A ESCOLHA CERTA
Tudo, na verdade, começou com a ousada escolha do estilo de jogo que o Corinthians deveria adotar para a disputa da Segunda Divisão do Brasileirão do ano passado.
Os clichês estampavam um modelo único, aquele que se traduzia assim, em palavras: Segundona é coisa de macho, que exige muita raça e pouca técnica.
Pois bem, Mano Menezes escolheu o caminho inverso e montou um time essencialmente técnico, num claro 4-3-3, tão desprezado pela imensa maioria dos nossos treinadores, o que confere ao time, dependendo da escolha dos jogadores, uma ofensividade muito maior do que esse ramerrão que anda por aí no futebol brasileiro há tanto tempo.
Pego como exemplo o meia Douglas, canhoto hábil e inteligente, desses que encantam pelo toque de bola, pelo passe arriscado, cujo nome, se posto à mesa, de 99 por cento dos nossos treinadores, provocará um esgar seguido do inevitável: ah, mas não marca ninguém.
Pois, Douglas foi o principal articulador de um time que jogou com dois beques de área, dois laterais ofensivos, um volante de ofício (Cristian), outro mais versátil (Elias) e três atacantes.
Assim, o Corinthians levantou a taça com um brilho e uma folga jamais vista até então.
No início do ano, Mano recebeu um presente que, para muito treinador brasileiro, seria de grego: Ronaldo Fenômeno, uma incógnita absoluta, mais problema latente do que solução técnica.
Ronaldo integrou-se, recuperou-se o suficiente para ser decisivo na campanha pelo título paulista, e a expectativa de que ainda produzirá muito mais segue em alta.
Nesse momento, Douglas machuca-se, volta reticente ao time, alterna boas e más partidas, reacendendo o velho vezo aos meias de habilidade. Qualquer outro técnico, o teria defenestrado. Mas, Mano manteve Douglas no time, até que o jogador conseguisse se reabilitar. Assim como manteve seu esquema faceiro, como dizem alguns, ofensivo, porém, equilibrado, por isso mesmo. A ponto de ser uma das defesas menos vazadas do país, e um ataque altamente positivo, além dos títulos conquistados.
Todo mundo se deliciou com a serenidade com que o Corinthians driblou em campo todas as pressões exteriores no Beira-Rio.
O fato é que o equilíbrio emocional baseou-se, sobretudo, no equilíbrio técnico e tático da equipe. Na capacidade de alternar o ritmo de jogo de acordo com as circunstâncias. No conjunto de um time que joga junto praticamente desde que Mano assumiu o seu comando.
Sim, claro, individualidades se sobressaíram, de Felipe a Dentinho. Todos tiveram seus momentos de brilho nessa campanha gloriosa. Mas, Jorge Henrique e Dentinho foram emblemáticos.
Explico: ambos, atacantes natos, jogadores de porte e estilo leves, romperam o velho chavão de que os avantes brasileiros, por cultura insuperável, não sabem marcar, nem têm disposição para tanto.
Trata-se de outro estúpido preconceito, gerado pelo medo dos nossos treinadores de arriscarem um sistema mais ofensivo, para garantir seus empregos, com aquela legião de beques e volantes de contenção.
Enfim, mais do que ganhar dois títulos importantes em seis meses, o grande mérito desse Corinthians é ter sinalizado para um novo (eterno) rumo para o futebol brasileiro, onde não há mais lugar para frases feitas, conceitos superados, medos e retrancas.
A não ser para os que pensam pequeno, apesar da grandeza dos clubes que dirigem.
Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Copa do Brasil Tags: Corinthians, Internacional, Mano Menezes
as meninas estão descontroladas
olha o que a inveja faz.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
só rindo mesmo ,
enquanto a gente ri e comemora vcs ficam ai se mordendo de ravia, né meninas …..
vc e pia q não entende bosta nenhuma de futbol e fica falando ai quem e vc pia
Estão falando por aí que o São Paulo não está num bom momento…Tudo bem!
Mesmo assim, o Tricolor do Morumbi é o ATUAL, VERDADEIRO E ÚNICO TRICAMPEÃO BRASILEIRO DA HISTÓRIA. O maior vencedor com 6 títulos conquistados.
Imagine se o São Paulo estivesse num bom momento, né?
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
SÃO PAULO SOBERANO: 6 3 3
helena,
o preconceito contra os meias e atacantes brasileiros por não saberem marcar é justíssimo, ora bolas.
nós aturamos tantos volantes por isso.
alex, ronaldinho gaúcho, nilmar, adriano, pato, roger não marcam ninguém. ou marcam?
e nem tô pedindo pra voltarem não, se marcassem a saída de bola adversária já estava satisfeito.
os pcos que marcam: kléber (cruzeiro), leandro (ex-são paulo), deivid, dentinho, jorge henrique, robinho…
o santos e o melhor time do mundo so nao ta jogando bem esse ano pq pra da uma chace o ano q vem o brasileirão e nosso
o santos eo melhor time do brasil e o são paulo e um banbi e pelo menos nois não samos conhesidos como bixas e não temos bicharlico