VERDÃO, CELEBRANDO, ATÉ…
O Verdão, que passou o fim-de-semana celebrando os tropeços de seus rivais mais próximos na tabela do Brasileirão, afia suas armas para enfrentar o Cruzeiro, no Mineirão, nesta quarta.
Além da tradição de sua camisa e do time que tem hoje, o Cruzeiro é favorito, por jogar em casa. Mas, o Palmeiras, embora declinando neste segundo turno em relação ao primeiro, é forte o suficiente para virar esse jogo e livrar mais uns pontinhos de São Paulo e Inter, que seguem nos seus calcanhares. Depende, sobretudo, da formulação tática a ser adotada e do espírito de luta da equipe, claro.
Se entrar em campo só para evitar o pior, estará flertando com a derrota. Contudo, se entrar com a alma de um campeão e a postura tática de um vencedor, periga alcançar o máximo.
E olhe que Muricy teve tempo de sobra para armar esse time com vistas a esse jogo tão emblemático, pois está aí uma partida que pode servir de trampolim para o resto da temporada verde.
MEA CULPA DE MANO
O técnico Mano Menezes teve a altivez de assumir a responsabilidade pelo desastre corintiano diante do Goiás, no domingo. Disse que armou mal sua equipe, ao configurá-lo num modelo que considerava adequado para enfrentar especificamente o adversário da hora.
Assim, sem William, o grande líder de sua defesa, montou aquele setor com três zagueiros, fugindo de seu padrão habitual, com o lateral-direito Alessandro numa posição mais ofensiva, entre a ala e o meio-de-campo, que acabou se transformando numa zona cinzenta onde o jogador movia-se sem saber para onde nem por que.
E isso me remete a uma velha questão: até onde o treinador deve se arriscar a desfigurar o jogo de seu time, tentando ajustá-lo à marcação do eventual inimigo? Ou, não será sempre melhor (com as exceções de praxe) seguir o curso natural de sua equipe, deixando ao adversário a tarefa de inventar fórmulas para contê-lo?
Mestre Ziza, o grande Zizinho, um dos dois maiores craques que vi em ação (o outro foi Di Stefano – Pelé não conta) e técnico de breve carreira, pois estava anos-luz além da prática de seu tempo, costumava dizer que um time deve preocupar-se mais consigo mesmo do que com o adversário.
Claro, sempre há ajustes pontuais – uma marcação mais específica neste ou naquele jogador que faz a diferença e tal e cousa e lousa e maripousa.
A verdade, todavia, é que os grandes esquadrões da história impunham seu jogo, fosse qual fosse o adversário. E até hoje é assim, quando se pega um Barcelona, o campeão da Europa, como exemplo: seja onde for, contra quem seja, o Barça é sempre o mesmo.
Aliás, esse tem sido o grande mérito de Mano Menezes, que, mesmo com uma equipe em transição em meio ao campeonato, nunca alterou o padrão que lhe deu os títulos da Segundona, do Paulistão e da Copa do Brasil. E assim o Corinthians manteve-se na órbita dos candidatos ao título do Brasileirão.
Meno male, para o Corinthians e para o técnico, que Mano Menezes tenha caído na real logo após dela ter dado uma escapulida.
PET E ADRIANO
Eis uma dupla que já está dando o que falar: Pet e Adriano, o arco e a flecha, como diria mestre Armando Nogueira.
Petkovic, exemplo singular de um iugoslavo (ele ainda se considera assim) que aportou, de repente, no Brasil e aqui construiu uma legenda, graças ao seu futebol inteligente, hábil e de extrema precisão nos passes e nos disparos a gol, transformou-se na pedra de toque do novo Flamengo.
Já se transformara num retrato pregado no álbum de recordações do futebol brasileiro, quando, por trama do destino e dos cartolas do Flamengo, voltou à Gávea, como parte do pagamento de atrasados que o clube lhe devia, numa dessas estranhas engenharias que só nossa cartolagem é capaz de engendrar.
À época, o técnico de plantão olhou-o com desdém, e nem sequer pensava em utilizá-lo pra valer. Mas, aos poucos, e, sobretudo com a ascensão de Andrade, Pet foi cavando seu lugar no time, e hoje é, sem dúvida, titular absoluto. Mais do que isso: fator decisivo para a recuperação do Flamengo. Entre outras coisas, porque é ele quem aciona na medida o artilheiro Adriano.
O mesmo Adriano que havia pendurado as chuteiras milionárias para arrastar seus chinelos entre sua gente humilde das quebradas do Rio. E, que, num ato de paixão, resolveu calçá-las novamente para defender seu Flamengo de coração.
Pet e Adriano, duas histórias tão distintas, que se cruzam na Gávea para reacender as esperanças rubro-negras, antes extintas.
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4 Raposão 21/09/2009 18:21
Cruzeiro, o time brasileiro do século
Cruzeiro, o time brasileiro do século
Cruzeiro, o time brasileiro do século
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Cruzeiro, o time brasileiro do século
Cruzeiro, o time brasileiro do século
Cruzeiro, o time brasileiro do século
Cruzeiro, o time brasileiro do século
Cruzeiro, o time brasileiro do século
Cruzeiro, o time brasileiro do século
Cruzeiro, o time brasileiro do século
Faz um post aí Helena.
De acordo com a IFFHS, o Cruzeiro é o time brasileiro do século.
è só consultar a pesquisa.
Vamos Vamos Cruzeiro
Sangue nos olhos
Ricardo Pradas 23/09/2009 14:36
so considera jogos internacionais e da ao campeonato mineiro o mesmo peso do paulista. Me poupe….
3 jorji 21/09/2009 16:58
O time do Goiás venceu o Corinthians porque jogou muito bem, tem excelentes jogadores, habilidosos e que chutam muito bem, rápidos no contra ataque, eu como um santista, torcerei pelo alviverde de Goiânia, sei que é difícil serem os campeões, mas tem chances, e se vencerem os dois jogos em casa que farão nas próximas rodadas, poderão arrancar rumo ao título.
2 Bosnio 21/09/2009 16:38
Basta o pet começar a jogar nada , para o pessoal cair de pau em cima e chamando de velho e etc…..
Tudo é fase e os jornalistas comentam o momento.
Hoje a dupla é infernal , mas amanha pode ir pro inferno.
1 Juliano 21/09/2009 16:26
O Goiás ganhou porque o mano simplesmente errou o plano tático do Corinthias……será que o verdão do centro oeste não teve méritos! Como a grande mídia é bairrista, não!