toque do Arsenal, mesmo quando perdia o jogo, que dirá quando passou a vencer. Dá gosto ver esse time jogar.

Já o Manchester vacilou, e só conseguiu empatar seu jogo com o Sunderland, em pleno Old Trafford. E empatou no finalzinho, com um gol canhestro de Evra, embora o seu primeiro, de Berbatov fosse uma pintura – um voleio vertiginoso.

Quem não vacilou foi o Chelsea, que, no clássico com o Liverpool, meteu 2 a 0, em plena inspiração de Drogba, e assumiu a liderança do campeonato mais gostoso de se ver, seja pela técnica, seja pelo empenho, seja pela emoção presente o tempo todo, e qualquer jogo.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Campeonato Brasileiro, Futebol internacional Tags: , , , , , ,
26/12/2008 - 18:37

PÓS-NATAL À INGLESA

Lá, pelo visto, a turma não acredita em Papai Noel. Já no dia seguinte ao Natal, bola rolando em todos os campos ingleses, com plena lotação nas galerias.

E bota rolando nisso! O Manchester United, que mal pôde celebrar a conquista do mundo e o Natal, teve de suar castanhas e perus à pampas para vencer o Stoke City, na casa do inimigo, por 1 a 0, gol de Tevez, no finalzinho da partida. E só chegou a esse resultado porque Sir Ferguson teve de colocar seu time tão no ataque que o veterano meia-ponta Giggs acabou o jogo na lateral-esquerda.

Já o Chelsea, de Felipão, logo meteu 2 a 0 no Bromwich, no primeiro tempo, e, depois, ficou ali cozinhando o galo, ou fazendo o quilo, como queiram. Mesmo assim, poderia ter ampliado o placar, dado o volume de jogo.

Mas, falando em volume de jogo, nenhum outro se comparou ao do líder Liverpool, que, em em seu campo, jogou contra o vento com a camisa do Bolton. Meteu 3 a 0, com dois gols de Rob Keanon, e fez a digestão espiando os demais lá de cima da tabela.

Desses, o que mais se distanciou foi o Arsenal, sem Fabregas, que vencia o Aston, seu rival pela vaga da Liga dos Campeões, por 2 a 0, e acabou cedendo o empate, no último minuto. Aliás, eis um dos grandes atributos do futebol inglês, além de ser altamente ofensivo, o placar só se apaga depois de o juiz apitar o fim do jogo. Até lá, tudo pode acontecer.

E acontece.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Futebol internacional Tags:
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