O PRESENTE DE LÉO | Blog do Alberto Helena Jr.

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quarta-feira, 23 de maio de 2012 Clubes brasileiros, Libertadores | 14:42

O PRESENTE DE LÉO

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Na minha Seleção do Santos que vi jogar até hoje, ele ocupa a lateral-esquerdo, ao lado de Gilmar, Carlos Alberto, Mauro Ramos de Oliveira e Ramos Delgado.

Mas, aos 36 anos de idade, prestes a pendurar as chuteiras, Léo era o último nome a ser lembrado para salvar a pele do Peixe nesse jogo de vida ou morte na Libertadores contra o Velez.

Sucede que o zero a zero fatal para o Santos escorria monotonamente segundo tempo adiante, sem grandes emoções a não ser aquela mistura amarga de ansiedade e desesperança, quando, aos 27 minutos, Muricy resolveu colocá-lo em campo no lugar de Juan, que realmente não estava dando conta do recado.

Até então, o Velez havia feito o primeiro tempo passar sob sua guarda, eficientíssimo na marcação avançada, impedindo a saída lúcida do Santos de sua defesa e anulando, mais uma vez, Neymar, em outra participação impecável do menino Peruzzi.

Bem que Neymar atirava-se ao jogo, apresentava-se para iniciar as jogadas de ataque de seu time, enfim, participava, mas não conseguia jogar. A grande chance surgiu naquela escapada que resultou na falta e subsequente expulsão do goleiro Baraveno, cobrança desperdiçada por Elano.

Com um a menos, o Velez, na etapa final, trocou a marcação por pressão no campo adversário por uma retranca bem armada aqui atrás, à espera do contragolpe mortífero, que não veio, diga-se.

O Santos, todavia, não conseguia romper esse ferrolho, a não ser naquele único lance em que Kardec, cara a cara, chutou sobre o goleiro. Isso, porém, aconteceu já com Leo em campo, dois minutos antes do lance decisivo.

Lance que começou, aos 32 minutos, com Ganso para Leo, de Leo para Ganso, que, então, executou aquele passe milimétrico entre dois zagueiros argentinos, para Leo, na entrada da área rolar em direção a Kardec, que, de canhota, meteu no canto esquerdo.

Eis, então, que vamos para a tortura da cobrança de pênaltis. Os argentinos erram um e o outro Rafael pega. A bola da classificação para as semifinais caiu diante de Léo, que, com extrema categoria, resolveu a questão.

Foi o presente do veterano craque ao clube que o consagrou nas celebrações do seu Centenário.

E que presente, ufa!

NO APITO FINAL

Os dois jogos decisivos das quartas de final da Libertadores foram decididos no apito final, o que dá a medida da tensão que cercou o Engenhão e o Pacaembu nesta noite de quarta-feira.

No Engenhão, até que o Fluminense conseguiu controlar os nervos, pôr a bola no chão, anular o sistema de armação do Boca (leia-se Riquelme) e transformar em realidade o sonho do pai de Carleto, que previu o filho marcando um gol de falta. Não deu outra, aos 17 minutos de bola rolando.

Como o Boca melhorasse um tantinho no segundo tempo, sem, contudo, ameaçar seriamente a meta de Cavalieri, e o Flu refluísse outro tanto, o jogo caminhava para a decisão por pênaltis.

Isso sem falar em dois gols feitos perdidos por Rafael Moura.

Mas, aos 45 minutos, Riquelme surge na entrada da área para dar um tapa em direção a Rivero, que disparou, e, no rebote de Cavalieri, Santiago Silva rematou.

E assim o sonho se desfez em cruel realidade.

No Pacaembu, Corinthians e Vasco correram o tempo todo sobre o fio da navalha. Tamanho era o nervosismo das duas equipes que o jogo se resumia em esticões da defesa para o ataque, inócuos chuveirinhos nas áreas e um troca-troca de passes errados incessante, do início ao fim da partida.

Momentos realmente críticos, apenas dois: aquela escapada de Diego Souza, aproveitando-se de falha de Alessandro, sozinho, diante de Cássio, que salvou pra corner, e o disparo no poste de Emerson, também desviado por Fernando Prass, de ponta de dedos.

Mesmo assim, a Fiel não desanimou em momento algum, até explodir em alegria quando Paulinho, aos 43 minutos do segundo tempo, acertou aquela cabeçada impecável, dentro das mais rigorosas regras da arte. Um prêmio para o maior jogador do Corinthians ao longo das duas últimas temporadas e a chance para o Corinthians disputar o direito de lutar diretamente pelo título da América, o sonho de muito tempo.

COPA DO BRASIL

Palmeiras, São Paulo e Coritiba, como se esperava, seguiram na noite desta quarta-feira em direção às semifinais da Copa do Brasil.

O Verdão, depois de um primeiro tempo em que foi subjugado pelo Furacão na Arena de Barueri, ao receber os reforços de Luan e Maikon Leite, na etapa final, definiu o placar de 2 a 0, mais do que suficiente para atingir seu objetivo.

Quem, porém, extrapolou foi o Coxa, que meteu 4 a 1 no Vitória, no Couto Pereira, e de virada, creia. Agora, espera o São Paulo, pra ver qual dos dois irá para a decisão do título do torneio, com direito a vaga na Libertadores.

O mesmo São Paulo que, diante do Goiás, no Serra Dourada, confirmou sua passagem para as semifinais do certame ao empatar por 2 a 2, com direito a bonito gol de Jadson.

Espera-se que tal resultado sossegue o pito do presidente do São Paulo e deixe Leão tocar esse barco até o fim, sem maiores sobressaltos.

PEIXE EM ÁGUAS TURVAS

A situação do Santos nesta quinta-feira de Libertadores não é nada confortável, ao levar a campo o placar adverso na partida de ida com o Velez.

Lá, perdeu por 1 a 0. Mas, o pior é que perdeu jogando mal, muito mal.

Segundo o técnico Muricy, além da boa organização defensiva dos argentinos, a culpa foi do cansaço de um time que não sossega o pito desde o início do ano, caminhando pela traiçoeira trilha da Libertadores e desviando-se ao mesmo tempo para empalmar a taça do Paulistão, o tri tão inusitado.

Se assim for, é de se esperar outro Santos na noite desta quinta-feira, contra o Velez, na Vila. Afinal, a moçada passou a semana de papo por ar, o que acabou lhe custando um tropeço logo na estreia no Brasileirão.

Desconfio, porém, que há algo mais nessa encrenca. Algo que já havia detectado aqui em jogos anteriores, até mesmo naquela goleada acachapante contra o Bolívar por 8 a 0.

Explico: com a deslocação necessária de Henrique para a lateral-direita, somada à saída de Íbson, o meio de campo do Santos esgarçou-se, perdendo o toque de bola que Muricy vem tentando impor desde a lição aprendida na derrota para o Barça.

Adriano é um típico cabeça-de-área, aquele médio protetor da zaga, que não escapa dos limites entre a linha da sua área e o inicio de sua intermediária. Elano, com participação reduzida, joga muito aberto pela direita, de onde prefere disparar lançamentos à frente, em vez de enfatizar o toque de bola envolvente.

Resultado: sobra pra dupla Ganso-Arouca a tarefa de namorar a girafa – vir aqui atrás pra fechar o setor, armar e chegar lá na frente para se juntar a Neymar e Kardec ou Borges.

Como os argentinos em geral (este Velez, em especial), são muito atentos na marcação e na disciplina tática, o negócio se complica ainda mais, meu.

Mas, vai que Neymar esteja com a macaca e Ganso, inspirado, às vésperas de mais uma cirurgia na joelho. Aí, o figurino é bem outro.

FORMIGA, ADEUS

Mário Filho, que dá nome ao Maracanã, grande cronista carioca e irmão do dramaturgo Nélson Rodrigues, comparou-o certa vez a Danilo Alvim. Não podia ser maior o elogio, naqueles meados dos anos 50, quando o Príncipe entrava em declínio e Formiga ascendia à cena principal do futebol brasileiro.

Elegante nos movimentos, tenaz no combate ao adversário, meticuloso no passe, Formiga fora capitão e figura central do Santos bicampeão paulista de 55/56, imortalizando uma das últimas linhas médias da nossa história: Ramiro, Formiga e Zito OU Urubatão.

Sim, porque Formiga foi um dos primeiros médios apoiadores ou centromédios a recuar para a linha de defesa, criando a figura do quarto-zagueiro – isto é, o quarto jogador a compor a zaga até então, no WM travestido de Diagonal, formada por apenas três: o beque central e os dois laterais.

Foi Peixe do início ao fim, com uma breve e infausta passagem pelo Palmeiras, vitimado por uma grave lesão no joelho. E, depois de pendurar as chuteiras, transformou-se em técnico vitorioso por vários clubes brasileiros, onde era chamado pelos jogadores por Seu Chico, tendo sido um dos pioneiros a explorar o árido futebol das Arábias.

Vai-se Formiga no ano do Centenário do seu Santos de sempre. A nota triste em meio às vivas celebrações na Vila.

Notas relacionadas:

  1. BEM E MAL NA LIBERTADORES
  2. AS ESTREIAS DE FLA E TIMÃO
  3. INTER, COM AS MÃOS NA TAÇA
Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , ,

14 comentários | Comentar

  1. 14 Helio Bertachini Neto 28/05/2012 9:46

    Querido Helena,
    Segue abaixo uma homenagem corinthiana ao meu recém falecido pai, Milton Bertachini. Espero que goste.
    Abs,
    Helio Bertachini Neto

    Pai! Uma homenagem alegre, como ele!

    Gordo!!! Viu o jogo ontem? Hehehe. Esse seu Vasquinho nao ganha nada mesmo! Mas o nosso Corinthians de novo fez a gente sofrer, hein?! Pqp! Ainda bem que você tá num lugar mais tranquilo… senão a gente ia ficar preocupado demais!! Aliás, fomos com o golzinho da fábrica, como a gente ia quase sempre. E não se preocupe porque eu saí de casa cedo, sossegado, como você me ensinou! Fizemos um dos caminhos que aprendi com você. E esperamos todo mundo ir embora pra sair tranquilo do Pacaembu, como você sempre fazia.

    Sentei na numerada descoberta ontem. Olhei pra cima, naquele cantinho que a gente gostava de sentar, na linha da grande área do lado do portão principal, nas cobertas. Você tava lá!! Feliz! Saudades! No jogo que eu vi ontem, o Neto bateu uma falta. O Marcelinho outra. O Rincon dominou o meio campo, e o Gamarra…. não fez nenhuma falta de novo! O Viola marcou um gol. O Luizao outro. O Tevez brigou até o final. Mas o nome do jogo foi o Paulinho! Com a ajuda do Cássio depois que o Ronaldo e o Dida saíram. Ah, você tava certo: goleiro tem que ser grande.

    Aliás, nunca vou te perdoar por ter me feito Corinthiano! Pqp! Como voce sempre falou, por que nao torcemos praquele outro time? Eles não sofrem tanto! Falando nisso, voce se foi mais Corinthiano do que nunca!! Você ganhou muitas partidas nos acréscimos, lembra? Mas uma hora não dá mais, né? O que importa é que voce lutou até o fim!! Como tem que ser!!! Igual o Vovô. Aliás, manda um beijo pra ele. E fala pra não jogar aquele radinho de pilha em jogador nenhum. (O seu radinho de pilha eu já peguei pra mim hehehe).

    Viu, brigado por ter tirado aquela bola do Diego Souza. O Cássio ajudou, mas se você não tivesse dado aquela chegada no hora do chute, era gol. Não conta pra ninguém, porque vão falar que foi “espírito amigo” e aquela baboseira toda. Eu já to até ouvindo o Mitu Neves falando disso no rádio.

    Pai, eu to com muita saudades! Mas a gente se vê no próximo jogo! Como sempre!

    Um beijao! Se cuida. E cuida da gente.

    Saudades eternas,
    Helinho

    Responder
    • Alberto Helena jr. 28/05/2012 14:58

      Bela homenagem, meu. Bela homenagem.

      Abrçs

  2. 13 SÓCRATES 25/05/2012 21:58

    POIS É, OS BAGRES CABEÇA DE COBRA ESTÃO SE ACHANDO ,COITADOS ,TIMINHO DO INTERIOR DE SÃO PAULO ,SUBESTIMANDO O CORINTHIANS E SE ACHANDO NA FINAL ! COM A OUSADIA DE ESCOLHER ATÉ O ADVERSÁRIO ! A CALOPSITA JÁ ADIANTOU QUE FARÁ A FINAL COM O BOCA ! DESCLASSIFICOU A L. D. U. E O CORINTHIANS ,COMO SE FOSSE FÁCIL ASSIM ,AINDA BEM QUE ELE MESMO DISSE QUE ESTÁ VIAJANDO NA MAIONESE ,VAI VIAJAR COM CERTEZA MESMO ,MAS SERÁ DE VOLTA PARA SANTOS ESFRIAR A CACHOLINHA PÓS SER ELIMINADO PELO CORINGÃO KKKKK.ATÉ PORQUE O PEIXE MORRE PELA BOCA NÃO PELO BOCA ,PORQUE NÃO IRÁ ENFRENTÁ LO ,JÁ PASSOU DA HORA DESSE LAMBARI QUE ESTÁ NADANDO MAL ,MORRER NA PRAIA KKKK. VAAAAAAAAAAI CORINTHIANS.

    Responder
  3. 12 José 25/05/2012 15:28

    Jogos semifinais de Libertadores proibidos para cardíacos:

    Santos x Corinthians (Vila ou Morumbi)
    Corinthians x Santos (Pacaembu)

    Para o regularíssimo Corinthians (único invicto no torneio, 6 vit. e 4 emp., melhor saldo de gols, apenas 2 gols sofridos, nenhum como mandante), a desclassificação para um grande rival será uma desgraça. Mais uma, para um clube que, por sua magnitude, tem mais obrigação de ser campeão do que qualquer outro.

    Para o inconstante Santos (6 vit., 1 emp. e 4 der., sem conseguir corresponder em campo, com exceção dos 8×0 sobre o Bolívar, às crônicas exaltatórias que lhe dedica a imprensa), a desclassificação para o maior rival será uma tragédia, especialmente traumática por ocorrer em meio à celebração do centenário. Provavelmente, será a maior dor em 100 anos de história.

    O Brasil vai para para assistir aos dois jogos. O Corinthians portará as esperanças da Fiel, e obsessão em conquistar o único grande título que falta no glorioso cartel do Timão. O Santos levará a torcida de quase todos os não-corinthianos ( o que é lisonjeador, mas um pouco constrangedor também – não é para o “pequeno”, o “fraco”, o “coitadinho”, que se torce quando se está em posição neutra?).

    O peso do mundo estará nas costas dos 11 comandados do técnico corinthiano Tite. Do lado do Santos, o peso estará inteiro nas costas de Neymar – o craque que não brilha nos jogos decisivos.

    O Corinthians é uma máquina de não tomar gols, de não perder, de vencer (quesitos nos quais lidera as estatísticas em todos os campeonatos de que toma parte) extremamente confiável, que funciona em praticamente qualquer situação. O Santos, louvado como uma orquestra em condição de dar concertos, é, na verdade, um samba de uma nota só -nota essa que “não sai” nos momentos que mais é ansiada.

    Sim, conclui-se que o Corinthians é o favorito no confronto alvinegro nas semifinais da Libertadores. Mas futebol não é basquete. Não é vôlei. Não é tênis. No futebol, nem sempre o retrospecto dá a certeza da vitória, nem sempre o melhor vence.

    Serão, portanto, dois jogos eletrizantes, hipertensos, sensacionais. Um embate que entrará com destaque para as ricas histórias dos dois centenários clubes, e para a do futebol brasileiro de todos nós.

    Responder
    • paulo 25/05/2012 21:13

      pegue o retrospécto de finais entre os dois times e veras quem sempre foi o melhor só pegaram baba até agora!!!!!!

  4. 11 Mariana Manzato 25/05/2012 15:20

    Olá, Sou aluna do quarto ano de Jornalismo da PUC-SP. Atualmente estou em preparo do TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), no qual analisarei a criação e o desenvolvimento do ‘mito’ Ayrton Senna na imprensa, principalmente narrada por jornalistas de diversas áreas de atuação. Nossa proposta é contar não só os feitos do piloto ao longo da carreira, mas descrever sua história e mostrar os motivos que o levaram a se tornar um ícone do esporte nacional.

    O TCC será em forma de documentário em rádio com duração de cerca de 45 minutos. Estamos sendo orientados pelo jornalista e professor Luiz Carlos Ramos, coordenador de jornalismo da Rádio Capital AM (1.040 kHz – São Paulo/SP. Luiz Carlos Ramos trabalhou no jornal “O Estado de São Paulo” durante 37 anos e é também escritor.

    O intuito é conversar com as principais personagens que participaram da vida do Ayrton (Nuno Cobra, Wagner Gonzalez, Emerson Fittipaldi, etc) e jornalistas conceituados para abordar o periodo em que o Brasil se encontrava no esporte, a importância de um novo heroi..
    Além do trabalho para a conclusão do curso, o programa será transmitido em três partes na Rádio Nove de Julho.

    Gostaria muito de contar com sua experiência em nosso trabalho. Posso fazer a entrevista por telefone, ou presencialmente, no dia e local que for melhor para você.
    Meu contato é (11) 9463-9497 Mariana Manzato
    Muito obrigada pela atenção,

    Responder
    • Alberto Helena jr. 25/05/2012 16:27

      Ô Mariana, que belo trabalho o seu! Gostaria muito de dar minha contribuição, mas ela seria ínfima, pra não dizer nula, pois o automobilismo não trafega pelas minhas restritas áreas de conhecimento ou interesse. O que sei do Senna é o lugar-comum.

      Quem é bamba nesse assunto: o Galvão, o Reginaldo Leme, o Carsughi, essa turma.

      Em todo caso, desejo toda sorte a vc.

      Um grande abraço

  5. 10 João Sardinha 25/05/2012 14:12

    Eu não falei? Tai abaixo meu último post. Não adianta, o homem perdeu a última chance que tinha para escalar um time bastante ofensivo contra a Dinamarca e quem sabe até prorrogando sua saída, porém, mais uma vez suas raízes, seu DNA de retranca falou mais alto. Esse meio de campo ai com Sandro e Romulo por si só já é um fiasco o que esperar de dois jogadores absolutamente sem recursos técnicos para jogarem num setor crítico de armação? A Dinamarca é um time que joga e deixa jogar, então seria uma ótima chance para testar Guliano mais Oscar e Lucas passando Hulk e Damião mais à frente e ai sim colocnado um desses inuteis mais atrás.
    Resumo: Mano é um caso perdido. A menos que a Dinamarca escale um time de amadores corremos sérios risco de perdermos o jogo a bom de tudo isso é que nos livraremos de um retranqueiro teimoso.

    Responder
  6. 9 Carlos Sá 25/05/2012 13:54

    Dizer que o Neymar bem marcado, nada faz, não é nenhuma mentira, assim como, negar que os atacantes brasileiros não toleram ser bem marcados, é uma mentira. Mais ainda, perdem a cabeça e fazem bobagens, são expulsos da partida, haja vista, na última copa do mundo contra a Holanda.

    Responder
  7. 8 João Sardinha 25/05/2012 9:19

    Amanhã será outro dia…Como diz o cancioneiro. E é mesmo.Caso o Basil sem o seu armador Ganso não vença e bem a Dinamarca Mano Menezes pode prepara a sua mala. A partir da escalçao do time para amanhã já será posível ter uma idéia se o Mano mudou ou não. Acho que como Dunga ele permanecerá com a síndrome dos volantes e não muda.
    Marin está de camarote assintindo qual será o desempenho da Seleção e dependendo do resultado Mano volta pra casa.
    Sandro e Romulo são dois jogadores absolutamente fracos para jogarem nos clubes imaginem na seleção. Vendo o outro convocado o Casemiro vejo a encrenca que o Mano arrumou. O jogador do São Paulo é a cópia fiel dos outros dois. Erra passes em demasia conduz demais a bola é enrolado quando precisa dar um lançamento e faz io sinal da cruz quando chega próximo da área adversária.

    Responder
  8. 7 RenatoZD 25/05/2012 0:06

    Excelente análise de Santos X Vélez. Eu, santista, senti isso aí mesmo e – se tivesse capacidade para descrever o jogo como vc – teria dado o merecido destaque ao Leo. Em certa medida foi ele mesmo quem resolveu o jogo. E o Rentería hein? O que que é aquilo? Pelo menos duas pixotadas grotescas. Queria o Peruzzi pra resolver o problema da lateral direita do Santos, mas vai pra Europa, com certeza. Muito bom jogador.

    Gambazada, tremei! Se a principal qualidade pra vencer o Santos fosse marcação eficiente, o Vélez teria passado.

    Responder
  9. 6 José Roberto 24/05/2012 21:55

    O Fluminense foi de fato covarde ao apequenar-se diante de um time mediano cujo o principal jogador já é um jovem senhor de 35 anos de idade, que, embora técnico, já não tem a capacidade de outrora. Thiago Neves confirmou sua fraqueza mental diante de grandes desafios e, pra variar, o técnico Abel mostrou sua verdadeira face, a da mediocridade, ao tirar seu principal atacante e batedor de penaltys aos 43 da etapa final, para colocar em campo um menino sem tempo de produzir nada. Thiago Neves errou tudo que tentou e não foi sacado. Wellinton Nem, mesmo sem estar cem por cento deveria ter entrado bem antes, bem como Marco junio, já que Flu precisava de mais um gol. O Boca fez somente seu feijãozinhjo com arroz o que bastou.

    Responder
  10. 5 Silvio 24/05/2012 10:24

    Interessante é o comentário que o técnico do Vasco pode cair em função da não classificação ontem. Mas que culpa tem o técnico se o jogador sai na cara do goleiro e não marca o gol? Se sobe de cabeça de frente para o gol e joga a bola no travessão? A outra chuta na trave?

    Responder
  11. 4 hc-maia 24/05/2012 6:09

    Atribuo a diarréia mental que deu no Fluminense,ontem,perdendo para um timeco como O Boca Junior,que,quem entende de futebol sabe que jogou com a camisa,à Seca que ora atinge O Nordeste,porque quando falta água aqui,sobra na cabeça desses jogadores e treinadores brasileiros diante de clubes argentinos.Se me perguntar…E isso o que é que tem a ver? Respondo:-Tem coisas que só os fenômenos da Natureza para explicar.Ou quem sabe,o Chicletes do Abelão,ontem, lhe provocou dor nos dentes.Se o saudoso Nelson Rodrigues,tricolor de coração,aqui ainda estivesse,diria na sua coluna (JB)- “Pedra na Chuteira : -” O espírito de cão vira latas encarnou no Fluminense,diante de um cão velho sem dentes,O Boca.”

    Responder
  12. 3 Paulo 23/05/2012 19:14

    Repugnante sua posição sobre quem deve frequentar estádio…

    Responder
  13. 2 João Sardinha 23/05/2012 17:57

    É, põe águas turvas nisso. Agora é o Ganso de volta à mesa de cirurgia. Parece que não é nada grave, porém Ganso não dá sorte mesmo. De qualquer maneira desejo a ele tudo de bom e que volte logo. Se já não havia muitas esperanças com ele, sem ele a coisa fica preta. Se eu fosse o treinador convocaria um jogador da sub20 que foi muito bem no mundial, Adryan do Flamengo. Se tivéssemos um treinador inovador talvez ele fizesse isso, porém, o nosso não passa de um entrgador de camisas.

    Responder
  14. 1 emilio 23/05/2012 16:17

    Helena parabéns pela homenagem ao Chico Formiga, que foi enfeitar o time de craques lá no céu!

    O Véles que perdeu a chance de garantir a classificação em seu campo, vai se lamentar por longo tempo!! Na Vila a conversa é outra!!!… Jogo difícil sim! mas o Santos tem mais time.

    Voce erra ao anlisar o time da Vila: Com Rafael-Dracena e Durval, tres grossos, quase 30% de um time, não há como jogar sem Adriano, que ao contrário do que voce diz, sabe descer, sabe passar tambem e muito melhor que os que voce citou: Ibson e Henrique. O primeiro já se foi, o segundo poderia ir o quanto antes!! Muricy por sinal tem que entrar com Maranhão na ala direita e tirar Henrique do time.. O goleiro deveria ser Aranha e na zaga entraria com Bruno e Vinícius. No mais é torcer pra encaixar o jogo e abrir logo o placar… abraços.

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