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quarta-feira, 14 de outubro de 2009 Seleção Brasileira | 21:48

SEM FESTA, NEM CHORO

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Não foi a festa que Campo Grande esperava, mas também não foi nenhuma tragédia, esse empate sem gols do Brasil com a Venezuela, no estádio Morenão.

Em outros tempos, um placar desses, em qualquer campo, seria tratado como mácula indelével na alma do futebol brasileiro. Mas, hoje em dia, com o evidente progresso da Venezuela dentro das quatro linhas, sem, contudo, atingir um patamar superior no palco sul-americano, acaba sendo até aceitável, nas circunstâncias em que ocorreu; o Brasil classificado com folga e tal e cousa e lousa e maripousa.

Mas, nem é por isso. É, sobretudo, porque, depois de um primeiro tempo deplorável, a nossa Seleção praticou um bom jogo, no segundo, principalmente a partir da expulsão (justa) de Miranda, que deixou o braço no rosto do adversário, por mais incoerente que isso possa parecer.

O fato é que passamos o tempo restante no campo inimigo, metemos duas bolas no poste venezuelano, em cabeceio de Gilberto Silva e colocada de Kaká, e pudemos ver alguns sinais muito positivos emitidos por Alex e Diego Tardelli, nos poucos minutos em que estiveram em ação.

Alex, sobretudo, pois entrou na lateral-esquerda, no lugar de Felipe Luís, que estreou muito timidamente.

Pena que ambos não tivessem entrado desde o início, já que são raras as chances de Dunga observar alguém além da turma já testada desde o início de sue trabalho.

Mas, enfim, vamos em frente.

FESTA DE MARADONA

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Festa mesmo quem fez foi Maradona e seus parceiros, depois da agoniada classificação para a Copa do Mundo, quando a Argentina bateu o Uruguai, em pleno estádio Centenário, por 1 0, gol de Bolatti, no finzinho da partida.

O jogo foi tecnicamente muito fraco. Mas, não se poderia esperar o contrário, naquele clima tenso criado antes da partida. Todos – argentinos e paraguaios, técnicos, torcidas, até a bola – estavam com o coração na boca. Todos, menos um: Verón, que, com talento e ciência, deu o tom de sua equipe, suprindo inclusive a falta de harmonia habitual do time de Maradona.

É nesses momentos que o craque revela sua real grandeza.

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Autor: Alberto Helena jr. Tags: , , ,

21 comentários | Comentar

  1. 1 caio 14/10/2009 23:49

    Alberto, acho que você quis dizer Uruguai, não?

    Responder
    • caio 14/10/2009 23:50

      “Todos – argentinos e paraguaios, técnicos, torcidas, até a bola “

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