VASCO JOGOU MUITO. E DEU GALO! | Blog do Alberto Helena Jr.

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domingo, 12 de agosto de 2012 Sem categoria | 21:26

VASCO JOGOU MUITO. E DEU GALO!

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Essa talvez tenha sido a melhor exibição do Vasco neste Brasileirão. E deu Galo, o que prova a força linear desse líder folgado, com um jogo a menos na tabela. E mais uma vez, gol de Jo, e mais uma vez, show de Bernard, e mais uma vez Ronaldinho Gaúcho dedicado em campo, e mais uma vez Marcos Rocha exemplificando como um lateral-direito de escol deve jogar.

Bem, de qualquer forma, esse vacilo do Vasco permitiu ao Flu ultrapassá-lo na classificação, ao bater o Palmeiras por 1 a 0 no Engenhão, gol de Jean.

Não, não foi uma atuação brilhante do Tricolor carioca, apenas o suficiente para merecer a vitória, em noite dos dois goleiros – Cavalieri e Bruno –, ainda que nenhuma das duas equipes tenha criado muitas chances de perigo.

Assim como o outro Tricolor, o gaúcho, não brilhou no Morumbi, mas emocionou ao virar sobre o São Paulo, no finalzinho da partida, com aquele gol de André Lima.

Na verdade, ninguém que eu tenha visto em ação brilhou nesta rodada. Nem o Inter, que penou para vencer a Ponte em casa, nem o Cruzeiro, ao bater o Bahia no Pituaçu, sábado, nem mesmo o Corinthians, na virada sobre o Coritiba, no Alto da Glória, com um golaço de letra de Romarinho, que não marcava desde as glórias da Libertadores.

Ops, houve, sim, quem brilhasse: Patito Rodriguez que estreou coroado no Santos, no empate por 2 a 2 com o Atlético GO, sábado, no Pacaembu. Seu time perdia por 2 a 0 e levava um passeio tático do adversário quando o argentino entrou no intervalo. Fez um gol e por pouco não faz mais dois, distribuiu passes exatos pra todos os lados, e acertou o passo com seu compatriota, Miralles, que também entrou para marcar o gol de empate.

Ah, sim, e que dizer de Vagner Love, na vitória do Flamengo sobre o Náutico, em volta Redonda, sábado? Marcou os dois gols de seu time e infernizou a defesa timbu do início ao fim. Está jogando o fino o nosso Love.

Autor: Alberto Helena jr. Tags:

6 comentários | Comentar

  1. 6 luiz carlos barbosa 14/08/2012 19:00

    Mano vai continuar !!!….que coisa horrivel para nosso futebol, mesma escola de Tite e Cia que coloca o centro-avante para jogar de zagueiro.

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  2. 5 Gustavo K 14/08/2012 16:27

    Helena, acho que você está precisando de umas férias… O Vasco jogou muito?? Onde?? O Atlético finalizou 14 vezes a gol, contra 4 do Vasco. O Galo dominou amplamente a partida, basta ver as estatísticas.

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  3. 4 Marcos Paulo Oliveira 13/08/2012 15:20

    Já está parecendo perseguição com o Palmeiras!

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  4. 3 Renato 13/08/2012 11:29

    PRECONCEITO DECLARADO!!!! NO FUTEBOL???? NO BRASIL????

    Fiquei estarrecido quando li uma postagem feita por um pseudo jornalista chamado Luiz Augusto Simon, vulgo “Menon”. Nela ele afirma que o futebol brasileiro não está fazendo mais a “alegria do povo” como em tempos de outrora, e responsabiliza os atletas evangélicos, por conta de sua postura, pela tristeza nacional do nosso futebol. Na referida postagem o “infeliz pseudo repórter” usa o exemplo do jeito alegre e espontâneo de Usain Bolt, o velocista jamaicano, afirmando que os atletas evangélicos deveriam adotar a mesma forma de ser e agir do corredor africano. Abaixo apresento o texto na íntegra:

    “O futebol brasileiro com seus atletas evangélicos, fanáticos que não conseguem ver nada à frente a não se o dedo de seu deus fariam muito mais a alegria do povo se fossem alegres e espontâneos como Usain Bolt.”
    (Autor: Luís Augusto Simon, apelido de Menon, atualmente trabalha como jornalista da Revista ESPN e no site Trivela, fonte: http://trivela.uol.com.br/blog/menon/bolt-faz-falta-ao-futebol-brasileiro)

    É espantoso como ainda permitem que gente preconceituosa e ignorante leve o título de um profissional tão importante como o de jornalista, e lamento muito, que instituições como o UOL, a ESPN e o site TRIVELA, permitam que o preconceito ainda permeiem suas “páginas” jornalísticas.
    Afirmar que o desgosto nacional, que o desinteresse pelo futebol, e que a falta de alegria no esporte são de responsabilidade da postura dos atletas evangélicos é, no mínimo, preconceito religioso. Particularmente defendo que, tais jornalistas teriam que ser extirpados do cenário jornalístico brasileiro, pois, gente deste tipo produz os pensamentos reacionários que maculam a maravilhosa tolerância religiosa que existe em todos os setores da sociedade brasileira, pois, todos tem a liberdade de expressarem seus credos e convicções, seja evangélico, seja católico, seja espírita, seja umbandista, seja ateu, ou qualquer outra religião, nenhum destes grupos podem ser covardemente responsabilizados pela falta de alegria, no Brasil, do esporte mais popular do mundo.
    Um jornalista de verdade saberia discernir as verdadeiras razões da manifestação do fenômeno nominado de tristeza do futebol brasileiro, contudo, mesmo sem ser jornalista, tentarei ajudar este amador das notícias, pois então vejamos:
    1) como ter alegria em um futebol desorganizado e estruturalmente amador?
    2) como ser feliz diante de tantos escândalos de corrupção no futebol?
    3) como regojizar-se diante da realidade de que muitos jogadores de nosso futebol não tem uma postura de atleta e sim de baladeiros e peladeiros de final de semana?
    4) como postular a felicidade, se muitos de nossos jogadores são péssimos exemplos de moralidade para as futuras gerações?
    5) como sorrir, diante de clubes de futebol que são verdadeiras máfias financeiras?
    6) como exteriorizar contentamento, se o tráfico de influências e o jogo podre da política permeou as instituições do nosso futebol?
    7) como sentir a mágica atmosfera de alegria proporcionada pelo futebol, se ele é usado como ópio para anestesiar o povo em relação aos grandes escândalos nacionais (julgamento do mensalão, aprovação do aumento salarial dos políticos, e outros)?
    8) como vislumbrar o sorriso espontâneo e um expectador do futebol, se a imprensa esportiva é preconceituosa e tendenciosa, a ponto de não esconder seus podres até mesmo diante das câmeras de televisão?
    9) como sentir alegria, se ainda há no futebol coisas como: cascas de banana em campo, preconceito religioso por parte dos jornalistas esportivos, os mosquitos da África, e outras “twitadas”?
    10) como ser feliz, se ainda tenho que escrever tais coisas, para combater as influências nefastas das mentes pequenas que ainda existem no contexto do futebol brasileiro?
    Por fim, infeliz jornalista, já que estamos falando de preconceito religioso, pense um pouco no decálogo acima, e que você e as instituições jornalísticas que lhe dão suporte, possam questionar o que realmente deve ser questionado, talvez consigamos resgatar AS ALEGRIAS FUTEBOLÍSTICAS DE OUTRORA!!!!

    O FUTEBOL É DEMOCRÁTICO, ABAIXO TODA A FORMA DE PRECONCEITO!!!!!

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    • José 15/08/2012 16:52

      Renato, acho que você deveria reler o texto do Menon. Pois pelo seu comentário você parece ser um cara bem inteligente e acho que apenas interpretou mal o texto do jornalista. Para começar eu também li o texto dele e não vi nenhum preconceito religioso como você viu! O cara em nenhum momento está questionando o fato do cara ser evangélico ou não ou a própria religião em si, ele simplesmente compara (e acredito eu) as comemorações dos nossos jogadores com Bolt. O Bolt é espontâneo, carismático e acima de tudo comemora SEUS feitos muito bem e brinca com a torcida. Acho que o Menon quis dizer, foi apenas que nossos jogadores vivem comemorando seus gols exaltando a Deus/Jesus e outras formas de expressarem sua religiosidade (e claro não tem nada errado nisso), ao invés de enaltecerem seus feitos. Por exemplo, você não vê nenhum jogador falando que foi culpa de Jesus quando ele perde um gol na cara…mas quando o cara faz aquele golaço sempre é Deus. De novo, não criticando religiosidade, não tenho nada contra ela (assim como acho que o Menon). Apenas concordo com ele, que seria mais divertido ver um jogador comemorar seus gols como o Bolt faz, ao invés de ver camisas “100% Jesus”.

    • mizael m nascimento 14/08/2012 13:38

      renato ,nota dez seu comentario,,quanto a esse jornalista preconceituoso ,,babaca,só um alerta,,[jesus disse] aquele que tocar num desses meus pequeninos,é mesmo que tocar na menina dos meus olhos,,

    • Alberto Helena jr. 14/08/2012 10:34

      Meu caro, conheço o Menon há um bom tempo. E sei que, além de excelente jornalista, é um cara sem preconceitos. Posto aqui sua mensagem. Mas, permita-me esta ressalva.
      Abraços

  5. 2 Cássio 13/08/2012 2:03

    Aprecio muito seus comentários Sr. Helena, mas pelo seu título nesta matéria, acredito que vc viu outro jogo dizendo que o Vasco jogou muito. Basta olhar as estatísticas do jogo aqui mesmo no IG e ver os melhores momentos do jogo. Abçs.

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  6. 1 João Sardinha 12/08/2012 22:20

    A permanencia de Mano Menezes no cargo de técnico é uma afronta à torcida brasileira. Não temos porque defendermos Mano na seleção. Não é nada pessoal, são seus resultados seus números à frente do time depois de mais de 2 anos. Fora Mano funcionário de uma empresa privada já teria sido demitido. Ninguem fica com funcionário que dá prejuizo, não apresenta resultados ou não atinje as metas e o pior, tem a desconfiança dos eus clientes no caso a torcida.Porém, em se tratando de CBF tudo é possível. Uma entidade com pouca ou nenhuma transparencia, que faz do futebol um balcão de negócios cujos objetiovs são desconhecidos da maioria, certamente é de se esperar que continue achando que tudo está bem e não há necessidade de se mudar nada. É por essas e outras que o nosso futebol chegou ao fundo do poço e ocupa hoje uma colocação inimaginável e vergonhosa de 13 lugar no ranking da FIFA.

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