Agora, cá entre nós, com a Rominha quebrada e tantos outros clubes precisando de dinheiro por aÃ, Ele tinha que colocar o dinheiro justo na mão do Real Madrid de Florentino Perez?
Escrevi ontem, na coluna do post de baixo publicada pelo jornal Placar, sobre o esforço (bem sucedido) que Kaká fez para deixar a Itália de bem com a torcida do Milan.
Kaká foi impecável no mega-evento: primeiro, pelo esforço em falar espanhol. Depois, pela esperteza em citar ‘os donos do vestiário’ merengue como Raúl e Guti (e ainda fazer uma referência aos “holandeses”, que estariam insatisfeito com essa nova fase galáctica do clube). E terceiro, na coletiva de imprensa, por lembrar que não eram apenas os espanhóis a ouvi-lo.
Tanto que, hoje, a Gazzetta dello Sport destaca justamente a ‘fidelidade’ de Kaká e o fato de ele “não ter se desmentido” ontem. Ao lado do relato da apresentação há uma coluna, assinada por Alessandra Bocci, que termina assim:
Pra mim, a cena da rodada da Liga dos Campeões dessa semana não foi um golaço, um drible desconcertante ou passe preciso. E o protagonismo não sei bem a quem pertence, se à torcida ou ao craque. Assistam:
Falei sobre o falso Nicolas Cage sete posts abaixo, mas só hoje consegui ver o vÃdeo do figura enganando Ramón Calderón, o presidente do Real, que entregou uma camisa ‘personalizada’ e um cartão de sócio do clube ao humorista Paolo Calabrese (de meias amarelas e vermelhas!) achando se tratar do ator norte-americano.
Aqui, a versão resumida, só com a parte de Calderón:
Para ver o vÃdeo inteiro, com mais de 15 minutos de duração, vá o site do Marca.
PS1: Mino Carta, genovês como meu pai, está comemorando a eliminação da Inter na Liga. Quer ler? Clique aqui, vá ao blog do Mino e leia o post “Chora a elite milanesa”.
PS2: O site em inglês da Gazzetta dello Sport, cujo lançamento anunciei aqui no começo da semana, está no ar. Para acessar, clique aqui.