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Posts com a Tag Barcelona

domingo, 22 de março de 2009 Campeonatos Estaduais, Futebol internacional | 19:28

DENTINHO, IBRA, BARÇA, OS REDS…

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Nem Ronaldo, nem Neymar. O nome do clássico foi mesmo Dentinho, autor do gol da vitória do Corinthians sobre o Santos, num Pacaembu eletrizado. E não apenas porque fez o gol, de cabeça, logo aos 15 minutos de partida, em magistral cruzamento de Douglas da esquerda. Mas, sobretudo, por sua movimentação, seus dribles, suas investidas.

Mesmo porque tanto Neymar quanto Ronaldo passaram discretamente pelo gramado, embora cada um tivesse desperdiçado duas grandes chances de se consagrar, em raras participações dos goleiros Felipe e Fábio Costa.

Curioso isso, pois os dois times entraram em campo com formações teoricamente mais ofensivas do que habitualmente se vê no futebol brasileiro mais recente.

O Corinthians, com apenas um volante de ofício (Cristian) e o Santos, com três atacantes por vocação – Neymar, Kleber Pereira e Roni, com Lúcio Flávio na armação.

Contudo, o jogo se concentrou no meio-de-campo, até o gol de Dentinho, dividido entre os dois times; depois, com claro predomínio santista. E aqui me parece que tenha sido o equívoco do técnico Mancini, ao escalar o menino Neymar mais como articulador de jogadas do que verdadeiramente um atacante. Não me parece ser a dele.

Equívoco que se pronunciou quando, no segundo tempo, tirou o garoto para a entrada de Madson. Melhor, imagino, seria trocar Roni por Madson, que dinamizou um pouco mais a armação. Mais, talvez, por conta do recuo corintiano.

Quanto a Ronaldo, é assim mesmo, não se pode esperar mais, por enquanto do craque: dois ou três lances de categoria, e duas investidas na área perigosas. Acabou sendo substituído lá pelos 36 do segundo tempo, quando o Timão precisava mais de velocidade no contragolpe do que de técnica e precisão nos remates.

O que, porém, mais valeu nesse clássico foi a nítida recuperação técnica de Douglas, pelo lado corintiano, e a suspeita de que o Santos, mesmo sendo derrotado e caindo fora do G-4, tem bala para chegar lá.

MENO MALE

O líder Palmeiras, no sábado, não foi além de um empate por 1 a 1 com o Guaratinguetá. Levando-se em conta que o o mandante era o Guará e que o Palmeiras jogou desfalcado de sua dupla de ataque titular – Keirrison e Willians -, melhor um empatezinho assim do que uma derrota.

Sobretudo, porque o Guará marcou bem, e promoveu um jogo muito equilibrado com o Palmeiras, que segue ainda na liderança, mas já sentindo a aproximação do Corinthians.

MENOS MAL

E o São Paulo, que sem André Dias e Júnior César, foi a Jundiaí e não conseguiu também mais do que esse empate por 1 a 1?

Se o resultado pode ser considerado frustrante, valeu saber que o Tricolor foi melhor do que o Paulista e mereceria um resultado mais compatível com essa superioridade.
É mais animador, né?

LÁ FORA

Só vi o primeiro tempo. Mas, bastou para me empanturrar de Barcelona: 4 a 0, com mais dois gols na etapa final, sobre o frágil Málaga. Tudo bem: o Málaga é fraquinho, mas, que diabo!, é isso que se espera de um timaço como o Barça – quando pega uma moleza, massacra logo. E, como está jogando esse Xavi, meu Deus!

Por falar em massacre, o Liverpool pegou no breu, e, depois de ensacar o Real, pela Liga dos Campeões, goleou o poderoso Manchester, e agora enfia 5 a 0 no Aston Villa, com três gols de Gerrard, um craque à beira da perfeição: marca, arma, passa, lança e bate na bola como poucos.

Assim, o Liverpool deu uma mãozinha a mais ao Arsenal, na luta por uma vaga na próxima Liga dos Campeões, que, no sábado, deu um show de bola no New castle, na casa do adversário: 3 a 1, naquele seu proverbial toque-toque.

Enquanto Liverpool e Arsenal ascendem, Manchester e Chelsea sucumbem. O Manchester somou sua segunda derrota seguida, o que não ocorria há muito tempo, e o Chelsea perdeu para o Tottenham, por 1 a 0, depois de longa série invicta desde a saída de Felipão.

Já na Itália, a Inter, ao bater a Reggina por 3 a 0, com direito a golaço de Ibrahimovic, que driblou três e meteu por cobertura, surfa lá no topo da tabela. Não tem pra ninguém.   

Notas relacionadas:

  1. BARÇA, O MAIÓ!
  2. BARÇA, MILAN E OS DIABOS
  3. NEYMAR, FRED, KAKÁ, GANSO E PATO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , , ,

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009 Futebol internacional, Sem categoria | 19:10

OS MELHORES, SOFRENDO

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Os dois melhores times do mundo na atualidade comeram o pão que o diabo amassou neste rodada da Liga dos Campeões da Europa, mas mantiveram-se à tona da disputa.

O Manchester United, com Rooney no banco até o finzinho da partida, foi a San Siro, dominou a Inter durante o primeiro todo, sem criar grandes chances, a não ser uma com Giggs, que Júlio César aparou, melhorou no segundo, mas esteve longe daqueles desempenhos que têm marcado o percurso dos Diabos Vemelhos nos últimos tempos.

E o Barça, ainda sem Iniesta, mas com seu ataque arrasador, formado por Messi, Eto’o e Henry, apoiados pelos passes medidos de Xavi, não conseguiu arrancar mais do que um empate por 1 a 1 com Lyon, na casa do inimigo.

Uma das razões para isso foi a presença de Puyol, excelente lateral-direito e zagueiro central, mas modesto lateral-esquerdo, já que destro incorrigível, que retirou do Barça qualquer alternativa de apoio por aquele lado. Outra: a cobrança exata, como sempre, de falta por Juninho Pernambucano, que abriu o placar ainda no primeiro tempo, até que Henry, de cabeça empatasse no segundo.

Agora, em casa, Manchester e Barça prometem recuperar a velha pose.

Notas relacionadas:

  1. BARÇA, O MAIÓ!
  2. A MAGIA DOS DIABOS VERMELHOS
  3. BARÇA, MILAN E OS DIABOS
Autor: Alberto Helena jr. Tags: ,

domingo, 25 de janeiro de 2009 Futebol internacional | 13:52

BARÇA, MILAN E OS DIABOS

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Barcelona e Manchester United, os dois melhores times do mundo na atualidade, seguiram em frente neste fim-de-semana; um, pelo Campeonato Espanhol, outro, pela Copa da Inglaterra. E o Milan, de tão ilustre elenco, subiu um degrau na escalada em direção aos dois, ao golear o Bolonha, de virada, por 4 a 1, no jogo do Fico de Kaká.

O Manchester, diante do Tottenham, foi o que obteve placar mais modesto: 2 a 1, também de virada. Mas, esse é um placar enganoso, pois, após um início vacilante, os Diabos Vermelhos tomaram conta da bola, do campo e do espírito do jogo, aplicando um sufoco no adversário até o fim.

Mais ou menos o que aconteceu com o Barça, frente ao Numancia, que foi ao Camp Nou com dez linhas de quatro, todas lá atrás, e, numa cobrança de falta cobrada com categoria por Barkero, abriu o placar. Pra quê? Logo o Barça acertou seu toque-toque, tique-taque, botou o Numancia na roda e despejou-lhe quatro gols – dois de Messi -, numa exibição fascinante de Iniesta. E olhe que o placar poderia ter sido o dobro, tantas as oportunidades criadas pelo Barça.

Assim como o Milan, em Bolonha: tomou um gol de pênalti logo aos 7 minutos, mas, dez minutos depois já havia virada o escore, com gols de Seedorf e Kaká, também de pênalti. O mesmo Kaká ampliaria para 3 a 1 ainda no primeiro tempo, e Beckham, no segundo, marcaria seu primeiro gol com a camisa do Milan. Mas, quem jogou muito foi o nosso menino Pato.

Notas relacionadas:

  1. BARÇA, O MAIÓ!
  2. E MEXERAM COM OS DIABOS…
  3. A MAGIA DOS DIABOS VERMELHOS
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , ,

domingo, 11 de janeiro de 2009 Futebol internacional | 20:20

VOLTA AO MUNDO

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Pegue o casaco, o cachecol e o gorro de lã, que vamos fazer um tour aí pelas Oropas, enquanto a Copinha muda de cor, vestes e gestos, pois aí vem a fase de mata-mata.

Vamos… deixe-me, ver, ah, sim!, ao Old Trafford, onde o Manchester United, campeão inglês, europeu e mundial, recebe o Chelsea de Felipão balançando na corda bamba e desse pobretão, como se chama mesmo? – Abramovic, Abraam Abramovic, verdadeiro pleonasmo.

Um clássico inglês! Inglês? Bom, digamos que sim, afinal as camisas são de dois tradicionais clubes britânicos, desses que tomam chá às cinco (ou será às quatro?) invariavelmente.

O fato é que lá estão em campo Chelsea, de azul, e Manchester, de vermelho. Mas, peraí? Cadê os azuis? Só vejo os vermelhos em campo, correndo pra cá, pra lá, sempre com a bola aos pés, até que o sérvio Vidic, em cobrança de córner, abre o placar. Ué? Mas, Cristiano Ronaldo já não havia feito um gol, de cabeça, um átimo antes? Foi, mas o juiz anulou.

Não importa, pois logo no início do segundo tempo, Rooney aproveita o cruzamento de Evra e amplia. Aliás, joga muito esse Rooney, que tanto está armando aqui uma jogada de ataque, como roubando a bola do adversário nas cercanias de sua própria área como se arrojando ao ataque, feito goleador rompedor.

Então, pra que não paire nenhuma dúvida sobre a superioridade dos Diabos Vermelhos, Berbatov, o que destoa, aproveita falta cruzada da esquerda por Cristiano Ronaldo, que está engraxando as chuteiras para receber o prêmio de melhor do mundo, nesta segunda, na Fifa.
Nada mais merecido.

Pato, Pato

Saltando ao continente, desembarcamos em Roma, só pra dar uma espiada no Milan com seu sexteto mágico. Sim, porque, desta vez, Carlo Ancelotti rasgou a fantasia e decidiu escalar de uma só vez Pirlo, Beckham, Kaká, Seedorf, Ronaldinho Gaúcho e Pato.

A bem da verdade, o sexteto desafinou durante todo o primeiro tempo, quando a Roma saiu na frente. Mas, no segundo, a turma se aprumou e virou o jogo, graças a Pato, que colheu exato cruzamento de Kaká, no primeiro gol, e, no segundo, partiu pela esquerda, comeu pelas beiradas, e, na saída do goleiro, tocou no canto oposto.

Eis, que, porém, Ancelotti teve súbita recaída: saca Ronaldinho Gaúcho para garantir-se com o volantão Ambrosini.

No ato, Zeus enviou um daqueles seus raios mortíferos, e Vusinici, de cabeça, empatou o jogo.

O medo é o imã da catástrofe.

Barça, olé!

Com um gesto poderoso, paramos o relógio, tempo suficiente para recuperarmos os minutos iniciais de Osasuna e Barça, em Pamplona.

Eita jogo! O Barça, naquele toque-toque hipnótico, abre o placar com Eto’o, e, depois passa a surfar na soberba. É o bastante para o Osasuna virar, já no segundo tempo.
Ah, mas esse Barcelona é aço, o mais equilibrado e encantador time da atualidade no mundo, sobretudo porque em sua camisa está metido esse menino de ouro, Messi, autor das mais belas jogadas e do gol da vitória, um primor de disparo de canhota de fora da área.

Assim como tem em seu meio-campo Xavi, autor dogol de empate, um volante que alia aos seus pés, além de extremo senso de colocação, habilidade, técnica apurada, empenho e muita ciência.

Confesso que não espero a hora de ver esse Barça diante do Manchester de Sir Ferguson. Periga ser o jogo do século 21.

O melhor do mundo

Messi é um espetáculo, com aquela sua canhotinha mágica; Kaká, um craque que combina em seu futebol encanto e eficiência na dose mais exata; Xavi é ciência e arte na arquitetura do jogo de seu Barcelona; e Fernando Torres… bem, Fernando Torres é um artilheiro de boa técnica, e só. Mais justo seria Wayne Rooney ocupar seu lugar.
De qualquer forma, vai dar mesmo Cristiano Ronaldo, que beira a completude.

Notas relacionadas:

  1. PRA TODO MUNDO VER
  2. NO FIM DE TUDO, O CRAQUE
  3. BARÇA, O MAIÓ!
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , ,

domingo, 7 de dezembro de 2008 Futebol internacional | 13:11

BARÇA, O MAIÓ!

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O Manchester penou para vencer o Sunderland por 1 a 0, gol no finalzinho do zagueiro Vidic; o Arsenal, idem, diante do Wigan, enquanto o líder Liverpool só obteve seu resultado no segundo tempo, frente ao Blackburn. E o Chelsea, do nosso Felipão? Apesar do belíssimo gol de Deco, na vitória por 2 a 0 sobre o Bolton, jogou mal. Assim como o Milan, o mais estrelado dos italianos, escapou de mais um vexame, diante do Catânia, em pleno San Siro, graças a um cabeceio de Kaká desviado no beque, embora nos dez minutos seguintes pudesse até ter goleado. Mas jogou pouco.

Quem está na crista da onda é o Barcelona, dentre os grandes da Europa. Sábado meteu 4 a 0 no Valência, três gols de Henry e um do nosso Daniel Alves. A cada jogo, um show de bola e uma goleada.

Notas relacionadas:

  1. PRA TODO MUNDO VER
  2. NO FIM DE TUDO, O CRAQUE
  3. BONS VENTOS FUTUROS
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , ,

quarta-feira, 29 de outubro de 2008 Futebol internacional | 16:01

KUBALA, MARADONA E RONALDINHO

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O post sobre a pesquisa que o Barça está fazendo para escalar seu time de todos os tempos provocou algumas perplexidades e muito mais adesões do que as pedradas que eu esperava pela força da história de Maradona em outros clubes e na Seleção Argentina.

As perplexidades foram em relação a Kubala, um nome estranho, exumado do baú do passado mais remoto para nossos bloguistas mais joveens, o que é justificável, num país que sequer se lembra de seus próprios mitos.

Resumindo: para se ter uma idéia da dimensão de Kubala, sua contratação quase provocou uma nova guerra civil na Espanha, pois que disputado a ferro e fogo por Real e Barça, num tempo em que o ditador Franco dominava a Península à base do garrote vil, e era declaradamente torcedor do Real.

Basta dizer que o, até hoje, magnífico Camp Nou foi construído especificamente para receber a multidão catalã que queria ver Kubala em ação com a camisa do Barcelona, numa época em que a televisão ainda engatinhava na Europa.

Mas, esqueçamos Kubala. Mais do que Maradona, jogou pelo Barça uma pá de craques extraordinários. Quais? Por exemplo: outro húngaro, Kocsis, artilheiro da Copa do Mundo de 54, que se suicidou jovem ainda; o búlgaro Stoichkovich, o português Figo e os nossos Evaristo de Macedo, Ronaldo Fenômeno e Rivaldo.

 Aliás, Ronaldinho Fenômeno viveu no Barça o melhor momento de sua carreira. Foi, simplesmente, espetacular, naqueles dias em que arrancava em direção ao gol e ninguém chegava perto. Foi mesmo um Fenômeno.

E é o próprio craque, no Bem, Amigos, quem revelou sua estupefação pela ausência de Kubala e a presença de Maradona na tal seleção do Barça. Enfim…

Notas relacionadas:

  1. RONALDINHO, NA ESPERA
  2. MARADONA E OS HÚNGAROS
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , ,

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