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quinta-feira, 6 de dezembro de 2007 Sem categoria | 16:05

MENGÃO, COM TUDO

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Fala-se, na Gávea, em Edu Dracena. E, parece, o zagueirão estaria propenso a aceitar seu retorno ao Brasil. Com Dracena ao lado de Fábio Luciano, Leo Moura e Juan, tendo atrás o goleirão Bruno, o rubro-negro, fechará sua defesa em altíssimo nível.

Some-se a isso a presença de Kleberson, que, dizem, está treinando muito bem, como parceiro de Ibson, só fica faltando um avante lépido e insinuante lá na frente, junto com Souza ou Obina, para o Flamengo entrar com tudo em 2008.

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

Sem categoria | 16:03

AH, MURICY E ROGÉRIO…

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Compreende-se o gesto. Afinal, Rogério Ceni e Muricy se esfalfaram este ano em defesa do seu Tricolor. Mas, foi, no mínimo, uma descortesia esse pedido de dispensa do jogo da festa do Brasileirão entre a seleção das estrelas e a seleção olímpica (?) de Dunga.

Mesmo porque Rogério e Muricy foram aqueles que receberam os prêmios mais valiosos: Rogério, além de escalado no time titular, foi eleito o craque do campeonato não apenas pela mídia especializada mas também pelo público; e Muricy levantou seu terceiro troféu seguido. Seriam, pois, as estrelas das estrelas.

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

Sem categoria | 16:01

CASO RIQUELME

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Obrou bem a Fifa ao baixar portaria proibindo o laço em cima da hora com vistas ao Mundial de Clube. A coisa começava a dar um tom artificial à disputa, com clubes contratando uma legião de famosos só para essa competição.

Mas, esse não é o caso de Riquelme, cujas raízes no Boca são profundas. Mesmo porque foi com ele que o Boca cavou sua vaga para o Mundial, ao vencer a Libertadores.

Sua liberação, pois, não feriria o espírito da lei, e daria outro colorido ao Mundial. Mas, lei é lei, e o Boca terá de jogar mesmo sem o meio-time que Riquelme representa.

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

Sem categoria | 15:59

GUERREIRO, COM TÉCNICA

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Na sua primeira entrevista coletiva como técnico do Corinthians, Mano Menezes, perguntado se pretendia montar um time guerreiro, respondeu com serenidade e lucidez: guerreiro, sim, mas técnico, também, pois ao Corithians não cabe se nivelar por baixo e sua ambição não se restringe a apenas voltar à Série A, embora, no momento, esse seja o foco principal, claro.

E foi além: esse negócio de pegada, chegar junto e outras fanfarronices do gênero são um grande equívoco. O que importa, nesse caso, é o bom posicionamento do time em campo. Se bem posicionado, o jogador não precisa sair por aí caçando os tornozelos alheios, sempre atrasado na jogada.

Aliás, foi o que se viu na maior parte de sua brilhante passagem pelo Grêmio: um time bem posicionado, portanto menos faltoso do que de hábito, e, nos seus melhores momentos, com volantes que sabem jogar (Lucas e Tcheco, por exemplo) e dois meias técnicos armando o ataque.

Na verdade, é um tanto falaciosa essa tese de que para se disputar a Segundona é preciso ter um time de segunda categoria. Claro que há diferenças entre as duas séries, mas um bom time com a camisa do Corinthians responderá sempre bem, seja na A ou na B. E um time ruim na B corre o risco, isso sim, de cair para a C, com qualquer camisa.

E um bom time se faz com uma dose significativa de garra, mas, sobretudo, com bons jogadores, tecnicamente falando. Se Mano vai ou não conseguir esse intento, é outro departamento. Depende da grana, do equilíbrio nas ações da diretoria e tal e cousa e lousa e maripousa.

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007 Sem categoria | 22:05

MANO, NA MOSCA

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Mano Menezes foi a grata surpresa reservada para esse início temerário do novo Corinthians, aquele que terá de recomeçar do zero sua história a partir do próximo ano.

Sim, porque depois de o presidente levar uma descompostura em regra de um desses torcedores profissionais, baixando a cabeça, e de escalar o primeiro escalão do departamento de futebol não por critérios técnicos e sim por amizades, completou com um bate-boca insólito com Gustavo Nery, coisa de torcedor e jogador, nunca uma relação entre o presidente do clube e um funcionário.

Por tudo isso e otras cositas más, a contratação de Mano foi um gol espetacular. Não só porque se trata de um treinador com todos os méritos, técnicos e pessoais, como é um dos raros exemplos de profissional em plena ascensão que experimentou na pele, com o Grêmio, a experiência que o Corinthians viverá pela primeira vez na sua vida.

Quer dizer: Mano é técnico não só para repatriar o Corinthians à sua verdadeira praia – a Primeira Divisão – como de prosseguir o trabalho em busca da redenção total, disputando títulos mais nobres, tipo Brasileirão, Copa do Brasil e até Libertadores.

O diabo é que entre a chegada de Mano e a luta pelo retorno à elite do futebol brasileiro se insere o Paulistão, que não vale nada, não vale nada, mas vale tudo para esse Corinthians de alma combalida. Nesse período, aliás, o foco deverá, por todas as razões, ser a Copa do Brasil, atalho para a Libertadores.

Mas, o Paulistão, na mídia, terá sempre maior destaque, por uma questão de hábito e de constância. E, uma eventual (natural, até, pelas circunstâncias, pois será o período de montagem da equipe), uma sucessão de fracassos certamente abalará esse clube já tão fragilizada emocionalmente.

Nesse instante o cartola terá de se despir de sua camisa de jogador e de sua alma de torcedor para pensar friamente nas consequências de cada ato.

E eu me pergunto: pelo que se viu até agora do atual presidente, assim será ou seria?

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

Sem categoria | 22:03

BRASIL COM S

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O fórum sobre futebol promovido no Rio por iniciativa de Carlos Alberto Parreira se propõe a tocar em duas chagas abertas em nossos campos: o êxodo, cada vez mais precoce e intenso dos craques brasileiros e a necessidade urgente de retomarmos contato com a verdadeira escola brasileira de jogar bola, a mais vitoriosa e bela do planeta, sem nenhum ufanismo.

Pois, ouso dizer que uma coisa está intimamente ligada à outra. Não haverá lei, a não ser que fira basicamente a Constituição, capaz de impedir a fuga de nossos jogadores em busca da fortuna e do maior bem-estar que a Europa lhes oferece. Só a lei do mercado, aquela que seduz e determina as relações comerciais entre os seres humanos, sobretudo numa sociedade de consumo globalizada como a dos nossos tempos.

Portanto, para impedir a saída, precoce ou não, dos nossos jogadores, só oferecendo-lhes melhores condições salariais, no mínimo. Mas, para tanto, diante da concorrência desproporcional dos centros futebolísticos mais ricos, teremos, antes de tudo, de fortalecer nosso mercado interno, transformando o futebol praticado no Brasil altamente rentável, o que não é nem pode ser impossível para o maior produtor de craques do mundo, enfim, o protagonista do espetáculo.

Assim, para se obter maior lucro, afora várias gestões paralelas nas áreas de gestão (equilíbrio rigoroso na administração dos clubes, marketing agressivo e criativo etc.), há que se elevar ao máximo a qualidade do espetáculo, investindo em esquemas táticos mais ousados e em jogadores mais hábeis, em substituição a esse ramerrão que os times nos ofertam de domingo a domingo.

Isto é: para que tenhamos grana capaz de segurar boa parte de nossos craques, é preciso também jogar à brasileira, Brasil com S.

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Sem categoria | 22:02

GRÊMIO VACILANDO

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O Grêmio celebra o encerramento do ano em primeiro lugar no ranking da CBF, o que, sem dúvida, é feito notável.

Mas, lamenta a perda do goleiro argentino Saja, por falta de numerário e tenta manter Diego Souza, o craque do time, assediado pelo São Paulo.

A não ser que consiga dar uma grande revirada em seu destino, o ano quue se aproxima nã lhe parece muito promissor. Mas, o Grêmio é Grêmio, sacumé.

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Sem categoria | 21:58

FABINHO, UMA BOA

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O Fluminense acaba de contratar Fabinho, aquele espigão revelado pelo São Caetano e que jogou no Corinthians e no Santos.

Não sei como anda Fabinho, mas é daqueles volantes ousados, que não se limitam a ficar mordendo calcanhares alheios.

Se em forma e bem treinado, pode fazer uma bela dupla com Arouca.

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

Sem categoria | 21:57

SEIS POR MEIA-DÚZIA

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O Cruzeiro troca seis por meia-dúzia, caso se confirme a contratação de Adilson Batista para o lugar de Dorival Jr. Ambos são técnicos promissores, com mais ou menos o mesmo nível de conhecimento e experiência.

Só que Júnior, agora no Vasco, pegou um Cruzeiro esgarçado, perigando viver a humilhação de disputar, no máximo, uma vaga para a Sul-Americana, reformulou a equipe, lançou uma pá de jovens, e, ainda que oscilando, deixou-o na Libertadores, depois de ter ameaçado o Santos na vice-liderança por um bom período.

Isso não é coisa de amador, sobretudo para quem ganhou um Campeonato Paulista pelo São Caetano enquadrando o São Paulo, bicampeão brasileiro.

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

terça-feira, 4 de dezembro de 2007 Sem categoria | 22:12

O REI E O PEQUENO PRÍNCPE

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O Rei e o Pequeno Príncipe fizeram um pacto para ajudar o Complexo Hospitalar de Curitiba.

O Rei, como todos sabem, é Pelé, e o Pequeno Príncipe o instituto responsável por esse atendimento hospitalar de mais de 88 anos de vida.

Nesta quarta-feira,, às 14 horas, no Caesar Park, na Vila Olímpia, haverá uma coletiva de Pelé para explicar melhor os seus projetos. E, à noite, na Daslu, rolará uma festa, sob o comando do Faustão.

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

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