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03/10/2009 - 22:00

ÓI O GALO CHEGANDO…

Ao bater o Barueri,  no Mineirão, o Galo saltou para o puleiro de cima, ficando em terceiro lugar, só podendo ser alcançado, nesta rodada, pelo Inter e ultrapassado pelo Goiás, se ganharem seus respectivos jogos neste domingo.

E foi uma vitória categórica, embora nada fácil, pois o Barueri é um time afiado e aguerrido, que deu trabalho.

Mas, o Galo tem Diego Tardelli, autor do primeiro gol e criador do segundo, ao receber falta na entrada da área, além de executar várias jogadas de alta classe. E o Galo tem Correa, autor do lançamento primoroso para Tardelli e da cobrança de falta magistral no gol da vitória.

O Galo, porém, tem muito mais. Tem um futebol incisivo, leve e veloz do meio-de-campo pra frente, o que lhe confere uma possibilidade permanente de logo chegar à meta adversária, enquanto outros ficam dando voltas por aí. 

Não sei onde o Atlético Mineiro chegará, no fim das contas, mas duvido muito que caia fora da disputa antes da hora, se não for até a decisão.

FURACÃO NO TIMÃO

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Nem diria que o Corinthians jogou tão mal assim para levar de 3 a 1 do Atlético PR em pleno Pacaembu, na estréia de Edno.

Mais correto seria exaltar a digna performance do Furacão, que anulou as principais peças corintianas e ainda por cima explorou ao máximo as jogadas pela direita, com o menino Wallyson, encapetado.

Por ali, o Furacão fez seus dois primeiros gols, com Paulo Baier e o próprio Wallyson, obrigando o Timão a se desdobrar para tirar a desvantagem, o que estava a pique de ocorrer, depois do gol de Jucilei, quando Wesley disparou de fora da área para Felipe engolir um frangaço, já nos descontos.

Frustrante o resultado, mas nada desesperador para esse Corinthians em reformulação. E um ânimo a mais para o Furacão se distanciar de vez da zona do perigo.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Campeonato Brasileiro Tags: , , ,
01/10/2009 - 20:12

JOGANDO NO COLO ALHEIO

Já vi esse menino Oscar, que virou a cara do jogo contra o Náutico, em alguns fragmentos passados, quando revelou extrema tibieza em seu jogo: quando era lançado, chegava depois, e, quando recebia, tocava para o companheiro mais próximo, como querendo se livrar da bichinha o mais rápido possível. Mas, nesta quarta, não. Entrou numa fogueira danada, e plantou sua bandeira na intermediária adversária: chegou antes nas divididas, driblou, chutou a gol, deu a assistência para o gol decisivo de Hugo e tal e cousa e lousa e maripousa.

Merece oportunidades mais assíduas no time principal, sobretudo porque o Tricolor carece de jogadores dessa estirpe e estilo. O fato é que o São Paulo, agora, jogou a bomba no colo dos demais candidatos ao título, que entram em campo neste fim-de-semana premidos pela necessidade da vitória. A começar pelo líder Palmeiras, que enfrenta o Santos no Alçapão da Vila.

É verdade que o Alçapão anda meio enferrujado. E, de vez em quando, abre-se aos pés do seu próprio dono, o que me lembra o verso antológico, não sei se de Orestes Barbosa ou de Noel Rosa, pois ambos são os autores do samba Positivismo: “…E também faleceu por ter pescoço/ O autor da guilhotina de Paris…” Trata-se, porém, de um clássico paulista, o que, naturalmente, reveste o jogo de fatores que transcendem apenas ao embate entre dois times desnivelados tecnicamente.

 O Palmeiras, porém, terá Cleiton Xavier de volta ao time, o que significa muito.

Tarefa mais amena caberá ao vice Goiás, que recebe o Botafogo no Serra Dourada. O Glorioso recebeu uma injeção de ânimo ao classificar-se para a próxima fase da Sul-americana, embora perdendo. Mas, o Goiás está voando.

Outro que não pode vacilar é o Galo, jogando no Mineirão contra o Barueri, sábado. O Atlético está animado, com razão, e deve aproveitar Diego Tardelli, sua maior estrela, enquanto a Seleção não engole o artilheiro carijó.

Já o Inter, que caiu fora desse mesmo torneio e que trepida no Brasileirão, se não bater o Coritiba, na casa do inimigo, certamente entrará no funil de uma crise cujo desfecho é imprevisível. E olhe que o Coxa, no Couto Pereira, não é mole, não, meu.

Quanto ao Corinthians, que já começa a aceitar a ideia de que não chegará lá, pelo menos, poderá começar a armar definitivamente seu time para a Libertadores. Para tanto, Mano Menezes cogita de utilizar Edno na meia-esquerda desde o início do jogo contra o Furacão. Periga, na verdade, encetar uma reação fulminante neste mesmo Brasileirão, pois – a não ser que os fatos me contariem -, Edno é desses jogadores capazes de acrescentar muito mais do que o esperado. Brasil olímpico

BRASIL OLÍMPICO

Nesta sexta. sai o resultado da grande disputa pela sede das Olimpíadas de 2016.

O Rio está bem nas paradas da mídia internacional, pau a pau com Chicago.

E fico me lembrando de um filminho de tv, desses seriados policiais, em que a vítima é uma dama membro do comitê de seleção das Olimpíadas. E o mandante é um maligno lobista pela realização do evento no Rio.

Claro, pura ficção, como advertem os créditos iniciais da fita, afora o fato de que os americanos gostam de cunhar de corruptos todos os que não hasteiam na porta de casa a bandeira de tricolor e estrelada. Já que o mais forte concorrente parece ser Chicago, ventos dos Obama…

Mas, cá entre nós, meu chapa, cultivo há tempos uma dúvida atroz: se a corrupção é o ofício mais antigo ou não daquele outro que a história costuma timbrar.

De qualquer forma – e por isso mesmo -, se a Olimpíada cair no colo carioca, será, tirando todos os sombrios prognósticos (nosso bolso assaltado, caos no trânsito etc.), um passo adiante.

Afinal, o índice de desemprego no país é ainda tão grande que não podemos nos dar ao luxo de abrir mão de frentes das frentes de trabalho que se abrirão nessa eventual situação.

Quem sabe as autoridades não tenham um pingo de juízo e cumpram todas as metas necessárias para a realização das Olimpíadas, e o tal legado social fique para sempre à disposição da população carioca?

Quem sabe? Oremos, irmão, oremos…

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Campeonato Brasileiro, Clubes brasileiros, Outros esportes Tags: , , , , , , , , , , , , , , ,
26/09/2009 - 21:59

LÍDER ATÉ QUANDO VACILA

O Palmeiras, realmente, consegue o prodígio de não vacilar mesmo quando vacila. Explico: neste sábado, dividiu o primeiro tempo com o Atlético, quando Figueroa abriu a contagem, aproveitando um balão lá de trás e o escorregão do zagueiro; e levou o maior sufoco no segundo tempo, quando Danilo fez contra, fez a favor, e salvou um gol certo de Paulo Baier.

O resto ficou por conta de Marcos e suas defesas fantásticas.

Sim, claro, o líder, ainda mais líder nesta madrugada de domingo, jogou desfalcado de jogadores-chaves, como o gringo Armero e o articulador Cleiton Xavier, o que acabou levando Muricy a optar por uma formação incapaz, pelas características de seus jogadores, de fazer a bola transitar da defesa para o ataque com ciência e apuro.

E, mesmo assim, jogando mal em casa, tomando um sufoco do adversário, que, nas mãos de Antonio Lopes, reviveu, ganhou e atirou sobre os ombros dos seus mais próximos adversários um peso extra neste domingo de muito suor.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Campeonato Brasileiro Tags: ,
17/05/2009 - 21:04

INTER E TUTTI QUANTI

Inter x Palmeiras

Prova de que o Inter, apesar do início um tanto frustrante diante da enorme expectativa que gerou, tem um elenco de escol está nessa vitória por 2 a 0 sobre um Verdão completo, embora jogando com seu time misto.

E ganhou no pau a pau, não em jogadas fortuitas – um contragolpe aqui, uma bola parada ali, nada disso.

Ganhou jogando bola, a começar pela brilhante investida de Taison pela esquerda, que o zagueiro Danny Moraes guardou, logo aos 11 minutos. E terminando já nos descontos (ou acréscimos, como queiram), com D’Alessandro, pegando rebote na área.

Sim, é verdade; no segundo tempo, Tite reforçou sua equipe com alguns titulares. Mas, o fato é que não isso não foi determinante, pois faltou ao Palmeiras punch, força, enfim, para buscar o resultado, sobretudo pela ausência de um lateral-direito que equilibrasse a equipe por aquele setor, ocupado a maior parte do tempo apenas por Marquinhos, tentando cobrir a deficiência de um time armado canhestramente por três zagueiros de ofício.

EMPATE DOS CÉUS

O São Paulo, no Morumbi, mais uma vez decepcionou. Pelo menos, não demonstrou nenhuma evolução nesse longo período de preparação de que usufruiu por conta da febre mexicana. Foram quase vinte dias de tempo disponível para que Muricy recuperasse as forças da equipe, afiasse jogadas inesperadas, testasse uma novo tipo de formação, enfim, o que achasse mais conveniente.

Mas, em campo,  que se viu foi um pastiche daquele time, ao menos, competitivo e eficiente das temporadas passadas.

Disso, se aproveitou o Atlético PR, que abriu o placar aos 45 do primeiro tempo, com o zagueiro Rafael Santos, o mesmo que faria o segundo do Furacão na etapa complementar, depois de Borges ter empatado.

No finalzinho, André Lima, em posição duvidosa, salvou a honra tricolor.

Apesar disso tudo, o São Paulo tem bala para evoluir muito ainda.

AH, PEIXE…

O Santos estava com a vitória nas mãos: 3 a 1, em casa, contra um Goiás que nem de longe lembra seus melhores momentos do passado.

Pois não é que, no finzinho, permitiu o empate?
Coisas de um time ainda em formação.

ALVINEGROS, MEZZO A MEZZO

Bota x Corinthians

O Corinthians teve o jogo aos seus pés ao longo de todo o primeiro tempo, quando, crieam!, Ronaldo Fenômeno perdeu dois gols que ele costuma fazer chupando um picolé.  Série completada, diga-se, no segundo tempo, com outro nessas circunstâncias.

Houve ainda aquela jogada com André Santos, que preferiu o chute á queima-roupa…

Mas, quem não faz quase toma, como não diz o ditado. E o Bota voltou mais fogo no segundo tempo, acuou o Timão e só não chegou à vitória porque Felipe estava atento.

CANTO DO GALO

No seu terreiro, sábado, o Galo cantou um canto um tanto agoniado, mas, no fim, de glória. Afinal, Tardelli, já no anoitecer da partida, quebrou seu jejum de gols e marcou de pênalti o gol da vitória sobre o poderoso Grêmio. Pênalti, por sinal, que, segundo se pôde verificar pela câmera mais bem postada, não aconteceu, já que a bola foi aparada pelo corpo, não pelo braço ou mão de Joílson, dentro da área.

Mas, o relevante para o Atlético – a par a eventual vingança de Roth, recém defenstrado do Grêmio – foi demonstrar que tem time para fazer boa figura no campeonato, ao contrário do que muitos supunham depois daqueles desastres na decisão do Mineirão e na desclassificação da Copa do Brasil. 

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Campeonato Brasileiro Tags: , , , , , , , , , ,
16/05/2009 - 16:24

O DOMINGÃO E OS DIABOS CAMPEÕES

Pena que estas primeiras rodadas do Brasileirão sejam prejudicadas pela disputa concomitante das fases decisivas da Copa do Brasil e da Libertadores. Sim, porque os principais candidatos ao título estão envolvidos numa ou noutra, o que os força a jogar com seus times mistos ou mesmo reservas na disputa nacional.

Por exemplo, esse Inter e Palmeiras de amanhã. Se jogassem completos, seria um jogaço, por certo, o clássico da rodada. mas, nesse jogo de esconde-esconde em que os treinadores transformaram as vésperas dos jogos, ninguém sabe que Inter entrará em campo, muito menos que Verdão será escalado por Luxemburgo.

Nesse cenário fica muito difícil arriscar qualquer previsão, a não ser aquela óbvia: o Inter leva a vantagem de jogar no Beira-Rio, diante de sua torcida Outra: tudo indica que o Inter tem um elenco mais qualificado do que o do Palmeiras, o que deve, em princípio, amenizar as ausências mais nobres, tipo Nilmar, Taison e D’Alessandro.

Já o Palmeiras, se poupar seu trio equivalente de ataque – Diego Souza, Cleiton Xavier e K-9 -, encontrará mais dificuldade nas substituições. De qualquer forma, segue sendo o jogo mais expectante da rodada.

Outro que desperta expectativas, mas por outras razões, é São Paulo e Atlético PR. Nem tanto pelo eventual espetáculo, já que ambos praticam, de hábito, um jogo altamente competitivo, e só.

A questão é saber se o Tricolor soube ou não aproveitar mais este largo período de folga para aprumar sua equipe, embora se saiba que, nos treinamentos, o time perdeu para a enfermaria alguns de seus valiosos titulares.

Já Botafogo e Corinthians recai naquele item inicial: o Corinthians, provavelmente, jogará muito desfalcado, a exemplo do Fluminense, que irá a Barueri. Logo, é a grande chance de o Botafogo ganhar pontinhos essenciais em casa.

O mesmo vale para o Cruzeiro, que oferece ao Náutico, nos Aflitos, a oportunidade de ganhar aquela vantagem que contará muito na hora da definição dos lanternas do campeonato, lá na frente, se assim for.

O Santos, porém, recebe o Goiás na Vila sem restrições de nenhuma ordem. É, pois, a hora de se firmar de vez na competição, pois o Goiás está longe daqueles times que nos encantaram em passado recente.

Por fim, o clássico do Nordeste: Vitória e Sport, ambos feridos pelos recentes insucessos. O Vitória, pela goleada sofrida diante do Vasco pela Copa do Brasil; o Leão Encantado, lambendo ainda a ferida mortal da desclassificação na Libertadores. Vai ser fogo!

DIABOS, SEGUNDA COROA

Não, não foi aquele time mortífero das últimas temporadas, pois, após um início promissor, o Manchester United caiu na retranca diante de um Arsenal que toca-toca-toca, mas não agride. Era o que antigamente se chamava de tico-tico, o passarinho ciscando no terreiro sem um rumo final.

Sucede que o empate lhe daria a segunda coroa do reino. E, assim, com o zero a zero final, os Diabos Vermelhos levantaram seu segundo título expressivo deste ano (antes, levantara a taça da Liga dos Campeões), antes da hora, o que lhe dará tempo para se armar com vistas à decisão da Liga dos Campeões da Europa, contra o Barça, também, atrás da tríplice coroa, já que poderá se sagrar campeão espanhol amanhã, depois de ter levado a Copa do Rei.

É o tricampeonato nacional do Manchester United, o décimo oitavo, que o deixa na liderança de títulos ingleses, ao lado do Liverpool, e a trigésima primeira conquista de expressão de Sir Alex Ferguson, que desde 86 dirige a equipe.

E que técnico, esse! Aos 67 anos, segue sólido no comando do Manchester, e, sobretudo, lúcido, mais lúcido do que a maioria dos jovens treinadores que o perseguem. Lúcido porque vê o futebol com a clareza de quem já viu quase tudo na vida. E sabe que, no fim, as coisas, no campo e fora dela, são muito simples em toda a sua complexidade.

INTER, TETRA

Quem não vai gostar deste meu comentário é o consideradíssimo Gian Oddi, que percorre a Bota do cano ao salto, cheio de expectativas. Expectativas que não se realizam em campo, num período em que o futebol italiano experimenta seus piores momentos nos últimos tempos, apesar de ostentar o título de campeão do mundo pela Azzurra.

Mas, veja o amigo um exemplo rasteiro: Cannavaro, eleito o melhor jogador da Copa do Mundo, ícone daquela seleção de futebol opaco mas vitoriosa, está implorando para trocar o Real, onde jamais repetiu sua bola mais redonda, pela Juve, seu ex-time. E a Juve, huummm…, espia de esguelha.

Voltando à vaca fria: o Milan, neste sábado, entregou de bandeja o título nacional ao seu maior rival, com antecedência, ao perder pifiamente para o Udinese, em Udine, por 2 a 0. E perdeu sem jogar um tostão de bola, como se prevendo o imenso desmanche que se prenuncia.

O técnico Ancellotti está de malas prontas em direção ao Chelsea. Schevchenko, Ronaldinho Gaúcho, Sendero e aquela zaga geriátrica do Milan devem ser defenestrado no final da temporada, se é que o Duce Berlusconi pretende cumprir melhor performance na próxima temporada.

O fato é que o futebol italiano, último bastião do chamado futebol de resultados nos grandes centros futebolísticos da Europa, precisa mudar rapidamente o braço da viola. Sair desse inhenhém defensivo que o tem caracterizado nas duas últimas décadas, em busca de um jogo mais arejado, divertido, ofensivo, para recuperar o prestígio e a audiência perdida desde muito.

Aliás, essa foi a proposta de Mourinho ao trocar o Chelsea pela Inter. Em, entrevista ao Sportv, meses atrás, disse que ia para Milão a fim de mudar a cara do futebol italiano. Não será fácil, mas vale a pena tentar.  

 

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Campeonato Brasileiro, Futebol internacional Tags: , , , , , , , , , , , , , ,
07/05/2009 - 00:09

ELE ESTAVA EM CAMPO: 2 A 0

Pois é, ele estava por ali, vagando nas proximidades da área. Ora, recuava, ora, descaía para a direita, para a esquerda, e nada de a bola chegar aos seus pés. E, quando chegava, a marcação era implacável, o lance saía espremido, incerto, ou curto demais, ou longo demais.

Nesse ínterim, o Corinthians forçava o jogo sobre um Furacão bem sincronizado na defesa e perigoso no contragolpe, como naquela escapada de Wallyson, no primeiro tempo, que, cara a cara com Felipe, chutou pra Felipe tocar de leve e recuperar a bola no repique do poste.

Sim, o Corinthians havia criado duas boas chances, também, com Jorge Henrique e com André Santos, a mais clara de todas.

Eis, porém, que ele estava em campo, sim senhor. E, na primeira bola que Ronaldo Fenômeno pego de jeito na entrada da área, mesmo apertado por dois marcadores, dominou, girou e bateu: 1 a 0, aos 10 minutos do segundo tempo.

Um minuto depois de Wallyson desperdiçar outra oportunidade de ouro.

A partir do gol, o Atlético atirou-se á frente, com as substituições feitas por Geninho, mas ele estava ainda em campo.

E, aos 23, num contragolpe, Ronaldo recebeu na área bola vinda da esquerda. Ele, a bola e dois zagueiros atentos, vigilantes, firmes, quase uma barreira.

Ronaldo domou a bichinha, tocou-a e, ao tentar buscá-la à frente encontrou as pernas dos dois zagueiros fechando a passagem: pênalti, que o próprio Ronaldo bateu, com paradinha e tudo: 2 a 0.

E assim se conta mais um episódio com final feliz dessa longa e gloriosa história de Ronaldo e a bola.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Copa do Brasil Tags: , ,
25/01/2009 - 14:03

O CAMPEÃO DOS CAMPEÕES

O grito de campeão ecoou pelo Pacaembu pleno de corintianos (mais de 30 mil espectadores), ao cabo de um jogo nervoso e equilibrado com o Atlético PR, onde as chances perdidas pelos dois lados superaram em muito as aproveitadas, na decisão da Copinha.

É o sétimo título do Timão, o campeão os campeões desse torneio, cujo valor maior é revelar novas promessas para o futebol brasileiro. Nesse sentido, pode-se dizer que o campeão deste ano não foi pródigo, à exceção de Marcelinho e Boquita.

De qualquer forma, parabéns ao campeão!

Corinthians campeao da Copa SP

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Copa SP de Juniores Tags: , , , ,
20/01/2009 - 17:30

VIRADA E REVIRADA

Foi um jogaço, com vira e revira, de tirar o fõlego do espectador. Venceu o Atlético Paranaense, que, confesso, não tinha ainda visto em ação na Copinha, mas que. nestes 5 a 4 sobre o Cruzeiro, me encantou pela bola de Fransérgio, um volante de habilidade, autor de um dos gols do CAP.

Fransérgio, Manoel, Marcelo e outros tantos conseguiram o prodígio de dobrar o Cruzeiro, um dos melhores times do torneio, com seus Bernardos, orbertos, Dudus e cia. bela.

O Atlético disparou logo 2 a 0, que Mateus reduziu ainda no primeiro tempo. E o CAP, no segundo, ampliou para 3 a 1. Eis que o Cruzeiro despertou e virou o placar para 4 a 3, graças a Bernardo, Norberto e Thiaguinho. Pois, o Atlético, que parecia abatido, respondeu com dois gols decisivos.

Essa Copinha é mesmo de morte.

Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Copa SP de Juniores Tags: ,
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