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Posts com a Tag Brasileirão

sábado, 12 de novembro de 2011 Campeonato Brasileiro | 14:33

OLHA O FIGUEIRA AÍ!

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Bem, se o Figueira lutava por uma eventual e improvável vaga na Libertadores, saiu de campo neste sábado sonhando até com a possibilidade de chegar ao título, quem diria?

Venceu em casa, de virada, o Galo – que vinha escapando honrosamente da zona do descenso -, e dorme em quarto lugar a dois pontos dos líderes.

Trata-se de uma arrancada espetacular num instante crítico do campeonato, o que o coloca ao lado do Fluminense, cuja escalada foi obstada pelo América MG, num Engenhão lotado de tricolores entusiasmados.

Surpresa? Convenhamos, essa palavrinha está fora de moda neste Brasileirão doidinho, doidinho. Mesmo porque o Flu estava sem Deco, aquele craque que conferiu brilho e serenidade ao seu meio-campo, fator decisivo para a ascensão do time neste segundo turno.

Sem Deco, portanto, sem um pingo de criatividade, o Tricolor, pra falar em bom brasileirês, levou um baile do América no primeiro tempo, quando os mineiros marcaram um, perderam um pênalti e desperdiçaram mais três chances claras para ampliar o placar.

E, no segundo, sem a mesma facilidade, o América seguiu melhor, fez o seu segundo gol com Alessandro, e só no finzinho submeteu-se ao tradicional sufoco aproveitado apenas por Rafael Moura num lance. E nada mais.

Já no Morumbi, o outro Tricolor, se não levou um baile do Avaí no primeiro tempo, foi um horror ao longo desse período. E só tomou tento no segundo, depois de Leão desfazer o malfeito – trocou um dos três zagueiros pelo atacante Fernandinho.

A partir daí, o São Paulo passou a ser mais agressivo e colheu dois frutos de ouro, dois gols de Luís Fabiano, enfim!

Vitória significativa, mas desempenho ainda muito fraco para que o tricolino amigo confie demais na classificação para a Libertadores.

A CHANCE DO TIMÃO

O líder Corinthians pega o Atlético PR, sério candidato ao descenso, no Pacaembu, enquanto o vice-líder, Vasco, vai ao Engenhão enfrentar uma pedreira do tamanho do Corcovado – o Botafogo, outro pretendente forte ao título.

Dá pra comparar?

Bem, dito assim, não, claro. É a chance de ouro de o Corinthians se descolar do Vasco neste momento crucial na corrida pela faixa de campeão brasileiro deste ano, embora neste Brasileirão doidinho, doidinho, qualquer análise desse tipo está prejudicada de cara.

E, mais: o Timão terá Emerson Xeique em campo, protegido por medida preventiva obtida no tribunal que o havia condenado a suspensão, e Adriano no banco, ao lado de Jorge Henrique, o que sugere alternativas muito interessantes para o técnico Tite, caso seu time falhe lá na frente ao longo do primeiro tempo.

Nada sei das reais condições físicas de Adriano. Uns dizem que afinou o talhe o suficiente para se movimentar em campo com o mínimo de molejo necessário para um jogador de futebol, pelo menos, por um certo tempo.

Se assim for, pela sua vocação de artilheiro, por certo, será um trunfo na manga de Tite. Caso contrário, um estorvo, já que a Fiel, ao vê-lo no banco, ao primeiro desacerto de Xeique, Liedson ou William, já começará a clamar pelo artilheiro que veio, mas, é como se não tivesse vindo até agora.

No clássico carioca, ninguém clamará por ninguém, imagino, diante das duas escalações. A não ser que Juninho Pernambucano realmente fique no aguardo de uma chance durante o desenrolar do jogo.

Mas, quem estará em seu lugar tem bola suficiente para aguentar o tranco. Afinal, estamos falando de Felipe. Pena que tanto Felipe quanto Juninho já estejam pra lá dos trinta. Caso contrário, ambos caberiam no time, o que conferiria ao Vasco um poder de criação estupendo.

Nesse sentido, o meio de campo do Bota, com Marcelo Matos, Renato, Elkeson e Maicosuel me parece mais fluido e ofensivo, se cada um deles jogar o que sabe. E, lá na frente, a dupla Cone Sul será sempre um perigo.

Jogo de se ver com uma taça de champanha francês e um pote de caviar Beluga ao lado da poltrona.

Notas relacionadas:

  1. O PERFIL DO GALO
  2. PALMEIRAS E BARCELONA POR UM FIO
  3. INTER E GALO JOGAM O FUTURO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , ,

domingo, 14 de agosto de 2011 Campeonato Brasileiro, Clubes brasileiros | 18:38

A COMBINAÇÃO DOS LÍDERES

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Parece até que Corinthians e Flamengo combinaram empatar seus respectivos jogos só pra manter em suspense essa luta particular pela liderança do Brasileirão.

Dos dois, porém, o que mais vacilou foi o Timão, que, no Pacaembu, não foi além de um empate por 2 a 2 com o Ceará, que não é tão forte fora de casa. Ainda mais porque o Corinthians conseguiu fazer 2 a 1 e manter esse placar até quase ao final da partida, quando sofreu o empate por Rudney, em melê na área causado por rebote de Júlio César.

Já o Flamengo, sabia-se, pegaria uma pedreira em Floripa. Eis por que os 2 a 0, dois gols de cabeça de Deivid, surpreenderam. Até o Figueira começar a reagir e chegar ao empate.

Então, o que era difícil ficou fácil para endurecer de novo no final.

Fácil, porém, do início ao fim, foi a vitória do Coxa, no Couto Pereira, sobre o Galo, na estreia do técnico Cuca no time mineiro: 3 a 0.

Prova de que o Coritiba realmente começa a recuperar aquele futebol redondinho dos tempos da longa invencibilidade no início da temporada. E que ao Galo não bastava a simples troca de treinadores, ambos, diga-se, de alto calibre.

FORA, TEIXEIRA II (OU VIGÉSIMO)

O que me chamou a atenção na cobertura da Espn sobre a marcha contra Ricardo Teixeira, no sábado, foi a entrevista com um jovem ostentando um nariz de palhaço. Disse o rapaz: “Não estou nem aí com o Ricardo Teixeira. Nem mesmo gosto de futebol. Gosto do Corinthians, só do Coritnthians”.

É bem o retrato acabado de uma maneira de ver a vida que se espalha por aí. O jovem não gosta de futebol, não se preocupa com a ação de Ricardo Teixeira, apenas se interessa pelo Corinthians. Então, está protestando contra o quê? O Corinthians, líder do Brasileirão?

O processo de despolitização das novas gerações é gradual, rápida e progressiva, parodiando o slogan do general Geisel.

O cara afivela um nariz de palhaço, vai para a avenida, porta um cartaz e nem sabe pra quê. Simplesmente elege um símbolo, eventualmente, um clube de futebol para depositar sua paixão, e fim de papo.

Houve um tempo em que jovens morriam literalmente por um ideal. Saíam aos milhares pelas ruas e praças do Brasil inteiro, clamando por liberdade, um bem muito maior do que a simples paixão por um clube de futebol.

Mas, eram outros tempos, não estes, em que tudo passou a ser supérfluo – uma imagem fixada em HD na tv.

OBRIGADO, VELHO

Outro dia, meu dentista, o dr. Antonio, corintiano frenético, boticão:em riste, intimou-me:

- Confesse! Pra que time você torce. Desconfio que seja santista, mas quero saber a verdade.

A verdade, meu caro Tiradentes, é que não torço por nenhum. Já torci, claro. Fui fanático , a ponto de invadir o Pacaembu para reclamar contra o juiz, essas coisas.

Mas, na minha cabecinha, sempre ressoava a lição de meu velho, a quem presto respeitos neste Dia dos Pais – ele, só saudade; eu, aqui: “O futebol só desperta o pior de todos os sentimentos humanos – o fanatismo, que nos faz regredir à irracionalidade”.

Com o tempo, essa lição foi se sedimentando no mesmo espírito, a ponto de livrar-me desse mal, amém.

Foi um presente de meu pai, que nunca pude retribuir em tantos Dias dos Pais que pudemos compartilhar em vida, a não ser diznedo-lhe em pensamento: “Obrigado pela lição”.

Notas relacionadas:

  1. SUBORNO OU FOFOCA?
  2. POR QUE NÃO ITAQUERA?
  3. QUALQUER UM SERÁ O MELHOR
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , ,

sábado, 13 de agosto de 2011 Campeonato Brasileiro, Clubes brasileiros | 21:20

QUE VIRADA, MEU!

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A virada do Botafogo sobre o América mineiro, por 4 a 2, foi ainda mais sensacional porque o Alvinegro não jogava bem, e corria riscos de tomar o terceiro gol nos contragolpes do adversário.

Isso, entre outras coisas, porque levou dois gols logo de cara, o que obviamente entontece qualquer um. Mas, Elkeson acertou um canudo de fora da área, ainda no primeiro tempo, e Antonio Carlos empatou em cobrança de corner de Renato.

Mas, aí, entrou em campo o menino Alexsander, que desempatou em jogada pessoal e cravou o placar final de pênalti.

E assim o Bota dorme no G-4, sonhando com a permanência dessa posição neste domingo, dia de acordar tarde, que ninguém é de ferro.

BOA, RAPOSA!

O grande placar deste início de sábado, sem dúvida, foi a goleada imposta pelo Cruzeiro sobre o Avaí, em Uberlãndia: 5 a 0. Placar praticamente construído no primeiro tempo, e que recoloca o Cruzeiro numa postura mais condizente com seu elenco e sua camisa.

Sobretudo, porque marcou a volta de Thiago Ribeiro, afastado há um bom tempo, autor de um dos gols da Raposa.

Já o placar mais surpreendente foi o de 2 a 0 do Atlético GO sobre o Santos, de Neymar, Ganso e cia. bela.

Mais surpreendente ainda pelo comportamento das duas estrelas peixeiras: Ganso, mais uma vez apagado, foi até substituído, e Neymar, bem marcado, pouco fez em campo.

Por outro lado, Neymar, mais uma vez, foi vítima de preconceito do juiz, que resolveu não só fechar os olhos para o pênalti que o craque sofreu como, ainda por cima, o castigou com cartão amarelo por simulação.

O Peixe, meu, já começa a preocupar pra valer.

E o resultado mais decepcionante foi o empate do São Paulo diante do Atlético PR. Com chances de dormir na liderança, no fim, o Tricolor apenas conseguiu preservar o terceiro lugar no Brasileirão, o que não é pouco, diga-se, mas não o esperado.

E olhe que só chegou lá numa prece de Rivaldo, aos 45 minutos do segundo tempo, que, ajoelhado junto ao segundo pau, abparou de peito cruzamento da esquerda de Cícero.

O fato é que o São Paulo jogou pouco diante de suas possibilidades.

Mas, há de melhorar, imagino.

FORA, TEIXEIRA!

Cerca de trezentos manifestantes desfilaram pela Avenida Paulista até a Praça Charles Miller, pedindo a saída de Ricardo Teixeira da presidência da CBF.

Pouca gente? Até pode ser. Mas, não me lembro de outra manifestação desse tipo na história do futebol brasileiro.

Mesmo porque, com o poder e a velocidade das tais redes sociais, o que começa como uma marola acaba virando um tsunami. Espero.

Notas relacionadas:

  1. VIRADA COMOVENTE DO FLU
  2. TIMÃO DECISIVO
  3. VASCO, ATÉ QUE ENFIM
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , ,

domingo, 24 de julho de 2011 Campeonato Brasileiro | 20:29

VASCO, O GRANDE VENCEDOR

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Sem dúvida, o grande vencedor da rodada foi o Vasco, que bateu o Galo em Ipatinga, por 2 a 1, dois gols de Diego Souza (um de cabeça, outro de pênalti) e Magno Alves.

Não só bateu fora de casa um rival histórico, embora em baixa no momento, como saltou para o G-4, superando o Palmeiras, que perdeu para o Flu.

Foi um jogo em que o Galo começou a toda, dando a impressão de que sairia do buraco em que se encontra, finalmente. Mas, aos poucos, o Vasco tomou conta do espírito do jogo e até poderia ter chegado a um placar mais expressivo: meteu duas bolas nas traves e Alecsandro desperdiçou pênalti mal marcado pelo juiz.

Assim, o Vascão vai comprovando que segue em progressiva ascensão.

A CILADA DA RAPOSA

Outro grande vencedor da rodada foi o Cruzeiro, que quebrou a invencibilidade do líder Corinthians, em pleno Pacaembu, por 1 a 0, um golaço de Wallyson, lá de fora, no ânulo do menino Renan.

E foi uma Raposa a la Papai Joel: bem fechadinha, atenta na marcação, sobretudo, de Danilo, o organizador alvinegro, e buscando sempre fustigar nos contragolpes. A tal ponto que nem se abalou com a expulsão de Gilberto e a não assinalação de um pênalti a seu favor.

O Corinthians, de sua parte, empenhou-se, mas não conseguiu escapar da cilada da Raposa. Mesmo assim, saiu de campo sob os aplausos da Fiel e ainda firme no topo da tabela.

DOIS POR UM

O Fluminense teve de fazer dois gols legítimos para ganhar por 1 a 0 do Palmeiras, em Volta Redonda. Como? Simples, o primeiro de Marquinhos foi anulado pelo bandeirinha. Mas, logo em seguida o mesmo Marquinhos pontuou o jogo, que, por sinal, primou pela falta de criatividade e emoção.

E olhe que o jogo prometia, com Deco e Fred de um lado e Valdívia e Kleber. E até que Fred foi bem. Mas, de resto….

AMÉRICA CELESTE

E a Celeste, finalmente, depois de décadas na fila, levantou uma Copa América. E levou a taça com todos os méritos. Foi a equipe de melhor pontuação ao longo de todo o torneio, e bateu o Paraguai, na final, com categoria, por 3 a 0, com dois gols de Forlán e um de Luisito Suarez, os dois astros mais cintilantes desse time.

Mas, era só o que faltava – o Paraguai ser campeão nos pênaltis, depois de empatar todos os seus jogos até aqui.

Notas relacionadas:

  1. A GRANDE VITÓRIA
  2. VASCO, ATÉ QUE ENFIM
  3. FLU, LÍDER; TIMÃO, O GRANDE VENCEDOR
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , ,

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010 Clubes brasileiros | 14:53

E DEU GRÊMIO, OOPS, INDEPENDIENTE

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E deu Grêmio, oops, Independiente, embora o Goiás tivesse sido muito melhor do que o adversário, em pleno estádio de Avellaneda.

Foi melhor no segundo tempo e na prorrogação. Mas, no primeiro tempo, quando a bola correu freneticamente de cá pra lá, tomou os 3 a 1 fatais que, no fim de tudo, levariam a decisão da Copa Sul-Americana para os pênaltis, cujo placar foi de 5 a 3 para os argentinos.

Uma tragédia para o Goiás, de tão digna campanha nesse torneio continental, e uma festa no Olímpico, pois o Grêmio ficou com a vaga pendente para a Libertadores.

Festa incrementada ainda mais pelo anúncio do ranking brasileiro da CBF que coloca o Tricolor gaúcho em primeiro lugar nesta temporada. Confesso que desconheço os critérios de contagem desse ranking. Só sei que obedece uma linha histórica.

E, história, o Grêmio tem de sobra.

Imagine a volta!

O Inter teve uma despedida apoteótica, num Beira-Rio lotado para a exibição do documentário Absoluto, sobre a conquista do bi da Libertadores.

E é muito provável que, na volta, isso será fichinha, perto do delírio colorado em Porto Alegre. E outro documentário começará a ser rodado: Mais que Absoluto, em homenagem à conquista do bi mundial.

Não, não se trata de mero ufanismo, nada disso. É que esse Mundial de Clubes a ser disputado em Abu Dhabi daqui alguns dias, todos sabem, no fim se resume á final entre o campeão sul-americano e o campeão europeu, no caso, a Inter de Milão.

Ora, se o Inter, com a alma posta nessa competição, deixou o Brasileirão de lado, e parte para o Oriente Médio com o moral elevado e o time intacto – muito bom, diga-se -, seu xará milanês está mergulhado em séria crise.

Depois de vencer tudo, sob o comando de José Mourinho, nas mãos de Rafa Benitez, a Inter só vem somando desenganos, seja no Campeonato Italiano, seja na Liga dos Campeões, embora esteja já classificado para a fase de mata-mata que aí vem.

Ainda ontem, por exemplo, levou um vareio do Werder Bremen, que, convenhamos, não é nenhum timaço: 3 a 0, fácil. É verdade que a Inter colocou em campo um mistão.

Mas, pelo valor de seu elenco…

Sim, sei bem que a Inter de Milão tem camisa, tradição e um grupo de excelentes jogadores, e que futebol, sacumé… Mas, algo me diz que o Colorado já pode ir lustrando a segunda estrelinha que rege o planeta.

Só um pequeno exemplo

Para os que têm memória de pulga, e que consideram a volta do sistema híbrido de pontos corridos com mata-mata no Brasileirão porque este ou aquele time, na reta final, jogou com seu time reserva, trago à cena dois exemplos recém-saídos do forno.

Não há na Europa torneio mais empolgante, sério prestigioso do que a Liga dos Campeões, que supera em interesse até mesmo o Mundial de Clubes.

Pois bem, ainda ontem, na rodada final de classificação dos grupos, entre outros, Barcelona e Inter de Milão entraram em campo com suas equipes reservas. O Barça, então, foi um festival do Dia da Criança – por baixo, nove dos que entraram em campo eram meninos da base catalã.

Quer dizer: o que o Palmeiras e Goiás fizeram no Brasileirão enquanto disputavam a Sul-Americana – e o Inter, com os olhos no Mundial -, eles fazem lá também, mesmo no sistema de mata-mata.

A diferença é que as torcidas do Barça e da Inter foram a campo para incentivar seus times pela vitória, não para perder, a fim de prejudicar um terceiro nessa atitude imbecil adotada por alguns torcedores brasileiros na reta final do nosso campeonato.

Para evitar isso, não há fórmula de disputa que dê jeito. É questão de caráter e de formação educacional – outro departamento.

Outro exemplo

O Barça vive encantando e iluminando os caminhos do futebol dito moderno (futebol é um só, eterno).

Pegue o amigo essa vitória sobre o Rubin Kazan, por 2 a 0, pela Liga dos Campeões.

Já classificado em primeiro lugar no seu grupo, o técnico Guardiola resolveu poupar os titulares para a ferrenha disputa com o Real pelo Campeonato Espanhol, e colocou em campo uma legião de meninos das canteras catalãs e num sistema de jogo que contraria o habitual: 3-4-3: o central Piqué pela direita, o volante Busquets como zagueiro central  e o novato Fontáz pela esquerda.

No meio, um remelexo: Mascherano, Jonathan, Maxwell (lateral esquerdo, como meia) e Thiago Alcântara; e no ataque, Jeffren, substituído por Victor Vasquez, Bojan e Adriano, aquele ex-lateral do Coritiba.

Messi só entrou aos 15 minutos do segundo tempo para dar aquele brilho extra.

Embora nenhum dos meninos fosse um novo Messi ou coisa do gênero, todos sabem jogar. E sabem jogar ao estilo do Barça, na base do toque envolvente, como se guiado pelo tique-taque de um metrônomo (pra quem não sabe, aquele pêndulo que rege os movimentos do pianista).

Basta dizer que, mesmo não criando muitas chances de gol, o Barça teve 75 por cento de domínio de bola (média dos titulares) e cometeu apenas três faltas no jogo inteiro.

Como se vê é uma escola de elite do futebol mundial. Uma escola que segue ao pé da letra a cartilha brasileira, aquela que os brasileiros rasgaram faz tempo, em nome de uma pretensa modernidade, que nada mais é do que o medo de perder.

Notas relacionadas:

  1. PALMEIRAS E BARCELONA POR UM FIO
  2. CRISE NA LIBERTADORES
  3. EMPATE EM TRÊS CORES
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , ,

segunda-feira, 8 de novembro de 2010 Campeonato Brasileiro, Clubes brasileiros | 16:06

FLU: O QUE É E O QUE PODERIA TER SIDO

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Caso curioso esse do líder Fluminense. Você espia o time jogando, franze a testa e dirá lá consigo: ora, isso não é futebol de campeão. Contudo, aí está o Fluminense líder durante quase todo o campeonato e a três passos de empalmar o título. Um time cascudo, como gosta de dizer seu técnico Muricy, mestre em conquistas desse tipo.

Mas, se o amigo se afastar a uma distância crítica, e puser a imaginação para funcionar, verá um outro Fluminense em campo, praticando um futebol envolvente, ofensivo, bola no chão, até mesmo revestido de alguns arabescos bem ao gosto do futebol brasileiro, apesar de tão combatidos.

Basta escalar esse time com o que ele tem de melhor e jamais pôde colocar em campo – o quarteto formado por Conca, Deco, Fred e Emerson. Seria justamente o oposto do atual Fluminense, e estaríamos aqui todos encantados com a certeza de que ainda há vida inteligente nos campos brasileiros.

Digamos assim: tivemos um primeiro semestre deslumbrante com o Santos de Ganso, Neymar e cia. bela. E teríamos nos deslumbrado igualmente com este segundo semestre do Tricolor carioca.

Desgraçadamente, Muricy não pôde armar seu time nessa linha dos sonhos nem uma vez sequer ao longo de toda a competição, e teve de recorrer ao jogo prático e funcional que as circunstâncias lhe exigem.

Bem, nem tudo rola como a gente quer. Muito menos essa bola tão cheia de caprichos que se confunde com o próprio destino.

Torcida distorcida

O amigo pode não acreditar. Sei que é quase impossível para o torcedor de futebol admitir que quem ama esse esporte não torça de fato por um time qualquer. Faz parte do espírito grupal que guia nossos passos desde a infância da humanidade.

Portanto, não direi que não tive um time de coração no passado ou que sou absolutamente isento diante de uma partida de futebol., um jogo que me fascina desde menino.

Mas, ao contrário da maioria, deixei de torcer por uma camisa, um escudo, um nome específico há um bom tempo. Digamos, um tanto pedantemente, que torço, sim, por uma ideia, um conceito de jogar, seja qual for o uniforme em campo, algo muito próximo da exata combinação de competição e arte.

Resumindo: torço pelo melhor, nunca contra este ou aquele, movido por essa paixão perversa de colher no escritório, na oficina, nos bares, a humilhação do derrotado da vez.

Estou falando essas bobagens porque se há algo que me causa indignação é essa mania recente do torcedor de futebol concentrar todos os seus ressentimentos sobre um rival antigo, a ponto de clamar para que seu time perca um jogo só para não beneficiar a campanha de outro.

Isso é fato recorrente, sobretudo no Brasil. E é o que se verifica agora, quando torcedores do Palmeiras e do São Paulo encetam verdadeira campanha para que seus times entreguem os jogos diante do Fluminense, só para evitar que o Corinthians eventualmente possa ser o campeão.

Trocam-se os sinais em campeonatos recentes – ora, é o corintiano pedindo para que o Timão perca com o objetivo de prejudicar o São Paulo ou o Palmeiras, e assim vai -, mas o sentimento é o mesmo – algo muito próximo da indigência do espírito que permeia o nosso tempo.

Notas relacionadas:

  1. O CLÁSSICO QUE PODERIA SER
  2. PALMEIRAS, HERÓICO
  3. NOITE TRICOLOR
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , ,

quinta-feira, 4 de novembro de 2010 Campeonato Brasileiro, Clubes brasileiros | 00:33

VALEU, MANO!

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Dizem as más línguas que neste exato momento o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, está enviando para o presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, um cartão postal com a gravura do projeto do estádio de Itaquera e os seguintes dizeres: “Valeu, mano!”.

Seria o mínimo de cortesia entre dois figadais inimigos, quando um deles coloca tão suculenta azeitona grega na empada do outro, como aconteceu nesta noite de quarta-feira.

Sim, porque a combinação de resultados – a vitória tricolor sobre o então vice Cruzeiro e a goleada do Timão sobre o Avaí – elevou o Corinthians novamente à vice-liderança, justamente na noite em que o líder Flu tropeçou no Beira-Rio, empatando por 0 a 0 com o Inter.

Mas, esse tropeço do Flu, digamos, foi mais um sobrepasso, desses que nem desequilibram, muito menos derrubam. Afinal, o Inter é o Inter e jogava em casa, já sem o peso de ter algo em disputa. E o Flu, muito desfalcado, passou o jogo todo evitando o pior, o que concretizou graças à soberba atuação de seu goleiro, pois o Inter foi muito melhor e criou várias chances contra quase nenhuma do líder.

Já o Cruzeiro, num jogo agradabilíssimo de se ver, foi envolvido por um São Paulo mais ativo, veloz e incisivo, sobretudo pela atuação de seu quarteto de frente formado por Lucas, Fernandão, Dagoberto e Ricardo Oliveira, bem apoiados por Carlinhos Paraíba, mais atrás.

De  todos, porém, o grande destaque foi o menino Lucas – a grande revelação deste Brasileirão -, entre tantos dribles e investidas, autor de um golaço: recebeu entre dois marcadores na intermediária azul, livrou-se de ambos, de outro em seguida, tabelou com Dagoberto, recolheu de volta na área, limpou o goleiro e tocou para as redes. Golaço!

Depois houve aquela falta em Ricardo Oliveira fora da área, que o juiz transformou em pênalti, convertido por Rogério.

É verdade que o Cruzeiro não se entregou assim, ó. Nada disso, quando tinha a bola, atacava, criou boas oportunidades, quase todas conjuradas por Rogério Ceni, a não ser aquela que Fernandão salvou de cabeça sobre a risca do gol, e se mantém firme na disputa, apesar dessa derrota um tanto inesperada.

Por fim, o Timão, na sua praia, sob o impulso da Fiel, diante de um Avaí encolhido atrás de descarada retranca, contou também com duas expulsões do adversário para emplacar a goleada de 4 a 0.

Mas, fez para tanto: manteve a serenidade, mas não abdicou do coração para pressionar o adversário até abrir a porteira, com gols de Bruno César, Elias e dois de Ronaldo Fenômeno, que velho, baleado, gordo, dentuço, a cada três bolas recebidas, mete uma pra dentro. Nesta quarta, meteu duas. Tá bom?

Joguinhos chatos
O jogo foi chato de se ver. Tecnicamente, fraco, em parte pelas ausências de vários titulares nos dois times, parte porque o Palmeiras, claramente, foi à Arena da Baixada para voltar com um empatezinho maneiro.

Pois, levou o castigo merecido, com o gol de Nieto, já na fase final do segundo tempo, o que deixou o Atlético PR vivo ainda na embolada disputa por uma vaga na Libertadores.

Vá listando aí, amigo: São Paulo, Grêmio e Furacão, além dos já classificados Inter e Santos, todos com 50 pontos, sem falar no Botafogo, que, ao vencer o Goianiense, na quarta, já invadiu a área dos sonhos até do título.

Ao mesmo tempo, em São Januário, o Vasco, em outro jogo sombrio,  carimbava seu passaporte para a Sul-Americana, segundo os matemáticos de plantão, ao bater o Prudente por 2 a 1, de virada, dois gols gêmeos de Rômulo, de cabeça.

Dois passes geniais de Felipe, diga-se, que, da direita, meteu duas trivelas de canhota na cabeça do artilheiro.

Notas relacionadas:

  1. CINCO JOGOS BÁSICOS
  2. FLU, MAIS LÍDER
  3. SÓ OS GAÚCHOS SE SALVARAM
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , ,

domingo, 31 de outubro de 2010 Sem categoria | 00:55

RAPOSA DEU O BOTE

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Ao cabo dessa rodada em três capítulos, tudo ficou mais ou menos na mesma lá no topo da tabela. Isso, porque o Cruzeiro, que vinha de dois tropeços, resolveu ser mais ousado em Prudente e colheu os frutos dessa ousadia, com dois gols contra nenhum.

Com o destro Montillo numa das meias e o canhoto Gilberto na outra, a Raposa armou bem o bote sobre a retranca do Prudente e chegou à vitória sem sobressaltos, com gols de Léo (disparo de longe) e de Robert, concluindo de cabeça exato cruzamento de Gilberto.

Agora, novamente empatado em pontos ganhos com o Flu, na liderança, resta ao Cruzeiro tirar a diferença no saldo de gols, que é significativa. Mas, não pode vacilar mais. E esse é o desafio do técnico Cuca: como ousar, para aumentar seu poder de fogo, evitando, ao mesmo tempo, os vacilos tão frequentes dos que estão lá em cima do Brasileirão?

Verdão,  palhaços e Loco

O Palmeiras conseguiu uma vitória lancinante sobre o Goiás, na Arena de Barueri, por 3 a 2, com três desses gols feitos nos últimos dez minutos de partida, lá e cá, sob o olhar de uma trupe de palhaços travestidos de jornalistas, ou vice-versa, se preferirem.

Era um protesto dos repórteres que cobrem o Palmeiras, amuados com as respostas vesgas e malcriadas do técnico Felipão. Tem lá sua graça, sem dúvida. Mas, não sei se essa é a melhor forma de tratar o caso por parte dos ofendidos. Acho um tanto infantil e inócuo. Em outros tempos, o técnico seria enquadrado pela voz firme da razão. Mas, os tempos são outros, assim como os questionamentos eram outros também.

Mas, vamos ao jogo: gostei da formação do Palmeiras do meio-campo pra frente, descontando-se a ausência de Valdívia. Tinga mais fluido, Lincoln mais centrado, embora o gol de Márcio Araújo tenha nascido de uma jogada do meia pela direita, armando as jogadas para Kleber e Luan, que vem se firmando no time.

Vitória merecida e de grande efeito moral com vistas ao jogo de volta da Sul-Americana, com o Galo, que, completo perdeu para o Botafogo, por 2 a 0, em Sete Lagoas.

O Galo, é verdade, perdeu muitas chances, e tomou dois gols pra lá da metade do segundo tempo, em duas falhas grosseiras da defesa, bem aproveitadas por Edno, em bela assistência de Loco Abreu, que marcou o segundo já no finzinho da partida.

O Bota, pois salta novamente para a zona imprecisa da Libertadores com possibilidade de sonhar mais alto ainda.

Peixe e Colorado

Não foi bom pra mim, nem pra você, diziam-se entre si colorados e peixeiros, depois do empate por 1 a no Beira-Rio.

Não foi bom para o Inter, porque dominou o jogo de cabo a rabo, diante de um Santos excessivamente recuado – um anti Santos, diria -, mas não conseguiu varar a meta bem defendida pelo menino Rafael mais do que aquele de Damião, no empate, já que Zé Love, pouco antes, havia aberto o placar.

E não foi bom para o Santos, que saiu de campo arrasado com os dois erros fatais da arbitragem. No primeiro, Edu Dracena ganha de cabeça do goleiro Renan, e Nei se projeta mais de metro dentro das suas próprias redes para tirar a bola de meia bicicleta.

Gol claríssimo visto de qualquer ângulo, menos para o quarto árbitro que estava colocado lá na bandeirinha de escanteio.

O outro erro foi pênalti indiscutível em Neymar, no bico esquerdo da grande área colorada, quando o craque esperava concluir tabela com um companheiro e foi agarrado com os dois braços pelo adversário.

Por fim, não foi bom para ambos que praticamente morrem abraçados na praia que poderia levá-los à disputa do título nacional, único objetivo dos campeões das Copas do Brasil e Libertadores.

Notas relacionadas:

  1. DECISÕES E A GRANDE VIRADA
  2. ENTÃO, FICAMOS ASSIM…
  3. CLÁSSICOS, BRASIL AFORA
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , , , , ,

sexta-feira, 29 de outubro de 2010 Campeonato Brasileiro, Clubes brasileiros | 00:09

NOITE TRICOLOR

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Apesar de tantos desfalques, o Fluminense conseguiu assegurar a liderança do Brasileirão, e só a dividirá com o Cruzeiro se a Raposa, em Prudente, fizer uma diferença de dez gols. Convenhamos…

E olhe que esses 2 a 0 do Flu foram sobre ninguém menos do que o Grêmio, o campeão do segundo turno até aqui, time que vinha de nove jogos invictos, jogando muito bem, e com Jonas, o artilheiro do campeonato, além de ter sido vítima de erro fatal do juiz: foi pênalti claro de Leandro Eusébio sobre Jonas.

Aliás, o Grêmio colocou em campo todas essas vantagens, dominou cerca de dois terços da partida, criou as melhores chances, mas não conseguiu enfiar a bola nas redes do Flu, que resistiu com vigor e contra-atacou com manha. Isso, sem falar no talento de Conca, que abriu o placar com um golaço de fora da área e o fechou com um toquinho de segurança, na conclusão de Washington.

Esse era mesmo o jogo-chave. Não só para o Flu com vistas ao título, como para o Grêmio, de olho numa vaga da Libertadores.

Vaga, por sinal, em direção da qual o São Paulo deu um passo significativo ao bater o Furacão, na Arena de Barueri, por 2 a 1. Um passo, não. Dois, pois ao vencer, superou Atlético PR e Grêmio, nessa corrida paralela do Brasileirão.

E o fez com sobras, no segundo tempo, embora sofresse no primeiro, com o empate por 1 a 1. Mas, na etapa final, ao trocar o volante Casemiro pelo meia Marlos, o Tricolor desembestou a criar chances claras de gol, o que, se convertidas, lhe teria deixado com muita folga no placar.

Mas, isso não é tudo. Essas seis rodadas pela frente têm a densidade de uma eternidade, gente.

Notas relacionadas:

  1. TOQUE TRICOLOR
  2. NOITE TRICOLOR… E AZUL
  3. A RAPOSA E O OSSO DURO TRICOLOR
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , ,

quinta-feira, 14 de outubro de 2010 Campeonato Brasileiro, Clubes brasileiros | 00:38

ÁREA DO SONHO E DO PESADELO

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Não, o Corinthians não foi um desastre em São Januário. Desastroso, para o líder de outro dia, foi o resultado, pois o Timão botou a bola no chão, trocou passes daqui pra lá, e… E tomou dois cocos do Vasco, que fez, de sua parte, uma partida irretocável: fechou bem a entrada de sua área e, sempre que saía ao ataque, sobretudo, com Felipe, criava um salseiro na área alvinegra.

Foi assim logo na primeira investida de Zé Roberto, bola fora. Na segunda, gol! Cruzamento de Carlinhos da esquerda, que Zé Roberto, impedido, completa, sozinho. Isso, aos 9 minutos de bola rolando. E, aos 21, Felipe enfia magistral bola para Eder Luís, que chega voando e toca no canto de Júlio César.

A partir daí, o jogo caiu no lugar-comum: o Corinthians trocando passes e o Vasco neutralizando qualquer ação mais perigosa do inimigo.

Dessa forma, o Timão segue vagando em círculos por esse campo cinzento, onde reina a dúvida sobre o que o espera do outro lado. Se outro lado houver. E o Vasco se aproxima da área do sonho da Libertadores.

Peixe saltando

O jogo da Vila não foi o deslumbre esperado pela qualidade dos dois contendores, ainda que cheios de desfalques. Mas, foi um bom jogo, com os dois tempos divididos equitativamente entre Santos e Inter.

No primeiro, o Peixe dominou a bola e os espaços, marcando a saída de bola do Colorado. A tal ponto que, numa dessas, Kleber erra o passe, que Neymar recebe na sequência, invade a área e desloca o goleiro: 1 a 0, placar final.

Final, porque o Inter, embora controlasse a partida no segundo tempo todo, com exceção de uma bola salva por Alex Sandro sobre a risca e um tiro longo, defendido por Rafael, não chegou a criar o número de oportunidades necessárias para chegar, pelo menos, ao empate.

Em contrapartida, o Santos, em raros contragolpes, esteve a pique de marcar, por três vezes. Numa delas, em jogada espetacular de Alex Sandro. O garoto deu um chapeuzinho num adversário em sua própria área, quando maior era o sufoco, partiu com a bichinha colada à canhota, passou por dois e rolou para Zé Eduardo sozinho na cara de Renan, que defendeu o tiro apertado do atacante.

Assim, o Peixe saltou por cima do Inter na tabela e já acossa os líderes, com um ponto a menos do que o Corinthians, a murcha bola três.

Notas relacionadas:

  1. TIMÃO, CATEGÓRICO
  2. FLU, PERDENDO DE VISTA
  3. VASCO, ATÉ QUE ENFIM
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , ,

  1. Primeira
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  6. Última