PALMAS PARA O TIMÃO
Palmas para esse Corinthians, que, apesar de campeão antecipado, recordista em tudo na Série B, segue disputando-a com seriedade e, sobretudo, integridade. A vitória sobre o Juventude, em Caxias, por 2 a 1, não apenas quebra um tabu de muito tempo, como revela uma equipe organizada e ousada, com porte de verdadeiro campeão, aquele que se sente na obrigação de preservar a dignidade do título, doa a quem doer.
Que se mantenha assim até o apito final da Série B, pois isso será a semente forte para a grande volta por cima na Série A.
Autor: Alberto Helena jr. - Categoria(s): Série B Tags: campeão, Corinthians, Juventude
Parabens Campeao da Serie B, KKKKK
Essa taca nao da inveja a ninguem, campeonato que o MAIOR DO MUNDO, jamais quer ser o campeao, mas pobre, ja viu…….
O DESCASO E A DESFAÇATEZ DE NOSSAS AUTORIDADES COMPETENTES(?), INTEGRANTES DE UMA ADMINISTRAÇÃO QUE TEM COMO UMA DAS BANDEIRAS A “CIDADE LIMPA”:
estadao.com
Quinta-Feira, 13 de Novembro de 2008 | Versão Impressa
”Imortal” Matheus está esquecido
Clube comemora título da Série B, mas túmulo do popular dirigente, morto há 11 anos, encontra-se abandonado
Anelso Paixão
Não há um único torcedor na história deste País que não tenha ouvido falar das fabulosas passagens do ex-presidente do Corinthians Vicente Matheus. Algumas já fazem parte do folclore do futebol. Para o corintiano, Matheus é um ídolo, fato raro para um dirigente, mas algo muito comum no universo dos atletas. Sempre foi visto como um apaixonado pelo time, ícone de um período difícil do clube, que culminaria com a inesquecível conquista do título paulista de 1977, encerrando um jejum de 23 anos. Foi responsável também pela chegada de craques da magnitude de Sócrates, Zenon e, é claro, Biro-Biro, que, segundo o folclore, seria “Lero-Lero” para Vicente Matheus. Mas, esse dirigente de incontáveis casos, que morreu em 9 de fevereiro de 1997, parece fadado ao esquecimento.
Seu túmulo, no Cemitério Quarta Parada, na capital, está abandonado. A viúva, Marlene Matheus, garante que já fez de tudo para manter o local bem conservado e bonito,mas desistiu. “Roubam tudo lá. No começo, coloquei vasos de bronze e um busto também de bronze, mas levaram. Depois, mandei fazer de ferro, e levaram também. Já reformei quatro vezes, mas não tem jeito”, lamenta.
Marlene conta com tristeza que nem pode visitar o túmulo do marido. “Uma vez fui assaltada em pleno período da tarde. Fui orientada pela administração do cemitério a não ir mais sozinha lá”, diz a atual diretora social do Corinthians e provável candidata a vice ao lado do atual presidente, Andrés Sanchez, nas próximas eleições, no início de 2009. O companheiro de Marlene em suas visitas ao cemitério é o cão Ricky, de 14 anos, que o casal ganhou ainda quando o dirigente estava vivo.
Quem acusa a viúva de ter esquecido as coisas do marido, provavelmente não a conheça bem. A presença de Vicente Matheus é constante na casa onde viveram juntos por 34 anos, no bairro do Tatuapé, na zona leste. A sala, por exemplo, conta com uma fotografia dele em tamanho real, com o ex-presidente vestindo uma camisa do clube com o slogan recente “Eu nunca vou te abandonar”. Fotos dele também se espalham pelo quarto, a copa, enfim, a casa toda. “O que muita gente não sabe também é que aquele túmulo é da minha família. Ali estão meus pais e meus avós. Levaram todas as placas com os nomes das pessoas que estão lá.”
Marlene e Vicente não tiveram filhos – ele teve dois no primeiro casamento, do qual ficou viúvo. Por isso, a dedicação de Marlene ao clube é também uma forma de homenagear a memória do marido. “O Corinthians era o nosso filho e ele o amava mais que tudo. Era uma coisa sem explicação”, emociona-se.
TÚMULO INTERDITADO
Quem visita o túmulo, na rua 15 do tradicional cemitério, se espanta, principalmente, com uma informação escrita no cimento rústico que fecha a entrada da sepultura: “interditado”. A explicação, segundo o assessor do gabinete da Superintendência do Serviço Funerário Municipal, Manoel Carlos Ferreira Júnior, é que as gavetas na parte interna estão quebradas, o que representa um perigo até para os funcionários do cemitério. “Já comunicamos a família e eles estão cientes que precisam fazer a reforma. A comunicação foi feita em 4 de junho e assinada pela família.”
Sobre os problemas na parte externa, Ferreira Júnior entende que a questão é justamente o fato de Vicente Matheus ser uma figura pública, adorada pela torcida corintiana e respeitada por todas as outras. “As pessoas levam qualquer peça com o nome dele, querem uma lembrança”, diz. “Não acredito em nada orquestrado de quadrilhas que roubam cemitérios. Quando isso ocorre, eles ?varrem? uma determinada área. Não é o caso ali. Os túmulos ao redor não foram roubados.”
Quanto ao fato de a viúva Marlene Matheus ter sido assaltada em plena luz do dia, a explicação de Ferreira Júnior é simples: “Ela também é uma figura pública. Não deveria se expor sozinha em lugar nenhum.”
O assessor da Superintendência do Serviço Funerário aposta até que, se houver uma reforma no local agora, o problema não vai se repetir. “Mudamos várias coisas e os problemas diminuíram. A situação hoje é outra. Ela também poderia optar por gravar no mármore ou usar materiais que não despertem interesse”, explica.
O fato é que, enquanto não há uma solução, a última lembrança do inesquecível dirigente segue ali, esquecida, renegada.
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Praça em homenagem vive o mesmo drama
Muita gente não sabe, mas São Paulo tem uma praça em homenagem ao ex-presidente corintiano Vicente Matheus. Ela se localiza numa área ao lado do Viaduto Bresser, na região da Mooca, e, assim como o túmulo, também está abandonada. A praça surgiu em 1998, na administração do prefeito Celso Pitta. A prefeitura cedeu o terreno, mas quem cuidou de tudo, segundo a viúva do ex-dirigente, Marlene Matheus, foi ela mesma. “Gastei R$ 150 mil do meu dinheiro para fazer todo o projeto e cuidar da jardinagem”, lembra.
O local tinha um símbolo imenso do Corinthians ao centro e dos demais clubes paulistas na lateral. “Todos esses símbolos foram destruídos e as plantas que eu havia escolhido foram arrancadas”, conta indignada Marlene. “O brasileiro não tem o menor respeito com as coisas do passado, com a história.”
A viúva chegou ainda a reformar a praça, desta vez colocando plantas mais baratas, mas nem assim o problema foi resolvido. “Arrancaram tudo novamente, pela raiz mesmo”, conta.
Chateada com a situação, Marlene desistiu de cuidar da praça. “Cheguei a pedir para a prefeitura cercar a área central que eu mesma cuidaria da jardinagem. Como nunca fizeram nada, acabei abandonando. A última vez em que passei pelo local vi que havia até moradores de rua vivendo por lá.”
Sobre uma possível colaboração do Corinthians, Marlene faz questão de isentar o clube. “O Corinthians não tem responsabilidade. A praça é municipal e quem tem de cuidar é a prefeitura, assim como o túmulo é responsabilidade só da família.”
A INVEJA É O MAIS NOCIVO DOS SENTIMENTOS HUMANOS, CAPAZ DE DIFAMAR, AGREDIR, MATAR E PROFANAR.
O campeão da SÉRIE B !!!!!
(Menos, Helena!! É série B….rs )
Sinceridade!!!!!!!!!
Sentimos falta do coringão e esperamos um bom duelo ano que vem.
Venham em paz.
Tricolaço.