Blog do Alberto Helena Jr - Part 2

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sexta-feira, 3 de agosto de 2012 Sem categoria | 20:04

OUSADIA, SIM, MAS CUIDADO!

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Segundo os analistas internacionais, a Seleção Brasileira tem cerca de 50 por cento de chances de trazer a medalha olímpica pela primeira vez em nossa história.

É uma boa percentagem. Nem favorita absoluta, nem carta fora do baralho. E isso se deve, sobretudo, às desclassificações de duas das mais cotadas candidatas ao título: a Espanha e o Uruguai, restando, agora, apenas o México e o Brasil, dentre as mais citadas antes do apito inicial da competição.

Mas, justamente essas surpreendentes desclassificações é que nos advertem para os perigos que se amoitam por trás dessa disputa. Se Espanha e Uruguai caíram na fase de grupos, onde as possibilidades de recuperação são maiores, que dirá no mata-mata em que o Brasil se enfia já neste sábado contra Honduras.

Ah, mas os hondurenhos são galinha morta, dirá a soberba nacional. Uma ova! É um time sem muitos recursos, historicamente, mas os caras vão sangrar em campo. E uma bobeada aqui, outra lá, babau.

Ainda bem que esse é o raciocínio de Mano e dos jogadores que se manifestaram publicamente nestes dias.

Mesmo porque a conquista da medalha de ouro seria um feito singular para o nosso futebol. Mas, não é, a meu ver, o principal na participação do Brasil nos Jogos de Londres.

O principal é jogar bem e voltar de lá com uma Seleção que a torcida e a mídia possam olhar e dizer: “Meu, esse time vai dar certo quando o Mundial chegar”.

Até aqui, tem dado. Torçamos, pois, para que assim continue, com todas as cautelas e ousadias que as circunstâncias exigem.

CIELO NO PURGATÓRIO

Nem o céu, nem o inferno foram reservados pelo destino ao nosso César dos 50 metros das águas azuis. Coube-lhe o purgatório pintado de bronze, e isso ficou estampado claramente na reação de seu pai, ao fim da prova, e no choro de Cielo, depois de receber a medalha.

Para quem se preparou para o ouro, o bronze não chega a ser sequer um consolo, convenhamos.

Já o garoto do pulo, Mauro da Silva, ouro, prata ou bronze, o que vier ele traça com aquele sorriso simpático que exibiu depois de se classificar para as semifinais no salto a distância, com a marca de 8,11 metros, a maior na seletiva.

Ah, sim, o judô continua fazendo bonito, com mais um bronze conquistado por Rafael Silva diante de um esquivo coreano.

Mas, quem chamou a atenção, na classificatória dos 100 metros, foi Rosângela dos Santos, disparando na pista com aquele porte de deusa de ébano.

A propósito, ao vê-la em plena corrida e, depois, celebrando o segundo lugar obtido, veio-me do fundo do baú um samba esquecido da dupla Joel e Gaúcho, mais velho do que eu:

“Parece mandinga o que você tem nas cadeiras/ (Ai que bom!)/ Que não são de mola, nem tampouco artificiais/ Vendo assim mexer igual a uma peneira/ Olha, meu bem, elas são originais”.

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

quinta-feira, 2 de agosto de 2012 Sem categoria | 00:34

BRASIL NA SUL-AMERICANA

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Na véspera, o Grêmio havia aberto a fase brasileira da Copa Sul-Americana com André Lima emergindo do dilúvio que desabou sobre o Olímpico para marcar de cabeça o gol da vitória sobre o Coritiba.

O jogo todo foi reduzido à tentativa dos dois times de manter a bola à tona do gramado inundado, o que equilibrou as ações (ou inações?) até o finzinho, quando André Lima desviou de cabeça cruzamento da direita.

Já na noite desta quarta, em campo seco, dois goleiros artilheiros e dois gringos goleadores marcaram presença.

No empate por 1 a 1 com o Figueirense, o goleiro Márcio, de pênalti, abriu a contagem para o Atlético GO, a exemplo do que faria mais tarde, Rogério Ceni para o São Paulo, contra o Bahia. no Pituaçu, de falta.

No Serra Dourada, porém, o uruguaio Loco Abreu marcou seu primeiro com a camisa do Figueira, e, logo a seguir, o argentino Barcos faria dois golaços na Arena Barueri diante do Botafogo. Dois lances que exaltaram o domínio de bola de Barcos: no primeiro, bola alçada em diagonal na área, mata no peito e fuzila cruzado; no segundo, controla, limpa dois beques e bate de canhota no cantinho.

O mais intrigante em Barueri foi ver um Palmeiras, já classificado pela Copa do Brasil para a Libertadores, prêmio maior da Sul-Americana, extremamente dedicado, enquanto o Botafogo, que tanto precisa dessa vaga, praticava um futebol burocrático e sem ambição.

E o mais curioso foi o comportamento de Felipão, que trocou o banco pela tribuna em protesto à escalação do bandeirinha com quem trombou dias atrás. Aliás, a escalação desse bandeirinha só pode ser interpretada como provocação da diretoria de árbitros da CBF. Ou terá sido apenas palmar burrice?

Quanto ao São Paulo, embora não jogasse uma bola brilhante, obteve um resultado precioso, com méritos, pois foi melhor do que o Bahia. E aquele segundo gol, do garoto Ademílson, que vai se firmando na equipe titular, deu uma vantagem significativa para o São Paulo, no jogo de volta.

É esperar pra ver.

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

quarta-feira, 1 de agosto de 2012 Sem categoria | 12:41

ALEX E A ARTE DO APRENDIZADO

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Tá certo: esse time da Nova Zelândia é muito fraquinho. Mas, já cansei de ver seleções brasileiras ilustres no papel pisar na bola jogando contra o vento.

Logo, vale celebrar, com a devida discrição, claro, a vitória por 3 a 0 do Brasil Olímpico nesta quarta-feira, em Newcastle. Placar, diga-se, que poderia ter sido o dobro se tivéssemos aproveitado todas as chances criadas – a mais clara delas aquela em que um cruzamento de Rafael da direita colheu Neymar sozinho na cara do gol e a bola foi enviada às nuvens.

E seria o triplo caso nosso time fosse mais ambicioso e acelerasse o toque de bola e as infiltrações.

Mas, já classificado para a próxima fase, a ideia básica era a da preservação do time. Por isso mesmo, entramos em campo com várias alterações. Dentre elas, a que surtiu melhor efeito: a presença do lateral-esquerdo Alex Sandro pela meia, no lugar que deveria ter sido ocupado por Ganso.

Ora, se Ganso for cortado mesmo, por lesão, ou se não recuperar o mínimo de suas condições para ainda atuar nos campos da Grâ-Bretanha, Mano não terá outra opção para o setor.

E Alex Sandro começou a todo vapor, em combinações espertas pela esquerda com Marcelo e Naymar. Mas, foi pelo meio que participou da troca de passes entre Lucas, ele, Danilo e Leandro Damião, que fez a parede, para Danilo abrir a contagem.

Logo em seguida, Alex, pela esquerda, tabelou com Marcelo, que lhe devolveu de letra, e cruzou para Leandro Damião empurrar às redes.

O diabo foi que, depois de Sandro já ter estabelecido os 3 a 0 finais, Alex, mais contido no segundo tempo, acabou sendo expulso, retirando de Mano essa alternativa para o próximo jogo.

Tudo isso, porém, faz parte do show de aprendizado dessa meninada que mira a medalha olímpica, já de olho na Copa das Confederações, última parada antes do Mundial no Brasil.

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

terça-feira, 31 de julho de 2012 Sem categoria | 15:48

A HORA DE LUCAS (E GANSO?)

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Esta é a hora de Lucas responder em campo, com a camisa canarinho, o anseio do torcedor brasileiro que vê no atacante tricolor um craque em evolução suficiente para chegar ao Mundial de 2014 na condição de titular absoluto.

Tudo indica que Mano Menezes começará o jogo contra a nova Zelândia com Lucas desde o início. Afinal, até agora, ele esteve presente em todas as convocações do técnico, seja na Seleção principal, seja na Olímpica. Mas, em nenhuma delas conseguiu deslanchar, mesmo porque costuma ser aproveitado, às vezes, durante os jogos. E, ora entra bem, ora, mal.

A maior chance teria sido durante aquela série de amistosos pré-Olimpíadas. Mas, a expectativa foi abortada pela excelente presença de Hulk, que atua mais ou menos na mesma zona do campo de Lucas.

Já classificado para as quartas de final das Olimpíadas, Mano também deveria dar uma oportunidade para Ganso se recuperar de vez na Seleção Brasileira. Mas, o jogador sentiu dores e a dúvida permanecerá até a hora do jogo.

E esse é o drama recorrente de Ganso: não estar em forma física e técnica na hora certa. Foi assim na Copa América, nos amistosos recentes e, agora, nas Olimpíadas, pois sua entrada na última partida foi decepcionante – paradão lá na intermediária adversária, mal tocou na bola.

Nesse caso especifico é o técnico, a torcida e a mídia armazenarem uma dose extra de paciência e esperar que venhamos a ter Ganso nos trinques, mais cedo ou mais tarde, que fazer? Pois, bola o garoto tem demais.

OS NOVOS VELHOS

Ainda outro dia estava cá com meus botões imaginando como seria esse time brasileiro com a dupla de volantes Ralf-Paulinho, que vem esmerilhando o meio de campo do Corinthhians, campeão brasileiro e da América, nas duas últimas temporadas.

Ambos são jovens, mas, já testados à exaustão, e mantêm um entrosamento impecável há um bom tempo. Além do mais, essa peça tem sido a que até agora, seja na Seleção principal, seja na Olímpica, aquela que ainda não convenceu plenamente. Infelizmente, teremos de esperar para vê-los juntos na Seleção de mano. Apenas Paulinho mereceu essa honra, juntamente com Ramirez que já nem sei que posição disputará, pois, no Chelsea recente, virou atacante pela direita.

Os demais convocados para preencher o time olímpico no amistoso com a Suéccia, dia 15, certamente fortalecerão nossa defesa – Daniel Alves, Dedé e David Luís – e Jonas, embora bom atacante, poderia, na verdade, ter cedido seu lugar ao menino Bernard, estrela mais cintilante do Galo líder do Brasil.

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

domingo, 29 de julho de 2012 Sem categoria | 00:18

NO DOMINGO, SÓ TRICOLOR, PEIXE E RAPOSA

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Mesmo que perdesse para o Flu, no Engenhão, o Galo seguiria na frente do Brasileirão. Não perdeu, mas, quase. Se o juiz não tivesse voltado atrás ao assinalar aquele gol legítimo de Fred, já no finzinho da partida, duvido que o Galo conseguisse empatar.

Quem venceu, com folga e categoria, foi o São Paulo: 4 a 1 no Flamengo. E olhe que foi pouco, diante das tantas chances criadas e desperdiçadas, quando não conjuradas por Paulo Victor. Tudo isso sob o olhar atento de Rogério Ceni, que voltou à cena, depois de seis meses de estaleiro, como mero espectador dentro das quatro linhas, dada a inoperância do Rubro-negro.

Assim como venceram Cruzeiro e Santos, ufa!

O Cruzeiro meteu 2 a 1 num Palmeiras devastado por tantas contusões e suspensões, sem falar em Cicinho, que saiu do hotel pela fresta da janela, direto para Sevilha.

Também os azuis mereciam mais. Contudo, valeu pela exibição de Montillo e os dois gols de Borges, resgatando a fama de artilheiro que lhe cai tão bem.

Já o Santos teve um sobressalto: vencia por 1 a 0, quando lá pelas tantas do segundo tempo, Rildo entrou em campo e despertou a Macaca, que empatou com Roger. O Peixe, porém, partiu pra cima e, no finalzinho, Miralles assegurou a vitória que o deixa no limiar da zona da morte, a um pontinho das trevas.

E o Corinthians? Um sono diante do Bahia. E só isso justifica o zero a zero final.

Sim, teve a bola aos seus pés, mas, e daí, se não a levava com perigo até a área adversária?

E assim conta-se a história principal desse domingo de Brasileirão.

ARTE E CIÊNCIA DOS MENINOS

Por certo, a imagem que ficará na memória dessa vitória do Brasil sobre a Bielorússia por 3 a 1, que nos coloca já nas quartas de final das Olimpíadas, é a do terceiro gol, síntese da nossa escola de jogar bola – o perfeito encontro da arte com a eficiência.

Já nos acréscimos da partida, Neymar recolheu na esquerda, livrou-se do marcador, derivou para o meio e, na entrada da área, ao perceber a passagem de Oscar às suas costas, tocou de calcanhar para o parceiro dominar e tirar do goleiro.

Mas, isso faz parte do nosso repertório eterno. O que não costuma fazer parte do nosso show, nos últimos quinze anos, por baixo, é a paciência. Ou melhor: tire o pa e deixe só a ciência para timbrar o jogo desenvolvido pelo Brasil ao longo de todo o jogo.

Ciência de ir tocando a bola diante da feroz retranca vermelha, alternando os lados e esperando a hora de dar o bote. Sobretudo, depois de ter levado um gol inesperado logo aos 8 minutos de bola rolando – um cruzamento da direita que colheu Thiago Silva fora do lugar e que um brasileirinho de nome de cineasta francês da Nouvelle Vague, Renan Bressan, marcasse de cabeça.

Nosso time absorveu o golpe sem piscar sequer, seguiu sua rotina, e o resultado veio de imediato com aquele passe genial pelo alto de Neymar para a cabeça de Pato. E se consolidou na cobrança de falta que ele mesmo sofreu por Neymar, já aos 14 do segundo tempo.

Um Neymar diferente do habitual, sempre muito participativo mas econômico nas jogadas pessoais e generoso no passe e repasse, o que permitiu, ao lado de Oscar e com o apoio persistente de Marcelo, pela esquerda, e Rafael pela direita, dinamizar o nosso toque de bola, numa configuração que lembrou muito o Barça e a Espanha campeã do mundo.

É assim que se vai forjando um time jovem com o olhar no horizonte de 2014. E nisso Mano Menezes tem, certamente, participação especial.

EMOÇÕES OLÍMPICAS

Tudo começou na véspera, com o show de abertura das Olimpíadas, magnífica produção – um misto bem equilibrado de teatro televisado em linguagem cinematográfica – contando a história da transformação da Velha Albion do pastoreio à indústria e concluindo com um frenético clipe roqueiro, do qual me abstive, sorry.

O sábado, porém, surgiu luminoso para os brasileiros em ação, a ponto de termos cumprido o mais glorioso início de Olimpíadas de nossa história.

As meninas do futebol, mesmo jogando mal, sem criatividade e aos solavancos, bateram a nova Zelândia por 1 a 0, com um gol de raça de Cristiane, que já havia feito a diferença na goleada de estreia, no finzinho da partida.

E as do handebol passaram apertadas, mas passaram, pelas croatas, em bela exibição da goleira Xana, que não se perca pelo nome.

Assim como foi emocionante a conquista do bronze por Felipe Katadai no judô.

Do bronze à prata nas braçadas vigorosas de Thiago Pereira, nas águas em que Phelps reinou em passado recente como um Netuno, e, que neste sábado, ficou vendo o brasileirinho ultrapassá-lo sem forças para manter o trono caído.

Mas, nenhuma outra imagem foi mais comovente e significativa do que a sutil combinação de choro e riso – os dois extremos dos sentimentos humanos – estampada no rosto dessa menina de ouro do judô – Sarah Menezes -, misto de caboclinha doce do pequeno, mas, bravo Piauí e de guerreira serena e decidida,

Nada mais tivesse acontecido neste primeiro dia de Jogos Olímpicos ou aconteça até o final, só isso já justificaria nossa ida a Londres.

A PRIMEIRA DE SEEDORF

A vitória sofrida por 1 a 0, gol de Andrezinho, sobre o Figueirense, no Engenhão, foi a primeira de Seedorf vestindo a camisa do Glorioso.

Embora não tivesse participação no lance fatal, Seedorf já deu mostras do que é capaz nesse jogo, com passes magistrais, toques de alta classe e, sobretudo, com o poder de aglutinar o time, criando um laço forte com a torcida sempre propensa a achar que isso não vai dar certo, como diria nosso capitão Cafu.

Não, Seedorf não é daqueles craques que entram em campo, fazem dois gols, arrebentam a defesa inimiga, essas coisas. É um cara cerebral, que sabe jogar bola, conhece os caminhos mais insondáveis do campo de jogo e confere aquele toque de classe indispensável ao seu time.

O que, diga-se, não é pouco.

A ESTREIA DE FORLAN

A estreia de Diego Forlán no Inter poderia ter sido uma consagração, se o craque uruguaio tivesse marcado pelo menos um dos dois gols que se lhe ofereceram no empate por 0 a 0 com o Vasco, no Beira-Rio.

Mas, ficou apenas na esperança renovada por seu esforço até que as forças lhe faltassem no wegundo tempo, o que é perfeitamente compreensível.

Entre outras coisas, porque, já sem Oscar, o Inter perdeu, novamente, D’Alessandro, lesionado, o que retirou do time todo poder de criação. Fenômeno semelhante ao que ocorreu com o Vasco, que já entrou em campo sem Juninho Pernambucano, até aqui o melhor jogador do campeonato, ao lado do menino Bernard.

E isso explica esse zero a zero final.

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

quinta-feira, 26 de julho de 2012 Sem categoria | 18:06

GALO IMPOSSÍVEL

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Quem se habilita a barrar esse Galo forte e vingador que puxa a fila do Brasileirão? O Peixe tentou e dançou. De direito, levou de 2 a 0, gols de Danilinho e Rever. De fato, 3 a 0, pois aquele gol de Jo anulado foi legítimo. E poderia de ter sido de cinco, se o bandeirinha não abortasse outros dois em gestação nos pés do artilheiro.

Sim, é verdade. O Santos jogou muito desfalcado. Diria que, além da dupla de zagueiros, do goleiro, de Ganso, mais meia dúzia de titulares – Neymar, Neymar, Neymar, Neymar, Neymar e Neymar.

Mesmo assim, endureceu o jogo, sobretudo, no primeiro tempo. Mas, no segundo, o Galo embrulhou o Peixe em papel de seda e mandou-o de presente para os amantes do verdadeiro futebol – aquele que o Santos praticava tempos atrás e que o Atlético exibe hoje em dia, com graça e eficiência ímpares.

O BAHIA E FELIPÃO

Bem que o Palmeiras poderia ter definido esse jogo no primeiro tempo, quando foi mais organizado e incisivo do que o Bahia. Desperdiçou, porém, várias chances (o Bahia, duas), e, no segundo, tomou os 2 a 0 que Felipão tentou atirar sobre os ombros do juiz de uma maneira ofensiva e vulgar, o que não é nenhuma novidade, diga-se.

Mais íntegro seria admitir que a derrota do Verdão teve o seu próprio dedo, ao sacar Daniel Carvalho, o que retirou qualquer possibilidade de armação do ataque, e, mais tarde, Obina, que era o melhor do time até então, apesar do gol perdido no primeiro tempo.

E O FLA?

Mais uma vez, agora sem Joel como bode expiatório, o Flamengo deixou o Engenhão sob vaias de sua torcida.

E, não foi pra menos, pois jogou tão mal que foi envolvido pela Lusa a maior parte do tempo.

Dorival Jr., que já foi para o banco nesta noite de quinta, vai ter que se equilibrar no arame, entre apostar nos meninos da Gávea ou buscar reforços por aí, onde não se vislumbra nenhum de alta classe para mudar a cara atual do Rubro-Negro.

ZEBRA E SUFOCOS OLÍMPICOS

A primeira rodada do futebol masculino nas Olimpíadas foi  marcada por uma imensa zebra e alguns sobressaltos para os principais favoritos à medalha de ouro.

A grande surpresa, sem dúvida, foi a vitória do Japão, por 1 a 0, gol de Otsu, sobre a poderosa Espanha, que, mesmo jogando ao estilo dos campeões do mundo e tendo 65 por cento de posse de bola, foi inócua e esteve a pique de levar uma goleada no segundo tempo, quando já estava com um a menos.

O México não saiu do zero diante da Coréia do Sul e o Uruguai conseguiu virar sobre os Emirados Árabes sabe Deus como, pois os árabes foram sempre melhores, sob o comando desse garoto de ouro, Omar, hábil canhoto, que certamente acabará no Arsenal, findos os Jogos de Londres.

E o Brasil? Bem, no começo, foi tudo festa: em meia hora de bola rolando, já ganhávamos por 3 a 0, gols de Rafael, Damião, em lances criados por Oscar, nosso destaque, e de Neymar, de cabeça, aproveitando cruzamento de Hulk.

Mas, no segundo tempo, que agonia!

Bastou o Egito voltar com o veloz e sagaz Salah investindo pela esquerda da nossa defesa, e olhe só o perereco: aos 6 minutos, Aboutrika, o craque do time, reduziu para 3 a 1, e, aos 30, Salah apertou o placar para 3 a 2, ambos os gols fruto de vacilos de nossa defesa.

Sim, claro, tivemos até o apito final algumas chances preciosas para ampliar o placar e desfazer o nó na garganta da torcida brasileira, com Damião, Pato, Neymar, o que apenas ratifica a ideia de que do meio de campo pra frente não temos problemas.

A coisa está pegando lá atrás, a partir dos dois volantes, sobretudo Sandro, muito mal nesse jogo, o que se reflete na zaga central, onde, por incrível que pareça, até Thiago Silva nos deu sustos desnecessários.

Mas, enfim, ganhamos, e é isso o que mais conta nestas alturas do campeonato.

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

Sem categoria | 00:57

IMPORTÂNCIA E EMOÇÃO

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O resultado mais importante desta quarta-feira foi o 1 a 0 do Vasco sobre o Botafogo, gol de Alecsandro, claro, passe de Juninho Pernambucano, evidente.

Não só porque mantém o Vasco na briga pela liderança, alcançada provisoriamente esta noite, como foi fruto de um jogo bem disputado pelas duas equipes. Bola no chão, Seedorf, mais solto e melhor localizado em campo em relação à estreia, distribuindo passes lúcidos de um lado, e Juninho Pernambucano, como de hábito, do outro.

Mas, na soma das oportunidades, o Vasco foi mais incisivo, se levarmos em conta aquele cabeceio de Alecsandro, defendido com extrema habilidade por Jefferson, e o disparo no poste de Carlos Alberto, em bela jogada individual, ambas no primeiro tempo.

Assim como foi importantíssima a vitória, também, por 1 a 0 do Grêmio diante do Fluminense, quebrando a invencibilidade do Tricolor, no Olímpico, com gol esperto de Kleber.

Um prêmio para o time que buscou mais jogar do que defender, o que ficou muito evidente pela escalação inicial de Abel, com três zagueiros e mais dois volantes. Sem Deco para compensar um pouco a falta e criatividade de seu meio-campo, Fred acabou sendo uma sombra solitária lá na frente.

E que dizer da importância da vitória corintiana, no Pacaembu, por 2 a 0 contra o Cruzeiro?

Não mexe nada no topo da tabela, mas anima esse Corinthians que, de olho no Mundial do fim do ano, precisa usar este Brasileirão como um campo de provas. E já começa a fazer isso. Basta dizer que no primeiro tempo foi absoluto, embora o placar fosse apertado – 1 a 0, gol de pênalti de Chicão.

No segundo, o Cruzeiro equilibrou as ações, mas não ameaçou o suficiente, o que permitiu a Paulinho, no finzinho ampliar o placar.

Fora do circuito dos clássicos, porém, toda emoção da rodada residiu nos 4 a 3 do Coritiba sobre o Náutico, nos Aflitos, e do Atlético GO diante do São Paulo, no Serra Dourada.

Nos Aflitos, o Coxa chegou a estar perdendo por 2 a 1, e virou para 4 a 2, antes de tomar o terceiro já no final. Prova de recuperação do Coritiba, que se encrencou na tabela por conta da disputa recente da Copa do Brasil.

Já no Serra Dourada, o Tricolor paulista perdia por 3 a 0 antes da primeira meia hora de jogo. E foi para os vestiários com 4 a 1 no quengo. Um absurdo para um time com três zagueiros, todos altos, e que, no entanto, tomaram dois de bolas aéreas, um de pênalti inexistente e outro por pura desatenção da defesa.

Voltou, porém, com tudo, e, sobretudo, com Casemiro no lugar de um zagueiro excedente. Tomou conta da bola e dos espaços, fez mais dois, e só não chegou ao empate por um triz.

Como se vê, uma rodada em que a lógica e o inesperado tocaram alternadamente a alma do torcedor.

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

terça-feira, 24 de julho de 2012 Sem categoria | 16:38

ERA SÓ O QUE FALTAVA, RAFAEL

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Era só o que faltava, essa baixa do goleiro Rafael, a dois dias da estreia do Brasil nas Olimpíadas. Não só porque perdemos o goleiro titular, já entrosado com o resto da defesa e tal e cousa e lousa maripousa, como não é possível medir o impacto do corte no ânimo dos companheiros.

Ainda mais preocupante é constatar que Neto, o reserva imediato, apesar de estar sendo chamado por Mano há dois anos, intermitentemente, jamais vestiu a camisa da Seleção, além de ter jogado pela Fiorentina apenas três vezes nos últimos dezenove meses.

Bem, o amigo pode retrucar que o goleiro Cássio, do Corinthians, não jogava há quatro anos, e entrou no time pra resolver a questão, em plena disputa da Libertadores.

Exceção, porém, não é regra.

Só resta, pois, esperar que o garoto Neto dê conta do recado e que o Brasil faça uma boa estreia, nesta quinta, contra o Egito.

CLÁSSICOS DA RODADA

São três os clássicos do Brasileirão nesta quarta-feira: Vasco e Botafogo, Corinthians e Cruzeiro e Grêmio versus Fluminense.

Três disputas renhidas, com a presença de cinco times que ocupam posições privilegiadas na tabela e um que, exibindo a faixa de campeão da América, busca a plena recuperação no torneio.

O Vasco, vice-líder, pega o Botafogo no Engenhão apostando na firmeza de seu sistema defensivo, que não leva gol há três jogos. E, claro, no cabeceio de Alecsandro pra salvar a pátria lá na frente, como vem ocorrendo nas últimas partidas.

Paralelamente, enfrenta o assédio do Flamengo, que ofereceu uma fortuna por Felipe, na esperança de injetar um toque de classe naquele seu meio-campo tão desprovido de imaginação.

Já o Botafogo vai esperar mais um dia pra definir se Seedorf teve a recuperação necessária para entrar em campo desde o início. De qualquer forma, se isso ocorrer, Osvaldo de Oliveira já decidiu que Andrezinho joga, no caso, no lugar de Felipe Gabriel. Óbvio.

Por seu lado, o Corinthians, no Pacaembu, tenta se firmar diante de um Cruzeiro, que, depois de certa trepidação, voltou a vencer e rondar a zona do G-4. Um Cruzeiro que voltará a poder contar com Léo, Souza e Tinga. Portanto, mais forte ainda.

E, mais: segundo o técnico Roth, será um jogo diante do espelho. Sim, porque o Corinthians, de tão sólido sistema defensivo, é o paradigma do técnico do Cruzeiro que credita a reação do seu time justamente à capacidade de marcação.

Diante disso, espera-se um jogo mordido, emperrado no meio de campo e desprovido de grandes emoções. A não ser que a Fiel entre em campo com seus delírios e tudo isso mude de figura.

Por fim, algo me diz que, se o Fluminense haverá de um dia perder sua invencibilidade, nenhum outro será mais propício do que esta quarta, quando o Tricolor enfrentará o Grêmio em plena ascensão, no Olímpico e sem Deco.

Mesmo porque, se o Flu tem um elenco de escol, o Grêmio, com Zé Roberto e cia., não fica atrás, não. E, enquanto o Flu segue uma linha de desempenho, digamos, horizontal, o Grêmio vem crescendo de jogo a jogo.

Eis um clássico que promete.

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

segunda-feira, 23 de julho de 2012 Sem categoria | 15:41

OS JOGOS E O HERÓI SOLITÁRIO

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O futebol sempre chega às Olimpíadas como aquele convidado necessário, mas, indesejado. Entra pela porta dos fundos e fica ali na cozinha, de pé, onde lhe servem uma bandeja de salgadinhos e um refrigerante, enquanto a festa rola no salão iluminado.

Tudo por culpa de sua imensa popularidade e dos interesses políticos e financeiros que gera por esse planeta inteiro.

O COI teme que um torneio de futebol pra valer, com toda a sua força, em meio às Olimpíadas acabe ofuscando as demais competições. E a Fifa, que detém o monopólio das seleções nacionais e de todas as fontes de renda provenientes dos confrontos desses times, prefere concentrar tudo nas Copas do Mundo, não dividindo poderes e receitas com o COI.

O resultado é essa excrescência de limite de idades entre outras coisas, como, por exemplo, várias partidas da modalidade sendo disputadas fora da sede dos Jogos Olímpicos.

Antigamente, as limitações eram de outro caráter e não atingiam apenas o futebol: só atletas amadores poderiam participar do evento. E a coisa era tão rígida que, lá na primeira metade do século passado, o índio americano Jim Thorpe, um fenômeno das pistas, acabou sendo despojado de todas as medalhas e atirado literalmente à sarjeta da vida, porque descobriram que havia aceitado uma graninha por fora para competir pelos EUA.

Contudo, o futebol driblava essa regra com os times do bloco comunista enviando suas forças máximas sob o pretexto de que os jogadores eram funcionários do Estado, não atletas profissionais, embora todos soubessem que eles não cumpriam nenhum horário funcional a não ser treinar e jogar futebol.

Depois, as portas se escancararam para todos os profissionais de qualquer modalidade, inclusive o futebol, claro.

Ops! Menos para o boxe, que tem regras próprias, diferentes das que regem os profissionais do ringue.

Mas, que diabo! Ou vale tudo, ou nada. Esse meio termo parece a secular anedota da mulher meio grávida.

Na verdade, pra mim, não só o futebol como as demais modalidades em equipes deveriam ser abolidas dos Jogos Olímpicos: basquete, hóquei, vôlei etc.

Pois, o espírito dessa competição, incorporado pelos antigos gregos como tributo aos deuses do Olimpo, é essencialmente eleger o herói, aquele ser humano capaz de desafiar as leis da natureza e as circunstâncias, vencê-los e receber os louros que o identifiquem como um filho dos deuses.

A luta solitária do homem (e mulher, claro) contra o espaço, o tempo e seu semelhante, esse me parece ser o grande objetivo das Olimpíadas – elevar o homem à condição de deus.

Mas, enfim, o que move o mundo não é nenhum dos deuses caídos do Olimpo, nem seus pretensos filhos heróis. É o detentor da chave do cofre, esse deus moderno de poderes sobrenaturais.

E JOEL CAIU

Na verdade, Joel caiu logo depois que subiu à direção técnica do Flamengo, quando não conseguiu domar a alma do time – leia-se, Ronaldinho Gaúcho -, como se esperava fosse capaz por seus dons de paizão boa-praça e divertido.

Com a saída do R-10 da Gávea, restou a Joel despir-se da figura do Papai Joel e assumir a do técnico de futebol, sagaz na escalação do time e na escolha das táticas adequadas pra fazê-lo jogar da maneira que a torcida e a mídia exigiam.

Essa não é a praia do meu querido Joel, embora seja um profissional com experiência suficiente para armar times competitivos. Mas, num nível de desempenho mais prosaico, do tipo que vai juntando pontinhos aqui e ali, até que, dependendo das circunstâncias, chega pra brigar por um título ou coisa do gênero.

E isso até que Joel conseguiu, ao somar cerca de 63 por cento de aproveitamento neste seu último período de Flamengo.

Sucede que as bombásticas contratações de Ronaldinho Gaúcho e, mais tarde, de Vagner Love, elevaram o nível de expectativa do Flamengo (torcida, mídia e cartolagem) a padrões inalcançáveis para o resto do elenco e do próprio Joel.

E quem vem aí? Fala-se muito em alguém que nem é trepidante como Luxemburgo, nem aglutinador como Papai Joel: Dorival Jr., técnico sério, discreto, desprovido de carisma, um profissional capaz de ao menos dar um padrão de jogo ao Flamengo que aí está.

Já será um grande avanço, creia.

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

domingo, 22 de julho de 2012 Sem categoria | 21:38

A DISCRETA ESTREIA DE SEEDORF

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Na estreia de Seedorf no Botafogo, o esperado: era como se o craque holandês estivesse fazendo um reconhecimento de terreno desconhecido. Evitou jogadas de  risco, e passou o tempo todo buscando a melhor posição em campo.

Volante por vocação e formação, Seedorf não nasceu pra jogar mais adiantado, no lugar de Andrezinho, como ocorreu. E, por isso tudo, sua atuação foi discretíssima. Mas, poderia ter sido decisiva se aquela penetração pela esquerda com a bola colocada na cabeça de Elkeson, ainda no primeiro tempo, fosse bem aproveitada pelo atacante.

Por seu lado, o Grêmio foi compacto e mais agudo no primeiro tempo, quando abriu o placar com Marcelo Moreno, em passe esperto de Zé Roberto. No segundo, segurou as pontas e a posição no G-4, o que não é pouco, convenhamos.

GOLEADA PARA FERNANDÃO

Sem dúvida, o placar  mais expressivo do domingo foi a goleada do Inter sobre o Atlético GO, na estreia de Fernandão como técnico no Beira-Rio, substituindo a Dorival Jr., demitido outro dia.

É verdade que o Colorado apenas tenteou no primeiro tempo. Mas, no segundo, sai de baixo, com esses meninos Fred, Otávio e cia. bela.

OBINA!

Outro resultado expressivo, sem dúvida, foi o do Palmeiras diante do Náutico, na volta de Obina à Academia: 3 a 0. Os três, por sinal, com timbre claro de Obina, autor do primeiro e com participação direta nos outros dois, de Mazinho e Márcio Araújo.

Assim, o Palmeiras não apenas escapa da zona de rebaixamento como se credencia como um time capaz de chegar a uma posição bem mais digna na tabela do Brasileirão.

INVICTO, MAS…

O Flu, único invicto do Brasileirão, manteve essa honraria ao bater a Ponte em Campinas, por 2 a 1, com direito a mais um gol de pênalti do artilheiro Fred.

Mas, quem esteve lá garante que, mais uma vez, o Fluminense não convenceu. Ou melhor: não jogou o que pode, dada a excelência de seu elenco, sobretudo do meio de campo pra frente.

O que, no fundo, é até animador. Afinal, se segue ganhando, em terceiro lugar no campeonato, sem jogar o que sabe, que dirá quando atingir seu nível?

COMEÇO E FIM

O São Paulo se recuperou dos dois resultados negativos desde que Ney Franco assumiu a direção do time, ao vencer por 2 a 0 o Figueira, em Floripa.

O curioso é que o Tricolor abriu a contagem logo ao primeiro minuto de jogo, com o garoto Ademílson, e encerrou com William José, já nos acréscimos da partida.

Entre um e outro, oscilou, até a expulsão do zagueiro Fred, do Figueira, o que facilitou a retomada da bola e dos espaços por parte do São Paulo, que continua cortejando a zona da Libertadores.

RAPOSA ESPERTA

Quem ultrapassou o São Paulo nesse flerte com o G-4 foi a Raposa, que, na sua toca, engoliu o Urubu e espantou a crise que já rondava sua morada.

O placar foi modesto: 1 a 0, gol de Borges, que nem pôde celebrar o fim do longo estio de gols, pois saiu de campo contundido antes da hora. Assim como discreto foi o futebol do Cruzeiro, que, no segundo tempo, esteve a pique de sofrer o empate naquele lance insólito de Love, o goleiro Fábio, a trave e, por fim, Marcelo Oliveira salvando em cima da risca.

Quanto ao Fla, bem… o mesmo desta temporada ansioso e desorganizado em campo. Fora dele, então, nem é bom falar.

COXA DE FORA

Não, não, meu amigo, tire essa malícia do título acima. Quero apenas dizer que o Coxa, enfim, está fora da zona da morte. E conseguiu isso no sufoco, ao empatar com o Bahia, no Pituaçu, depois de estar perdendo por 2 a 0.

No que toca ao Bahia, que continua na rabeira, resta esperar pra ver o que Caio Jr. fará no lugar de Falcão.

PS: ATENÇÃO, AMIGO ATLETICANO! O POST SOBRE O LÍDER E O MENINO BERNARD ESTÁ ABAIXO, EDITADO NO SÁBADO, TÁ?

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

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