O MILAGRE DO BOM SENSO
Saiu melhor do que a encomenda: dois gols, um terceiro anulado injustamente pelo árbitro, mais cinco chances claras para ampliar o marcador e um baile em alto estilo do Brasil sobre os EUA, lá na casa deles.
Isso, por parte de um time que sequer fez um coletivo nas regras da arte contra outro, formadinho e em alto astral pela excelente campanha cumprida na Copa do Mundo.
Qual o milagre? O milagre do bom senso. Aquele que reza o óbvio abandonado há muito tempo pelo futebol brasileiro: basta colocar em campo um grupo de jogadores de habilidade, inteligência, técnica refinada e fome de gols que a coisa rola redondinha.
E, como se previa antes mesmo da Copa do Mundo, Neymar, Ganso e cia. desfilaram com a camisa da Seleção Brasileira como se estivessem atuando na Vila ou brincando na praia de jogar bola, que é nosso desígnio e maior trunfo desde sempre.
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Autor: Alberto Helena jr. Tags: Amistoso da Seleção, Copa do Mundo, Estados Unidos, Mano Menezes, Neymar, Paulo Henrique Ganso, Robinho, Seleção Brasileira