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26/10/2009 - 18:44

O problema da geração e o exemplo brasileiro

A entrevista de José Mourinho é de sexta-feira passada, antes da vitória da Inter por 2 x 1 sobre o Catania — pelo menos por enquanto, já aviso, não vou falar da rodada. É aquela entrevista em que o técnico português não poupou críticas ao garoto Mario Balotelli (1′30” do vídeo abaixo), dizendo que só o escala porque, hoje, não tem outras opções.

Na entrevista, que repercutiu bastante por toda a Europa e chegou a ser noticiada no Brasil, o português diz coisas interessantes e afirma ter “quase” chegado à conclusão de que o problema de Balotelli é um problema de geração (2′30”):

“Um problema das pessoas que cercam os jogadores dessa geração. E os jogadores são mais vítimas que qualquer coisa”. Para ele, hoje, é uma exceção e um milagre “um jogador de 19 ou 20 anos que tem os pais equilibrados e que não pensam em dinheiro, que tem um irmão e uma irmã que seguem sua vida sem atrapalhar ninguém, que tem um procurador que lhe dá toda traqulidade e que tem a qualidade de trabalhar e ser muito feliz de guiar um carro pequeno sem pensar em Ferrari”.

Isso tudo, como eu disse, já tinha saído mais ou menos por aqui. O que não vi divulgado foi o exemplo brasileiro que Mourinho utilizou nesta mesma entrevista (5′30”):

“Olha, eu tive um jogador que até hoje é o mais jovem a ter marcado um gol na Liga dos Campeões. Não sei onde ele joga hoje. Sei que ganhou a Champions de 2004, que em 2005 foi ao Corinthians, que em 2006 jogou no Werder Bremen, que em 2007 voltou ao Corinthians e em 2008 foi para Flamengo ou Fluminense. Não sei onde joga hoje, mas é um jogador espetacular. Carlos Alberto”.

Ainda que tenha omitido as passagens por São Paulo e Botafogo, Mourinho mostrou vir acompanhando bem a carreira de Carlos Alberto. Que aliás, depois dessa, poderia até tentar cavar uma vaguinha na poderosa Inter de Milão.

Se não acredita que o vascaíno tenha sido utilizado como exemplo por José Mourinho, pode conferir no vídeo abaixo (no minuto 5′30”, como já disse).

Autor: Gian Oddi - Categoria(s): entrevistas, técnicos, vídeos Tags: , , ,
23/06/2009 - 17:49

A solução vem de baixo?

Se os velhinhos de Lippi deram vexame na Copa das Confederações, a molecada da Azzurrinha vai fazendo sua parte, mesmo que sem muito brilho, na fase final do Europeu Sub-21. O torneio, inicialmente, poderia indicar alguns dos jogadores que virão ao Brasil para a Copa de 2014. Mas na prática, depois do fiasco na África do Sul, essa seleçãozinha tem boas chances de emprestar uma ou outra cara para Marcelo Lippi disputar o Mundial do ano que vem.

Hoje o time ganhou por 2 x 1 da Bielorússia, garantiu a liderança da chave e assim pega a Alemanha nas semifinais do torneio, sexta-feira. Aquafresca, do Genoa, fez os dois gols italianos; mas foi Giovinco, da Juve, quem jogou mais.

Agora é bom ficar de olho nas finais. Porque, até pelo que vem dizendo a imprensa italiana, não são poucos os candidatos à “promoção de seleção”: casos de Motta para a lateral-direita, Criscito ou De Ceglie para a lateral-esquerda, Marchisio e Giovinco para o meio-campo e Balotelli para o ataque. Não são poucos.

Autor: Gian Oddi - Categoria(s): copa do mundo Tags: , , , , , , , , ,
02/03/2009 - 12:58

Quem decidiu Inter x Roma?


Balottelli e o ’shh’ aos romanistas: estará nascendo um novo Cassano?

Inter 3 x 3 Roma foi mais um excepcional clássico deste Campeonato Italiano, que, pelo menos nesse quesito, “qualidade dos clássicos”, é o melhor campeonato da europa. Mas foi, também, mais um resultado injusto a favor da líder do torneio, que já havia saído no lucro no derby de Milão, quando bateu o Milan por 2 x 1.

A Roma foi melhor durante todo o jogo. Por quanto procurou a vitória, mesmo depois do 3 x 3, merecia ter vencido. Mas, quando perguntaram a Mourinho se ele concordava com isso, ele respondeu mais ou menos o seguinte, direto como de costume e com alguma razão:

“Não sei se concordo. A Roma tinha o jogo nas mãos nos 3 x 1 e achou que estivesse decidido. Poderia ter feito 4 ou 5, mas não fez. Por isso, não sei se mereceu ganhar. Como técnico da Inter, eu saio feliz com o empate pela postura do meu time; se eu fosse o técnico da Roma, sairia irritado daqui”.

Luciano Spalletti, de fato, saiu irritado (na medida do possível para ele) do Giuseppe Meaza. Mas menos pela atuação do seu time do que pela do árbitro, que, é inegável, condicionou o jogo ao marcar um pênalti inexistente de De Rossi em Balottelli.

É preciso, porém, fazer uma ressalva: embora seja unanimidade que não houve pênalti, ela só veio depois de inúmeros replays, com câmera lenta e imagens congeladas. A dinâmica do lance, em velocidade, era de pênalti. O árbitro, portanto, não foi o principal responsável pelo empate da Inter em um jogo que já parecia ganho pela Roma.

Se queremos personalizar o mérito pelo empate interista, que o façamos com Mario Balotelli. Que mais uma vez mostrou ter muito futebol. E pouca cabeça.

O gesto de mandar a torcida da Roma calar a boca, de mostrar a lingua para Panucci quando este lhe criticou por isso e os dois ou três entreveros que arrumou no jogo poderiam passar despercebidos se cometidos por outro qualquer. Não por Balotelli.

Meu ponto é o seguinte: não são poucos os que, na Itália, apontam no atacante da Inter indiscutível qualidade aliada a uma discutível postura. O próprio Mourinho disse isso com todas as letras, quando o afastou do time por displicência.

Particularmente, não acho que Balotelli tenha feito nada de muito grave contra a Roma. Mas, para não ficar com o estigma de “novo Cassano”, coisa que só pode lhe prejudicar, é melhor Balotelli tomar cuidado. E tentar aparecer no noticiário apenas por seu bom futebol.

NOTAS DA GAZZETTA
Inter: Júlio César 5,5, Maicon 4,5, Cordoba 6, Burdisso 6 (Vieira 5,5) e Santon 6; Zanetti 6, Cambiasso 6, Stankovic 5,5 (Crespo 7) e Maxwell 5,5 (Figo 5,5); Adriano 5,5 e Balotelli 7.
Roma: Doni 6, Motta 6, Mexes 6,5, Panucci 6 e Riise 7; De Rossi 6,5 e Pizarro 6,5; Taddei 6, Brighi 7,5 e Vucinici 6 (Menez 5,5); Júlio Baptista 6.

MILAN, SAMP E JUVE
Depois da derrota do Milan, que poderia ser uma derrota normal não fosse a crise que o clube atravessa (de novo, só Pato salvou-se!), crescem as pressões para que Marcelo Lippi teste a dupla de atacantes da Sampdoria, Cassano e Pazzini, na seleção italiana. Será?

E a Juve, apesar da vitória, deixou o campo sob vaias de seus torcedores após o 1 x 0 sobre o Napoli. Desse jeito, com esse futebol, será que dá pra acreditar que o time pode pegar a Inter? Até dá. Porque, a história da Juve diz, lá em Turim vencer nem sempre tem a ver com jogar bem.

Autor: Gian Oddi - Categoria(s): campeonato italiano, inter, juventus, milan, roma Tags: , , ,
29/01/2009 - 17:46

Cesare Battisti x David Beckham

Eu até ia escrever sobre a última rodada do Italiano. Tratando, por exemplo, da volta de Totti — com gol — ao time da Roma. Ou ainda da lesão de Cassetti, que acontece logo depois de Panucci abandonar o elenco; ou seja, na pior hora possível.

O Milan também poderia ser tema do post. Especialmente pelo fato de mais um gol do Bekcham, sua vontade de permanecer na Itália e a vontade do Galaxy em tê-lo de volta terem ofuscado o tropeço da equipe diante do Genoa. É um caso (raro) em que o tal “marketing” do jogador age a favor do clube também em campo.

E a Inter? Quando muita gente achou, depois da primeira rodada do ano, que o time ia desandar, eis que a equipe de Mourinho volta a abrir seis pontos de vantagem sobre a Juve, que perdeu por 2 x 1 a um para a Udinese, fora de casa, num resultado absolutamente normal. “Foi só uma derrota”, disse Buffon.

Houve também Ibrahimovic dizendo umas verdades para Balotelli e fazendo pouco caso da Bola de Ouro. Ou a compra de Dátolo, ex-Boca, pelo Napoli.

Mas nada disso me impressionou tanto como a quantidade de notícias que recebemos da agência de italiana Ansa relacionadas ao caso Battisti. Para ficar claro: ao caso Battisti e ao futebol. Abaixo, reproduzo apenas a lista de títulos e olhos das reportagens.

* Caso Battisti: Ex-jogador Paolo Rossi defende extradição
Em entrevista à ANSA, o algoz do Brasil na Copa de 1982 disse que “é justo que um ex-terrorista cumpra a sua pena na Itália”

* Caso Battisti: chanceler italiano espera que Itália vença amistoso ‘de goleada’
“Nós não temos uma disputa com o povo brasileiro, temos um problema com as autoridades brasileiras”, declarou.

* Caso Battisti: Ministra sugere que Itália jogue de luto amistoso com Brasil
Giorgia Meloni ressaltou, porém, que os torcedores que assistirão ao jogo terão de tomar cuidado para não insultar a população brasileira com vaias e cartazes ofensivos; partida está marcada para 10 de fevereiro, em Londres

* Caso Battisti: Líder comunista ironiza polêmica por amistoso e sugere que Berlusconi suspenda contratos de brasileiros do Milan
Alessandro Pignatiello, do Partido dos Comunistas Italianos, criticou o ministro da Defesa do país, Ignazio La Russa, que defendeu o cancelamento da partida entre Brasil e Itália marcada para o dia 10

* Caso Battisti: Deputado opositor defende realização de amistoso Brasil-Itália
Para Ermete Realacci, do Partido Democrata, se o mesmo critério fosse usado em outros casos, a Itália deveria também renunciar aos jogos com a França, país que negou a extradição da ex-militante das Brigadas Vermelhas Marina Petrella.

Só não entendi bem a escolha do personagem dessa primeira matéria. Seria para diminuir o apoio que os brasileiros em geral têm dado ao governo italiano nesse caso?  ; )

Autor: Gian Oddi - Categoria(s): campeonato italiano, política Tags: , , , , ,
01/12/2008 - 18:53

Mourinho, o Muricy deles. Ou quase

José Mourinho não quer paz. Ou então, sei lá, não quer mais dar o braço a torcer. Parece sentir necessidade de manter essa fama de emburrado que acabou por lhe caracterizar desde que chegou à Italia. Virou uma espécie de Muricy Ramalho deles.

Gosto tanto do Muricy como do Mourinho, só pra deixar claro. As entrevistas de ambos fogem do lugar-comum com que estamos acostumados, e isso não é pouco hoje em dia.

Mas o português, a gente há de convir, é bem mais contundente porque suas críticas têm, digamos, mais conteúdo. Suas queixas não são apenas com as mesmas perguntas de sempre da imprensa, como no caso de Muricy. Ele também dá suas patadas nos jornalistas, óbvio, mas sempre sobra pra mais alguém.

Ontem, por exemplo. A Inter ganhou do Napoli e pela primeira vez abriu seis pontos na liderança do campeonato. Ótima chance para amenizar as eventuais críticas e mostrar para Deus e o mundo que o clima na Inter é uma maravilha, certo? Nem tanto…

O que faz Mourinho na entrevista pós-jogo? Critica a torcida (”eles não são nosso 12º jogador, não apóiam quando o time precisa”; “isso é cultural, não tenho como e nem quero mudar”…) e também não pega nada leve com seu jovem atacante Mario Balotelli (”ele não é ninguém”, “se treinasse 50% do que treinam jogadores como Cruz, o Figo e o Zanetti seria o melhor do mundo, mas não treina nem 25%”).

Certamente é uma tática pensada a de cobrar publicamente o garoto, e pode ser que Mourinho tenha razão. Só não sei se o português já percebeu que na Itália, diferentemente da Inglaterra, dar entrevistas como esta dia sim dia não é pedir para que seu time não tenha paz alguma.

Até ganhar o título, claro.

Um pouco das entrevistas de domingo, em italiano (e ele até que começou de bom humor…):

Autor: Gian Oddi - Categoria(s): inter, técnicos, vídeos Tags: , ,
05/09/2008 - 20:54

Balotelli, um italiano

A Itália só empatou com a Grécia, 1 x 1. Adiou assim a classificação para os playoffs que definirão as seleções que jogarão o próximo Europeu sub-21. A vaga será disputada contra a Croácia, fora de casa, e a Azzurrinha deve se classificar no mínimo como um dos melhores segundos colocados. Mas isso tudo não importa muito.

O jogo de hoje só ganhou a capa da Gazzetta dello Sport e a enorme atenção da imprensa italiana por causa de Mario Balotelli. O garoto que aos 18 anos, enfim, fez sua estréia com a camisa da seleção italiana, como você pode ver nesse sorriso aí à esquerda. É que é daqueles jogadores com uma história que valem bem mais que um post de blog.

Ainda assim, lá vou eu. Começando com um resuminho do passado.
 

Ele nasceu em Palermo, filho de imigrantes ganeses, foi adotado com apenas 2 anos pela família Balotelli e, por causa de uma série de imbróglios jurídicos e burocráticos, sua adoção formal demorou a sair — assim como sua nacionalidade italiana.

No fim, a falta do “RG” italiano acabou dificultado a saída de Balotelli para clubes do exterior, como um interessadíssimo Barcelona. Melhor para a Inter, que ganhou a intensa disputa com vários times das Séries A e B italiana — a Fiorentina tinha tudo acertado — e acabou contratando o garoto no dia 31/8/2006.

Daí pra frente, Balotelli foi queimando as etapas. Passou antes do previsto dos “Allievi” para a “Primavera” (as categorias de base da Itália). Depois, virou profissional também “antes da hora”: com apenas 17 anos, coisa rara, fez sua estréia na Série A, promovido pelo técnico Roberto Mancini.

Continuou jogando, e cada vez mais. Rápido, habilidoso e bom finalizador, marcou vários gols. E não demorou a virar o queridinho do novo técnico da Inter, José Mourinho.

Mas só hoje, porque com 18 anos completos pôde obter sua cidadania italiana, Balotelli fez sua estréia em uma categoria de base da Azzurra. Mesmo tendo nascido em Palermo. Mesmo falando italiano perfeitamente. Mesmo se chamando Mario Balotelli. Mesmo tendo recusado vários convites de Gana para jogar pela seleção africana. Mesmo cantando o “Inno di Mamelli” a plenos pulmões.

Enfim, coisas da burocracia. Porque Balotelli é muito italiano, como ele mesmo diz.

Agora, um resuminho do jogo de hoje. Que Balotelli só começou como titular porque Rossi e Aquafresca estavam machucados. E mesmo jogando numa seleção muito boa (Giovinco, Osvaldo…) e com jogadores mais velhos que ele, foi o melhor em campo. Quase marcou logo nos primeiros minutos. Depois, o quase virou gol. Um golaço com um chutaço de primeira. E no segundo tempo, por centímetros, não veio um outro golaço, de bicicleta.

Talvez fosse um pouco demais para o primeiro jogo. E para um garoto que, de tão garoto, respondeu o seguinte quando perguntado sobre qual era a principal diferença entre a Inter e a seleção italiana: “Aqui eles me deixam tomar Cola-cola. Mas no Playstation eu também ganho de todo mundo”.

A frase pode até relevar a pouca idade de Balotelli. Mas ele já mostrou que, em relação ao futebol, isso não quer dizer nada. Não costumo ser precipitado, mas aposto que ele continuará queimando etapas. E que, em 2010, estará na África de seus pais biológicos, num certo torneio de futebol.

……………………………

Não há ainda, no Youtube, um vídeo do gol contra a Grécia. Mas há este abaixo, uma “apresentação” do site do próprio jogador. Divirtam-se.

Autor: Gian Oddi - Categoria(s): azzurra, inter, jogadores Tags: , ,
19/05/2008 - 20:10

o balanço e as revelações


Não, não se trata de propaganda do PSDB, mas de uma das muitas revelações do Campeonato Italiano 2007-08: Mario Balotelli, da campeã Inter

O tempo está escasso. Mas por sorte recebi um email do Braitner Moreira, do ótimo blog Quattro Tratti, que me “convocava” para uma eleição que eles estão fazendo por lá sobre o balanço final do Italiano. Assim, con il permesso del signor Braitner, vou aproveitar minhas respostas à enquete deles para dizer aqui o que achei de alguns times e personagens da competição.

Gosto especialmente da parte de revelações, que, como já tinha antecipado o Gilson nos comentários do post anterior, foi um dos pontos positivos desse bom Campeonato Italiano. Há outros, dos quais a gente vai falando mais pra frente.

Comentem e dêem suas opiniões sobre o que quiserem. Mas outros candidatos a revelação são especialmente bem vindos, até porque quero fazer um post a respeito em breve. Valeu.

>> Craque do campeonato
Ibrahimovic, o cara que decidiu o campeonato.

>> Melhor técnico
Cesare Prandelli, que colocou a Fiorentina na Liga dos Campeões, seguido de perto pelo Spalletti, que fez a Roma jogar bonito e por pouco não tirou o título de uma Inter com muito mais elenco.

>> Melhor contratação
Se o Juan não tivesse se machucado tanto, estava bem encaminhado para sê-lo… pode ser polêmico, mas fico com o Cassano! Apesar das Cassanadas.

>> Pior contratação
Embora seja do meio da temporada passada, acho que não dá pra não citar o Ronaldo. Pela expectativa que havia em torno dele para esta temporada.

>> Revelação
É meu capítulo preferido. São muitas, e provavelmente vou me esquecer de alguns nomes. Mas de cara eu citaria Giovinco (Empoli), Hamsik (Napoli), Lavezzi (Napoli), Osvaldo (Fiorentina) e Balotelli (Inter). Se for pra escolher só um, ficaria entre o Hamsik e o Balotelli… Tá bom, fico com o Balotelli! Mesmo tendo jogado menos que os outros, fazer o que ele fez com apenas 17 anos, no Campeonato Italiano, não é fácil.

>> Decepção
Assim como o Ronaldo na “pior contratação”, não dá pra não dizer Milan. Mas citaria também o Palermo, de quem esperava bem mais com aquela boa base e a dupla Miccoli-Amauri.

>> Surpresa
O Napoli e seus garotos. Recém-chegado da Série B, o time já cavou uma vaguinha na Intertoto e, quem sabe, já jogue a Copa da Uefa. Dava pra esperar mais?

Autor: Gian Oddi - Categoria(s): Sem categoria, campeonato italiano, jogadores, técnicos Tags: , , , , , , ,
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