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Arquivo da Categoria Campeonato Brasileiro

domingo, 13 de setembro de 2009 Campeonato Brasileiro | 19:05

UM APERTO SÓ

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Eis um placar fatal para os líderes: 3 a 2. O Palmeiras levou de 3 a 2 do Vitória, no Barradão; o Inter, pelo mesmo resultado, do Cruzeiro, no Beira-Rio.

Os números em si não dizem muita coisa. Afinal, o Vitória bem pode bater o Palmeiras em casa como o Cruzeiro arrancar uma vitória do Inter no Beira-Rio. Mas, nas circunstâncias atuais do Brasileirão, levaram o líder e o vice a um aperto extra, com a chegada do São Paulo no topo da tabela.

Na verdade, foram dois jogos emocionantes, cujos resultados beneficiaram aqueles que tiveram maior equilíbrio em campo. O Inter pressionou mais, mas o Cruzeiro, com Gilberto marcando dois gols e o compasso de sua equipe, foi mais incisivo e sólido, no conjunto.

No Barradão, então, o Palmeiras recorrendo à formação com três zagueiros e dois volantes praticamente entregou o domínio do meio de campo ao Vitória, que chegou a disparar 3 a 1 no placar com toda justiça, antes de Robert, no finzinho, reduzir, de cabeça. 

Assim, formou-se o bolo no topo da tabela, sem falar que o Galo se recuperou e o Corinthians ainda pode avançar mais um pouco nessa direção, quarta-feira. Vai pegar fogo. Por enquanto, é só faísca.

Notas relacionadas:

  1. E O SÃO PAULO CHEGOU
  2. ATÉ AGORA, SÓ O INTER
  3. CINCO JOGOS BÁSICOS
Autor: Alberto Helena jr. Tags: ,

sábado, 12 de setembro de 2009 Campeonato Brasileiro, Futebol internacional | 22:36

TRICOLOR SEGUE EM FRENTE

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São Paulo x Avaí

O jogo foi muito equilibrado no primeiro tempo, quando o Avaí chegou a ter ligeira superioridade tática, além de ter criado as duas melhores chances para marcar.

Mas, no segundo, o Tricolor voltou mais determinado, apertou a marcação na saída de bola do adversário, e chegou aos 2 a 0, com Dagoberto e Hugo.

Vitória preciosa, nesta quadra do campeonato, pois o Avaí, embora esteja patinando depois daquela arrancada fenomenal, é sempre um inimigo perigoso – bem armado em campo, sob o comando de Marquinhos, que divide com Diego Souza a palma de melhor jogador do campeonato até agora, não permite nenhum vacilo, não.

O certo é que o São Paulo segue praticando um futebol bem mais interessante do que aquele do primeiro semestre.
Usou muito as bolas alçadas à área do Avaí, mas também colocou-a no chão e produziu algumas tramas coletivas até então raras nesse time.

MENGOOOO!

Flamengo x Sport

Exagerou nosso querido Andrade ao dizer que seu Flamengo fez lembrar aquele dos anos 80, dele mesmo, de Zico, Adílio e cia. bela. Mas, não muito, pois o Mengo realmente deslizou diante do Sport, na vitória por 3 a 0 – dois de Adriano, o primeiro, de se tirar o chapéu.

É verdade que o Sport, não bastasse a fase aziaga por que passa, jogou todo desfalcado e ainda por cima perdeu o zagueiro Durval, expulso no fim do primeiro tempo.

Mas, isso não subtrai o mérito do jogo praticado pelo Fla. Afinal, estamos cansados de ver um time tropeçar na bola, mesmo enfrentado uma leve brisa contra.


NA EUROPA
Real e Barcelona avançam em direção ao título espanhol como se aproveitassem o vácuo da mais antiga tradição do futebol europeu.

Ambos pouparam alguns de seus craques na rodada deste sábado, e mesmo assim se livraram sem muitos problemas de seus respectivos adversários – o Espanyol e o Getafe.

Mas, os dois tiveram que recorrer no segundo tempo a seus astros em descanso. Em Barcelona, Cristiano Ronaldo entrou no segundo tempo para fazer o gol de abertura do Real, na vitória por 3 a 0, sobre o Espanyol. E Messi foi chamado para resolver de cabeça, diante do Getafe, em passe magistral de Ibrahimovic, autor do primeiro gol.

Pelo visto, vai ser, como sempre, o campeonato de dois times. Mas, mais do nunca, uma pauleira entre os dois.

Já no campeonato inglês, o Manchester City ratificou seu início auspicioso, com todos os seus novos reforços (Adebayor, Lescott, Barry etc.), menos Tevez, poupado, e Robinho, machucado. Meteu simplesmente 4 a 2 no Arsenal de toque de bola tão afinado, mas de muito pouca agressividade no ataque. Falta ali alguém como… como.. Adebayor, seu ex-artilheiro e atual carrasco.

Triste é ver esse Milan de Leonardo empatar por 0 a 0 com o Livorno, exibindo um jogo opaco e inoperante. Ronaldinho Gaúcho, que na primeira rodada havia dado sinais de recuperação, saiu substituído sob vaias da torcida, justificadas, diga-se. Até quando?

Notas relacionadas:

  1. O TRICOLOR E O CINZA
  2. TRICOLOR, FINCANDO O PÉ
  3. TOQUE TRICOLOR
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , ,

domingo, 6 de setembro de 2009 Campeonato Brasileiro | 20:53

PALMEIRAS, INTER E SÃO PAULO

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No sábado, o Palmeiras confirmou sua liderança isolada, batendo o Barueri por 2 a 1, na estreia de Vágner Love, que já logo foi fazendo o seu, de pênalti, em marcação, no mínimo, duvidosa.

Love ainda obviamente está buscando seu espaço ao lado dos novos companheiros, e o Palmeiras, mal no primeiro tempo, melhorou no segundo e mereceu o placar, embora, como se esperava, o Barueri fosse um osso duro de roer.

No domingo, o São Paulo foi ao Mineirão e arrancou uma vitória de ouro sobre o Cruzeiro, de virada: 2 a 1, graças às duas dubstituições feitas por Ricardo Gomes no segundo tempo: as entradas de Marlos e Borges, autores dos dois gols tricolores – o primeiro, de cinema.

E, enquanto o Goiás não conseguia superar o Coritiba em casa, o Inter foi a Florianópolis, venceu o forte Avaí e ainda por cima deu espetáculo, mesmo com dois jogadores a menos.

Mais do que isso: vai ratificando aquela ideia inicial de que se trata do melhor elenco do campeonato. Se vai ser campeão, é outro departamento. Mas, que tem bala para tanto, ah, disso não resta a menor dúvida.

Notas relacionadas:

  1. E O SÃO PAULO CHEGOU
  2. PALMEIRAS E BARCELONA POR UM FIO
  3. PALMEIRAS, INTER E CRUZEIRO, NA MOSCA
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , ,

quinta-feira, 3 de setembro de 2009 Campeonato Brasileiro, Copa do Mundo, Seleção Brasileira | 17:14

NERVOS NO BICO DA CHUTEIRA

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Essa é a grande chance de a bola rolar catita nas pés dos argentinos, já cansados de correr atrás dos brasileiros nas últimas décadas, em vão.

A inchada estará maciça apoiando seu time no campinho de Rosário, e, viva!, lá estarão Messi, Aguero, Tevez, Mascherano, o maestro Verón e tal e cousa e lousa e maripousa.

Depois dos disparos verbais contra nosso time, Maradona recolheu-se com sua turma ao silêncio do templo, aos pés da Cruz, na esperança de que os céus também colaborem para a vitória redentora.

Afinal, para os argentinos, esse é um jogo que pode levá-los ao paraíso ou ao inferno.

Já os brasileiros estão numa boa, praticamente classificados para a Copa, time escalado – o mesmo que se tem saído bem nas últimas exibições -, nenhuma dúvida atroz (apenas Juan parece não estar nos trinques), e nenhum problema maior à vista, a não ser o circo formado em torno do campo de treinamento em Teresópolis e a acidez habitual de Dunga em relação à mídia.

No plano emocional, portanto, o Brasil dá claros sinais de que está mais bem preparado do que a Argentina, que, pelas circunstâncias, se atirará ao jogo com os nervos na ponta das chuteiras, o que sempre se assemelha a uma faca de dois gumes: tanto pode levar o time a uma conquista épica, quanto afundá-lo no desespero, a partir do primeiro percalço, para usar uma expressão bem portenha.

E isso se reflete também no plano tático, o que sugere uma Argentina, desde o início, bem mais ofensiva do que o Brasil, sobretudo se Maradona escalar os três avantes – Messi, Aguero e Tevez -, como parece ser sua inclinação, com Verón armando por trás, ao lado de Mascherano.

Do meio de campo pra frente, uma potência!

Mas, atrás, Dios, que lástima…

E aqui entramos no plano técnico. Há muitos anos os argentinos deixaram de ser uma escola de goleiros de fazer inveja ao mundo. Basta dizer que o Carrizzo de hoje nem limparia as luvas do Carrizzo de ontem, o grande Amedeo.

A zaga, então, qualquer que seja a opção de Maradona, é de dar dó. Ainda mais se o técnico cumprir a ameaça de escalar Sebá, aquele mesmo que afundou o Corinthians algumas vezes nos
tempos de Kia e cia.

E, nós? Bem, nada de excepcional, claro, a não ser a presença ameaçadora de Adriano no banco, fantasma que os argentinos tentam exorcizar com todas as magias possíveis.

Pelo gosto e tradição de Dunga temos um time habituado ao contragolpe, com a velocidade de Kaká e de Robinho e a agudeza de Luís Fabiano. Se jogar Ramires, acrescente mais um a esse grupo seleto de contragolpistas.

Logo, grandes são nossas chances de voltarmos de Rosário com um sorriso iluminado no rosto.
Um sorriso em que haverá de cintilar uma centelha de malícia, como aquele que se expressava nos lábios argentinos em décadas passadas, quando éramos freguês de caderneta deles.

INTER, TIMÃO ETC.

O Inter, ao bater, com olé e tudo, o Galo, por 3 a 0, e o Timão, que virou na raça o clássico com o Santos, estão na fita. O Inter, campeão virtual do primeiro turno, a um ponto do Palmeiras, e o Corinthians, roçando o G-4.

Juntam-se, pois ao líder Palmeiras, ao Goiás e ao São Paulo na luta direta pelo título. Mais o Inter, claro, do que o Timão, que precisará de uma arrancada prodigiosa para chegar lá em cima, o que parece improvável mas não impossível.

Possível, porque o Corinthians tem alguns trunfos na manga: a volta de Ronaldo Fenômeno e de vários outros titulares, mais as inserções de Marcelo Matos e de Defederico, recém contratados.

Mas, se espiarmos a tabela, veremos que o Palmeiras, provavelmente já com Love no ataque, periga disparar na liderança, já que recebe em casa o Barueri, Jogo duro, mas palatável.

Em contrapartida, o São Paulo pega o Cruzeiro no Mineirão, e o Inter terá de ir a Florianópolis enfrentar o Avaí, sequioso de recuperar a pose perdida outro dia.

Enquanto isso, o Corinthians ficará treinando até a próxima quarta, quando terá de encarar o Coritiba, de Marcelinho Paraíba, na casa do inimigo.

É uma vantagem significativa, convenhamos, num torneio tão parelho, e de calendário tão avaro no tempo de treinamentos.

De qualquer forma, no quadro atual, Palmeiras, Inter e São Paulo, principalmente pela tradição, seguem sendo os maiores favoritos. Quanto ao Goiás, resta recuperar aquele jogo envolvente e agudo que lhe deu tão honrosa classificação até agora.

Notas relacionadas:

  1. MÁRIO E OS DEUSES DO FUTEBOL
  2. NAS NÉVOAS DE TERESÓPOLIS
  3. A VOLTA DO IMPERADOR
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , ,

Campeonato Brasileiro | 00:18

O INTER CHEGOU

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O Inter fechou, finalmente, o primeiro turno vencendo o Galo, em casa, por 3 a 0, com direito a dois gols do recém chegado Edu, e se fixa na cola do líder Palmeiras, jogando uma bola redondinha, sobretudo depois da entrada de D’Alessandro, no segundo tempo.

Houve um momento, na etapa final, em que o Colorado fez a bola circular de pé em pé por tanto tempo que o grito de olé! passou a ser inevitável.

Assim, o Inter chega na boca do funil da disputa com todas as chances de, no fim das contas, chegar lá, sim senhor. Nem tanto pelos pontos obtidos, mas, sobretudo, pela forma como vem jogando.

VIRADA A LA TIMÃO

E o Corinthians, como se timbrasse a tradição de time das viradas, no despertar das celebrações de seu centenário, virou o clássico com o Santos, por 2 a 1, gols de Chicão, contra e a favor, e de Bill.

Muito por seu esforço, embora sem brilho, a não ser na troca de passes vertiginosa no segundo gol, já aos 43 minutos do segndo tempo. E muito, também, porque o Santos, depois de abrir o placar, recuou inexplicavelmente, expondo seu lado mais fraco – a defesa.

O Santos, dessa forma, continua naquela cadência – um passo à frente, outro atrás. E o Corinthians, mesmo desfalcado entre tantos da estrela da companhia – Ronaldo -, segue cortejando a zona nobre da tabela. Tudo porque, com desfalques ou não, com craques ou sem craques, o técnico Mano Menezes não abre mão de seu esquema voltado mais para o ataque do que para a defesa.

Notas relacionadas:

  1. E O SÃO PAULO CHEGOU
  2. INTER E TUTTI QUANTI
  3. INTER E GALO JOGAM O FUTURO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , ,

terça-feira, 1 de setembro de 2009 Campeonato Brasileiro, Clubes brasileiros | 16:02

INTER E GALO JOGAM O FUTURO

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Esse é o jogo que pode determinar o futuro de dois dos principais candidatos ao título. Para o Galo, significa manter-se na zona de disputa, estancando a queda que se sucedeu aos tempos de liderança. Para o Inter, o fechamento do primeiro turno, neste último jogo recuperado, com o título de campeão virtual. Mais do que isso: o empuxe para a arrancada em direção à liderança, até agora ocupada pelo Palmeiras, que ainda não pode ser alcançado agora.

O jogo é no Beira-Rio, terreiro do Inter, que deve jogar com o mesmo time que deu um baile no Goiás, na goleada por 4 a 0, no fim de semana. E lá estarão os meninos Marquinhos e Giuliano, que brilharam ao lado ddos veteranos Magrão e Guiñazu.

Já o Galo vem sofrendo pela ausência de Márcio Araújo, que bem aciona a dupla de ataque Eder Luís-Tradelli, ponto alto da equipe. E, mesmo Renteria, que é um atacante nato, não está ainda nos trinques.

Resumindo: o Galo vai ter de buscar lá no fundo da alma o ânimo redobrado que faz parte de sua história para virar essa expectativa tão negativa.

CEM ANOS DE EMOÇÕES

O Corinthians, no dia em que celebra seus 99 anos de idade, deu o pontapé dos fstejos de seu centenário, palavrinha que está intimamente ligada com o clube, desde seus primórdios.

Sim, porque o Timão ficou conhecido como o Campeão do Centenário, em 1922, quando se comemorava o centenário da Independência do Brasil, com um time onde brilhavam suas duas estrelas mais cintilantes dos primeiros anos de existência: o centromédio Amilcar Barbuhy, eixo e líder da equipe, e o meia Neco, que disputava com Heitor, do Palestra, e Friedenreich, do Paulistano, a palma de melhor do Brasil.

E outro centenário, o IV Centenário da fundação da cidade de São Paulo, em 54, entraria para a extensa galeria de troféus, graças àquele timaço de Gilmar; Murilo e Olavo; Idário, Goiano e Roberto; Claudio, Luisinho, Baltazar, Carbone e Simão.

Calma, Fiel, há muito o que falar sobre a história do Timão. Mas, há tempo de sobra, neste ano que começa a se desenrolar no calendário alvi-negro.

Por enquanto, espiemos o clássico desta quinta-feira, no Pacaembu. Logo um Corinthians e Santos, que marcou a história do Timão, principalmente nos amargos anos 50 (amargos, para o Timão; dulcíssimo para o Peixe de Pelé e cia.).

Nada a ver com essa breve lembrança: ambos estão se remontando no curso do campeonato, E, por isso mesmo, como prever o que acontecerá em campo? Desconfio, porém, que o Corinthians está um passo à frente do Santos nesse processo.

Notas relacionadas:

  1. INTER, VASCO E GALO
  2. O PERFIL DO GALO
  3. GALO E TIMÃO, QUE SUFOCO!
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , ,

domingo, 30 de agosto de 2009 Campeonato Brasileiro | 20:47

MUITA TENSÃO E POUCA BOLA

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Quem esperava um clássico histórico entre São Paulo e Palmeiras se frustrou. Foi apenas um jogo dentro dos padrões convencionais: muita tensão, extrema marcação, pouca emoção e nenhuma invenção.

O Verdão dominou os primeiros 20 minutos, até que o zageiro Maurício Ramos se machucasse. A partir daí, com a entrada de Marcão, Muricy mudou o braço da viola, e voltou ao seu amado sistema com três zagueiros. Três pra cá, três pra lá, e permita-me dar um bocejo, pois nada mais aconteceria nesse jogo.

Como, aliás, não aconteceu.

O São Paulo, é verdade, foi um pouco mais agudo, nos contragolpes, mas pouco para o nível de expectativa desse jogo que poderia alterar alguma coisa na ponta da tabela.
Se imaginarmos que são dois dos grandes favoritos ao título do Brasileirão, que pobreza…

FLA, TIMBU E AVAÍ

O Flamengo se recuperou diante do Santo André, sábado, no Maracanã. Não porque meteu 3 a 0 nos azuis do ABC.

mas, sobretudo, porque jogou bem, sob o comando de Petkovic, o nome do jogo, logo ele, de quem nada se esperava quando voltou à Gávea da semi-aposentadoria, só pra cumprir um acordo comercial.

Pois, Pet, em um ou dois jogos, já é uma das atrações do campeonato, graças à sua técnica inexcedível.

Já o Avaí caiu, depois da incrível série invicta de onze jogos, diante do Coritiba, fora de casa. Mas, se há um caso em que se pode dizer que caiu de pé é este. O Avaí, embora jogando no campo inimigo, ainda que

perdendo, jamais perdeu o juízo e o domínio da partida. Continuou tocando a bola e esperando a chance que não veio, afinal.

Quanto ao Coritiba, mais uma vez, todos os louros para Marcelinho Carioca, mais uma vez, o motor da vitória e autor de mais um golaço.

Por fim, o Timbu, que renasce nas mãos de Geninho, meteu três no Furacão, lá nos Alitos, com direito a golaço de Bala – uma parábula lá do meio da rua que o goleiro nem viu.

INTER DESBANCA GOIÁS

Claro que a expulsão de Fernandão, ainda no começo do jogo, foi significativa. Mas, o fato é que o Inter goleou o Goiás e já saltou para o terceiro lugar, com um jogo a menos, ultrapassando o Sao Paulo.

E o fez sem seu goleador Alecsandro, substituído pelo garoto Marquinhos, mas, sobretudo, escorado na dupla de veteranos zagueiros – Indio e Fabiano Eller -, que deu a segurança que faltava à defesa colorada.

O Inter, não resta dúvida, é um dos poucos candidatos pra valer ao título.

PEIXE E RAPOSA

Os meninos da Vila enterraram ainda mais o Fluminense: 2 a 0, gols de André e Ganso, que joga muito, meu povo. Os meninos, claro. com o apoio do veterano Emerson, aquele.

Quem, contudo, segue patinando é o Cruzeiro, que empatou por 3 a 3 com o Vitória no Barradão. Esse resultado, em tempos normais, seria perfeitamente digerível. mas, na situação atual…

Notas relacionadas:

  1. A ROLETA GIRANDO
  2. O DOMINGÃO E OS DIABOS CAMPEÕES
  3. MUITA VISAGEM E POUCA SUBSTÂNCIA
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , , ,

sábado, 29 de agosto de 2009 Campeonato Brasileiro | 19:09

O CLÁSSICO ESCONDIDO

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Como prever o que poderá ocorrer no clássico decisivo entre São Paulo e Palmeiras se os dois treinadores escondem os times que entrarão em campo? Técnicos, esquemas, tradições, camisas, retrospectos, campo, tudo isso pesa, sim, num clássico desses. Mas, quem resolve mesmo a parada são os jogadores. Um deles colocado em posição errada, outro que fique de fora, podem fazer a grande diferença, no fim das contas.

Pegue o exemplo de Cleiton Xavier: joga, não joga? Se não jogar, Muricy optará por um volante tipo Sandro Silva ou Jumar, ou preferirá Deyvid Sacconi, que até hoje não se frmou no time, mas que leva mais jeito do titular do que os demais? ou terá uma recaída e escalará um terceiro zagueiro, pra bater ficha com o esquema do adversário, que herdou esse time dele mesmo, Muricy?

Já Ricardo Gomes, embora esconda o jogo, não dá sinais de que está muito preocupado com esses detalhes, pois deve ir com o sistema de jogo e a escalação que deram certo até à última rodada. Mas, deveria. Se, com seus três zagueiros, der espaço para o Palmeiras dominar o meio de campo, a coisa pode ficar preta – ou melhor: verde.

PELAS OROPA

Que sábado, nas Oropa, parceiro!

A começar pelo clássico inglês vencido pelo Manchester United por 2 a 1 sobre o Arsenal. Jogo mais emperrado do que se esperava, mesmo porque ambos cuidaram de reforçar a marcação no meio de campo, extraindo o poder de criação dos dois.

O Arsenal, embora tivesse o domínio das ações a maior parte do tempo, jamais foi aquele time de toque de bola hipnótico, muito por causa da ausência de Fabregas – Song, Eboué e Diaby, que prencheram o setor ao lado de Denílson, preferem a condução de bola e o drible. Mesmo assim, abriu o placar com Arshavin, e poderia ter ampliado com um tiro na trave de Van Persie, em cobrança de falta, e outra, diante do gol, perdida.

O Manchester, sentindo muito a perda de Ronaldo Cristiano, virou, em pênalti, sofrido e cobrado por Rooney, e num gol contra absurdo de Diaby.

Por falar em Cristiano Ronaldo, o português foi muito discreto na estreia do Real no Campeonato Espanhol, vitória por 3 a 2 sobre o Deportivo La Coruña. Kaká já foi um tanto melhor, e marcou presença com um passe genial para Benzema disparar no poste e Raúl marcar, no rebote. Enfim, o Real foi muito melhor mas ainda está longe de ser aquele timaço que poderá vir a ser.

Quem deixou o galáctico Real para refazer sua fama foi o holandês Robben, que entrou no segundo tempo contra o Wolsfburg para se transformar na sensação do Bayern de Munique, que recuperopu também o francês Ribéry: fez dois gols (num deles, deixou o beque deitado na área, num corte esperto) e algumas jogadas de alta classe.

Por fim, no clássico de Milão, Dio Mio1: 4 a 0 para a Inter, num jogo fogoso, em que Ronaldinho Gaúcho correu muito mas produziu pouco. Pelo andar da carruagem, a Inter vai levar o penta no beiço.

Notas relacionadas:

  1. PALMEIRAS, INTER E CRUZEIRO, NA MOSCA
  2. O DOMINGÃO E OS DIABOS CAMPEÕES
  3. VAI SER DURO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , , , , , , ,

sexta-feira, 28 de agosto de 2009 Campeonato Brasileiro, Clubes brasileiros, Ex-jogadores, Seleção Brasileira | 15:04

LOVE E SANDRO

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Finalmente, o Palmeiras fechou o negócio. E que negócio! Vágner Love, a grande revelação verde das últimas décadas, voltou ao ninho antigo. E voltou num momento de alta da equipe, que carecia justamente de um atacante de sua linhagem, desde a breve e polêmica passagem de Keirrison pelo Palestra Itália.

É verdade que Obina vem quebrando um galhaço ali no comando do ataque palestrino. Aliás, a chegada de Vágner não obrigatoriamente exclui a presença de Obina no mesmo ataque, embora mais judicioso seria colocar pelas beiradas alguém no estilo de Willians ou Marquinhos, se recuperado, tecnicamente, ao nível do que apresentava na temporada passada.

De qualquer forma, com Diego Souza e Cleiton Xavier criando jogadas para Love, o Palmeiras, já líder, ganha uma força extra para arrancar de vez em direção ao título.

A VEZ DE SANDRO

Confesso que não me surpreendo com a convocação do menino Sandro, do Inter, para o lugar de Josué na Seleção Brasileira que vai enfrentar a Argentina e o Chile, na sequência das Eliminatórias.

O rapaz joga muito bem e tem sólido currículo nas categorias de base da Seleção Brasileira. Sim, claro, Pierre, o maior ladrão de bola do futebol brasileiro há duas temporadas, mereceria também essa chamada. Aliás, Pierre tem um perfil técnico e físico mais semelhante ao de Josué do que Sandro: sai mais para o jogo, é veloz e erra poucos passes.

Hernanes também seria outra boa indicação, já que voltou a jogar bem. E não se iluda o amigo com esse papo de que Hernanes não poderia ser primeiro volante. Bobagem. Já foi, e com alto rendimento.

Mas, não considero isso um problema. O problema é que já temos um excesso de volantes na Seleção. E uma carência atroz de meias. Dunga, portanto, poderia reequilibrar um pouco esse setor com a convocação de um Diego Souza, m Cleiton Xavier, um Diego, que está jogando muito na Juventus, enfim, alguém com esse talhe técnico.

Notas relacionadas:

  1. QUEM NO LUGAR DE KAKÁ
  2. VITÓRIA NA HORA CERTA
  3. NA DECISÃO, VERDÃO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , ,

quinta-feira, 27 de agosto de 2009 Campeonato Brasileiro | 00:16

NOITE FELIZ

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Foi uma noite luminosa: em dois jogos, dez gols, boa técnica, lances de categoria, e muita emoção nas alternâncias do placar.

Na Vila, o Santos disparou 2 a 0 logo de início, com direito a um belo gol de Kleber Pereira, mas o Inter chegou ao empate, e à virada, já no seundo, com três gols de Alecsandro, que se não tem o brilho de Nilmar, substitui o ídolo colorado com uma eficiência rara. Kléber Pereira empatou logo em seguida, e o jogo seguiu no fio da navalha até o fim.

Na Arena, o Barueri abriu o placar logo aos 20 segundos de bola rolando, deu as cartas durante todo o primeiro, para tomar a virada, com golaço de Elias, no segundo, mas conseguiu o empate mais adiante, justamente quando o Timão estava melhor.

Boa noite, meu.

Notas relacionadas:

  1. DOIS PIPAROTES DO GALO
  2. TRÊS VEZES OBINA
  3. RODADA COM AR NOSTÁLGICO
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , ,

  1. Primeira
  2. 10
  3. 18
  4. 19
  5. 20
  6. 21
  7. 22
  8. 30
  9. Última