08/04/2009 - 10:35
Talvez por seu tamanho diminuto, a notinha, publicada ontem na Gazzetta dello Sport, passou batida pela imprensa brasileira, em geral muito ágil ao reproduzir o conteúdo do jornal italiano por aqui. Diz o seguinte (obviamente já darei o enfoque nacional na tradução):
Leonardo se inscreveu em curso de técnico pensando na seleção
SÃO PAULO – “Não substituirei Ancelotti, não serei o próximo técnico do Milan. Eu sou apenas mais uma peça de um clube que já funciona bem há 23 anos”. Assim o ex-lateral-esquerdo e hoje dirigente do Milan Leonardo negou as informações de que poderia ser o próximo técnico do time, segundo o jornal italiano La Gazzetta dello Sport.
Mais surpreendente, contudo, foi sua resposta quando lhe perguntaram, na sequência, o motivo pelo qual ele se inscreveu em um curso para treinadores. “Comecei o curso para técnicos porque meu nome havia aparecido como possibilidade para o Brasil”, disse.
De acordo com a Gazzetta, além da seleção brasileira, Leonardo manifestou também o desejo de um dia trabalhar na Inglaterra: “Gosto também do papel de manager que existe na Inglaterra, onde é possível unir o trabalho como dirigente com a parte técnica”.
Falando à imprensa italiana, talvez Leonardo só quisesse assegurar que não tem nenhuma intenção de tomar o cargo de Ancelotti. Mas é estranho que para isso diga ter feito o curso pensando na seleção brasileira. Até porque, se havia mesmo aparecido essa “possibilidade”, acho que só o próprio Leonardo ficou sabendo…
Não que eu duvide. Até porque não seria a primeira (e nem a segunda) vez que a seleção lançaria um novo técnico no mercado.
Autor: Gian Oddi - Categoria(s): milan, técnicos
Tags: leonardo, seleção brasileira, técnico novato
06/04/2009 - 11:19
Daqui a pouco falamos da rodada do Italiano, olhando para a provável falta de emoção que vem pela frente. A Inter ficou ainda mais perto do título; e o Genoa, graças a um gol de Thiago Motta, mais perto da Liga dos Campeões.
A única surpresa da rodada, convenhamos, é Ronaldinho Gaúcho sair do banco de reservas do Milan para garantir a vitória sobre o Lecce, já nos acréscimos da partida disputada no San Siro. Ser herói, ultimamente, tem muito mais a ver com Thiago Motta do que com Ronaldinho Gaúcho.
Falo de Ronaldinho só para relatar o que Carlo Ancelotti, após a partida, respondeu aos jornalistas do programa La Domenica Sportiva que lhe perguntaram sobre a decisão de Dunga ter escalado Ronaldinho Gaúcho como titular contra o Equador — e não ter dado uma chance similar para Pato, o melhor atacante do Milan nesta temporada.
Pouco depois de reiterar a idéia de que Pato, hoje, tem mais condições de jogo do que Ronaldinho, Ancelotti lembrou-se dos tempos em que jogava contra Dunga pelo Italiano:
“É preciso tomar cuidado na hora de falar do Dunga, porque se ele nos escuta corremos o risco de nos machucar”.
Lhe disseram, então, que Dunga havia reclamado do fato de Ronaldinho não jogar no Milan, o que prejudicaria as condições do brasileiro no serviço à seleção brasileira.
A resposta de Ancelotti: “Esses são lugares comuns. O Ronaldinho está aqui, eu o vejo todos os dias. E o Milan tem grandes jogadores, infelizmente eu não posso fazer todo mundo jogar”.
Veio então a brilhante intervenção do comentarista/humorista/milanistas Teo Teocoli:
“Pera lá! A gente já fica treinando o Beckham para jogar com a Inglaterra. Não dá pra ficar treinando também o Ronaldinho para o Brasil. O Milan não é centro de treinamento de seleções, né?”
Ancelotti sorriu. E se despediu.
Para encerrar: se Ronaldinho não joga como titular no Milan, Dunga que nos perdoe, mas a culpa não é culpa de Ancelotti. É?
Autor: Gian Oddi - Categoria(s): campeonato italiano, milan
Tags: carlo ancelotti, dunga, pato, ronaldinho gaúcho, seleção brasileira
13/02/2009 - 12:15
Está confirmado que Kaká não jogará o clássico milanês contra a Inter, a principal partida da rodada deste final de semana do Campeonato Italiano. O fato, claro, é péssimo tanto para Kaká como para a torcida do Milan. Mas tem um lado bom para o meia-atacante.
Explico: fiquei surpreso quando, dois dias depois do anúncio do seu corte, justamente no dia de Brasil x Itália, o site do Corriere dello Sport estampou a manchete abaixo, informando que Kaká havia melhorado e que talvez pudesse jogar o clássico de domingo.

Na Itália, quem conhece o calcio sabe, é normal os departamentos médicos dos clubes “agravarem” o diagnóstico de certas lesões dos seus jogadores para que eles saltem um ou outro joguinho menos importante da seleção. E isso, a gente supõe, só deve acontecer com consentimento do atleta envolvido.
Kaká jamais deu indícios de não querer servir à seleção brasileira. Quando chegou a se falar disso, na Copa América de 2007, ele só não jogou porque precisava, de fato, passar por uma cirurgia. Dunga nunca pôde (vou usar esse acento que não existe mais, me perdoem) e não pode (entenderam por que usei o acento?) reclamar de Kaká.
Kaká sempre foi absolutamente dedicado à seleção. Não reclamou nem mesmo quando Dunga, no começo da sua gestão, o colocou no banco de reservas. No campo, ele recuperou a vaga de titular e, não só isso, acabou virando, de longe, o jogador mais importante do time.
Kaká sempre foi e continua sendo absolutamente honesto com a seleção, acho eu. Mas é a aquela velha história da mulher de César: às vezes não basta ser honesto, é preciso, também, parecer honesto. E nesse sentido, o fato de Kaká não jogar contra a Inter só ajuda…
Autor: Gian Oddi - Categoria(s): Sem categoria, jogadores
Tags: brasil x itália, derby, kaká, seleção brasileira
03/02/2009 - 15:15

Para mais charges de Milton Trajano, clique aqui
No domingo, o presidente da Juventus, Cobolli Gigli, já tinha dito que não recebeu nenhum comunicado sobre a suposta convocação de Amauri pela seleção brasileira.
Hoje, três dias depois de a CBF ter anunciado o chamado, o técnico Claudio Ranieri diz o seguinte: “Não houve nenhuma convocação por parte do Brasil. A gente não recebeu nada”.
Dunga e a CBF poderão até argumentar que, como já sabiam da decisão da Juve, antecipada por Cobolli no sábado à televisão italiana, desistiram de fazer a convocação “oficialmente”.
Mas se ninguém entrou em contato com a Juventus em momento algum (não temos por que duvidar disso), por que a CBF escreveu, em nota oficial divulgada no sábado, que “A comisão técnica da Seleção Brasileira manteve contatos com a diretoria da Juventus e aguarda a autorização para concretizar a convocação de Amauri”?
No máximo, a julgar por outra nota divulgada pela mesma CBF ontem, “Amauri comunica à CBF que não conseguiu liberação para jogo contra Itália”, a entidade entrou em contato apenas com o jogador, um procedimento no mínimo estranho.
Diante de tudo isso, fica a pergunta: Dunga queria mesmo contar com Amauri?
Autor: Gian Oddi - Categoria(s): azzurra, jogadores, juventus
Tags: amauri, cobolli gigli, dunga, seleção brasileira
31/01/2009 - 18:06
Dunga fez o que pôde para não convocar Amauri, mas não deu. Neste sábado, depois de confirmada a lesão de Luis Fabiano, o técnico chamou o atacante da Juve para enfrentar a Itália, dia 10 de fevereiro, em Londres.
Contra a vontade da mãe do jogador, que disse o seguinte: “Continuo a dizer que ele deve jogar pela Itália. O Brasil nunca lhe deu nada e agora vem essa convocação do Dunga, que só serve para queimá-lo. Dunga só o chamou porque o Luis Fabiano se machucou, e eu sempre disse que ele deveria vestir a camisa da Itália, um país que lhe deu tudo”.
Mas Dona Janete, a mãe, ainda pode manter duas esperanças. A primeira: para que Amauri pudesse jogar o amistoso, a Juventus precisaria liberá-lo, pois a convocação ocorreu fora do prazo estabelecido pela Fifa para que sejam chamados atletas que atuam no exterior. E o presidente da Juve, Cobolli Gigli, disse há pouco em uma entrevista à TV, logo depois da derrota por 3 x 2 para o Cagliari (sim, Amauri jogou), que não recebeu nenhum comunicado nesse sentido e que, mesmo que o aviso chegasse, “seria fora de hora”. “Não aceitaremos, e o jogador já foi comunicado”, disse. E assim…
… vão começar a chover, como de costume no mundo do futebol, uma série de teorias conspiratórias das mais cabeludas. Posso adiantar algumas delas:
1) O presidente da Federação Italiana de Futebol, Giancarlo Abate, e o técnico da Azzurra, Marcelo Lippi, pediram à diretoria da Juventus que, pelo bem do país, ela não liberasse Amauri. Assim o atacante poderia em breve ocupar o lugar de Luca Toni com a camisa azul. É a mais óbvia das teorias.
2) Amauri, receoso (como sua mãe) sobre suas reais chances de atuar na Copa pela seleção brasileira, teria pedido ao próprio clube que não o liberasse. Assim teria tempo de esperar o passaporte italiano e ainda verificar se Dunga voltará a chamá-lo pelo Brasil em outras oportunidades.
3) Dunga teria colocado em prática o italiano que aprendeu nos tempos de Fiorentina e, sem a mínima cerimônia, teria ligado à diretoria da Juve e antecipado: “Olha, eu o chamei, mas se vocês não quiserem liberá-lo, por mim, tudo bem”. Assim, o técnico viveria no melhor do mundos: encerraria as críticas que recebe por não chamar Amauri, sem, contudo, precisar escalá-lo.
Se nenhuma destas teses aparecer nos próximos dias, será porque a Juventus voltou atrás e acabou liberando Amauri apesar da frase de seu presidente, que hoje deve estar num baita mau humor. E aí, para Dona Janete, só restará a segunda esperança, de que seu filho não entre em campo no jogo contra a Itália. Se ficar apenas no banco, pelas regras da Fifa, Lippi ainda poderá sonhar em convocá-lo para a Azzurra.
* Post atualizado às 20h50.
Autor: Gian Oddi - Categoria(s): azzurra, jogadores
Tags: amauri, dunga, seleção brasileira, teorias conspiratórias
26/01/2009 - 15:34
Não bastasse não ter sido convocado por Dunga para o amistoso da seleção brasileira contra a Itália, em fevereiro, o juventino Amauri ainda viu o treinador chamar Felipe Melo, da Fiorentina, pela primeira vez.
Não, eles não são inimigos, apesar de jogarem por times que protagonizam uma das principais rivalidades da Itália. E Felipe Melo tem feito por merecer: é um dos atletas que mais atuou pelo time de Florença nesta temporada e vem jogando muito bem, seja na marcação como na criação de jogadas.
Acontece que, ao convocar Melo, Dunga passa a mensagem que está atento àquilo que se passa em terras italianas. E mesmo assim ele prefere voltar a chamar Ronaldinho Gaúcho depois de três jogos (será exagero dizer que hoje Ronaldinho é reserva do Milan?) do que convocar Amauri.
Restaria a Dunga a argumentação de que Ronaldinho e Amauri são jogadores muito diferentes taticamente, o que é verdade: enquanto Ronaldinho, como Robinho, atua mais aberto, Amauri é um homem de área — setor para o qual o treinador não teria como deixar de lado Pato (em grande fase) e Luis Fabiano (seu salvador).
Dunga, contudo, escolheu argumentos errados para justificar a ausência de Amauri: entre eles o de que o brasileiro ”não foi bem nas últimas partidas da Juventus“. “Últimas” quanto, pergunto. Só se forem as últimas três. Mesmo número de jogos que, suponho, o levaram a reconvocar Adriano.
Mas, justificativas à parte — já disse aqui que Dunga age corretamente em não chamar Amauri se fizer isso só para estragar suas chances de jogar pela Itália —, acho que agora o atacante da Juve não tem mais dúvidas: se Lippi chamá-lo para Azzurra, ele irá sem titubear.
Como seu passaporte italiano não saiu, contudo, isso não deve acontecer para o amistoso de Londres. Pena. Porque, não dá pra negar, seria divertido vê-lo estrear justamente contra o Brasil de Dunga…
Autor: Gian Oddi - Categoria(s): azzurra
Tags: amauri, dunga, felipe melo, seleção brasileira
18/12/2008 - 17:01
Quando vi a notícia de que Amauri, da Juventus, disse à Radio Jovem Pan não saber de onde vêm os comentários sobre suas chances de jogar na seleção italiana, confesso que estranhei. Afinal, recentemente ouvi o próprio atacante falar orgulhoso dessa possibilidade, em entrevista à RAI.
Hoje, contudo, ele abusou. Duas entrevistas para dois veículos: um do Brasil, a rádio Jovem Pan, outro da Italia, a Sky Sport 1. Compare-as:
À Rádio Jovem Pan, do Brasil:
“Estão falando no jornal que chegou meu passaporte, que eu vou jogar aqui, que vou jogar lá. Mas não tem nada definido. Não sei o porquê desses comentários. São vozes sem fundamento, não sei o porquê dessas vozes. São coisas que os jornais escrevem só para dar noticia. Sou brasileiro. Quando chegar minha oportunidade na seleção brasileira, com certeza o meu sonho se realizará”, disse.
(Para ler a nota completa, no iG Esporte, clique aqui)
À Sky Sport 1, da Itália:
“Estou orgulhoso e muito honrado de saber que todos os torcedores italianos torcem por mim, para que possa chegar o meu passaporte e para que eu possa vestir a camisa da Itália. Vocês não podem imaginar, para mim é um orgulho imenso”, disse. E completou, ao comentar a chance de jogar pela Azzurra: “Não se sabe, o destino nos reserva as mais belas surpresas. É possível, como também não é, veremos”.
(Para ler a notícia em italiano, no Yahoo Italia, clique aqui)
Nas entrelinhas, acho que até dá pra pegar que a preferência do atacante é mesmo pelo Brasil — como, aliás, ele havia afirmado há algum tempo. Mas, convenhamos, não fica bem dar duas entrevistas tão distintas (não chegam a ser opostas…) sobre o mesmo tema no mesmo dia. Até porque é ignorar demais o poder da internet e da globalização da informação nos dias de hoje.
Não seria melhor se calar sobre o assunto? Acho até que ele sacou isso, tardiamente, porque na entrevista à Sky disse que só pretende voltar a falar do tema em 2009. Quando, se convocado por Dunga e por Lippi ao mesmo tempo, terá triunfado.
Autor: Gian Oddi - Categoria(s): azzurra, jogadores
Tags: amauri, dunga, entrevistas, jovem pan, marcelo lippi, seleção brasileira, seleção italiana, sky sport
16/12/2008 - 11:32

Esta fotomontagem acima, de Amauri com a camisa da seleção italiana, estampa a capa do jornal italiano Tuttosport de hoje.
Mas é bom esclarecer: embora a chamada diga “Amauri jogará pela Itália contra o Brasil no dia 10 de fevereiro”, a matéria do jornal de Turim é toda no condicional. “Amauri (na Itália, Amáuri) deveria receber sua cidadania italiana nas próxima semanas e poderia fazer sua estréia pela Azzurra justamente contra o Brasil, já no amistoso do dia 11 de fevereiro, em Londres”.
Devido à grande fase do atacante da Juventus, contudo, ninguém mais na Itália tem dúvidas: ainda que Marcelo Lippi não confirme (”não falo sobre hipóteses, quando ele puder ser chamado, veremos”, diz), logo que puder ser convocado para jogar pela seleção Italiana, Amauri estará na lista.
Até porque, pelo que tem dito, Dunga não parece nada inclinado a chamar o atacante para a seleção brasileira, que conta com sua preferência. Dunga, aliás, tem sido correto nesse sentido. Porque, se o treinador vê poucas chances de Amauri ficar para valer na seleção brasileira, seria sacanagem convocá-lo apenas para impedi-lo de atuar pela Itália mais pra frente.
Podemos discutir os critérios técnicos de Dunga ao convocar jogadores que vivem momentos muito inferiores ao de Amauri. Mas sua postura, por outro lado, é digna de elogios.
Resta saber se Dunga não mudou de idéia depois de ver Juventus 4 x 2 Milan, partida depois da qual os jornais italianos se derreteram em elogios ao brasileiro (hoje, por exemplo, a Gazzetta dello Sport o compara a Ibrahimovic e pergunta quem será mais decisivo na briga pelo scudetto).
E se também não mudou de idéia diante da perspectiva de Amauri fazer sua possível estréia pela seleção italiana justamente contra o Brasil. Porque alguém aí já imaginou a chuva de críticas ao técnico brasileiro se a Itália vence com dois gols de Amauri? Dunga deve estar imaginando…
Para encerrar, deixo a vocês uma pergunta: se agora o Dunga resolvesse convocar Amauri, o atacante deveria aceitar a convocação?
Autor: Gian Oddi - Categoria(s): azzurra, imprensa, jogadores
Tags: amauri, dunga, marcelo lippi, seleção brasileira
19/11/2008 - 23:06
Não que o Maicon tenha comido a bola no jogo contra Portugal. Mas que bom que fez um golaço e participou da jogada de outro.
Porque confesso ter ficado surpreso quando a enquete do iG Esporte, com mais de 54 mil votos, apontou que os internautas gostariam de ver o Cicinho na lateral-direita da seleção (uma das poucas divergências que têm do Dunga)!
Sinal de que o pessoal não tem visto muito jogo da Internazionale, onde joga o Maicon. E, aliás, nem da Roma, do Cicinho.
E, pra encerrar, me pergunto se o Moutinho (ops, Mourinho) gostou ou não do gol do Adriano no fim do jogo. O atacante, pela entrevista que deu após a partida, parece que cogita mesmo voltar já para o Brasil. Ou seja, desistiu. Triste, triste…
Autor: Gian Oddi - Categoria(s): inter, jogadores, roma
Tags: adriano, cicinho, maicon, mourinho, seleção brasileira
04/04/2008 - 11:50
>> Depois de ver sua última representante quase eliminada da Liga dos Campeões, a Itália sofre também na Uefa. Ficou bem difícil para a Fiorentina, que empatou em casa por 1 x 1 contra o PSV e agora precisará vencer — ou empatar por pelo menos dois gols — para avançar.
>> E o outro representante da Bota, Luca Toni, artilheiro do torneio e que conta com uma cobertura da imprensa italiana como se fosse, sozinho, um time do país, também está em situação difícil. Com um gol seu, o Bayern só empatou em casa com o Getafe, por 1 x 1. Nesse caso, porém, ainda acho que os alemães passam mesmo decidindo na Espanha.
>> Mas as principais manchetes esportivas da Itália nesta sexta são mesmo dedicadas a dois brasileiros: Adriano, cuja recuperação á anunciada na Gazzetta delllo Sport (ainda que com um precavido ponto de interrogação), e Ronaldinho, que Silvio Berlusconi, dono do Milan, disse estar “esperando”.
Se Adriano voltasse mesmo à Inter e Ronaldinho chegasse ao Milan, teríamos Milão com nada menos que 14 brasileiros na próxima temporada. E, na improvável hipótese que nenhum deles deixasse a cidade, seria possível montar uma bela seleção brasileira por lá. Talvez mais forte que a seleção brasileira do “resto do mundo”, exceção feita a uma improvisada zaga. Confiram como ficaria o time:
Júlio César (Dida), Maicon, Cafu, Digão e Maxwell; Emerson, Serginho (César), Ronaldinho e Kaká; Adriano (Ronaldo) e Pato.
Autor: Gian Oddi - Categoria(s): inter, milan
Tags: seleção brasileira
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