E o Palmeiras voltou ao topo da tabela do Paulistão, ao bater o Guará, lá, por 3 a 2, desta vez, sem o auxílio direto de Assunção. A virada verde deu-se mais graças às arrancadas fulminantes de Maikon Leite e àquele tirombaço de João Vítor, que selou o placar, quando o Verdão corria riscos de levar o empate, apesar da vantagem de dois jogadores a mais.
Aliás, o Guaratinguetá, enquanto inteiro em campo, deu uma canseira danada ao líder, que, por sua vez, manteve a habitual organização e correu muito também.
Na véspera, o São Paulo havia passado pelo Paulista, por 3 a 1, três gols do menino William José, que saiu das cinzas para se transformar no artilheiro da equipe e do campeonato, com sete gols em cinco jogos. Só nesta quarta, ele fez os três do Tricolor.
O diabo, para o rapaz, é que foi expulso, e, com a volta de Luís Fabiano, só Deus sabe quando terá nova chance.
Chance rara é de se ver o Imperador Adriano em campo. Então, aproveite, fiel amigo, e rasgue sua fantasia neste sábado de carnaval em São Caetano, onde, finalmente, Adriano se apresentará desde o início com a camisa do Timão, contra o Azulão.
Outra chance: a de Adriano disparar todos aqueles gols acumulados nos dez meses de espera, ajudando o seu time a fazer uma diferença de cinco gols sobre o São Caetano para poder superar o Palmeiras no topo da tabela.
Quem sabe, né?
ÉTICA DE RESULTADOS
Bem que eu andava desconfiado de que, na hora H, não haveria renúncia alguma de Teixeira (ver o texto abaixo, “Já vai tarde”, postado como “Ciao, Teixeira. Ciao mesmo?”, ontem ou anteontem, já nem lembro).
O bicho está lá há quase um quarto de século, e a mamata é boa demais. Mesmo porque ele está cansado de saber que o tempo é o senhor da razão, como dizia aquele que foi banido do Planalto por tantas maracutaias para voltar nos braços do povo na fantasia de representante de Alagoas no Congresso Nacional.
Eu disse aquele, mas são muitos. Como, por exemplo, o ex-governador de Brasília, o que assinou o polpudo cheque do jogo com Portugal, estopim de uma das últimas denúncias contra Teixeira – 8 milhões de reais dos contribuintes para promover um amistoso da Seleção.
Pois o indigitado já havia renunciado ao mandato de deputado federal para não ser cassado. E, como castigo do eleitorado de Brasília, voltou como governador do Distrito Federal.
Que beleza!, como diria nosso Milton Leite.
Claro, o indivíduo continuou aprontando até cair definitivamente nas malhas da lei. Definitivamente? Sei lá. Amanhã, quem sabe, não reaparece como presidente eleito do Brasil?
No caso Teixeira, não duvido que ele esteja deprimido e até mesmo com vontade de largar tudo, inclusive o Brasil, como dizem por aí. Assim como não duvido que tenha sido demovido da ideia de renunciar ao cargo de presidente da Fifa e de seu posto no Comitê da Copa por um seleto grupo de amigos. Dentre eles, Ronaldo Fenômeno, seu ex-desafeto, que saltou à boca de cena, enquanto Teixeira se esgueirava nas sombras da posse de Bebeto no tal comitê, e sentenciou:
- Afinal, foi ele quem trouxe a Copa para o Brasil.
Então, tá. Uma frase que resume todo o compêndio de ética que serve de guia ao futebol brasileiro (ou será a vida do brasileiro em geral?): quem faz, leva; quem não faz, bate palmas.
Já tínhamos o futebol de resultados, aquele que despreza a arte ou qualquer traço de criatividade no lúdico jogo da bola. Agora, temos também a ética de resultados.
BOLA FORA DE ROMÁRIO
Romário, como um dos quatro maiores centroavantes de nossa história, ao lado de Friedenreich, Leônidas da Silva e Ronaldo Fenômeno, conhecia todos os segredos da grande área. Mas, pelo visto, desconhece a essência de seu novo ofício – o de deputado federal – ao pedir interferência do governo federal na eventual sucessão de Ricardo Teixeira na CBF.
As intenções de Romário são as mais nobres e justas e exprimem, por certo, o desejo da maioria dos brasileiros: que alguém lá de cima escolha entre os tantos impolutos e competentes brasileiros um que assuma a CBF e imprima novos rumos à entidade, dentro dos padrões éticos exigidos pelo cargo e com a devida competência.
Aliás, esse é um vezo do brasileiro em geral, que até agora não conseguiu entender direito como funciona essa tal de democracia, regime reconquistado com muito sangue e amargura há pouco tempo: o de buscar o atalho para seus problemas aberto por alguém lá de cima – o pai de todos, de preferência, o Divino, e, se necessário por um ato de força.
O bom e saudável no nosso sistema de governo é justamente a ausência do ato de força, do atalho cortado pela autoridade suprema, que, por princípio, não detém o poder absoluto da verdade, tampouco é infalível.
Romário pede que dona Dilma tire da bolsa a chave que abrirá os cofres da honestidade e da competência e de lá retire o nome do messias que salvará nosso futebol dos oportunistas, incapazes e desonestos.
Ora, ora, se a presidente possuísse essa chave mágica, não estaria tão embaraçada com tantos ministros, por ela mesma escolhidos, desabando ao peso de denúncias de irregularidades e corrupção.
Já vivemos tempos tenebrosos em que o ditador de plantão mandava prender e soltar a seu bel prazer, sob a égide da honestidade conferida pela farda que vestia, e o resultado não poderia ter sido mais desastroso.
Se o amigo mais jovem quer saber, ainda pagamos caro por aquelas estripulias, sobretudo no campo da educação, pilar de qualquer civilização.
Como deputado federal eleito em sufrágio universal, Romário jurou defender a Constituição no Congresso Nacional, a casa onde reinam as diferenças. E a Constituição separa nitidamente as esferas de ação do público e do privado.
A CBF é uma entidade privada, portanto infensa à ação direta do governo em suas atividades.
Claro, tudo na vida é política, até mesmo as relações familiares. E a presidente da República, pelos poderes que lhe são conferidos, pode perfeitamente manobrar politicamente em nome deste ou daquele eventual candidato à sucessão de Teixeira. Isso faz parte do jogo democrático.
O diabo é escolher entre os possíveis candidatos aquele com o perfil exigido por Romário e o povo brasileiro.
Mesmo porque o sujeito entra lá com as vestes brancas de uma vestal, e acaba saindo com o rosto borrado da mais pesada e vulgar maquiagem.
Então, não há solução? A curto prazo, não. Mas, a longo, sim. Isso, se o brasileiro souber utilizar as ferramentas adequadas oferecidas pelo sistema em que vivemos, graças a Deus!
Ou seja: o poder do exercício da cidadania. Que cada um pressione seu respectivo clube a eleger presidente capaz de bem escolher o mandatário de sua respectiva federação regional. E que este saiba, na sequência, separar o melhor para a CBF.
Penoso e longo caminho, não? Mas ou é assim, ou fica como está, mudando-se apenas as moscas, pois atalho não há. Nem deve haver, para o nosso bem.
NOCHE TRISTE
Dois empates e uma derrota, esse foi o saldo da noite brasileira na Libertadores. E o mais irônico é que justamente o derrotado – o Santos – foi aquele que mais merecia sair das nuvens de La Paz com a vitória, tantas foram as oportunidades perdidas, bola na trave e outros bichos.
Mas, o mais inacreditável nessa aventura santista na Libertadores foi a falta de cuidados do clube no caso de Juan. O lateral saiu do Brasil escalado como titular por Muricy. E, só quando se aprontava para entrar em campo ficou sabendo que estava impedido, pois teria de cumprir expulsão em jogo anterior pelo torneio.
Aí, Muricy teve de improvisar Fucile na lateral-esquerda e escalar Pará na direita, os dois mais inoperantes da equipe, que perdeu para o Strongest por 2 a 1, com gol no último minuto de partida.
Gol de cabeça no último instante, porém, foi o que salvou o Corinthians de uma derrota em San Cristóbal, diante do Deportivo Tachira. Uma angústia só, pois o Timão, depois de um início promissor, tomou o gol de Herrera, num vacilo da defesa, refluiu e só voltou à tona no segundo tempo, quando criou as melhores chances e acabou, por fim, empatando um jogo tenso e sempre imprevisível por conta dos contragolpes rápidos dos venezuelanos.
Mas, se o Corinthians terminou o jogo em cima do Tachira, o Flamengo viveu angústia oposta: o Lanús foi quem obrigou o goleiro Felipe a se desdobrar para evitar o pior. Felipe e a retranca feroz armada por Papai Joel em Buenos Aires, sobretudo depois de Leo Moura ter aberto o placar.
Moral da história: nem euforia – no máximo, alívio, no caso do Corinthians -, nem depressão. Esse, afinal, foi apenas o primeiro passo desses três brasileiros no longo caminho da Libertadores.
IBRA E ROBINHO
Foi um massacre do Milan sobre o Arsenal, no San Siro, com direito a exibição de gala de Ibrahimovic e dois gols de Robinho, que matou a pau no segundo tempo: 4 a 0!
Mas, o que mais me chamou a atenção foi a enxurrada de mensagens dos telespectadores da Espn durante a transmissão da partida, pedindo a cabeça do técnico Arséne Wenger.
Talvez aí esteja a raiz desse futebol atrasado e insosso que praticamos de hábito no Brasil. Basta qualquer derrota, a galera e a torcida de carteirinha (os cartolas do clube) já partem de machado em punho para decapitar o treinador.
Resultado: nossos treinadores, sempre na corda bamba, morrem de medo de arriscar um jogo mais ofensivo e agradável de se ver. É um salve-se quem puder interminável e quem paga o pato é esse mesmo torcedor, que fecha o ciclo vicioso do nosso atraso.
Wenger é um dos caras mais bem preparados do planeta nesse negócio do futebol. E os ingleses, que são tão passionais como os brasileiros nas arquibancadas, fora delas não são os idiotas que supomos. Ao contrário: não só construíram um império, como inventaram o próprio futebol.
Por isso, Wenger está lá no Arsenal há mais de quinze anos, com todas as glórias conquistadas e as derrotas amargadas.
JÁ VAI TARDE
Informações vindas de várias fontes conduzem a um desfecho feliz: a partir de amanhã estaremos, finalmente, livres de Ricardo Teixeira. Seja por renúncia, seja por um pedido de licença daqueles que acabam sendo uma saída definitiva.
Isso, porque o cartola, rejeitado tanto pela Fifa, na figura de Blatter, quanto pelo governo brasileiro, na figura da presidente Dilma, e acossado por denúncias cada vez mais sólidas de irregularidades e corrupção, já não teria como se sustentar ainda na presidência da CBF e na do Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014. Muito menos dar sequência ao seu projeto mais ambicioso: eleger-se presidente da Fifa, mesmo porque o seu colégio eleitoral na entidade, cevado a muitos trambiques, foi praticamente decepado por Blatter ainda outro dia.
Mas, atenção: Teixeira já deu sinais de que iria largar a rapadura antes, à época em que corria no Congresso Nacional a tal CPI do futebol; quando as coisas amansaram, voltou atrás e seguiu adiante, todo pimpão, se é que tal adjetivo cabe na cara sempre enfarada do cartola.
É sempre, pois, saudável manter um pé atrás com esse povo.
Mas, admitamos que venha a renúncia, a ser comemorada com champagne francês, caviar Beluga e finíssimas fatias de salmão, quando baixarem os eflúvios das celebrações, o que teremos diante de nós?
Um quadro tétrico, no mínimo, feito de sombras assustadoras rondando o trono vazio de Teixeira: Marco Polo Del Nero, Andrés Sanchez, José Maria Marin, essa turma.
A festa, de imediato, vira desolação.
O NEGÓCIO DOS EMPRESÁRIOS
Estava ainda há pouco ouvindo as explicações do agente de Alex Silva sobre o negócio gorado com o Santos. E o próprio admitia que, em meio às tratativas, havia um quesito: o pagamento, pelo clube, do valor referente à comissão do empresário do jogador.
Antes de mais nada, quero deixar claro que não sou contra a atuação dessa figura que ganhou vulto nos últimos tempos. Ela, na verdade, ocupou o espaço deixado em aberto pelos clubes, que não souberam (e ainda não sabem) se organizar no sentido de trançar uma rede de garimpeiros de futuros craques mundo afora. Nesse vazio, medraram os chamados empresários.
Assim como eles serviram pra romper aquele regime de Casa Grande e a Senzala que imperava na relação entre clube e jogador, em que o grande prejudicado era sempre o ator principal do jogo.
Nem vou entrar no velho chavão de que há bons e maus empresários, coisa própria da natureza humana em qualquer atividade.
Quero me deter num pequeno detalhe, o das comissões auferidas por esses empresários, em caso de negociações do jogador de um clube para outro.
Ora, o vínculo contratual é entre o empresário e o jogador, pois, não? Então, por que cargas d’água, o clube é quem deve pagar essas comissões? Não seria o jogador o responsável legal por esse ônus?
A lógica do negócio é clara. O jogador contrata o agente e lhe paga pelos serviços prestados, seja em salários, seja em comissões. O clube contrata o jogador e a ele paga o devido no acordo. O empresário apenas representa os interesses de seu cliente nas negociações.
Mesmo porque, se, além disso, o clube desembolsar diretamente para o agente um valor referente á comissão desse cara, a coisa passa a soar como suborno, do tipo, olhaqui, você convence seu jogador a vir pro meu time que eu lhe dou este por fora.
Não é necessariamente isso. Mas, que parece, parece.
CRAQUE SEM LIMITES
Aos 43 minutos do segundo tempo, o Barça vencia o Lverkusen por 2 a 1, e, embora exercesse aquele domínio de bola absurdo de hábito, corria certos riscos de empate, quando Messi recebeu a bola no círculo central e foi agarrado pela cintura por um adversário.
Qualquer jogador no mundo, nessas circunstâncias, abriria os braços e deixaria o juiz apitar a falta, com a subsequente queima de tempo na cobrança demorada, claro. É a velha malandragem brasileira ou a picardia argentina, se o amigo preferir.
Mas, Messi não é qualquer um. É simplesmente aquele menino com talento incomparável, título de melhor do mundo e insaciável fome de bola e de gol. Então, Messi forçou a passagem, deu dois passos e serviu Daniel Carvalho na cara do gol.
Quem, no entanto, pensar que já havia cumprido seu papel com louvor engana-se. E aí contou com o sangue frio e o descortino de Daniel Alves que, em posição de finalizar a gol, vislumbrou a chegada em alta velocidade de Messi e meteu-lhe a bola na medida para mais um gol histórico desse craque sem limites.
SELEÇÃO
Saiu a lista da Seleção para o amistoso com a Bósnia, nem definidamente a Olímpica, nem a principal dos nossos sonhos. Isso, antes de tudo, porque o futebol brasileiro vive um momento de transição, de troca de gerações, ainda atado a conceitos táticos superados nos principais centros mundiais.
Exemplo disso, a chamada para o nosso meio de campo, onde prevalecem os volantes sobre os meias: 4 a 3. A conferir: Hernanes, volante até o fim da vida, ainda que atue mais avançado na Lazio, Elias, Fernandinho e Sandro, contra Ronaldinho Gaúcho, Ganso e Lucas.
No rigor da análise, aliás, só Ganso é um autêntico meia-armador, pois Ronaldinho joga mesmo há muito tempo ali na ponta-esquerda e Lucas é um meia ponta-de-lança nato, desses que pegam e bola e saem rompendo (ou não) as defesas aos dribles, praticamente, um atacante.
E Ganso, depois de tantas ausências por lesões, ainda não conseguiu readquirir seu ritmo ideal, embora venha melhorando nessa sua última volta ao time do Santos.
Quanto a Ronaldinho, é aquela velha história: conhece todos os segredos da bola, mas há tempos, avidamente, guarda-os só para si, não reparte com mais ninguém, a não ser esporadicamente – um passe aqui, um drible ali, ponto.
Sua convocação só se justifica como sinal para os patrocinadores dos jogos da Seleção de que nossas estrelas estarão em campo contra a Bósnia ou quem seja, pois se trata ainda de um nome planetário.
Já Lucas, a exemplo de Ganso, tem idade olímpica, mas, também, não se firmou definitivamente como craque indiscutível, já que, no São Paulo, tem oscilado de jogo pra jogo – ora, faz uma série de jogadas magníficas e ganha o jogo para o seu time; ora desaparece naquele buraco negro da ponta-direita.
O diabo para essas posições (meia-armador e meia ponta-de-lança) é a escassez de talentos na praça.
E Kaká, que ficou de fora, depois de ter sido chamado na última vez, quando teve de pedir dispensa por lesão? Bem, nosso craque, que já foi o maior do mundo, não está conseguindo cavar sequer um lugar de titular no Real, apesar de já recuperado física e tecnicamente. Entrou algumas vezes, fez gols, jogou bem, jogou mal, enfim, segue naquela zona de incerteza, da qual só sairá, pelo visto, quando partir de Madri.
Muito mais do que Kaká, surpreende-me a ausência de Oscar, que tem idade olímpica e bola de gente grande. É o cara ideal, nas circunstâncias atuais, para fazer as funções de Ganso ou ao seu lado, e está esmerilhando no Inter, tanto no Gauchão quanto na Libertadores.
No tocante aos volantes, apesar das pequenas distinções entre eles, são todos mais ou menos do mesmo nível, de mediano pra bom, com Hernanes levando boa vantagem técnica, mas, perdendo na velocidade. Nada, enfim, que inspire ou arrebate.
Nada comparável, por exemplo, ao desempenho deslumbrante daquela dupla de volantes do Santos do primeiro semestre de 2010, formada por Arouca e Wesley, que está voltando ao nosso futebol.
O diretor de futebol, Andrés Sanchez, porém, caiu na esparrela de anunciar o fim das experiências, o que é uma bobagem, com o perdão da palavra. Pois, essa história de formar o grupo fechado dois anos antes da Copa já se revelou improdutiva quando não impossível, pela velocidade das mutações nesse campo mágico do futebol.
Entre outras coisas, porque a Seleção Olímpica, pelo andar da carruagem, será inevitavelmente a base do nosso time na Copa do Mundo de 2014. Mesmo que sobrevenha um desastre em Londres, pois isso já aconteceu várias vezes no passado. É Darwin, meu amigo, aquele que andou falando sobre uma tal de evolução seletiva.
Mas, caminhemos em direção ao ataque, sem não antes dar um recuo à defesa, onde a única estranheza é a presença de um lateral-esquerdo a mais: além de Marcelo e Alex Sandro, Adriano. Pra quê? Mistério.
Agora, chegamos à frente, onde estão listados Neymar, Leandro Damião, Hulk e Jonas. Sobre a dupla Neymar e Leandro Damião, nada a acrescentar, além do óbvio. Jonas está muito bem no Valencia e Hulk tem sido útil nas últimas convocações. Mas, ainda falta aquele salto de qualidade espetacular, dois craques que possam substituir os titulares com talento superior.
Sinais dos tempos.